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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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12
Jun19

3228: Incêndio em Monchique

Tempo no Algarve

Um incêndio está neste momento a lavrar em Monchique e mobiliza já dez meios aéreos. De acordo com o site da Proteção Civil, o alerta para o incêndio foi dado às 15:11 na localidade de Chã da Casinha.

 

De acordo Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Faro, cerca das 17:00, 171 bombeiros de corporações “de todo o Algarve”, apoiados por 52 viaturas e duas máquinas de rasto combatiam as chamas. O incêndio está a lavrar uma zona de mato.

 

O CDOS de Faro adiantou ao Observador que, neste momento, não há casas nem populações em risco e que o incêndio está a lavrar numa zona “de muito vento e difíceis acessos”.

 

Em declarações à RTP, o presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui Miguel André acrescentou que o incêndio deflagrou “numa zona em que estava a ser feita a limpeza de matas”.

 

“Foi exatamente numa ação de prevenção e limpeza. Este tipo de situações acontecem, infelizmente com bastante frequência, e o que há a fazer é ter um ataque preparado”, disse o autarca.

 

O presidente da autarquia afirmou ainda que o incêndio está a atingir “zonas de particulares” que são muito “complexas, de mato e eucaliptal”.

 

A serra de Monchique foi palco do pior incêndio do ano passado. O incêndio na serra algarvia rebentou com a onda de calor de agosto do ano passado e demorou uma semana a ser dominado. Arderam mais de 20 mil hectares.

 

Fonte: Observador

 

O incêndio conta já com 211 operacionais, apoiados por 68 veículos e 9 meios aéreos.

20:56 - Incêndio em resolução

 

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10
Mai19

3210: Incêndios: Proteção Civil reforça meios de combate devido ao risco de fogo

Tempo no Algarve

A Proteção Civil anunciou hoje que vai reforçar os meios de combate a incêndio devido ao aumento do risco a partir de sábado, que em algumas zonas do país chegam ao nível “muito elevado”.

 

O adjunto nacional de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) Alexandre Penha avançou à agência Lusa que foi feito um reforço na estrutura dos bombeiros, na força especial de proteção civil da ANEPC e na GNR, tendo em conta as condições meteorológicas previstas para os próximos dias.

 

Alexandre Penha disse que alguns meios aéreos foram reposicionados “mais a sul” e os centros de meios aéreos vão ficar com um horário mais estendido.

 

“Foi feito um reforço na estrutura dos bombeiros, na estrutura da força especial de proteção civil, foi feito o reposicionamento de alguns meios aéreos mais a sul que estavam no seu local normal de funcionamento, um horário mais estendido dos centros de meios aéreos para poder ajudar em qualquer operação de combate a incêndio que possa existir”, disse.

 

O comandante adjunto frisou que o reforço na GNR, através da Unidade Especial de Proteção e Socorro (antigos GIPS), vai ser feito com um pré-reposicionamento mais a sul “para permitir ir às áreas onde o risco de incêndio é mais elevado”.

 

Segundo o mesmo responsável, os meios aéreos a operar são aqueles que estão previstos para esta altura do ano, designadamente 10 helicópteros de ataque inicial e quatro aviões de ataque ampliado.

 

“Estes meios são colocados no terreno de acordo com o risco de incêndio nos diversos distritos. Este dispositivo está sempre em constante avaliação para ir ao encontro das necessidades e sempre que há este quadro meteorológico faz-se um reposicionamento para cobrir uma área com maior risco de incêndio florestal”, explicou.

 

A Proteção Civil alertou hoje para o aumento do risco de incêndio a partir de sábado, chegando ao nível “muito elevado” em algumas zonas do Algarve, Alentejo e interior norte e centro, e avançou que estão proibidas as queimadas.

 

Em comunicado, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil alerta a população para o perigo de incêndio florestal entre sábado e terça-feira devido às previsões meteorológicas de tempo quente e seco.

 

Alexandre Penha disse também que devido a este quadro meteorológico foi pedido às forças militares para disponibilizarem patrulhas para vigilância dissuasora naqueles distritos onde o risco de incêndio é maior.

 

Num comunicado, o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) refere que um total de nove patrulhas das Forças Armadas (sete do Exército e duas da Marinha), num total de 36 militares (28 do Exército e 8 da Marinha), vão reforçar de 11 a 14 de maio ações de vigilância terrestre e patrulhamento dissuasor em oito distritos de Portugal Continental, em apoio Proteção Civil.

 

Segundo o EMGFA, as ações de prevenção vão realizar-se um pouco por todo o país, mas vão ter especial incidência nos distritos de Beja, Bragança, Évora, Guarda, Lisboa, Portalegre, Santarém e Setúbal.

 

Os militares das Forças Armadas vão ser empenhados em operações de vigilância terrestre e, em caso de necessidade, podem ser empenhados em ações de pós rescaldo, ou de apoio geral às operações de proteção e socorro que possam vir a ser desencadeadas.

 

O EMGFA indica também que a base aérea número 11, em Beja, vai prestar apoio logístico durante este período para acolher duas aeronaves anfíbias médias FIRE BOSS, pertencentes ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR).

 

O primeiro reforço de meios adicionais no âmbito do DECIR 2019 vai acontecer a partir do dia 15 de maio.

 

Fonte: Sapo 24

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14
Set18

3067: Incêndio na Serra de Monchique

Tempo no Algarve

Está a deflagrar um incêndio na Serra de Monchique, na zona de Palmeira.

 

Segundo o site da ANPC, o alerta foi dado às 20h50m e neste momento encontram-se 137 operacionais, apoiados por 42 veículos.

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01
Set18

3063: Incêndio no Ameixial (Loulé)

Tempo no Algarve

Um incêndio ativo em zona de mato, na freguesia do Ameixial, concelho de Loulé, em plena Serra do Caldeirão.

 

Segundo a Protecção Civil, o alerta foi dado às 11h23m.

 

Neste momento, encontram-se no teatro de operacões: 147 bombeiros, apoiados por 44 veículos e 3 meios aéreos.

 

Edição 20:00

 

Neste momento, o incêndio tem 2 frentes activas e está a ser combatido por 549 operacionais apoiados por 187 veículos.

 

 

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09
Ago18

3048: Incêndio em Monchique estabilizado

Tempo no Algarve

O incêndio ainda não é dado como dominado, faltando ainda algumas condições para que tal seja declarado, indicou Patrícia Gaspar numa conferência de imprensa esta noite em Monchique.

 

"Depois do árduo trabalho durante toda a tarde de hoje, temos, neste momento, um cenário que eu diria que está globalmente estabilizado", afirmou Patrícia Gaspar, que fazia o ponto de situação operacional sobre o incêndio que afeta o barlavento algarvio, pouco depois das 20:00.

 

Questionada pela agência Lusa, Patrícia Gaspar esclareceu que "o incêndio não está dado como dominado” e “está neste momento ainda ativo".

 

A 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil referiu que não há frentes de fogo.

 

“Mas há ainda partes deste perímetro onde temos incêndio ativo e é por isso que o incêndio ainda não é dado como dominado. Essa decisão [de declarar dominado] é uma decisão que será tomada no momento em que tenhamos todas as condições reunidas para o efeito", afirmou.

 

Segundo a responsável, já há várias áreas do perímetro do incêndio "com operações de monitorização, de vigilância e de consolidação de rescaldo", havendo, porém, "ainda alguns pontos quentes, não só no perímetro, mas também na área propriamente do incêndio".

 

Hoje, verificaram-se "várias reativações", informou, sublinhando o apoio do avião de monitorização, que teve um papel "absolutamente imprescindível" na identificação precoce de vários pontos quentes.

 

Para a noite, a expectativa é a de que a temperatura continue a baixar, acompanhada por um aumento da humidade relativa, que "poderá chegar até aos 80%", e de um desagravamento da velocidade do vento, que deverá ser inferior a 15 quilómetros por hora.

 

Apesar das condições favoráveis, o risco de incêndio para sexta-feira "continua elevado” na região, constatou Patrícia Gaspar, frisando que é necessário ter um "cuidado redobrado com tudo o que vai acontecer durante a noite".

 

"Vamos manter todos os meios no teatro de operações, todos os meios em vigilância, apoiados pelas máquinas de rasto", acrescentou, referindo que esta maquinaria pesada tem um "papel absolutamente preponderante" neste tipo de operações.

 

Nesse sentido, será dedicada "toda a atenção" durante o período noturno, por forma a que se possa “consolidar o trabalho árduo feito durante o dia", salientou a 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil.

 

A Proteção Civil atualizou hoje para 39 o número de feridos ligeiros resultantes do incêndio de Monchique, no Algarve, dos quais 21 são bombeiros, registando-se ainda um ferido grave.

 

O incêndio rural, combatido por mais de mil operacionais, deflagrou na sexta-feira à tarde em Monchique, no distrito de Faro, e atingiu também o concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

 

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram cerca de 27 mil hectares. Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

 

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.

 

Fonte: Sapo 24

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08
Ago18

3046: Incêndio chega às portas de Silves

Tempo no Algarve

A frente ativa de fogo no concelho de Silves está a ameaçar a zona de Enxerim, um bairro praticamente às portas à cidade, depois de as zonas de Pedreiras e Vale Fuzeiros terem sido evacuadas pela GNR nas últimas horas.

Os reacendimentos temidos pelas autoridades, face ao vento que se ia fazer sentir ao longo da tarde de quarta-feira, acabaram mesmo por acontecer, colocando em perigo alguns sítios da serra de Silves,

 

O fogo prosseguiu incontrolável numa das suas frentes ativas, ao longo das últimas horas, especialmente nas zonas de Pedreira, Vale Fuzeiros e Pinheiro e Garrado.

 

Alguns dos moradores reclamavam, argumentando que conheciam o terreno e seria melhor permanecer em suas casas.

 

De resto, a Proteção Civil divulgou um pedido para que habitantes das zonas de Silves mais ameaçadas pelo fogo permaneçam em sítios seguros e sigam as indicações das autoridades.

 

"A Proteção Civil pede às pessoas que mantenham a calma, sigam as indicações das autoridades, fechem janelas e portas e se mantenham em zonas seguras. Este pedido fica a dever-se ao fumo intenso que se faz sentir no local", informou a Proteção Civil em alerta enviado à agência Lusa.

 

O fogo lavra no Algarve desde sexta-feira, depois de ter deflagrado na zona da Perna da Negra, em Monchique, atingindo outros três concelhos.

 

Fonte: Região Sul

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07
Ago18

3045: 5º dia do incêndio em Monchique

Tempo no Algarve

O quinto dia consecutivo do incêndio em Monchique, que se alastrou aos concelhos de Silves e de Portimão, no distrito de Faro, ficou marcado por "fortes reativações".

 

"Regista-se em todo o perímetro fortes reativações que, associadas à intensidade do vento, tomam de imediato grandes proporções", continuava a informar a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), no "site" oficial na Internet, às 17.45 horas desta terça-feira.

 

Nesta altura, eram 1218 os operacionais no combate ao fogo, auxiliados por 363 meios terrestres e 14 meios aéreos, dos quais três aviões "Canadair" espanhóis.

 

A lavrar na zona do barlavento algarvio, o incêndio deflagrou cerca das 13.30 horas de sexta-feira, na localidade de Perna da Negra, no concelho de Monchique, e queimou já 17400 hectares nestes cinco dias, de acordo com o sistema de emergência da União Europeia.

 

Desde sexta-feira, foram assistidas neste fogo florestal 79 pessoas e registados 30 feridos, um dos quais em estado grave.

 

Na última noite, o incêndio em Monchique obrigou à deslocalização de mais de 250 pessoas das zonas afetadas, número que terá subido com a evacuação durante o dia de hoje de localidades dos concelhos de Silves e de Portimão.

 

A Guarda Nacional Republicana (GNR) apelou à população, sobretudo à do concelho de Monchique, para que obedeçam às indicações e orientações das autoridades em caso de evacuação, devido aos incêndios.

 

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Monchique, Rui André, há várias casas de primeira habitação destruídas pelo fogo. Apesar de não ter sido feita ainda uma contabilização oficial, o autarca apontou para mais de duas dezenas de casas consumidas pelas chamas.

 

Num ponto de situação feito esta manhã na vila de Monchique, o comandante operacional distrital, Vítor Vaz Pinto, afirmou que "a previsão meteorológica vai continuar desfavorável", com vento intenso, que dificulta a atuação dos meios aéreos, e temperaturas a rondar os 35 graus durante o dia. Ainda assim, haverá uma subida da humidade relativa.

 

A partir desta terça-feira, o combate ao incêndio de Monchique passou a ter um "nível nacional de coordenação" sob a alçada do Comando Nacional da Autoridade Nacional de Proteção Civil, anunciou o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, numa conferência de imprensa na sede da ANPC, em Carnaxide (Oeiras, distrito de Lisboa).

 

O Ministério Público (MP) e a Polícia Judiciária (PJ) estão a investigar o incêndio para "determinar as suas causas e o seu eventual enquadramento legal", referiu a Procuradoria-Geral da República, em resposta ao JN.

 

Este incêndio provocou danos em pelo menos 40 quilómetros de linha da EDP, permanecendo, ao final da tarde, cinco localidades no concelho de Monchique sem abastecimento de energia elétrica.

 

Segundo a diretora de comunicação da EDP Distribuição, Fernanda Bonifácio, mais de 30 quilómetros de linha de baixa tensão ficaram danificados e outros cerca de 10 quilómetros de linha de média tensão foram igualmente afetados pelo fogo na zona de Monchique.

 

Várias localidades na serra de Monchique estão também sem telecomunicações móveis, estando as operadoras a aguardar autorização da Proteção Civil para intervir no terreno e restabelecer a totalidade das comunicações, afirmaram hoje as empresas NOS, Vodafone e Altice Portugal.

 

Fonte da Altice Portugal informou, ainda, que se "mantém atenta à operacionalidade da rede SIRESP" (utilizada pelas forças de segurança e socorro), que "até ao momento se encontra operacional e sem falhas relevantes".

 

O coordenador do estudo que apontava Monchique como o concelho do país com maior risco de incêndio este ano disse hoje que "ninguém tomou grandes medidas de limpeza da floresta" nesta área, que desde 2003 estava a acumular vegetação.

 

"Nem o Governo, nem os proprietários, nem ninguém tomou, propriamente, grandes medidas de limpeza da floresta em Monchique", disse à agência Lusa José Miguel Cardoso Pereira, investigador no Centro de Estudos Florestais (CEF) do Instituto Superior de Agronomia (ISA) da Universidade de Lisboa

 

Fonte: JN

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06
Ago18

3044: Situação nas termas de Monchique gera "grande preocupação"

Tempo no Algarve
A situação do incêndio da serra de Monchique na zona das termas é hoje à tarde de “grande preocupação”, disse à Lusa o presidente do município de Monchique, Rui André.
 

Pouco depois das 18:00, o autarca referiu que na área das termas há hotéis em risco e que uma frente do fogo está a aproximar-se de uma quinta pedagógica do concelho vizinho de Silves.

 

Sobre as casas afetadas pelo incêndio rural, que deflagrou na sexta-feira, Rui André não deu pormenores sobre o número de imóveis ou a sua utilização, referindo que o balanço não está finalizado.

 

O autarca espera que os meios aéreos possam ajudar a reforçar o combate.

 

Fonte: Lusa

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05
Ago18

3042: Fogo aproxima-se da Vila de Monchique

Tempo no Algarve

Uma das frentes do incêndio de Monchique está prestes a chegar à vila e muitas pessoas que habitam nos arredores já foram retiradas por precaução. Antes o fogo chegou a Odemira tendo também sido evacuadas cerca de 30 pessoas.

 

Na localidade de Portela do Vento, tendo em conta o aproximar das chamas, as autoridades, por precaução, evacuaram a população ao início da tarde.

 

A GNR, em cooperação com a Cruz Vermelha e Ação social municipal, iniciou a retirada de um número ainda por determinar de pessoas, que poderiam ficar ameaçadas pela progressão das chamas.

 

30 operacionais foram assistidos devido ao calor e à inalação de fumo.

 

No combate ás chamas continuam 840 operacionais, apoiados por 236 meios terrestres e 10 meios aéreos, segundo indica o site do CDOS de Faro, estando também no teatro de operações, 16 máquinas de rastos com operadores especializados.

 

Fonte: Região Sul

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04
Ago18

3041: Incêndio em Monchique combatido por mais de 700 bombeiros

Tempo no Algarve

Durante a manhã de sexta-feira, cinco pessoas já tinham sido deslocadas do sítio das Taipas, logo no início do incêndio, mas o fogo acabou por seguir na direção exatamente oposta, de acordo com a Proteção Civil.

 

Às 07:50 o fogo estava a ser combatido por 700 operacionais, apoiados por 188 viaturas e seis meios aéreos, de acordo com o Comando Distrital de Operações do Socorro (CDOS) de Faro.

 

Entretanto, segundo disse aos jornalistas o presidente da Câmara de Monchique, foi ativado o Plano Municipal de Emergência e está também a ser prestado apoio social pessoas que foram retiradas das suas casas por precaução.

 

Algumas dessas pessoas foram encaminhadas para a Santa Casa da Misericórdia, duas das quais eram idosos acamados, outras duas estão numa escola, sendo que as restantes optaram por ficar em casa de familiares.

 

Por agora, não há registos de habitações ardidas, havendo apenas algumas infraestruturas de apoio agrícola, vulgarmente chamadas de barracões, que foram afetadas.

 

A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alertou hoje para risco de incêndio muito elevado a máximo no distrito de Faro e em concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Beja.

 

Fonte: Lusa

 

Segundo a página PROCIV, encontram-se neste momento, 725 bombeiros apoiados por 193 veículos e 10 meios aéreos. O incêndio continua com 2 frentes activas.

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