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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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18
Set20

3496: Mau tempo causa inundações em Olhão

Tempo no Algarve
Na sequência da forte precipitação ocorrida esta manhã, o túnel rodoviário de Olhão, voltou a ficar alagado, apesar de ter um sistema de bombagem para escoar a água.
 
 
 
O Algarve Primeiro falou com o comandante dos bombeiros municipais de Olhão, tendo confirmado que um condutor terá tentado passar o túnel, mas devido ao nível da água, a viatura ficou imobilizada. 
 
 
Luís Gomes confirmou que os bombeiros de Olhão, foram chamados para 8 ocorrências no concelho, nomeadamente para algumas inundações, queda de árvores e um incêndio por curto circuito. 
 
 
Nas operações estiveram envolvidos 18 operacionais com 7 veículos.

 

Fonte: Algarve Primeiro

17
Abr20

3405: Tornado nas proximidades de Nave do Barão (Salir, concelho de Loulé), 15 de Abril de 2020

Tempo no Algarve

Uma massa de ar quente e húmido, transportado na circulação de uma depressão localizada a oeste da Península Ibérica tem afetado o território do continente nos últimos dias. Durante a madrugada do dia 15 de abril, à passagem de uma linha de instabilidade com convecção organizada pelo sul do território, foram observadas diversas perturbações convectivas do tipo supercélula. Uma destas perturbações, cuja assinatura no campo da refletividade, em baixa elevação, se pode observar nas imagens de radar (Figura 1), produziu um tornado, à sua passagem pelas vizinhanças de Nave do Barão, Salir, concelho de Loulé, Algarve.

 

Segundo o relato de testemunhas e a documentação que enviaram para o IPMA, o tornado terá mantido o contacto com o solo numa extensão aproximada de 2000 metros e uma largura que alcançou até 150 metros nas áreas de maior destruição verificada. O fenómeno, de que não foi feita observação visual, deslocou-se numa direção de sudoeste para nordeste, de acordo com a propagação da nuvem-mãe, tendo ocorrido com grande probabilidade pelas 05:25 UTC (06:25 hora local) de dia 15, conforme a observação radar documenta (Figura 1). A destruição causada (em habitação, terrenos agrícolas e árvores) ao longo de um trajeto de destruição (assinalado na Figura 2), deu origem a efeitos avaliados com intensidade F1 na escala de Fujita, correspondendo a intensidade T3 na escala TORRO, isto é rajada estimada na gama 42-51 m/s.

 

O IPMA deixa o seu agradecimento a Bruno Gonçalves, Eurico Gomes e Joni Iven, pelos elementos enviados e esclarecimentos prestados acerca deste episódio. A probabilidade de um tornado ser observado numa estação meteorológica é extremamente baixa. Embora se trate de um fenómeno que pode ter um forte impacto, é de muito pequena escala, sendo observado em áreas muito restritas. Só com a contribuição preciosa destes relatos é possível avaliar as características deste tipo de fenómeno, o impacto que tem no território e na população e as condições em que se forma.

 

 

 

Fonte: IPMA

20
Dez19

3334: Vento provoca quedas de árvores no Algarve

Tempo no Algarve

A depressão Elsa que tem afectado todo o país, embora em menor escala a região do Algarve.

 

Mesmo assim, segundo a página da ANEPC (Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil) desde das 00h até às 17h30m, registaram-se 74 ocorrências, a maior parte devido a quedas de árvores, quedas de estruturas, quedas de elementos de construção em estruturas edificadas e desabamentos de massa.

 

De salientar, que o Algarve tem 7 barras encerradas devido à forte ondulação na costa sul do Algarve e são elas. a barra de Alvor, Albufeira, Vilamoura, Quarteira, Faro/Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António.

13
Abr18

2989: Mau tempo: Doze veículos danificados em Albufeira devido a vento forte

Tempo no Algarve

Uma fonte do CDOS de Faro adiantou à agência Lusa que o fenómeno extremo de vento ocorreu cerca das 04:20 de hoje na “avenida principal de Albufeira”.

 

A mesma fonte explicou que, devido ao vento, forte várias árvores foram arrancadas e alguns painéis de publicidade caíram, danificando pelo menos 12 veículos que estavam estacionados na zona.

 

“As operações de socorro dos bombeiros já terminaram. Retirámos estruturas e árvores para desimpedir as vias. Agora a limpeza e retirada de equipamentos vão ficar a cargo do pessoal da câmara municipal”, disse.

 

No local, estiveram cinco veículos e nove operacionais.

 

A fonte do CDOS de Faro indicou ainda que, ao longo da noite, o CDOS teve de acorrer a algumas situações de inundações e quedas de árvores e estruturas, sem consequências graves, devido à chuva e vento forte.

 

Nos últimos meses têm-se registado no distrito de Faro alguns fenómenos extremos de vento e um tornado.

 

No início de março, a zona de Faro foi atingida por um tornado, que terá tido origem na Praia de Faro, tal como o fenómeno extremo de vento que afetou a cidade.

 

Os estragos do tornado foram registados também noutros concelhos do litoral no sotavento algarvio: Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

 

Fonte: Sapo 24

11
Mar18

2968: Danos causados pelo mau tempo ascendem a 7 milhões de euros no concelho de Faro

Tempo no Algarve

Os danos causados pelo mau tempo no concelho de Faro, ao longo das últimas semanas, ascendem a mais de 7 milhões de euros, revelou hoje a autarquia, que agradeceu a presença do Presidente da República.

 

“Entre litoral, estruturas de empresas, habitações, explorações agrícolas e espaço público urbano, os danos ascendem a mais de 7 milhões de euros – trata-se do maior prejuízo causado por fenómenos climatéricos na história contemporânea do concelho”, salienta o executivo liderado por Rogério Bacalhau, em comunicado.

 

Marcelo Rebelo de Sousa constatou “esse índice de destruição” na visita que efetuou ao concelho farense no sábado, onde esteve na praia de Faro, no pavilhão da Penha, no acampamento do Cerro do Bruxo e numa exploração agrícola afetada.

 

O município de Faro fez, em comunicado, um “público agradecimento” ao chefe de Estado, vendo na sua presença “a expressão da mais alta solidariedade que o povo português devota aos farenses e a toda a região” e também “uma motivação extraordinária” para unir esforços e iniciar as tarefas de reconstrução do que o temporal derrubou.

 

O executivo lembra ainda os elogios de Marcelo à forma como a autarquia e a rede social do concelho montaram “em tempo recorde” uma operação de emergência para albergar e alimentar cerca de 150 elementos da comunidade do Cerro do Bruxo, 52 dos quais crianças, afetados pelo tornado de 4 de março.

 

A Câmara Municipal de Faro fez também eco das palavras de Marcelo, que “demonstrou a sua confiança na atenção e na disponibilidade do governo a todas estas questões”.

 

“Uma solidariedade que tem que se fazer através de medidas de emergência e da dotação de verbas e programas específicos para acudir a quem se encontra vulnerável”, acrescenta o executivo liderado por Rogério Bacalhau.

 

O ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, e a secretária de Estado da Habitação, Ana Pinho, estarão amanhã, segunda-feira, na capital algarvia, esperando a autarquia que tragam “soluções adequadas para os problemas existentes”.

 

Em causa estão os danos no litoral, em particular nas zonas onde a sustentação das dunas já periga e determina “um carregamento urgente do areal para protecção de pessoas e bens” e, igualmente, para estabelecimento de um programa de financiamento de habitação social “adequado às necessidades do concelho, há muito reivindicadas pelos farenses e em tempo oportuno comunicadas à tutela”.

 

Fonte: Região Sul

07
Mar18

2964: Mau Tempo: Registadas 18 quedas de arribas no Algarve desde início de tempestade

Tempo no Algarve

A queda de uma arriba na praia dos Careanos, em Portimão, na terça-feira, foi o 18.º desmoronamento registado na costa do barlavento algarvio desde o início do mau tempo, revelou esta quarta-feira a Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

 

A APA é a entidade pública responsável pela monitorização das arribas e falésias da costa do Algarve e explicou que esse é um trabalho de “rotina” que faz todo o ano, mas é “densificado” quando se verificam condições meteorológicas adversas ao nível da precipitação e da agitação marítima.

 

“Durante o período da referida tempestade, entre 28 de fevereiro e [terça-feira] 06 de março, foram já identificados 18 desmoronamentos das arribas, nos concelhos de Albufeira, Lagoa e Portimão. O desmoronamento de ontem [terça-feira] na praia dos Careanos corresponde ao 18.º e foi a derrocada de maiores dimensões associada a este evento, mobilizando volume de cerca de 200 metros cúbicos” de detritos, quantificou a APA num comunicado.

 

A mesma fonte anunciou que vai manter a “rotina de observação e registo” das arribas até maio, para definir antes do início da época balnear se é necessário intervir com máquinas para estabilizar zonas que apresentem risco elevado de desmoronamento.

 

Além das “intervenções tendentes a minorar o risco associado à geodinâmica das arribas” e “eventuais derrocadas controladas”, será também feito até ao início da época balnear “o reforço da sinalização” ou a “implantação de balizamento”.

 

A APA reiterou a necessidade de ter em conta que as arribas são “naturalmente instáveis” e as pessoas devem “evitar permanecer e/ou circular na sua base ou no topo, particularmente durante estes episódios” de mau tempo.

 

“Nos períodos de incidência de agitação marítima, de tempestade ou de forte precipitação, as campanhas de observação são densificadas, uma vez que os eventos de desmoronamento das arribas são frequentemente desencadeados durante esses episódios”, justificou.

 

O organismo público precisou que, como “autoridade de gestão costeira do Algarve, iniciou a observação e registo de desmoronamentos em 1995” e, “desde 2002, como rotina, anualmente são realizadas campanhas de observação por terra, mar (a bordo de embarcação com a Autoridade Marítima) e ar (a bordo de uma aeronave)”.

 

Na terça-feira, foi registada a última derrocada, quando uma arriba com cerca de 10 metros de altura se desmoronou na praia dos Careanos, em Portimão, no Algarve, sem registo de vítimas, disse na ocasião à agência Lusa o capitão do porto local.

 

“A ocorrência foi ouvida e testemunhada por pessoas que telefonaram para nós a dizer o que tinha acontecido, foi-nos logo reportado que não estaria lá ninguém, mas de qualquer dos modos fomos confirmar”, disse o capitão do porto de Portimão, frisando que ninguém foi atingido.

 

Já na segunda-feira, a Autoridade Marítima Nacional (AMN) alertou a população para a possibilidade de derrocadas de arribas e costas rochosas, por a sua estabilidade poder ter sido afetada pelo mau tempo, estendendo o alerta a "toda a população do continente, Madeira e Açores, e em particular à costa sul algarvia".

 

A AMN pediu à população para se afastar das arribas e de zonas de costa rochosas afetadas, “evitar passeios tanto junto à base, como no topo destes locais" e "cumprir e respeitar a sinalização e as indicações das autoridades".

 

Fonte: Sapo 24

05
Mar18

2962: Autoridade Marítima alerta para o perigo de derrocada de arribas nos próximos dias no Algarve

Tempo no Algarve

A Autoridade Marítima alerta a população para o perigo iminente de derrocada de arribas, que se encontram bastante instáveis devido ao mau tempo que se tem feito sentir nos últimos dias.

 

Algumas arribas e costas rochosas foram alvo da ação direta das ondas do mar e de infiltrações provocadas pela chuva, o que acabou por provocar um grande deterioramento das mesmas.

 

Devido a este perigo, a Autoridade Marítima alerta toda a população do Continente, Madeira e Açores, e em particular à costa sul algarvia, para que se afaste das arribas e de zonas de costa rochosas afetadas, evitando passeios tanto junto à base, como no topo destes locais, devendo cumprir e respeitar a sinalização e as indicações das Autoridades.

 

 

Fonte: Autoridade Marítima

04
Mar18

2959: Vento forte no sotavento Algarvio - 4 março 2018

Tempo no Algarve

Entre as 16 e as 17 horas de dia 4 de março de 2018 a região litoral do Sotavento Algarvio registou episódios de chuva e vento forte, que causaram impactos em estruturas e derrube de árvores, em particular nos concelhos de Faro, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António.

Estes eventos estiveram associados a uma perturbação convectiva em deslocamento para este-nordeste, vinda do mar e que entrou em terra a noroeste de Faro próximo das 16 horas e atingiu a fronteira com Espanha próximo das 17h.

Tendo em consideração os relatos, incluindo imagens disponíveis, uma análise preliminar sugere ter-se tratado de um tornado, à semelhança do que aconteceu no passado dia 28 de fevereiro de 2018, também na região de Faro. Neste momento, os impactos identificados são compatíveis, pelo menos, com danos de tornado de classe F1, na escala de Fujita clássica.

Uma classificação mais precisa desta ocorrência só poderá ser efetuada após uma análise mais detalhada dos impactos em combinação com os meios de observação, em particular do radar meteorológico.

 

Fonte: IPMA

04
Mar18

2958: Tornado atinge concelhos de Faro e Olhão

Tempo no Algarve

Ocorrências nos concelhos de Faro e Olhão, devido à passagem de um tornado.

 

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Segundo disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações do Socorro (CDODS), os bombeiros estão no terreno a tentar resolver várias ocorrências relacionadas com um fenómeno extremo de vento que se registou cerca das 16:00, não havendo, para já, danos pessoais a registar.

 

O vento derrubou árvores, postes de eletricidade, tendo, pelo menos, um caído na estrada, telhados, "placards" de publicidade e tapumes de obras perto de Lejana, junto a uma das entradas de Faro, com o centro comercial situado naquela zona a ser também atingido, confirmou à Lusa fonte da autarquia.

 

De acordo com a mesma fonte, no centro comercial Fórum Algarve há registo de vidros partidos na zona da restauração e de cadeiras arrastadas pelo vento, mas não há, por enquanto, a indicação da existência de feridos.

 

A freguesia do Montenegro, junto ao aeroporto da cidade, e a Estrada Nacional (EN) 125, onde se situam vários 'stands' de automóveis, foram atingidos pelo vento extremo, que causou danos em diversas estruturas.

 

Fonte: 24

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