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29
Mar20

3394: Praias e zonas ribeirinhas do Algarve fechadas devido ao coronavírus

Tempo no Algarve

O acesso a várias praias e zonas ribeirinhas da região do Algarve foi interdito ao público para travar a concentração de pessoas. 

 

Em Lagoa, foram fechados os acessos de praias que atraem, normalmente, muitas pessoas, entre elas a da Marinha, Benagil e Vale de Centeanes. A ação foi realizada pela União de Freguesia de Lagoa e Carvoeiro, com o apoio da GNR.

 

Também em Lagos, a autarquia interditou a circulação no passeio da frente ribeirinha da Avenida dos Descobrimentos, nas praias do concelho, frentes de mar e parques de estacionamento. A decisão abrange "locais aprazíveis" e "mais propícios à concentração de pessoas", sendo "suscetíveis de gerarem comportamentos contrários aos objetivos que levaram à imposição do Estado de Emergência Nacional".

 

Numa altura em que se aproximam as férias da Páscoa, a Câmara Municipal de Loulé aprovou medidas que visam reduzir ao mínimo indispensável a circulação de pessoas no concelho. Pretende-se assim evitar que a população saia de casa para passeios e aglomerações que possam constituir focos de contágio, numa ação preventiva da propagação do novo coronavírus neste território.

 

Assim, o Posto de Comando Municipal, que está a acompanhar diariamente a situação no concelho, reuniu ontem por videoconferência e debateu diversas situações ocorridas no concelho, nomeadamente no que concerne ao afastamento social recomendado pelas autoridades. Neste sentido, e com o objetivo de dissuadir a população de realizar passeios em grupos ou em zonas onde se juntem aglomerados de pessoas, como se tem verificado nos últimos dias em certas áreas naturais do concelho, decidiu-se condicionar os acessos às praias do Trafal, Loulé Velho e Almargem, assim como encerrar os parques de estacionamento nas zonas do litoral, em Almancil: no Garrão Nascente, Vale do Lobo, Quinta do Lago, Dunas Douradas e Ancão, e, em Quarteira, no Passeio das Dunas.

 

Estas duas iniciativas surgiram por sugestão da Autoridade Marítima e da Guarda Nacional Republicana, respetivamente, duas entidades que têm trabalhado diariamente com a edilidade na implementação de medidas que contribuam para fazer frente ao surto pandémico que está a atingir o mundo.

 

Por outro lado, e com exceção das que se destinem à execução de obras particulares, o presidente da Câmara Municipal aprovou ainda a suspensão das emissões de Licenças Especiais de Ruído. Esta medida pretende dissuadir a realização de eventuais convívios e festas particulares propensas ao contacto social, “Numa altura em que Portugal passou à fase da mitigação, estamos preocupados sobretudo porque se aproxima a Páscoa, um período em que o Algarve é, por excelência, o destino de férias de muitos portugueses. Por mais paradoxal que possa parecer estarmos a tomar estas medidas num concelho em que o turismo é determinante para a sua atividade económica, mas neste momento o mais importante são as condições de saúde dos nossos concidadãos. Acreditamos que as medidas hoje aprovadas irão contribuir para prevenir a propagação do novo coronavírus no concelho de Loulé”, considera Vítor Aleixo.

 

Fonte: CM

24
Dez19

3337: Pescador morre em naufrágio de barco em Olhão

Tempo no Algarve

Um pescador morreu esta terça-feira depois do barco onde seguia ter naufragado, em Olhão. Há ainda um outro pescador ferido.

 

A embarcação de sete metros terá naufragado na ilha da Culatra, na Ria Formosa, quando os homens estavam à pesca da ganchorra.

 

Um dos pescadores foi resgatado com sinais de hipotermia e deu o alerta para o segundo homem desaparecido.

 

A Polícia Marítima acionou os meios necessários e encontrou a vítima mortal perto da zona de rebentação.

 

O sobrevivente foi transportado para o hospital para receber tratamento médico.

 

O corpo da vítima foi retirado por um barco do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) e transportado para a morgue do Hospital de Faro.

 

A autoridade marítima está a investigar as causas as causas que estiveram na origem do adornamento do barco de pesca.

 

Fonte: CM

06
Dez19

3327: Rebentamento de conduta abre buraco na via pública e engole carro em Olhão

Tempo no Algarve

Uma conduta de água rebentou, ao início da manhã desta sexta-feira, em Olhão. A força da água acabou por abrir um buraco no chão e causar danos em, pelo menos, uma viatura.

 

Segundo a SIC, o incidente terá ocorrido pelas 07h00, na Rua João Trigoso. A viatura, que estava estacionada junto ao passeio, acabou por cair no buraco. De acordo com a estação televisiva, parte da cidade esteve sem água por alguns minutos, mas o abastecimento já foi restabelecido.

 

 

Fonte: SOL

29
Nov19

3322: Onze hectares para produzir ostras nas rias algarvias

Tempo no Algarve

Duas novas explorações de aquacultura para a produção de ostras e amêijoas vão ser instaladas na ria Formosa, no concelho de Olhão, e na ria de Alvor, no sítio de Vale da Lama, no município de Lagos. No total, será ocupada uma área de quase 11 hectares.

 

Segundo os editais publicados por parte da direção-geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimas, existe um pedido para uma exploração aquícola com mais de 10 hectares no Parque Natural da Ria Formosa destinada ao crescimento e engorda de ostra portuguesa e japonesa, bem como de amêijoa-boa. Designada de ‘Bivalves dos Areais’, a atribuição desta área aquícola foi requerida pela empresa Bivalvia - Mariscos da Formosa.

 

No que se refere à ria de Alvor, está também em causa a instalação de uma exploração de ostras e amêijoa-boa, numa área de 0,7 hectares. O pedido foi apresentado pala empresa Alvostral.


PORMENORES

Receitas de 83 milhões
As últimas estatísticas da pesca do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que a produção aquícola no País, em 2017, atingiu as 12 549 toneladas, gerando a receita de 83,2 milhões de euros. Houve um aumento de 11,5% em quantidade e um acréscimo de 10,6% em valor, em relação ao ano anterior.


Maioria no Algarve
Segundo INE, "cerca de 87,6% de viveiros" são destinados à "produção de moluscos bivalves". E acrescenta que a maioria dos estabelecimentos está "localizada na Ria Formosa".

 

Fonte: CM

18
Set19

3281: Ryanair chega a acordo com a ANA para manter base mais reduzida em Faro

Tempo no Algarve

A redução de três para dois aviões deverá conduzir à perda de cerca de "80 postos de trabalho no pessoal de cabine contratado”, admite a empresa.

 

A Ryanair chegou a acordo com a ANA – Aeroportos de Portugal para manter a base em Faro, ainda que mais reduzida, bem como de uma parte dos postos de trabalho, de acordo com uma nota enviada à agência Lusa.

 

Assim, a companhia aérea “confirma que chegou a um acordo com a ANA, operador do aeroporto de Faro, que poderá permitir cancelar o encerramento previsto da sua base com três aviões neste inverno”, lê-se no comunicado.

 

“Em vez disso, a base de Faro poderá agora ser reduzida para dois aviões a partir de novembro deste ano e até março de 2020, devido ao atraso nas entregas de perto de 30 aviões Boeing Max à Ryanair”, segundo a nota.

No entanto, a companhia aérea irlandesa ‘low cost’ salientou que a continuação da presença em Faro “poderá agora ser possibilitada pelo acordo das tripulações baseadas” nesta infraestrutura “em mudar para contratos sazonais, para refletir a natureza sazonal do tráfego de e para o Algarve”.

 

Citado na mesma nota, Micheal O’Leary, que é agora presidente da Ryanair Holdings, adiantou que “ainda que este acordo preserve a maioria dos empregos de pilotos e tripulantes em Faro neste inverno, a redução de três para dois aviões na base deverá conduzir a uma diminuição de perto de 80 postos de trabalho no pessoal de cabine contratado”.

 

O mesmo responsável referiu que esta redução pode ser menor, atingindo menos de 50 trabalhadores, “com alguns desses membros das tripulações a assegurar vagas em outros locais da rede da Ryanair na Europa”.

 

O’Leary termina afirmando que “infelizmente as perdas destes trabalhos a contrato [ou seja, contratados por empresas externas ou independentes] são inevitáveis, devido ao atraso na entrega” dos aviões.

 

No dia 6 de agosto, a Lusa noticiou que a Ryanair tinha comunicado nesse dia, em Faro, que iria encerrar a base naquele aeroporto em janeiro de 2020, e despedir cerca de 100 trabalhadores, embora continuasse a ter voos para este aeroporto.

 

A presidente do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC), Luciana Passo, disse à Lusa nessa altura que uma diretora de recursos humanos da Ryanair tinha estado em Faro para anunciar o encerramento.

 

A sindicalista participava no mesmo dia numa reunião na Direção Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT), em Lisboa, paradiscutir os serviços mínimos de uma greve decorreu na Ryanair de 21 a 25 de agosto.

 

“Foi-nos dito na DGERT que não seria bem encerrar [a operação], ou seja, a base fecha, mas os voos continuam a ser feitos”, salientou Luciana Passo, lembrando que a Ryanair tinha já “avisado que ia reduzir o número de pilotos e tripulantes”.

 

Fonte: RR

10
Jun19

3227: Algarve eleito Melhor Destino de Praia da Europa pela sexta vez

Tempo no Algarve

Alcançando um recorde de nomeações, esta é a sexta vez que o Algarve conquista este prémio, atribuído pela votação dos principais líderes da indústria de turismo e viagens de todo o mundo.

 

O Algarve recebeu ontem o prémio de “Melhor Destino de Praia da Europa em 2019”, no âmbito da cerimónia dos World Travel Awards. Esta é a sexta vez que o Algarve recebe esta distinção - o que já havia acontecido nas edições de 2012, 2013, 2015, 2016 e 2017 – e um recorde no que toca à atribuição deste galardão, uma vez que mais nenhum outro destino recebeu o mesmo número de nomeações, lê-se no comunicado da Associação de Turismo do Algarve.

 

"É com um enorme orgulho e satisfação que recebemos a revalidação deste reconhecimento internacional do Algarve”, refere João Fernandes, presidente do Turismo do Algarve. "A beleza das nossas praias e a diversidade de paisagens naturais, que vão desde extensos areais dourados a pequenas enseadas escondidas entre as falésias, são uma das fortes imagens de marca do Algarve. Mas a oferta da região vai muito para além disso, na medida em que conseguimos apresentar um conjunto de outras propostas de valor acrescentado que contribuem igualmente para sermos reconhecidos como o melhor destino de praia. Desde a existência de 47 praias com as acessibilidades necessárias para pessoas com mobilidade condicionada; a inclusão, em muitos desses areais, de postos de prestação de cuidados de saúde disponíveis durante todo o verão; a implementação de boas práticas ambientais no que toca à limpeza e à preservação desses locais ou ainda o facto de grande parte das praias serem vigiadas em permanência por nadadores salvadores num período que, muitas vezes, se estende para além do encerramento oficial da época balnear”.
 
 
A oferta de condições para a prática de diversas atividades e desportos relacionados com o mar e de infraestruturas e serviços de apoio de qualidade reconhecida são outras das caraterísticas mais valorizadas por quem escolhe as praias algarvias.
 
 
Esta nova eleição como “Melhor Destino de Praia da Europa” vai permitir ao Algarve capitalizar a aposta que tem vindo a ser feita, quer ao nível da fidelização de mercados estratégicos prioritários, mas também da diversificação de outros mercados. “Queremos proporcionar a todos aqueles que nos visitam uma experiência verdadeiramente enriquecedora.
 
Tendo como ponto de partida as nossas fantásticas praias, o nosso objetivo é dar a conhecer uma oferta complementar - que vai desde o golfe, ao turismo náutico e ao turismo de natureza, à cultura e à gastronomia da região -, que irá permitir aos turistas descobrir aquilo que faz do Algarve um destino único e genuíno”, explica o presidente do Turismo do Algarve.
 
 
Os World Travel Awards são uma iniciativa que reúne, todos os anos, os principais líderes da indústria de turismo e viagens de todo o mundo e que tem como objetivo premiar a excelência da oferta a nível global.

 

Fonte: Sapo Viagens

09
Mai19

3209: Linha elétrica poderá estar na origem do fogo de Monchique de 2018

Tempo no Algarve

O Observatório Técnico Independente (OTI) criado pelo parlamento para acompanhar os incêndios florestais aponta como possível causa do fogo de Monchique, o maior de 2018, uma linha elétrica.

 

No relatório sobre incêndio que deflagrou em 2018 em Monchique, no Algarve, hoje entregue na Assembleia da República, os peritos do OIT lamentam que, passados nove meses do fogo, a causa esteja "ainda a ser investigada e apontada como desconhecida".

 

No entanto, o documento refere que há indicações que remetem “para um local específico de início do incêndio e para uma causa associada a uma linha elétrica, que a EDP contraria”.

 

“Há fotografias iniciais em que são visíveis chamas próximo do local indicado e indícios que apontam para que a linha elétrica possa ter estado na origem do incêndio por haver no local árvores - essencialmente eucaliptos - com desenvolvimento suficiente para poder entrar em contacto com os cabos da linha elétrica, apesar da versão da EDP não apontar nesse sentido”, considera o OIT.

O relatório sublinha que, “apesar dos indícios que apontam para que a causa do incêndio possa ter tido origem na linha de média tensão que atravessa o local de início do incêndio, não existe qualquer informação oficial sobre a investigação mais detalhada que permita confirmar esta hipótese”.

 

Nesse sentido, os peritos do OIT manifestam-se preocupados com os fogos que nascem do contacto com as redes elétricas.

 

“Em conclusão, muito embora não exista confirmação quanto à causa de origem deste incêndio em particular, as estatísticas sobre causas investigadas levam a encarar com grande preocupação as ignições causadas pela rede elétrica”, lê-se no documento, sublinhando que as linhas que atravessam áreas com eucalipto deverão ser alvo “de extrema atenção, devido ao rápido desenvolvimento em altura das árvores desta espécie, potenciando descargas por toque ou mesmo potenciando a danificação das linhas de transporte de energia”.

 

No relatório, o OTI chama ainda a atenção para “a falta de eficácia na investigação das causas de incêndio” e considera “no mínimo estranho que não exista ainda uma causa conhecida para um incêndio com as consequências que este teve”.

 

O Observatório Técnico Independente recomenda “uma melhoria no serviço de investigação de causas particularmente em incêndios de grandes dimensões”.

 

O incêndio de Monchique esteve ativo entre 03 e 10 de agosto de 2018 em Monchique e consumiu mais de 27 mil hectares.

 

Fonte: Sapo 24

01
Nov18

3106: Populações passam a receber alertas via SMS da Proteção Civil em caso de crises e catástrofes

Tempo no Algarve

Por decreto-lei, o Governo vai criar o novo Sistema Nacional de Monitorização e Comunicação de Risco, de Alerta Especial e de Aviso à População para poder enviar mensagens de telemóvel (SMS) a alertar as populações, noticia o “Público” esta quinta-feira.

 

Aquando da tempestade Leslie, a Autoridade Nacional de Porteção Civil não conseguiu alertar atempadamente as populações  e, também por esse motivo, o novo sistema terá o objetivo de suprir essa falha. Atualmente, apenas está previsto o protocolo para avisar os cidadãos para o risco de incêndios.

 

Segundo o matutino, o diploma já foi aprovado em Conselho de Ministros, que prevê um maior número de autoridades que podem enviar avisos aos cidadãos. Câmaras municipais, por exemplo, também pdoerão emitir alertas, via SMS, em casos de acidentes graves e outos tipos de catástrofes.

 

“A emissão de avisos de proteção civil compete aos centros de coordenação operacional de nível nacional, de nível regional e subregional e de nível municipal, conforme os respetivos âmbitos de atuação”, revela o diploma.

 

Fonte: JE

18
Abr18

2992: Galgamento do mar na Praia de Faro causa danos em esplanadas e passeios

Tempo no Algarve

O galgamento do mar esta quarta-feira de madrugada na Praia de Faro provocou pequenos danos em esplanadas e nos passeios que ladeiam a estrada que atravessa aquela zona balnear, disse à Lusa fonte da Câmara de Faro.

 

Segundo a mesma fonte, o galgamento do mar está relacionado com a subida da maré a um nível superior ao habitual, uma vez que quando está Lua Nova a probabilidade de ocorrerem marés vivas é maior.

 

Segundo a mesma fonte, o galgamento do mar está relacionado com a subida da maré a um nível superior ao habitual, uma vez que quando está Lua Nova a probabilidade de ocorrerem marés vivas é maior.

 

Depois das tempestades de fevereiro e março, a maior parte da areia retirada da praia pela força do mar e do vento já tinha sido reposta, mas agora "foi parar novamente à estrada".

 

Depois das tempestades de fevereiro e março, a maior parte da areia retirada da praia pela força do mar e do vento já tinha sido reposta, mas agora "foi parar novamente à estrada".

 

Segundo a mesma fonte, já tinha sido lançado o concurso para construção do passadiço destruído pelos temporais deste inverno, o que faz com que praticamente se "volte novamente à estaca zero".

 

A próxima preia-mar, o ponto mais alto da maré, está prevista para as 17h15, o que faz com que as autoridades camarárias e de proteção civil estejam de prevenção.

 

Desde as 06h30 que foram deslocadas para ao local equipas que, com o apoio de retroescavadoras, estão a recolher a areia depositada na estrada e a distribuí-la ao longo da costa.

 

Nos últimos meses, a Praia de Faro foi fustigada pelo vento e ondulação forte, com o mar a galgar a estrada que separa o oceano da Ria Formosa, enchendo-a de areia, mas sem causar danos em habitações.

 

Há um mês, durante uma visita ao Algarve, o ministro do Ambiente disse que o investimento prioritário na orla costeira da região passava por repor os passadiços nos areais destruídos pelos temporais de inverno, num valor estimado de 250 mil euros.

 

No caso da Praia de Faro, o levantamento feito pelo Ministério do Ambiente apontava para a necessidade de intervenções no valor de 120 mil euros.

Fonte: Lusa

20
Mar18

2975: EN125 à espera de obras num “estado caótico”

Tempo no Algarve

O início da requalificação da EN125 entre Olhão e Vila Real de Santo António chegou a ser anunciado em 2015 e também esteve planeada para começar no final de 2017, mas os atrasos na aprovação da obra - à espera de sinal verde do Tribunal de Contas - mantém tudo parado e a estrada muito degradada.

 

"Está num estado absolutamente caótico. É impossível fugir dos buracos que estão na estrada de tantos que são", descreve ao CM Lucinda Martelo, uma das utilizadoras do troço, cujo estado atual tem levado a constantes danos e desgaste dos veículos que por lá passam.

 

"Se antes mudávamos os pneus passados dois anos e meio, agora é, no máximo, um ano e meio", garante António Fernandes, outro utente da via.

 

Face ao atraso no início das obras, foi formado o Movimento de Cidadania dos Utentes da EN125 - Sotavento, para pressionar os governantes para que os trabalhos se iniciem.

 

"Queremos dizer, de uma vez por todas, basta. Quero que todas as entidades envolvidas dispam as camisolas partidárias e se juntem para avançar com as obras porque a situação é má demais", resume Hugo Pena que, juntamente com Lucinda e António, fazem parte do movimento cívico.

 

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Má imagem para o turismo

"Somos a porta de entrada, terrestre, da Andaluzia. Isto tudo cria uma má imagem e afeta os serviços ligados ao turismo", afirma Hugo Pena.

 

"Situação inaceitável"

Os deputados do PSD Cristóvão Norte e José Carlos Barros consideram esta situação "inaceitável" e consideram certas zonas do troço "intransitáveis".

 

Ainda sem data

O gabinete do Ministro das Infraestruturas, Pedro Marques, diz que ainda não há data para o início da obras por o processo estar no Tribunal de Contas.

 

Fonte: CM

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