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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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23
Set21

3694: Chuva intensa volta a causar cheias em Vila Real de Santo António

Tempo no Algarve

A chuva intensa que se abateu durante esta madrugada e início da manhã, sobre Vila Real de Santo António, voltou a causar cheias em várias artérias da cidade.

 

Diversas ruas do centro histórico, da entrada oeste da cidade e na zona da Rua de Angola ficaram cobertas de água, que chegou a inundar algumas habitações e estabelecimentos comerciais, vias cortadas e carros imobilizados.

 

De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, as forças de segurança foram registadas 41 ocorrências de cheias ou inundações em Vila Real de Santo António, Monte Gordo e Altura, no concelho de Castro Marim.

 

Em declarações à agência Lusa, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro adiantou que às 07:00 a estação meteorológica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) registou, numa hora, 42,1 milímetros de precipitação na cidade.

De acordo com o CDOS, este é o único concelho da região onde os efeitos do mau tempo são mais visíveis, embora todas as ocorrências estejam já em resolução e não haja registo de vítimas ou de consequências mais graves.

 

“Quando há inundação de superfícies, o que apenas aconteceu em vias municipais, não havendo estradas nacionais afetadas, a água acaba por entrar em alguns edifícios. Mas, no geral, são pequenas inundações, sem grande expressão, com a água a chegar a um palmo, um palmo e meio”, precisou.

Entretanto, a tendência é de desagravamento do mau tempo, o que está a ajudar os bombeiros e proteção civil municipal nas operações de retirada da água, que envolviam, às 11:00, 13 veículos e 28 operacionais destas forças, mas também da PSP e GNR, acrescentou a mesma fonte.

 

“Choveu muito, houve muita trovoada, mas isto também está assim por causa do muito lixo que há no chão e que entupiu as sarjetas”, lamentou à Lusa Luís Castro, um morador de uma das zonas afetadas, que tentava limpar as sarjetas próximas dos resíduos que impediam a água de escoar.

Sónia Miranda, uma moradora da rua de Angola disse à Lusa que em frente ao número 7 “os carros estavam também quase com a água na porta” e os “proprietários e trabalhadores de um ginásio e de uma academia de dança retiravam água do interior com vassouras”.

 

Por toda a cidade é visível a azáfama dos serviços municipais para tentar repor a normalidade, na sequência de uma tempestade que provocou, ainda, interrupções nos transportes públicos rodoviários, disse à Lusa uma utilizadora do serviço de autocarros que liga a cidade à freguesia vizinha de Monte Gordo.

“Esta manhã fui apanhar o autocarro para ir trabalhar e ele não veio. Táxis também não há, se não fosse um amigo que passou a dar boleia, hoje não tinha podido trabalhar”, contou Rosa Santos.

 

Segundo o CDOS, o mau tempo que se fez sentir naquela cidade do sotavento (leste) algarvio, teve origem numa bolsa de ar frio em altura que se deslocou de Espanha para Portugal Continental, provocando instabilidade e aguaceiros localmente fortes.

 

Fonte: Jornal do Algarve

26
Fev21

3597: Chuva forte corta EN125 no concelho de Loulé com inundações de garagens e espaços comerciais

Tempo no Algarve
A chuva forte que se fez sentir ontem à noite e esta madrugada, afetou particularmente o concelho de Loulé.

 

Ao Algarve Primeiro, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro - CDOS, avançou que Loulé, Quarteira e Vilamoura "foram os meios urbanos mais afetados, com inundações em garagens e espaços comerciais".
 
A EN125 esteve cortada ao trânsito até às 7 da manhã, na zona de Vale Judeu. Em Vilamoura foi registada a queda de um muro. Ao todo o CDOS fala em 26 ocorrências no concelho, que envolveram 23 operacionais e 10 veículos dos bombeiros de Loulé, GNR, Concessionária Rotas do Algarve Litoral e do Serviço Municipal de Proteção Civil.

 

Fonte: Algarve Primeiro

05
Fev21

3585: Chuva intensa provoca várias inundações no sotavento algarvio e um desalojado

Tempo no Algarve

A chuva intensa que se fez sentir durante a manhã de hoje no sotavento do Algarve provocou inundações na via pública, em caves e garagens, em especial nos concelhos de Faro, Olhão e Tavira, disse fonte da Proteção Civil. Em Faro, a chuva provocou um desalojado depois de o muro contíguo à sua habitação ter desabado, disse à Lusa fonte da Câmara Municipal.

 

De acordo com o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, apesar de terem sido registadas 39 ocorrências, a maioria relacionada com inundações, “não existiram situações graves”.

 

“Temos registo de pequenas inundações na via pública, em caves e garagens em diversos concelhos, devido à chuva forte que coincidiu com a preia-mar”, disse à Lusa a mesma fonte.

 

 

A fonte precisou que, desde as 10:38, foram registadas 39 ocorrências no distrito de Faro, 22 das quais no município de Faro, o que motivou a que fosse acionado um grupo de reforço da proteção civil que inclui várias corporações de bombeiros do Algarve.

 

Segundo fonte da Câmara Municipal, a precipitação, que caiu com maior intensidade a meio da manhã, provocou um aluimento de terra junto ao muro de um prédio “que abateu, deteriorando de forma drástica a habitação onde residia um munícipe”.

 

Trata-se de um pequeno apartamento num rés-do-chão das traseiras de um prédio da cidade, uma espécie de “casa de porteira”, precisou a fonte, acrescentando que a casa tinha sido arrendada pelo condomínio ao homem, de 62 anos.

 

A Câmara de Faro vai agora acompanhar o processo de realojamento do homem, que, “eventualmente, deverá recair sobre o condomínio”, concluiu.

 

A forte chuva provocou também o desabamento de alguns tetos falsos numa zona do piso zero do Centro Comercial Fórum Algarve, em Faro, que está agora desativada devido ao encerramento do comércio não essencial devido à pandemia de covid-19.

 

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lançou hoje um aviso laranja para o distrito de Faro face à previsão de períodos de chuva ou aguaceiros, por vezes fortes e acompanhados de trovoada, entre as 10:20 e as 12:00.

 

Fotos junto ao Largo de São Francisco (Faro)

 

 

Fonte: Sapo24

 

Chuva forte inunda ruas e garagem de centro comercial em Faro

 

Chuva forte inunda ruas e garagem de centro comercial em Faro

 

Chuva forte inunda ruas e garagem de centro comercial em Faro

 

Fonte: CM

 

05
Fev21

3583: Chuva forte provoca estragos no Algarve. Parte do telhado de centro comercial colapsou

Tempo no Algarve

O distrito de Faro foi surpreendido por períodos de chuva forte durante a manhã desta sexta-feira que deixaram um rasto de destruição.

 

Segundo apurou a TVI, parte do telhado de um café no Fórum Algarve colapsou na sequência do mau tempo.

De acordo com o Comando Distrital de Operações e Socorro (CDOS) de Faro, registaram-se até ao meio-dia desta sexta-feira, 22 ocorrências, 14 das quais em Faro.

 

Faro, Loulé, Monchique , Portimão e Tavira são as regiões mais afetadas pela chuva, com inundações em casas e garagens.

 

Foi necessário accionar um grupo de reforço de bombeiros das corporações de São Brás, Albufeira e Messines.

 

Até ao momento não há registo de feridos, nem desalojados.

 

Fórum Algarve

 

Fonte: TVI24

01
Dez20

3547: Chuva forte provoca estragos no Algarve

Tempo no Algarve

Casas e terrenos inundados, queda de muros, estradas e carros submersos. Foi este o cenário de destruição causado pela chuva intensa que caiu, esta segunda-feira de madrugada e de manhã, no Algarve. Os concelhos de Olhão, Loulé, Albufeira e Silves foram os mais afetados, num total de cerca de 150 ocorrências.

 

Os casos mais graves ocorreram em Alfandanga e Quelfes, onde duas famílias ficaram desalojadas. Num dos casos, um tecto falso caiu e a moradora ficou ferida. Foram realojadas seis pessoas. Alguns condutores ficaram presos em estradas inundadas. “O carro começou a flutuar e foi embater numa ponte. Tive que sair pela bagageira porque a água estava a meio das portas”, relatou ao CM Vítor Fonseca.

 

Em Loulé, houve vários armazéns e carros inundados na zona industrial. Também diversos estabelecimentos sofreram estragos em Quarteira. Em Alcantarilha, no concelho de Silves, um muro caiu e atingiu vários carros estacionados e uma garagem ficou inundada. Muitas casas e vários terrenos junto à EN125 ficaram inundados.

 

Terrenos inundados em Olhão



Fonte: CM

 

 

30
Nov20

3545: Inundações no Algarve afetam sobretudo Olhão, Loulé, Silves e Albufeira

Tempo no Algarve

Até às 12:30, tinham sido registadas 80 ocorrências no distrito de Faro devido ao mau tempo, mas o número vai subir, já que algumas situações “estão a ser acompanhas a nível municipal e serão reportadas mais tarde”, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro.

 

Em Silves, a queda de dois muros causou danos em oito viaturas que estavam estacionadas na via pública e na zona industrial de Loulé houve “pequenas inundações” em armazéns, tratando-se de uma situação “localizada”, acrescentou.

 

No concelho de Olhão, que já tinha sido fustigado pelo mau tempo na passada sexta-feira, com várias inundações na via pública, a situação foi mais grave durante a madrugada, referiu. Já em Loulé, a precipitação foi mais intensa durante a manhã.


Segundo a mesma fonte, as previsões para a parte a tarde “não são preocupantes”, devendo registar-se um “desagravamento da situação” no Algarve, embora a zona do sotavento (leste) algarvio possa vir a ser mais afetada.

 

 

Fonte: LUSA

27
Nov20

3541: Mau tempo provoca inundações em Olhão

Tempo no Algarve

A chuva intensa que caiu na quinta-feira à noite no concelho de Olhão, no Algarve, causou apenas alguns danos materiais, não havendo feridos a lamentar, informou hoje a Câmara Municipal.

 

Em comunicado, a autarquia adiantou que no total foram registadas 53 ocorrências, na sua maioria relacionadas com inundações, no entanto, algumas vias ficaram submersas o que provocou “sérios constrangimentos” na circulação rodoviária.

 

Em declarações à Lusa, o comandante dos Bombeiros Municipais de Olhão referiu que “houve habitações atingidas”, obrigando os moradores a pernoitar em casas de familiares até que “se estabelecesse a normalidade”, não havendo, no entanto, registo de desalojados.

 

Segundo Luís Gomes, “até à hora de almoço” de hoje será reposta a circulação no túnel situado junto à estação ferroviária, que ficou inundado devido à força da água, situação que se repete sempre que chove com intensidade.

 

Questionado pela Lusa sobre a razão pela qual aquele túnel inunda com frequência, o responsável defendeu que a “experiência demonstrou” que o túnel até funciona como “bacia de retenção”, evitando que a “brutalidade de água” siga “pelas avenidas e zona histórica”, algo que poderia ser “dramático”, realçou.

 

De acordo com a autarquia, a chuva provocou uma “sobrecarga nos sistemas de drenagem artificiais existentes, bem como o transbordo das principais linhas de água”, originando vários episódios de cheias e inundações, com principal incidência no perímetro urbano da cidade.

O fenómeno de precipitação intensa que assolou o concelho entre as 17:00 e as 20:00 de quinta feira, com um pico às 19:00, registou, “um acumulado de precipitação de 47 milímetros”, lê-se ainda na mesma informação.

A intervenção das autoridades permitiu a reabertura de “todas as vias”, mantendo-se apenas interditada a circulação na passagem desnivelada de Olhão, que, segundo a Câmara, “ficará solucionada ainda no decorrer desta manhã”.

 

Em resposta às ocorrências, estiveram envolvidos meios das juntas de freguesia, empresas municipais, serviços municipais, Polícia Municipal e várias corporações de bombeiros.

 

Além do Corpo de Bombeiros Municipais de Olhão, acorreram aos locais inundados também os Sapadores de Faro, Faro Cruz-Lusa, de São Brás de Alportel, Albufeira, São Bartolomeu de Messines, Lagoa e Portimão.

 

À Lusa, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro revelou que Olhão “foi a zona mais afetada”, mas que se registaram ocorrências em “Vila Real, Tavira e Casto Marim”, sobretudo “inundações na via pública, sem danos de maior” que foram resolvidas ainda na quinta-feira.

 

A chuva começou a cair com intensidade a partir das 17:30 de quinta-feira, acalmando por volta das 21:00, concluiu a mesma fonte.

 

Mau tempo: chuva intensa provoca inundações em Olhão

Foto tirada por Paula Vaz (Túnel em Olhão)

Fonte: Lusa

 

 

21
Out20

3519: Depressão Bárbara provocou 238 ocorrências no Algarve

Tempo no Algarve

A Proteção Civil contabilizou 1.016 ocorrências em Portugal continental entre as 00:00 e as 23:47 de terça-feira, provocadas pela passagem da depressão Bárbara, um dia assinalado por várias inundações devido à chuva intensa.

 

De acordo com fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), entre as 00:00 e as 23:47 de terça-feira foram registadas 1.016 ocorrências em todo o território continental, das quais 238 aconteceram no distrito de Faro, o mais afetado pelo mau tempo.

 

O distrito de Setúbal foi o segundo mais afetado pela passagem da depressa Bárbara, com 155 ocorrências contabilizadas, seguido pelo de Lisboa (154) e pelo de Portalegre (107).

 

As ocorrências foram, maioritariamente, inundações de superfícies por causa da chuva intensa, assim como quedas de árvores e de estruturas devido ao vento forte.

 

À semelhança de segunda-feira, não houve informações sobre vítimas ou infraestruturas danificadas com severidade.

 

Fonte: Lusa

 

Precipitação registada ontem no Algarve

 

895.jpg

 

Rajada máxima de vento registada ontem no Algarve

 

896.jpg

 

Fonte: IPMA

18
Set20

3496: Mau tempo causa inundações em Olhão

Tempo no Algarve
Na sequência da forte precipitação ocorrida esta manhã, o túnel rodoviário de Olhão, voltou a ficar alagado, apesar de ter um sistema de bombagem para escoar a água.
 
 
 
O Algarve Primeiro falou com o comandante dos bombeiros municipais de Olhão, tendo confirmado que um condutor terá tentado passar o túnel, mas devido ao nível da água, a viatura ficou imobilizada. 
 
 
Luís Gomes confirmou que os bombeiros de Olhão, foram chamados para 8 ocorrências no concelho, nomeadamente para algumas inundações, queda de árvores e um incêndio por curto circuito. 
 
 
Nas operações estiveram envolvidos 18 operacionais com 7 veículos.

 

Fonte: Algarve Primeiro

17
Abr20

3405: Tornado nas proximidades de Nave do Barão (Salir, concelho de Loulé), 15 de Abril de 2020

Tempo no Algarve

Uma massa de ar quente e húmido, transportado na circulação de uma depressão localizada a oeste da Península Ibérica tem afetado o território do continente nos últimos dias. Durante a madrugada do dia 15 de abril, à passagem de uma linha de instabilidade com convecção organizada pelo sul do território, foram observadas diversas perturbações convectivas do tipo supercélula. Uma destas perturbações, cuja assinatura no campo da refletividade, em baixa elevação, se pode observar nas imagens de radar (Figura 1), produziu um tornado, à sua passagem pelas vizinhanças de Nave do Barão, Salir, concelho de Loulé, Algarve.

 

Segundo o relato de testemunhas e a documentação que enviaram para o IPMA, o tornado terá mantido o contacto com o solo numa extensão aproximada de 2000 metros e uma largura que alcançou até 150 metros nas áreas de maior destruição verificada. O fenómeno, de que não foi feita observação visual, deslocou-se numa direção de sudoeste para nordeste, de acordo com a propagação da nuvem-mãe, tendo ocorrido com grande probabilidade pelas 05:25 UTC (06:25 hora local) de dia 15, conforme a observação radar documenta (Figura 1). A destruição causada (em habitação, terrenos agrícolas e árvores) ao longo de um trajeto de destruição (assinalado na Figura 2), deu origem a efeitos avaliados com intensidade F1 na escala de Fujita, correspondendo a intensidade T3 na escala TORRO, isto é rajada estimada na gama 42-51 m/s.

 

O IPMA deixa o seu agradecimento a Bruno Gonçalves, Eurico Gomes e Joni Iven, pelos elementos enviados e esclarecimentos prestados acerca deste episódio. A probabilidade de um tornado ser observado numa estação meteorológica é extremamente baixa. Embora se trate de um fenómeno que pode ter um forte impacto, é de muito pequena escala, sendo observado em áreas muito restritas. Só com a contribuição preciosa destes relatos é possível avaliar as características deste tipo de fenómeno, o impacto que tem no território e na população e as condições em que se forma.

 

 

 

Fonte: IPMA

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