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04
Jan18

Preços das portagens na A22 (Via do Infante) Algarve

Tempo no Algarve

Concessão do Algarve   

Preços 2018

 

Lanços a portajar, taxas de portagem e Concelhos abrangidos pela área de influência da A22

 

593.jpg

 

 

A viagem entre Odiáxere e Monte Gordo custará 8.85 € em classe 1, mais 0.15€ em relação a 2017.

 

Fonte: Via Livre

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17
Abr14

2066: Azeites Monterosa de excelência conquistam medalhas de ouro

Tempo no Algarve

Os Azeites Monterosa, de Moncarapacho, conquistaram três medalhas de ouro no New York International Olive Oil Competition 2014, que decorreu no dia 10 de abril em Nova Iorque, nos EUA. Na competição participaram 702 azeites de todo o Mundo. Os azeites de excelência de Olhão concorreram nas variedades Cobrançosa, Picual e Verdeal e a variedade Maçanilha conquistou a categoria melhor da sua classe, com “Delicate”.

Os Azeites Monterosa, localizados em Moncarapacho, Olhão, produzidos por Detlev von Rosen, são uma aposta ganha em zona de “top soil”, como afirma o proprietário, que escolheu a região nos finais dos anos 60 e que se lançou com a produção de hortaliças e plantas ornamentais.

O sucesso dos Viveiros Monterosa, fez com que Detlev apostasse numa cultura diferente das plantas ornamentais. Entre oliveiras, alfarrobeiras, figueiras e amendoeiras, Von Rosen, apostou, há cerca de 14 anos, nas oliveiras.

Foi a preserverança e a visão empreendedora de Detlev que o levaram à qualidade alcançada. Os Azeites Monterosa começam a alcançar a excelência, na sua categoria de Azeite Virgem Extra.

 

Para o proprietário, “apesar de existir muito azeite em Portugal, falta qualidade  e é por essa qualidade que eu quero que os Azeites Monterosa sejam reconhecidos”, refere Von Rosen.

A excelência alcançada e os prémios conquistados são motivo de orgulho para Detlev von Rosen e para todos os que contribuíram para que o seu sonho se tornasse realidade.

 

Fonte: CMO

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08
Jun12

1588: Redução de 58% de tráfego na A22 nos dois primeiros meses de 2012

Tempo no Algarve

O tráfego na Via do Infante (A22) caiu 58% nos dois primeiros meses deste ano, em comparação com igual período de 2011, segundo dados fornecidos pelo Governo à Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL). Os dados indicam que, praticamente, seis em cada dez automobilistas desistiram de circular na Via do Infante.

 

Em Dezembro de 2011, altura em que foram introduzidas as portagens, a descida tinha sido de 48%. O que indica que, nos primeiros dois meses deste ano, mais pessoas deixaram de circular na A22. "O tráfego tem caído mês após mês", salienta Macário Correia, presidente da AMAL. O autarca receia mesmo que a situação venha a sofrer um agravamento ainda maior a partir do dia 30 deste mês, com o fim da isenção de portagens para os residentes. "Era bom que houvesse uma prorrogação", defende Macário Correia.

 

O presidente da AMAL realça que o fim das isenções coincide com o início do Verão, pelo que o tráfego na EN125 irá aumentar. "A economia da região vive uma situação difícil e agora ainda será pior", prevê Macário Correia. A somar a tudo isto, as obras de requalificação da EN125 continuam paradas, devido a dificuldades do consórcio, que ganhou a concessão, para obter financiamento junto da banca.

 

O presidente da AMAL defende que, se as negociações do consórcio com a banca não resultem, a alternativa poderá passar por empreitadas mais pequenas para a requalificação da EN125, porque "a solução financeira será mais fácil".

 

MAIS MORTOS EM ACIDENTES NAS ESTRADAS

 

O número de mortos e de feridos graves em acidentes nas estradas do Algarve aumentou nos primeiros cinco meses deste ano, em comparação com idêntico período de 2011.

 

Segundo dados da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), 22 pessoas já perderam a vida em acidentes. No ano passado, em termos homólogos, o número de vítimas tinha sido de 20. O distrito de Faro surge como o terceiro do País com maior número de mortos, atrás, apenas, de Lisboa e Porto. Em relação a feridos graves, a ANSR contabilizou 64 até ao fim de Maio de 2012, mais sete do que no ano passado.

 

Fonte: CM

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23
Mai12

1578: Repsol prevê primeira sondagem de pesquisa na costa algarvia para 2014

Tempo no Algarve

A Repsol concluiu, no dia 6 de maio, os trabalhos de recolha de dados geofísicos 3D destinados à prospeção de petróleo e gás natural ao largo da costa algarvia, cujos resultados permitirão definir um local para uma primeira sondagem de pesquisa, em 2014.

Os trabalhos, iniciados em março, foram efetuados nas concessões denominadas «Lagosta» e «Lagostim», entre Faro e Vila Real de Santo António, pela empresa especializada Polarcus, através do navio sísmico 3D/4D Naila, de última geração (2010), acompanhado por quatro embarcações de apoio.

Segundo revelou a empresa em comunicado, segue-se a fase de processamento e interpretação destes dados, integrando-os com outros existentes.

“Os estudos e a avaliação das estruturas identificadas com potencial em hidrocarbonetos, levarão a definir a localização de uma primeira sondagem de
pesquisa em 2014”, avançou a Repsol, em comunicado.

A empresa frisa que a recolha de dados geofísicos 3D foi aprovada pela direção-geral de Energia e Geologia (DGEG) e teve o seu acompanhamento, assim como de outras entidades envolvidas, como a Autoridade Marítima, Comando Naval, Polícia Marítima e Centro de Controle de Tráfego Marítimo – VTS.

Os trabalhos, feitos de forma ininterrupta, foram executados “segundo os mais elevados padrões de segurança e de proteção ambiental e decorreram sem incidentes”, assinala a Repsol.

Para “minimizar riscos e inconvenientes” às atividades de pesca, a recolha de dados geofísicos foi dividida em três setores, “permitindo assim a
compatibilização da recolha de dados com a atividade de pesca em alto mar”, acrescenta-se.

 

Fonte: Região Sul

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11
Dez11

1479: Fuga às portagens faz entupir EN125

Tempo no Algarve

"Se hoje [ontem] o trânsito já está uma complicação, quando chegar o Verão é o caos", desabafa Dinis Constantino, motorista de uma empresa de distribuição, que, devido à introdução de portagens na A22 (Via do Infante), passou a utilizar a EN125, por determinação da empresa.

 

No primeiro dia útil após a entrada em vigor do pagamento na auto-estrada, o tráfego na EN125 disparou, fazendo lembrar Agosto, mês alto do turismo, em que a população da região mais do que duplica. O trânsito era compacto em muitos troços e, nas localidades atravessadas pela estrada, geraram-se filas. Na Via do Infante, pelo contrário, quase não havia carros.

 

"A EN125 não é alternativa, pelo que e a sinistralidade vai aumentar", diz João Mestre, desempregado, que acredita que a economia da região "vai ser muito afectada". Além dos particulares, a maior parte das empresas de transportes e serviços também optou pela ‘velhinha' EN125. "As instruções da empresa são para não usarmos a A22", revela Carlos Feliciano, que trabalha em serviços de jardinagem.

 

A forma de pagamento das portagens também gera muitas dúvidas, sobretudo aos turistas. "Os clientes não param de ligar, mas nós também temos dificuldades em explicar, apesar de toda a nossa boa vontade", refere Armando Santana, presidente da Associação das Empresas de Rent-a-Car do Algarve (ARA).

 

20 MIL MULTAS PARA CARROS ALUGADOS

Cerca de 20 mil multas por não pagamento já foram passadas a viaturas alugadas desde que houve introdução de portagens nas várias ex-Scut, avançou ontem Joaquim Robalo Almeida, presidente da Associação de Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor. Ainda ontem, a GNR detectou duas viaturas a circularem na A22 com matrículas alteradas com fita-cola preta. A intenção seria passar os pórticos sem pagar, iludindo as câmaras.

 

QUIOSQUES NO NORTE AINDA NÃO FUNCIONAM

Os quiosques electrónicos instalados junto às fronteiras de Vilar Formoso e de Vila Nova de Cerveira, para aquisição de títulos pré-pagos por condutores de veículos de matrícula estrangeira, ainda não estão a funcionar devido a problemas na emissão do comprovativo do pagamento. Já em Vila Real de Santo António, o quiosque electrónico instalado junto à fronteira está desde ontem "totalmente funcional", garantiu a Estradas de Portugal.

 

TRAÇADO MAU E SEM ALTERNATIVA

A "falta de alternativas" e o "mau traçado" da A25 são duas das principais críticas de José e Nelson Sousa, administradores da transportadora JLS, de Viseu, à introdução de portagens. Ponderam diminuir a utilização dos transportes em auto-estrada, imputar ao cliente o custo das portagens e alterar fluxos de transporte. A JLS tem um volume anual de negócios de 22,5 milhões de euros e 270 trabalhadores.

 

Fonte: CM

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29
Nov11

1471: Algarve: Portagens e descontos, como vão ser?

Tempo no Algarve

O diploma sobre as portagens na A22 (Via do Infante) que integra a Concessão do Algarve estabelece “descontos e isenções” que só duram até junho de 2012.

 

O decreto-lei promulgado pelo Presidente da República e publicado esta segunda-feira no Diário da República estabelece, em termos de isenções, que as pessoas singulares e as pessoas coletivas (empresas) que tenham residência ou sede na área de influência das auto-estradas a portajar "ficam isentas do pagamento de taxas de portagem nas primeiras 10 transações mensais que efetuem na respetiva auto-estrada".

 

Para este efeito, uma deslocação de Faro a Portimão, por exemplo, conta por duas transações (ida e volta).

 

Quanto à criação de "um regime de discriminação positiva para as populações e para as empresas locais, em particular das regiões mais desfavorecidas, que beneficiam de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas de portagem" como refere o texto do diploma, após as 10 passagens em pórticos que estão isentas, estes beneficiários têm "um desconto de 15% no valor da taxa de portagem aplicável em cada transação".

 

As taxas máximas de portagem têm como base a tarifa de referência para a classe 1, e a relação desta com o valor das tarifas de portagem das classes 2, 3 e 4 não pode ser superior a, respetivamente, 1,75, 2,25 e 2,5 euros.

 

Descontos e isenções só até junho de 2012

 

Este regime de isenções e descontos está em vigor até 30 de Junho de 2012 e, a partir de 1 de Julho de 2012, mantém-se apenas para as autoestradas que servem regiões com um produto interno bruto (PIB) per capita regional inferior a 80% da média do PIB per capita nacional.

 

O diploma estabelece ainda as áreas de influência de cada autoestrada com base na área dos concelhos inseridos nas unidades territoriais estatísticas de nível 3 (NUTS III), de forma que "qualquer parte do território dessa NUTS fique a menos de 20 km dos lanços e sublanços da autoestrada".

 

O sistema de cobrança é "exclusivamente eletrónico" e o não pagamento de portagens está sujeito a sanções.

 

Passam também a ter portagens na mesma data a A23 (que entre o nó com a A1 e o nó Abrantes Este integra a Concessão da EP -Estradas de Portugal e no restante a Concessão da Beira Interior), a A24 (integrada na Concessão do Interior Norte) e a A25 (que integra a Concessão da Beira Litoral/Beira Alta).

 

Para beneficiarem do desconto, os utilizadores são obrigados a comprovar periodicamente a sua morada de residência ou da sede da empresa, com a apresentação o título de registo de propriedade, o certificado de matrícula ou um documento do locador que identifique o nome e a morada da residência ou da sede do locatário.

 

Taxas são para a Estradas de Portugal

 

As receitas das taxas de portagem revertem para a empresa pública Estradas de Portugal, a quem cabe a gestão do sistema de cobrança, e a quem compete celebrar com as concessionárias o contrato de prestação de serviços quanto à cobrança de taxas de portagem.

 

O pagamento de portagens nas antigas vias sem custos para o utilizador (SCUT) iniciou-se o ano passado, nas concessões da Costa de Prata, do Grande Porto e do Norte Litoral.

 

Decisão que o Governo explica "por entender que os princípios da universalidade e do utilizador pagador garantem uma maior equidade e justiça social, bem como permitem um incremento das verbas obtidas com a exploração das infraestruturas rodoviárias".

 

Fonte: Observatório do Algarve

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28
Nov11

1470: SCUT: Portagens a partir de 8 de dezembro na Via do Infante

Tempo no Algarve

As concessões SCUT do Algarve, da Beira Interior, no Interior Norte e da Beira Litoral passam a estar sujeitas ao pagamento de portagens a partir de 08 de dezembro, segundo foi publicado hoje no Diário da República.

O diploma “sujeita os lanços e sublanços das concessões SCUT do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta ao regime de cobrança de taxas de portagem aos utilizadores, competindo à EP — Estradas de Portugal, S. A., a gestão do sistema de cobrança de portagem nos mesmos”.

O decreto-lei garante a criação de “um regime de discriminação positiva para as populações e para as empresas locais, em particular das regiões mais desfavorecidas, que beneficiam de um sistema misto de isenções e de descontos nas taxas de portagem”.

Desde logo, estabelece que as pessoas singulares e as pessoas coletivas que tenham residência ou sede na área de influência destas autoestradas “ficam isentas do pagamento de taxas de portagem nas primeiras 10 transações mensais que efetuem na respetiva autoestrada”.

Após estas 10 passagens em pórticos, estes beneficiários têm “um desconto de 15% no valor da taxa de portagem aplicável em cada transação”.

Para beneficiarem do desconto, os utilizadores tem de comprovar periodicamente a sua morada de residência ou da sede da empresa, apresentando o título de registo de propriedade, o certificado de matrícula ou um documento do locador que identifique o nome e a morada da residência ou da sede do locatário.

Este regime de isenções e descontos está em vigor até 30 de junho de 2012 e, a partir de 1 de julho de 2012, mantém-se apenas para as autoestradas que servem regiões com um produto interno bruto (PIB) per capita regional inferior a 80% da média do PIB per capita nacional.

O diploma estabelece as áreas de influência de cada autoestrada com base na área dos concelhos inseridos numa nomenclatura das unidades territoriais estatísticas de nível 3 (NUTS III), de forma que “qualquer parte do território dessa NUTS fique a menos de 20 km dos lanços e sublanços da autoestrada”.

As taxas máximas de portagem têm como base a tarifa de referência para a classe 1, sendo que a relação desta com o valor das tarifas de portagem das classes 2, 3 e 4 não pode ser superior a, respetivamente, 1,75, 2,25 e 2,5 euros.

O sistema de cobrança é “exclusivamente eletrónico” e o não pagamento de portagens está sujeito a sanções.

As receitas das taxas de portagem revertem para a Estadas de Portugal, a quem cabe a gestão do sistema de cobrança, e que celebra com as concessionárias um contrato de prestação de serviços relativo ao serviço de cobrança de taxas de portagem.

No ano passado, o Governo já aplicou o pagamento de portagens às antigas vias sem custos para o utilizador da Costa de Prata, do Grande Porto e do Norte Litoral, uma decisão que explica “por entender que os princípios da universalidade e do utilizador pagador garantem uma maior equidade e justiça social, bem como permitem um incremento das verbas obtidas com a exploração das infraestruturas rodoviárias”.

 

Fonte: Região Sul

 

Decreto-lei que autoriza cobrança de portagens na A22 (Via do Infante):  http://dre.pt/pdf1sdip/2011/11/22800/0509405100.pdf 

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12
Out11

1432: Restaurantes do Tavira Gran Plaza fecham em protesto contra “atitude” da administração

Tempo no Algarve

Lojistas queixam-se de rendas “injustas”, “incoerentes” e “insuportáveis”, bem como de a administração não ter conseguido cativar público. Administração recusa-se a aceitar uma “solução conjunta” e garante que o espaço já recebeu mais de 8 milhões de visitantes

 

A maioria dos estabelecimentos de restauração do centro comercial Gran Plaza, de Tavira, não abriu esta quarta-feira como forma de protesto contra o valor das rendas aplicadas e devido ao facto de a administração daquele espaço comercial “não ter encontrado soluções” para cativar mais público.

 

“Queremos mostrar a grave e insustentável situação a que chegou toda a restauração deste centro comercial”, refere um dos lojistas. A situação tem vindo a arrastar-se desde abril, altura em que os lojistas começaram a manifestar o seu mal estar à administração do centro comercial, “que pouco ou nada fez”, lamenta o mesmo lojista.

 

Os lojistas queixam-se de “desigualdades”, de “rendas injustas”, “incoerentes” e “insuportáveis”, uma situação que “se agravou ainda mais pela conjuntura económica em que vivemos e pela falta de público massa que esta administração nunca conseguiu captar”, referem.

 

Um dos lojistas contactado pelo Jornal do Algarve explicou que “mesmo perante esta situação, as rendas foram aumentadas este ano”, havendo quem esteja a pagar “quatro, cinco ou seis mil euros”, numa altura em que a faturação “baixou, em média, cerca de 20 por cento”.

 

“Nesta altura, o centro comercial está praticamente vazio e só aparece alguém ao fim de semana”, lamenta.

 

Os lojistas garantem que vão continuar o protesto enquanto a administração do centro comercial não lhes der garantias de que vai tomar medidas para alterar a situação. Admitem saber que correm o risco de incorrer em sanções contratuais, mas explicam que esta foi a solução encontrada para protestar contra “a inflexibilidade, a arrogância e prepotência da administração deste espaço comercial”.

 

Administração diz que “não aceita uma solução conjunta”

 

Entretanto, a administração do Tavira Gran Plaza já emitiu um comunicado onde explica que tem vindo a reunir com os lojistas da restauração e tem estado disponível para analisar cada uma das operações, bem como “discutir caso a caso a solução a adoptar”, mas sublinham que “devido à especificidade de cada um dos negócios em operação, não pode concordar com a imposição de uma solução conjunta”.

 

Os responsáveis garantem ainda que o Tavira Gran Plaza “tem por princípio uma gestão activa, dialogante e flexível, acompanhando de perto os seus lojistas e as suas operações”. E que “este negócio tem por base uma parceria entre o proprietário e o lojista com o intuito de encontrar as melhores soluções que permitam o sucesso do Centro Comercial como um todo”.

 

A administração recorda que desde a sua abertura, o Tavira Gran Plaza recebeu mais de 8 milhões de visitantes, tem 105 lojas e tem como objectivo “manter a qualidade e uma oferta comercial adequada às necessidades dos seus visitantes”.

 

“Desde a sua abertura, o Tavira Gran Plaza recebeu mais de 8 milhões de visitantes, tem 105 lojas e tem como objectivo manter a qualidade e uma oferta comercial adequada às necessidades dos seus visitantes, tendo entre 2010 e 2011 reforçado a variedade de lojas acrescentando ao seu mix várias insígnias internacionais de relevo, tais como, Springfield, Mango, Throttleman/Red Oak, Lion of Porches e Code”, concluem os responsáveis do centro comercial.

 

Fonte: Jornal do Algarve

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07
Abr11

1289: Governo suspende introdução de portagens na Via do Infante

Tempo no Algarve

O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações anunciou que anulou a introdução de portagens nas Auto-Estradas SCUT do Algarve, da Beira Interior, das Beiras Litoral e Alta e do Interior Norte.


 



Segundo nota divulgada hoje pelo Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações (MOPTC), um parecer emitido pelo Centro Jurídico da Presidência do Conselho de Ministros (CEJUR) considera que é inconstitucional a “aprovação por um Governo de gestão de um Decreto-lei destinado a introduzir portagens nas Auto-Estradas SCUT do Algarve, da Beira Interior, das Beiras Litoral e Alta e do Interior Norte”.


 


A introdução de portagens nestas SCUT estava prevista para dia 15 de abril.


 


Fonte: Observatório do Algarve


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19
Fev11

1243: Portagens na Via do Infante: luta pode endurecer se falhar diálogo com o Governo

Tempo no Algarve

Ainda não estão “concertadas” outras medidas de protesto entre as entidades que compõem a Plataforma de luta contra as portagens na Via do Infante, mas uma delas é o recurso aos tribunais, através de uma providência cautelar.


 


Com a presença dos deputados de todos os partidos eleitos pelo círculo de Faro, com a exceção do PS, o fórum "Portagens no Algarve - Impacto Económico e Social", uma iniciativa da Plataforma de Luta Contra as Portagens na Via Infante reuniu hoje cerca de 200 participantes, entre autarcas, empresários, deputados e cidadãos.


 


Enquanto o dirigente sindical António Goulart da União dos Sindicatos do Algarve (UASAL/CGTP) interrogava os presentes sobre a continuidade da luta de protesto às portagens, para dar resposta a uma das maiores crises sociais e económicas do Algarve e o deputado do PSD Mendes Bota apelava a protestos na rua, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve e da câmara de Faro era mais cauteloso.


 


No balanço do encontro Macário Correia admitiu “o recurso a uma providência cautelar”, mas apenas se falhar o diálogo com o Governo, com quem a plataforma vai reunir na próxima quarta-feira, via secretário de Estado das Obras Públicas, após uma espera de 5 meses.


 


“Estão pensadas outras medidas, mas ainda não estão concertadas” entre todas as entidades que compõem a plataforma. “Somos pelo diálogo e pela negociação”, sintetizou.


 


Segundo o líder da AMAL, um dos organismos signatários do manifesto contra a introdução de portagens na A22, "estão a ser feitas diligências" e "já foram dadas instruções" à Euroscut para a colocação de pórticos naquela via.


 


"Queremos, nestas semanas que faltam em relação a essa intenção [instalação de pórticos], procurar demover o governo [da introdução de portagens], afirmou.


 


Macário Correia lembrou ainda que o Algarve é a região que mais contribui "per capita" para a receita fiscal do Estado.


 


O autarca foi também cauteloso, num 'piscar de olho' ao seu próprio partido, que defende a cobrança universal das portagens, realçando que não é intenção da plataforma “quebrar a solidariedade relativamente ao combate nacional”. Contudo, não deixou de referir que há problemas reais na economia do Algarve


 


“Não temos de pagar o que já está pago (a maioria da Via do Infante foi paga por fundos comunitários) e esta diferença tem de ser compreendida (pelo Governo), desabafou.


 


Vitor Neto, presidente da Associação Empresarial do Algarve (NERA) e anfitrião do fórum, já salientara: “Nunca pedimos privilégios, apenas alertamos para as consequências”.


 


Para Vitor Neto e relativamente ao impacto das portagens no setor de turismo, “o destino não tem força suficiente para “incomodar” o turista com compras de chips, saldos, devolução de valores e etc", isto quando se prevê que em termos de competitividade a vizinha Andaluzia tem uma vantagem próxima dos 20% relativamente a receitas fiscais.


 


Vitor Neto lançou ainda o desafio de a plataforma “realizar mais sessões em diversas cidades do Algarve, para esclarecer todos” sobre o significado desta medida na economia da região.


 


O mesmo trajeto na A22 com portagens custará mais do dobro do que na Andaluzia


 


Um trajeto de 300 quilómetros na Via Infante (A22), no Algarve, vai custar mais do dobro do que o mesmo percurso numa autoestrada da Andaluzia após a introdução de portagens, estimou hoje um investigador da Universidade do Algarve, adiantou o investigador Fernando Perna.


 


Segundo um cenário apresentado pelo docente da área do Turismo, um percurso de 300 quilómetros na A22 - incluindo combustível e portagens -, custará 51,18 euros, mais do dobro dos 23 euros de gasto estimado para o mesmo percurso na Andaluzia.


 


Fernando Perna alerta ainda que as portagens vão provocar um aumento da carga fiscal sobre o turismo, sobretudo nas visitas dos excursionistas da Andaluzia, que são aqueles que ficam na região apenas um dia sem dormida em alojamento.


 


De acordo com a estimativa daquele docente, para uma viagem de 300 quilómetros na A22 já com portagens a carga fiscal passará a representar 79,6 por cento do preço final contra os atuais 61,6 por cento.


 


Dados recentes apresentados pelo investigador indicam que mais de 80 por cento das entradas de espanhóis no Algarve se referem a excursionistas, num universo de cerca de um milhão de entradas de espanhóis na região por ano.


 


A criação de uma oferta integrada de transportes públicos no Algarve e de uma linha de autocarro guiado foram algumas das soluções apresentadas por outros especialistas para uma melhor organização da mobilidade na região.


 


De acordo com outro docente da Universidade do Algarve, Manuel Tão, a introdução de portagens é um sintoma que revela o "cansaço" do modelo de mobilidade praticado na região nos últimos 20 anos.


 


O especialista diz que a "Rua Nacional 125" não é uma alternativa à A22. E defende uma moratória à introdução de portagens na região, medida que, diz, vai "penalizar duplamente" - externa e internamente -, o Algarve.


 


O engenheiro João Reis Simões defende, por seu turno, que seja estudada a hipótese de introdução de um autocarro guiado, que circularia em via própria, e que apresenta mais vantagens do que o comboio.


 


De acordo com aquele responsável, os comboios no Algarve transportam apenas 5.000 passageiros por dia e um metro ligeiro, para ser rentável, teria que transportar 15.000 por hora e por cada sentido de rota.


 


Fonte: Observatório do Algarve

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