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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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14
Set18

3067: Incêndio na Serra de Monchique

Tempo no Algarve

Está a deflagrar um incêndio na Serra de Monchique, na zona de Palmeira.

 

Segundo o site da ANPC, o alerta foi dado às 20h50m e neste momento encontram-se 137 operacionais, apoiados por 42 veículos.

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01
Set18

3063: Incêndio no Ameixial (Loulé)

Tempo no Algarve

Um incêndio ativo em zona de mato, na freguesia do Ameixial, concelho de Loulé, em plena Serra do Caldeirão.

 

Segundo a Protecção Civil, o alerta foi dado às 11h23m.

 

Neste momento, encontram-se no teatro de operacões: 147 bombeiros, apoiados por 44 veículos e 3 meios aéreos.

 

Edição 20:00

 

Neste momento, o incêndio tem 2 frentes activas e está a ser combatido por 549 operacionais apoiados por 187 veículos.

 

 

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09
Ago18

3048: Incêndio em Monchique estabilizado

Tempo no Algarve

O incêndio ainda não é dado como dominado, faltando ainda algumas condições para que tal seja declarado, indicou Patrícia Gaspar numa conferência de imprensa esta noite em Monchique.

 

"Depois do árduo trabalho durante toda a tarde de hoje, temos, neste momento, um cenário que eu diria que está globalmente estabilizado", afirmou Patrícia Gaspar, que fazia o ponto de situação operacional sobre o incêndio que afeta o barlavento algarvio, pouco depois das 20:00.

 

Questionada pela agência Lusa, Patrícia Gaspar esclareceu que "o incêndio não está dado como dominado” e “está neste momento ainda ativo".

 

A 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil referiu que não há frentes de fogo.

 

“Mas há ainda partes deste perímetro onde temos incêndio ativo e é por isso que o incêndio ainda não é dado como dominado. Essa decisão [de declarar dominado] é uma decisão que será tomada no momento em que tenhamos todas as condições reunidas para o efeito", afirmou.

 

Segundo a responsável, já há várias áreas do perímetro do incêndio "com operações de monitorização, de vigilância e de consolidação de rescaldo", havendo, porém, "ainda alguns pontos quentes, não só no perímetro, mas também na área propriamente do incêndio".

 

Hoje, verificaram-se "várias reativações", informou, sublinhando o apoio do avião de monitorização, que teve um papel "absolutamente imprescindível" na identificação precoce de vários pontos quentes.

 

Para a noite, a expectativa é a de que a temperatura continue a baixar, acompanhada por um aumento da humidade relativa, que "poderá chegar até aos 80%", e de um desagravamento da velocidade do vento, que deverá ser inferior a 15 quilómetros por hora.

 

Apesar das condições favoráveis, o risco de incêndio para sexta-feira "continua elevado” na região, constatou Patrícia Gaspar, frisando que é necessário ter um "cuidado redobrado com tudo o que vai acontecer durante a noite".

 

"Vamos manter todos os meios no teatro de operações, todos os meios em vigilância, apoiados pelas máquinas de rasto", acrescentou, referindo que esta maquinaria pesada tem um "papel absolutamente preponderante" neste tipo de operações.

 

Nesse sentido, será dedicada "toda a atenção" durante o período noturno, por forma a que se possa “consolidar o trabalho árduo feito durante o dia", salientou a 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil.

 

A Proteção Civil atualizou hoje para 39 o número de feridos ligeiros resultantes do incêndio de Monchique, no Algarve, dos quais 21 são bombeiros, registando-se ainda um ferido grave.

 

O incêndio rural, combatido por mais de mil operacionais, deflagrou na sexta-feira à tarde em Monchique, no distrito de Faro, e atingiu também o concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

 

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram cerca de 27 mil hectares. Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

 

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.

 

Fonte: Sapo 24

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08
Ago18

3046: Incêndio chega às portas de Silves

Tempo no Algarve

A frente ativa de fogo no concelho de Silves está a ameaçar a zona de Enxerim, um bairro praticamente às portas à cidade, depois de as zonas de Pedreiras e Vale Fuzeiros terem sido evacuadas pela GNR nas últimas horas.

Os reacendimentos temidos pelas autoridades, face ao vento que se ia fazer sentir ao longo da tarde de quarta-feira, acabaram mesmo por acontecer, colocando em perigo alguns sítios da serra de Silves,

 

O fogo prosseguiu incontrolável numa das suas frentes ativas, ao longo das últimas horas, especialmente nas zonas de Pedreira, Vale Fuzeiros e Pinheiro e Garrado.

 

Alguns dos moradores reclamavam, argumentando que conheciam o terreno e seria melhor permanecer em suas casas.

 

De resto, a Proteção Civil divulgou um pedido para que habitantes das zonas de Silves mais ameaçadas pelo fogo permaneçam em sítios seguros e sigam as indicações das autoridades.

 

"A Proteção Civil pede às pessoas que mantenham a calma, sigam as indicações das autoridades, fechem janelas e portas e se mantenham em zonas seguras. Este pedido fica a dever-se ao fumo intenso que se faz sentir no local", informou a Proteção Civil em alerta enviado à agência Lusa.

 

O fogo lavra no Algarve desde sexta-feira, depois de ter deflagrado na zona da Perna da Negra, em Monchique, atingindo outros três concelhos.

 

Fonte: Região Sul

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07
Ago18

3045: 5º dia do incêndio em Monchique

Tempo no Algarve

O quinto dia consecutivo do incêndio em Monchique, que se alastrou aos concelhos de Silves e de Portimão, no distrito de Faro, ficou marcado por "fortes reativações".

 

"Regista-se em todo o perímetro fortes reativações que, associadas à intensidade do vento, tomam de imediato grandes proporções", continuava a informar a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no "site" oficial na Internet, às 17.45 horas desta terça-feira.

 

Nesta altura, eram 1218 os operacionais no combate ao fogo, auxiliados por 363 meios terrestres e 14 meios aéreos, dos quais três aviões "Canadair" espanhóis.

 

A lavrar na zona do barlavento algarvio, o incêndio deflagrou cerca das 13.30 horas de sexta-feira, na localidade de Perna da Negra, no concelho de Monchique, e queimou já 17400 hectares nestes cinco dias, de acordo com o sistema de emergência da União Europeia.

 

Desde sexta-feira, foram assistidas neste fogo florestal 79 pessoas e registados 30 feridos, um dos quais em estado grave.

 

Na última noite, o incêndio em Monchique obrigou à deslocalização de mais de 250 pessoas das zonas afetadas, número que terá subido com a evacuação durante o dia de hoje de localidades dos concelhos de Silves e de Portimão.

 

A Guarda Nacional Republicana (GNR) apelou à população, sobretudo à do concelho de Monchique, para que obedeçam às indicações e orientações das autoridades em caso de evacuação, devido aos incêndios.

 

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui André, há várias casas de primeira habitação destruídas pelo fogo. Apesar de não ter sido feita ainda uma contabilização oficial, o autarca apontou para mais de duas dezenas de casas consumidas pelas chamas.

 

Num ponto de situação feito esta manhã na vila de Monchique, o comandante operacional distrital, Vítor Vaz Pinto, afirmou que "a previsão meteorológica vai continuar desfavorável", com vento intenso, que dificulta a atuação dos meios aéreos, e temperaturas a rondar os 35 graus durante o dia. Ainda assim, haverá uma subida da humidade relativa.

 

A partir desta terça-feira, o combate ao incêndio de Monchique passou a ter um "nível nacional de coordenação" sob a alçada do Comando Nacional da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, numa conferência de imprensa na sede da ANPC, em Carnaxide (Oeiras, distrito de Lisboa).

 

O Ministério Público (MP) e a Polícia Judiciária (PJ) estão a investigar o incêndio para "determinar as suas causas e o seu eventual enquadramento legal", referiu a Procuradoria-Geral da República, em resposta ao JN.

 

Este incêndio provocou danos em pelo menos 40 quilómetros de linha da EDP, permanecendo, ao final da tarde, cinco localidades no concelho de Monchique sem abastecimento de energia elétrica.

 

Segundo a diretora de comunicação da EDP Distribuição, Fernanda Bonifácio, mais de 30 quilómetros de linha de baixa tensão ficaram danificados e outros cerca de 10 quilómetros de linha de média tensão foram igualmente afetados pelo fogo na zona de Monchique.

 

Várias localidades na serra de Monchique estão também sem telecomunicações móveis, estando as operadoras a aguardar autorização da Proteção Civil para intervir no terreno e restabelecer a totalidade das comunicações, afirmaram hoje as empresas NOS, Vodafone e Altice Portugal.

 

Fonte da Altice Portugal informou, ainda, que se "mantém atenta à operacionalidade da rede SIRESP" (utilizada pelas forças de segurança e socorro), que "até ao momento se encontra operacional e sem falhas relevantes".

 

O coordenador do estudo que apontava Monchique como o concelho do país com maior risco de incêndio este ano disse hoje que "ninguém tomou grandes medidas de limpeza da floresta" nesta área, que desde 2003 estava a acumular vegetação.

 

"Nem o Governo, nem os proprietários, nem ninguém tomou, propriamente, grandes medidas de limpeza da floresta em Monchique", disse à agência Lusa José Miguel Cardoso Pereira, investigador no Centro de Estudos Florestais (CEF) do Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa

 

Fonte: JN

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06
Ago18

3044: Situação nas termas de Monchique gera "grande preocupação"

Tempo no Algarve
A situação do incêndio da serra de Monchique na zona das termas é hoje à tarde de “grande preocupação”, disse à Lusa o presidente do município de Monchique, Rui André.
 

Pouco depois das 18:00, o autarca referiu que na área das termas há hotéis em risco e que uma frente do fogo está a aproximar-se de uma quinta pedagógica do concelho vizinho de Silves.

 

Sobre as casas afetadas pelo incêndio rural, que deflagrou na sexta-feira, Rui André não deu pormenores sobre o número de imóveis ou a sua utilização, referindo que o balanço não está finalizado.

 

O autarca espera que os meios aéreos possam ajudar a reforçar o combate.

 

Fonte: Lusa

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05
Ago18

3042: Fogo aproxima-se da Vila de Monchique

Tempo no Algarve

Uma das frentes do incêndio de Monchique está prestes a chegar à vila e muitas pessoas que habitam nos arredores já foram retiradas por precaução. Antes o fogo chegou a Odemira tendo também sido evacuadas cerca de 30 pessoas.

 

Na localidade de Portela do Vento, tendo em conta o aproximar das chamas, as autoridades, por precaução, evacuaram a população ao início da tarde.

 

A GNR, em cooperação com a Cruz Vermelha e Ação social municipal, iniciou a retirada de um número ainda por determinar de pessoas, que poderiam ficar ameaçadas pela progressão das chamas.

 

30 operacionais foram assistidos devido ao calor e à inalação de fumo.

 

No combate ás chamas continuam 840 operacionais, apoiados por 236 meios terrestres e 10 meios aéreos, segundo indica o site do CDOS de Faro, estando também no teatro de operações, 16 máquinas de rastos com operadores especializados.

 

Fonte: Região Sul

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04
Ago18

3041: Incêndio em Monchique combatido por mais de 700 bombeiros

Tempo no Algarve

Durante a manhã de sexta-feira, cinco pessoas já tinham sido deslocadas do sítio das Taipas, logo no início do incêndio, mas o fogo acabou por seguir na direção exatamente oposta, de acordo com a Proteção Civil.

 

Às 07:50 o fogo estava a ser combatido por 700 operacionais, apoiados por 188 viaturas e seis meios aéreos, de acordo com o Comando Distrital de Operações do Socorro (CDOS) de Faro.

 

Entretanto, segundo disse aos jornalistas o presidente da Câmara de Monchique, foi ativado o Plano Municipal de Emergência e está também a ser prestado apoio social pessoas que foram retiradas das suas casas por precaução.

 

Algumas dessas pessoas foram encaminhadas para a Santa Casa da Misericórdia, duas das quais eram idosos acamados, outras duas estão numa escola, sendo que as restantes optaram por ficar em casa de familiares.

 

Por agora, não há registos de habitações ardidas, havendo apenas algumas infraestruturas de apoio agrícola, vulgarmente chamadas de barracões, que foram afetadas.

 

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou hoje para risco de incêndio muito elevado a máximo no distrito de Faro e em concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Beja.

 

Fonte: Lusa

 

Segundo a página PROCIV, encontram-se neste momento, 725 bombeiros apoiados por 193 veículos e 10 meios aéreos. O incêndio continua com 2 frentes activas.

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03
Ago18

3040: Incêndio na Serra de Monchique

Tempo no Algarve

O incêndio florestal que lavra em Monchique, Faro, desde o início da tarde desta sexta-feira provocou ferimentos ligeiros em nove operacionais que combatiam o fogo.

As chamas, que deflagraram cerca das 13.30 horas, na localidade de Taipas, estavam, às 18.20 horas, a ser combatidas por 378 operacionais, apoiados por 117 meios terrestres e 11 meios aéreos. Segundo fonte da Proteção Civil, a principal dificuldade dos bombeiros é o vento que se faz sentir na zona, uma área de "mato e eucaliptal, com uma orografia bastante difícil".

"O início do incêndio foi exatamente na zona das Taipas, onde existem algumas casas, mas o fogo progrediu no sentido exatamente contrário ao das habitações", afirmou o presidente da Câmara de Monchique, Rui André, acrescentando que os moradores saíram da povoação por iniciativa própria, depois de a Proteção Civil ter falado em retirada dos habitantes "por precaução". O autarca acrescentou que, para já, o fogo não ameaça pessoas ou habitações.

Os bombeiros lutam contra duas frentes ativas, uma delas mais intensa e com o combate mais dificultado, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro.

O presidente da Câmara algarvia explicou que "uma das frentes de fogo está a seguir no sentido de uma plantação recente de eucaliptos" e que essa zona "pode ser uma oportunidade para tentar parar aí o fogo". "A outra frente deflagra com alguma intensidade e essa, sim, está a dar-nos algumas preocupações", referiu, acrescentando esperar, contudo, que o fogo possa ser dominado "até ao final do dia".

Rui André disse ainda que estão neste momento a ser posicionadas máquinas de rasto para abrir zonas de contenção e tentar travar o fogo nessas áreas.

O autarca referiu ainda que houve três elementos das forças de combate que ficaram "inoperacionais por indisposição", devido às condições de calor que se fazem sentir no combate ao fogo.

Uma outra zona rural do concelho de Monchique já tinha sido atingida por um incêndio, na quinta-feira à tarde, dominado cerca de duas horas depois após um combate travado por 113 homens e seis meios aéreos.

Face à onda de calor que afeta o país pelo menos até domingo, com temperaturas máximas acima dos 40º e que na quinta-feira bateram recordes históricos, a Proteção Civil estendeu o estado de alerta especial relativo aos meios de combate a incêndio aos distritos do Porto, Leiria, Aveiro, Braga, Viana do Castelo e Coimbra.

Este ano, o dispositivo de combate a fogos florestais engloba 56 meios aéreos (incluindo um na Madeira), cerca de 11 mil operacionais e mais de três mil meios terrestres (nomeadamente viaturas).

 

Fonte: JN

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20
Jul18

3026: Protecção Civil alerta para risco muito elevado de incêndio no Algarve

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A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou esta sexta-feira para risco de incêndio muito elevado a máximo no distrito de Faro e em concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Beja. 

 

A previsão, diz a ANPC, é que as condições climatéricas se agravem na segunda-feira, em termos de índices de risco de incêndio, no interior norte e centro, em especial na região de Trás-os-Montes e nos distritos de Guarda e Castelo Branco.

 

Num aviso à população divulgado esta sexta-feira sobre perigo de incêndio rural para os próximos dias, e na sequência de informação prestada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a ANPC salienta que o tempo quente e o vento moderado são “condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais”.

 

A ANPC recorda que não é permitido, nomeadamente, fazer fogueiras, utilizar equipamentos de queima e de combustão, queimar matos, lançar foguetes, fumar ou fazer qualquer lume em espaços florestais.

 

As previsões para os próximos dias indicam vento moderado a forte na faixa costeira e nas terras altas, com diminuição da intensidade a partir de domingo, e temperaturas máximas entre os 30 e os 35 graus celsius no interior e entre os 24 e os 26 no litoral. No sábado e na segunda-feira prevê-se uma ligeira subida das temperaturas.

 

Fonte: Lusa

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