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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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17
Nov25

4533: Vento muito forte no Algarve

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O território do continente e o arquipélago da Madeira têm estado sob a influência da depressão “Cláudia” desde o dia 12 de novembro. Esta depressão tem produzido condições adversas, quer no que diz respeito ao estado do mar, quer a condições atmosféricas, que se têm caraterizado por episódios de precipitação forte e prolongada, granizo, trovoadas fortes e frequentes, assim como a ocorrência de episódios de vento forte. Estes últimos, que têm sido particularmente registados no sul do território continental e no interior centro, tiveram forte expressão no dia 15 de novembro na região do Algarve.

 

Com efeito, neste dia foi confirmada a ocorrência de dois fenómenos de vento muito forte, um em Albufeira, pelas 10:02 UTC (UTC = hora local), e outro em Lagoa, pelas 11:22 UTC, ambos no distrito de Faro, Algarve. Pela análise da informação disponível e natureza dos danos produzidos, foi possível qualificar o primeiro destes fenómenos como tornado e o segundo como fenómeno de vento forte.

 

Da análise preliminar efetuada, o tornado de Albufeira ter-se-á iniciado junto à faixa costeira, estimando-se que possa ter mantido contacto com a superfície num trajeto de cerca de quatro quilómetros, com uma orientação sudoeste-nordeste. Tratou-se de um tornado mesociclónico por estar associado à presença de um mesociclone na supercélula-mãe, cujo padrão se exemplifica nos campos da refletividade e velocidade Doppler na Figura 1, pelas 10:07 UTC.

 

O outro fenómeno de vento forte iniciou a sua propagação sobre terra na zona de Ferragudo, estimando-se que tenha mantido contacto com a superfície ao longo de um trajeto de quase sete quilómetros, também com orientação sudoeste-nordeste. Este último esteve associado à propagação de uma supercélula, cujo padrão mesociclónico se ilustra na Figura 2, às 11:27 UTC.

 

De acordo com a aplicação dos procedimentos técnicos recomendados e de forma preliminar, considera-se que o tornado de Albufeira deverá ter classificação de IF2, estimando-se que o valor do vento máximo instantâneo associado tenha sido da ordem de 60 m/s (220 km/h). Segundo a mesma metodologia, considera-se que o outro fenómeno de vento forte terá a classificação de IF1.5, estimando-se que o vento máximo instantâneo tenha sido da ordem de 50 m/s (180 km/h).

 

Figura 1

Figura 2

 

Fonte: IPMA

15
Nov25

4532: Tornado em Albufeira causa uma vítima mortal

Tempo no Algarve

Uma pessoa morreu e mais de 20 ficaram feridas na sequência de um tornado que varreu Albufeira, deixando um rasto de destruição.

 

A vítima mortal é uma mulher que estava num parque de campismo e tinha sido dada como desaparecida.

 

Num hotel, uma pessoa ficou gravemente ferida e 20 sofreram ferimentos ligeiros.

 

No parque de campismo, ao lado, duas pessoas ficaram gravemente feridas.

 

Em declarações à agência Lusa, fonte do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) disse que as imagens de radar indicam que a probabilidade de ter sido um tornado é muito grande, também pelos danos, mas que a situação ainda vai ser avaliada.

 

Fonte: RTP Notícias

 

 

 

 

29
Out25

4530: Inundações afectam o Sotavento Algarvio

Tempo no Algarve

Em declarações à agência Lusa, fonte do comando sub-regional do Algarve da Proteção Civil adiantou que as principais ocorrências se referem a inundações em habitações, lojas e garagens, estando agora a proceder-se ao escoamento das vias.

 

A chuva caiu com maior intensidade entre as 06:00 e as 07:00, coincidindo com a preia-mar, tendo durante essa hora sido registado um valor de 30,8 milímetros de precipitação pela estação meteorológica do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) do Aeroporto de Faro, acrescentou.

 

No entanto, sublinhou, a situação já está “mais calma” e a entrar na normalidade no distrito de Faro, esperando-se agora um desagravamento do estado do tempo.

 

De acordo com a mesma fonte, as zonas mais afetadas foram aquelas “que são mais vulneráveis historicamente” sempre que há episódios de precipitação intensa, e que apresentam problemas devido à acumulação de água, nomeadamente os centros históricos.

 

Em Vila Real de Santo António e em Faro foram constituídos postos de comando municipais para acompanhar e fazer a coordenação operacional da situação, tendo sido mobilizados meios de outros municípios para reforçar o apoio.

 

Na cidade de Tavira, também se registaram algumas inundações, concluiu.

 

Fonte: Algarve Primeiro

 

Olhão (túnel) foto: Carlos Mena Nóbrega (Facebook)

 

1324.jpg

 

26
Ago25

4490: Ondulação forte destrói passadiços na Praia de Faro

Tempo no Algarve

A forte agitação marítima que se fez sentir na madrugada desta terça-feira destruiu os passadiços de madeira na Praia de Faro.

 

Ao início da manhã, turistas e empresários depararam-se com os estragos junto às concessões de praia. A madeira foi retirada do areal antes da chegada dos turistas, de forma a tentar minimizar o impacto dos estragos em plena época alta.

 

 

Segundo apurou o CM, também noutras praias da região algarvia a ondulação provocou alguns estragos mas sem prejuízos de elevado valor. 

 

Fonte: CM

09
Mar25

4399: Cinco pessoas desalojadas após derrocada em Silves

Tempo no Algarve

Cinco pessoas ficaram desalojadas durante este domingo após uma derrocada em Silves, provocada pela depressão Jana. As vítimas são dois casais e um bebé de dois anos. A habitação destas famílias ficava perto do centro histórico de Silves, junto à muralha onde se deu a derrocada. 

 

A habitação já se encontrava com alguma degradação e com a tempestade acabou por ficar destruida. 

 

Ao que a CM apurou foram registadas cerca de 50 ocorrências naquela zona, mas a mais grave foi esta. A autarquia está a proceder ao alojamento destas famílias. 

 

Fonte : CM

04
Abr24

4258: Tornado de 28 de Março de 2024 em Silves

Tempo no Algarve

No passado dia 28 de março o bordo sul da depressão “Nelson”, com ondulações frontais associadas, afetava o território do continente, promovendo, a partir da manhã, um fluxo de oes-sudoeste moderado a forte sobre o território (figura 1). Nas regiões do centro e do sul, à passagem de uma ondulação frontal de noroeste para sueste, encontravam-se reunidos os ingredientes necessários à formação de nuvens com desenvolvimento vertical, por vezes com natureza de supercélula (SC). Estas perturbações são caraterizadas pela presença de um mesociclone (MC), que corresponde a um movimento de rotação na nuvem, organizado, mas que se estabelece apenas em altitude. Só em condições muito particulares é possível a formação de um tornado, a partir do referido MC. Tornado implica, por definição, a presença de um vórtice em contacto com a superfície. O ambiente atmosférico ao final da manhã e tarde deste dia era, igualmente, caraterizado por um escoamento muito forte aos vários níveis, em que células convectivas coexistiam, por vezes, com bolsas de ar relativamente mais seco. Nestas condições é favorecido o transporte, vertical, de parcelas de ar com momento linear de grande magnitude, de modo que as correntes de ar associadas à precipitação, podiam causar a ocorrência de rajadas muito fortes de vento, em níveis baixos. Estes fenómenos, denominados por rajadas convectivas são, em geral, muito repentinos e localizados.
Durante a tarde deste dia foram reportados episódios de vento e precipitação forte, em diversos locais da área metropolitana de Lisboa e do sul do território do continente. A maior parte destes episódios de vento forte terá estado associada a rajadas convectivas. Alguma da documentação consultada permite concluir que, por vezes, a magnitude das rajadas terá excedido os 100 km/h.

 

Para o final da tarde, no Barlavento algarvio, foi reportado um episódio de vento forte em Benaciate (freguesia de S. Bartolomeu de Messines, concelho de Silves). Pela análise das observações com radar, documentação e relatos, confirmou-se que a ocorrência esteve associada a um tornado. Na figura 3 pode seguir-se a evolução da SC que gerou o fenómeno. Pelas 17:07 UTC a SC situava-se ainda sobre o mar (figura 3a), localizando-se nas proximidades de Lagoa (concelho de Lagoa) dez minutos após (figura 3b). Com uma advecção de 22,5 m/s (81 km/h) na direção es-nordeste, pelas 17:27 UTC esta SC situava-se próximo do local de onde foi reportada a ocorrência (figura 3c) e, dez minutos mais tarde, já se encontrava após a auto-estrada A2 (figura 3d). Este tornado destruiu duas casas pré-fabricadas, danificou outras habitações e causou a queda de árvores de grande porte que danificaram viaturas, a queda de postes de telecomunicações e de energia. Ignora-se a extensão e largura do trajeto de destruição deste fenómeno.
Uma análise preliminar dos efeitos da destruição reportada no local, aponta para que o fenómeno tenha alcançado uma intensidade de, pelo menos, F1/T2 (escala clássica de Fujita/escala de Torro), correspondendo a vento na gama 33-41 m/s, ou seja, 119-148 km/h (rajada, média de 3s). Estes valores devem ser considerados como provisórios, podendo vir a ser confirmados ou alterados proximamente.

 

 

Figura 1 – Campo da pressão ao nível médio do mar (linhas a preto, de 4 em 4 hPa), vento (notação de barbelas, direção e intensidade em nós), depressão (B), anticiclone (A), previsão para as 15 UTC, 28 de março de 2024. Depressão “Nelson” assinalada com seta.

 

 

Figura 3 - Sequência de Imagens de PPI (indicador de posição plana, elevação 0°) de velocidade Doppler em relação à tempestade (m/s), 17:07 UTC (painel a), 17:17 UTC (painel b), 17:27 UTC (painel c), 17:37 UTC (painel d), 28 março 2024, radar de Loulé (situado fora das imagens, para a direita). Setas curvas a preto assinalam o padrão dipolar indicativo de circulação do mesociclone da supercélula (SC), a baixa altitude. Segmento a tracejado representa a trajetória aproximada da SC no período 17:07 -17:37 UTC. Seta a preto indica o local de Benaciate (Silves), onde foi reportada destruição por vento forte.

 

Fonte: IPMA

29
Mar24

4255: Fenómeno extremo de vento causou danos e dois deslocados em Silves

Tempo no Algarve

O fenómeno extremo de vento no concelho de Silves destruiu duas casas pré-fabricadas, deixando duas pessoas deslocadas, e causou quedas de árvores de grande porte que danificaram viaturas, disse esta sexta-feira à Lusa a Proteção Civil.

 

Este evento, que começou pelas 18h20 de quinta-feira na freguesia de São Bartolomeu de Messines, no concelho de Silves, no distrito de Faro, atingiu ainda oito casas, causando danos sobretudo na cobertura, e causou a queda de postes de telecomunicações e energia, explicou Pedro Araújo, oficial de operações na Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

 

As duas pessoas deslocadas foram acolhidas por familiares, referiu ainda, num balanço à Lusa, pelas 00h30, sobre as últimas 24 horas de mau tempo em Portugal continental.

 

Fonte: CM

22
Out23

4171: Depressão Bernard causa inundações e quedas de árvores no Algarve

Tempo no Algarve

Em Faro, as zonas mais atingidas foram a Avenida 5 de Outubro, Vale da Amoreira, Atalaia, Avenida Cidade Hayward, entre outras. Uma árvore, dentro do perímetro do Hospital de Faro, tombou, quebrando a vedação e caindo na estrada. Algumas foram arrancadas pela raíz devido à força do vento.

 

O mesmo aconteceu noutras localidades do Algarve, como Quarteira, no concelho de Loulé, onde uma árvore atingiu um carro da GNR que se dirigia para uma ocorrência da mesma natureza, não havendo registo de feridos entre os militares.

 

Em Olhão, a escola Paula Nogueira também sofreu danos nas vedações devido à projeção de estruturas e queda de árvores.

 

Em declarações ao JN, o comandante operacional Distrital de Faro da Proteção Civil, Richard Marques, revelou que foram registadas, entre a meia-noite e as 15 horas, 31 quedas de árvores, 24 inundações, três quedas de estruturas, dois movimentos de massas e uma desobstrução de via.

 

Até essa hora, havia pedidos de ajuda para quase todos os 16 concelhos, com exceção de Vila do Bispo, Monchique, Castro Marim, Aljezur e Alcoutim. O que concentrou o maior número de meios “foi o concelho de Faro”, acrescentou.

 

Richard Marquea explicou ainda que, quanto às inundações, “a maioria ocorreu em habitações em que os sistemas de drenagem se mostraram insuficientes, mas sem grande expressão”.

 

Fonte: JN

17
Out23

4168: Inundações em Faro e Tornado em Odeleite

Tempo no Algarve

A chuva caiu com mais intensidade entre as 8 e as 9 horas o que coincidiu com a altura de maior intensidade de trânsito em Faro. O resultado foi o de congestionamento em várias áreas da cidade, especialmente junto a escolas.

 

A Rua de S. Luís foi uma das áreas mais atingidas, a água entrou em vários prédios, lojas e viaturas.

 

O Largo de São Francisco foi outra das zonas afetadas. Os bombeiros e proteção civil tiveram de ser mobilizados para fazer o escoamento das águas.

 

No aeroporto de Faro a chuva entrou pelo teto e atingiu as áreas do check-in, controlo de segurança, partidas e chegadas o que levou a que alguns funcionários tentassem normalizar a situação recorrendo a baldes e esfregonas.

 

O fenómeno de ruas inundadas em Faro não é recente o que faz com que muitas pessoas coloquem barreiras de proteção junto às portas para evitar danos maiores

 

Fonte: Postal

 

Tornado em Castro Marim

 

O mau tempo que se faz sentir em Castro Marim, Faro, provocou esta terça-feira vários danos na zona. Alguns moradores de Choça Queimada, na freguesia de Odeleite, viram as casas totalmente destruídas. Telhados e portas foram arrancados devido ao vento forte. 

"Era um barulho desgraçado(...) As telhas do meu telhado, é o que podem ver. Nunca na minha vida [vi algo assim]. Posso dormir na rua", disse António, um morador de 94 anos ao CM.

 

Fonte: CM

05
Dez22

3963: Mais de 100 ocorrências. Mau tempo causa inundações no Algarve

Tempo no Algarve

A chuva intensa que se está a abater sobre o sul do país provocou esta segunda-feira inundações no Algarve. Em Quarteira, a subida da água deixou automóveis praticamente submersos e em Faro, a cidade mais atingida, a Proteção Civil registou perto de 60 ocorrências. Os distritos de Faro e Beja estão sob aviso laranja, o segundo mais grave na escala do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

 

Esta manhã, a equipa de reportagem da RTP testemunhou os esforços dos comerciantes de Faro para retirarem a água acumulada no interior dos seus estabelecimentos.


As inundações ocorreram num curto espaço de tempo.

Pelas 11h00, haviam já sido registadas 59 ocorrências na capital de distrito causadas pela chuva intensa, que começou a cair a partir das 7h00. As inundações atingiram não só espaços comerciais, mas também garagens.

Ao todo, na região do Algarve, há registo de pelo menos 107 ocorrências.



Ouvido pela Antena 1, o comandante operacional distrital de Faro, Richard Marques, destacou duas situações de maior gravidade: o desabamento da fachada de um edifício devoluto em Faro e a queda de um raio num hotel em Montegordo, que provocou um incêndio.

 

Os distritos de Faro e Beja encontram-se esta segunda-feira sob aviso laranja devido à chuva forte.O aviso laranja aponta para um quadro meteorológico de risco moderado a elevado. O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que se verifica uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

 

 
A Proteção Civil recomenda a desobstrução de sistemas de escoamento, a fixação de estruturas soltas, particular atenção à circulação em zonas com árvores, pela possibilidade de queda e quebra de ramos, especial cuidado junto a zonas ribeirinhas, adoção de uma condução defensiva e não atravessar zonas inundadas.

 

A estrutura alertou, em comunicado, para a possibilidade de cheias por transbordo de cursos de água, deslizamentos de terras por “instabilidade de vertentes” que podem ser potenciados pelos efeitos de incêndios florestais, arrastamento para as estradas de objetos soltos, desprendimento de estruturas móveis e formação de lençóis de água.



O mau tempo em Beja e Faro deverá começar a perder força a partir das 15h00. O aviso para estes distritos passa então a amarelo - pelo menos até às 18h00.



O IPMA prevê para esta segunda-feira períodos de chuva ou aguaceiros, mais frequentes e intensos na região Sul, com possibilidade de ocorrência de trovoada e vento fraco a moderado - até 30 quilómetros por hora - do quadrante leste, sendo moderado a forte - 30 a 40 quilómetros por hora - do quadrante sul na região Sul até ao meio tarde, e nas terras altas, com rajadas de até 70 quilómetros por hora.

 

Fonte: RTP

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