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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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29
Ago20

3479: Área ardida no Algarve superior a todo o ano passado

Tempo no Algarve

O Algarve regista este ano menos incêndios rurais mas a área ardida disparou, superando já os valores de todo o ano passado. Dois incêndios são responsáveis por mais de 90% do total da área consumida pelas chamas na região.

 

Desde o início do corrente ano até ao dia 15 deste mês, foram contabilizados 149 fogos, o que se traduz em menos 161 ocorrências do que em igual período do ano passado, segundo dados do relatório provisório de incêndios rurais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

 

No entanto, o total da área ardida na região do Algarve atingiu já os 2919 hectares, correspondendo 2053 hectares a povoamentos florestais, 784 a matos e 82 a zona agrícola.

A área ardida é já mais de cinco vezes superior à de todo o ano passado. De acordo com os dados do ICNF, em 2019 arderam apenas 544 hectares na região algarvia.

 

No corrente ano, há dois incêndios que são responsáveis pela quase totalidade da área ardida. O primeiro teve início no dia 19 de junho, na freguesia da Bordeira, município de Aljezur, alastrando depois aos concelhos vizinhos de Vila do Bispo e Lagos. Arderam 2303 hectares.

 

O outro grande incêndio rural registado na região teve lugar no dia 6 de julho, na freguesia de São Marcos da Serra, destruindo 536 hectares.

 

Por concelhos, o mais afetado foi o de Vila do Bispo, com 1829 hectares de área ardida, seguido pelo de Silves, com 541, e Lagos, com 493.

 

Fonte: CM

06
Jul20

3450: Incêndio em São Marcos da Serra

Tempo no Algarve

Com alerta ás 14h56 ao Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, confirmou ao jornal diariOnline Região Sul que um incêndio deflagrou na localidade de Boião, freguesia de São Marcos da Serra, concelho de Silves, “tem três frentes ativas e está a consumir uma zona de mato, sobreiros e eucaliptos, não havendo para já habitações em perigo, mas o combate está a ser difícil devido ao vento que se faz sentir na zona.”

 

Fonte: Região Sul

 

Segundo a página da Prociv. estão neste momento, estão 221 operacionais, apoiados por 65 veículos e 12 meios aéreos.

 

19
Jun20

3442: Incêndio em Aljezur

Tempo no Algarve

Um incêndio numa zona de mato está a mobilizar 11 meios aéreos e mais de 188 bombeiros para Vilarinha, em Aljezur.

Segundo o que o Correio da Manhã conseguiu apurar, cerca das 16h09 encontravam-se no local 188 operacionais, acompanhados por 53meios de apoio terrestre e 11 meios aéreos.

 

O alerta ocorreu cerca das 12h16.

 

Fonte: CM

 

Actualização (20:40) - Incêndio activo com três frentes No terreno estão 350 operacionais apoiados por 105 veículos e 10 meios aéreos

19
Mai20

3425: Algarve com 833 operacionais, 206 meios terrestres e sete meios aéreos para combater incêndios

Tempo no Algarve

O dispositivo de combate aos incêndios no Algarve contará este ano, no período de maior empenhamento, com 833 operacionais, 206 meios terrestres e sete meios aéreos, anunciou hoje a Proteção Civil.

 

O Plano de Operações Distrital – DECIR Algarve 2020 foi apresentado publicamente hoje, pelo comandante operacional distrital da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, em conferência de imprensa no Comando Regional de Emergência e Proteção Civil.

 

Em relação aos meios áereos, quatro helicópteros bombardeiros ligeiros (HEBL) operam a partir dos Centros de Meios Aéreos (CMA) de Monchique, de Loulé, de Tavira (Cachopo) e de Ourique (este último no distrito de Beja), um helicóptero bombardeiro pesado irá operar a partir da base de Loulé e dois aviões bombardeiros médios vão operar a partir da Base Aérea de Beja.

 

O plano de combate a incêndios na região conta ainda com uma rede de deteção precoce, assente em 12 postos de vigia “estrategicamente colocados”.

 

O dispositivo, “consensualmente assumido por todas as entidades que concorrem para a defesa da floresta contra incêndios, foi ajustado à evolução da perigosidade, com uma organização flexível e diferenciada, face à probabilidade e histórico de ocorrências, previsibilidade da intensidade de propagação e suas consequências, bem como o nível necessário de prontidão e mobilização das estruturas, forças e unidades de proteção e socorro”.

 

Através da elevação do estado de alerta especial, automaticamente serão antecipadas proporcionalmente 15 diferentes medidas operacionais, com destaque para o reforço da capacidade de monitorização da Sala de Operações e Gestão de Emergência (SALOGE) do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil (CREPC), que opera ao longo das 24 horas, todos os dias do ano, e para a ampliação da atividade das estruturas de coordenação institucional, nomeadamente os briefings do Centro de Coordenação Operacional Distrital (CCOD).

 

Está também previsto o pré-posicionamento de meios de ataque inicial, nas áreas de maior perigosidade a incêndios rurais; a antecipação do ataque ampliado, para reduzir os tempos de chegada de reforço, nas situações de maior complexidade, balanceando meios das três forças de empenhamento permanente (Bombeiros, Força Especial de Proteção Civil da ANEPC e Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR) para os sete locais estratégicos de pré-posicionamento espalhados pelo território regional; e a mobilização de maquinaria pesada, com base numa bateria de 11 máquinas de rastos.

 

A afetação dos meios de vigilância coordenados pela GNR, com capacidade para primeira intervenção, nomeadamente as equipas de sapadores florestais, equipas municipais de intervenção florestal e vigilantes da natureza, ao ataque inicial, com particular incidência nas áreas mais vulneráveis; e o desencadear do processo de informação pública e de aviso à população, com especial enfoque no programa «Aldeias Seguras Pessoas Seguras», já implementado em 42 aglomerados populacionais de elevada perigosidade, são outras das medidas.

 

Para 2020, está previsto um aumento do valor da comparticipação paga pela ANEPC aos bombeiros que voluntariamente integram o DECIR, em mais 4 euros por bombeiro por dia, ou seja 54 euros por dia, que corresponde a um aumento de 8% relativamente ao ano transato e que no Algarve corresponde a um investimento superior a 1,3 milhões de euros.

 

A Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL voltou a promover o habitual protocolo de cooperação com a ANEPC, a Federação dos Bombeiros do Algarve, as autarquias e as Associações Humanitárias de Bombeiros, reforçando em 20 euros (mais 2 euros por bombeiro por dia que no ano de 2019), o que corresponde a um aumento de 6% relativamente ao ano transato e representa um investimento, distribuído equitativamente pelas 16 câmaras municipais, no valor total de 513.300 euros.

 

Assim, cada bombeiro que, no Algarve, integre o DECIR, voluntariamente, aufere de um prémio de participação no valor de 74 euros por 24 horas de serviço, isento de tributações, a que corresponde um aumento de 9% relativamente ao ano anterior.

 

 

Fonte: Região Sul

03
Mai20

3415: Incêndio em Vila do Bispo mobiliza 50 operacionais

Tempo no Algarve
Um incêndio lavra com grande intensidade, na localidade de Fonte dos Monteiros, no concelho de Vila do Bispo.

Fonte do CDOS (Comandante Distrital de Operações de Socorro) de Faro, indicou ao Algarve Primeiro que o alerta foi dado às 15h25. No teatro de operações estão 50 operacionais de várias corporações de bombeiros do Algarve, apoiados por 16 veículos e um meio aéreo da base de Loulé.
 
Segundo a mesma fonte, não há casas em risco, estando o fogo a consumir uma zona de mato, com um coluna de fumo vísivel a várias quilómetros de distância.
 
As últimas informações dão conta de que a frente ativa, encontra-se numa zona de difícil acesso.

 

Fonte: Algarve Primeiro

26
Jul19

3251: Incêndio em São Bartolomeu de Messines

Tempo no Algarve

A Autoestrada do Sul (A2) está cortada, ao km 223, a norte de São Bartolomeu de Messines, desde perto das 15h00, por causa de um incêndio no concelho de Silves. 

 

O trânsito está a ser desviado, no sentido Lisboa-Algarve, pelo pelo IC1 em Almodôvar. No sentido Algarve-Lisboa, o trânsito está a ser desviado em S.Bartolomeu de Messines. 

 

De acordo com a página da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o incêndio começou, numa zona de mato, na localidade de Vale Figueira, pelas 12h09.

 

A combater as chamas estão cerca de 168 operacionais, apoiados por 53 veículos e 8 meios aéreos, de acordo com a informação disponível às 16h55.

 

Fonte: Rádio Comercial

 

Edit (20:20) Incêndio dominado e A2 reaberta ao trãnsito

 
25
Jul19

3250: Incêndio em Cachopo dominado

Tempo no Algarve

Perto de Cachopo, no concelho de Tavira, em plena Serra do Caldeirão, está desde as 17h30, a lavrar, com grande intensidade, um incêndio que tem estado a consumir muito mato e uma zona de pinhal.

 

Entretanto, já foi dominado, no local encontram-se 165 operacionais e 52 veículos.

 

19
Jul19

3246: Incêndio em Aljezur

Tempo no Algarve

De acordo com o segundo comandante operacional distrital de Faro da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Abel Gomes, as seis pessoas foram retiradas de três habitações como medida preventiva, “para evitar que fossem afetadas pelo intenso fumo”.

Segundo aquele comandante, o incêndio tem três frentes: “uma a oeste que está dominada, outra a este que está a ceder aos meios, e uma a sul, sendo esta última a que oferece maior preocupação”.

 

Abel Gomes disse que os meios no terreno vão ser reforçados com uma equipa de ataque ampliado, proveniente de Lisboa, e com operacionais da AFOCELCA - um agrupamento complementar dos grupos Navigator e ALTRI, que com uma estrutura profissional tem por missão apoiar o combate aos incêndios florestais nas propriedades das empresas agrupadas, em coordenação e colaboração com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

De acordo com o segundo comandante operacional da Proteção Civil, Abel Gomes, o alerta para o fogo foi recebido pelas 15:27, sendo o vento um dos fatores de dificuldade no combate às chamas.

 

Fonte: Sapo 24

 

Segundo a página da internet da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, às 20 horas, encontram-se no terreno, 213 operacionais apoiados por 62 veículos e 8 meios aéreos. O incêndio tem 3 frentes activas.

12
Jun19

3228: Incêndio em Monchique

Tempo no Algarve

Um incêndio está neste momento a lavrar em Monchique e mobiliza já dez meios aéreos. De acordo com o site da Proteção Civil, o alerta para o incêndio foi dado às 15:11 na localidade de Chã da Casinha.

 

De acordo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, cerca das 17:00, 171 bombeiros de corporações “de todo o Algarve”, apoiados por 52 viaturas e duas máquinas de rasto combatiam as chamas. O incêndio está a lavrar uma zona de mato.

 

O CDOS de Faro adiantou ao Observador que, neste momento, não há casas nem populações em risco e que o incêndio está a lavrar numa zona “de muito vento e difíceis acessos”.

 

Em declarações à RTP, o presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui Miguel André acrescentou que o incêndio deflagrou “numa zona em que estava a ser feita a limpeza de matas”.

 

“Foi exatamente numa ação de prevenção e limpeza. Este tipo de situações acontecem, infelizmente com bastante frequência, e o que há a fazer é ter um ataque preparado”, disse o autarca.

 

O presidente da autarquia afirmou ainda que o incêndio está a atingir “zonas de particulares” que são muito “complexas, de mato e eucaliptal”.

 

A serra de Monchique foi palco do pior incêndio do ano passado. O incêndio na serra algarvia rebentou com a onda de calor de agosto do ano passado e demorou uma semana a ser dominado. Arderam mais de 20 mil hectares.

 

Fonte: Observador

 

O incêndio conta já com 211 operacionais, apoiados por 68 veículos e 9 meios aéreos.

20:56 - Incêndio em resolução

 

10
Mai19

3210: Incêndios: Proteção Civil reforça meios de combate devido ao risco de fogo

Tempo no Algarve

A Proteção Civil anunciou hoje que vai reforçar os meios de combate a incêndio devido ao aumento do risco a partir de sábado, que em algumas zonas do país chegam ao nível “muito elevado”.

 

O adjunto nacional de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) Alexandre Penha avançou à agência Lusa que foi feito um reforço na estrutura dos bombeiros, na força especial de proteção civil da ANEPC e na GNR, tendo em conta as condições meteorológicas previstas para os próximos dias.

 

Alexandre Penha disse que alguns meios aéreos foram reposicionados “mais a sul” e os centros de meios aéreos vão ficar com um horário mais estendido.

 

“Foi feito um reforço na estrutura dos bombeiros, na estrutura da força especial de proteção civil, foi feito o reposicionamento de alguns meios aéreos mais a sul que estavam no seu local normal de funcionamento, um horário mais estendido dos centros de meios aéreos para poder ajudar em qualquer operação de combate a incêndio que possa existir”, disse.

 

O comandante adjunto frisou que o reforço na GNR, através da Unidade Especial de Proteção e Socorro (antigos GIPS), vai ser feito com um pré-reposicionamento mais a sul “para permitir ir às áreas onde o risco de incêndio é mais elevado”.

 

Segundo o mesmo responsável, os meios aéreos a operar são aqueles que estão previstos para esta altura do ano, designadamente 10 helicópteros de ataque inicial e quatro aviões de ataque ampliado.

 

“Estes meios são colocados no terreno de acordo com o risco de incêndio nos diversos distritos. Este dispositivo está sempre em constante avaliação para ir ao encontro das necessidades e sempre que há este quadro meteorológico faz-se um reposicionamento para cobrir uma área com maior risco de incêndio florestal”, explicou.

 

A Proteção Civil alertou hoje para o aumento do risco de incêndio a partir de sábado, chegando ao nível “muito elevado” em algumas zonas do Algarve, Alentejo e interior norte e centro, e avançou que estão proibidas as queimadas.

 

Em comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil alerta a população para o perigo de incêndio florestal entre sábado e terça-feira devido às previsões meteorológicas de tempo quente e seco.

 

Alexandre Penha disse também que devido a este quadro meteorológico foi pedido às forças militares para disponibilizarem patrulhas para vigilância dissuasora naqueles distritos onde o risco de incêndio é maior.

 

Num comunicado, o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) refere que um total de nove patrulhas das Forças Armadas (sete do Exército e duas da Marinha), num total de 36 militares (28 do Exército e 8 da Marinha), vão reforçar de 11 a 14 de maio ações de vigilância terrestre e patrulhamento dissuasor em oito distritos de Portugal Continental, em apoio Proteção Civil.

 

Segundo o EMGFA, as ações de prevenção vão realizar-se um pouco por todo o país, mas vão ter especial incidência nos distritos de Beja, Bragança, Évora, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal.

 

Os militares das Forças Armadas vão ser empenhados em operações de vigilância terrestre e, em caso de necessidade, podem ser empenhados em ações de pós rescaldo, ou de apoio geral às operações de proteção e socorro que possam vir a ser desencadeadas.

 

O EMGFA indica também que a base aérea número 11, em Beja, vai prestar apoio logístico durante este período para acolher duas aeronaves anfíbias médias FIRE BOSS, pertencentes ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

 

O primeiro reforço de meios adicionais no âmbito do DECIR 2019 vai acontecer a partir do dia 15 de maio.

 

Fonte: Sapo 24

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