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18
Fev18

2943: Volta ao Algarve 2018 - Classificação geral

Tempo no Algarve

1ª Etapa - Albufeira - Lagos (192.6 kms)

 

O holandês Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo) venceu hoje a primeira etapa da Volta ao Algarve, uma ligação de 192,6 quilómetros que começou em Albufeira e terminou ao sprint em Lagos.
 
A etapa teve a configuração que se esperava, acabando com uma discussão entre os homens mais rápidos do pelotão. Dylan Groenewegen confirmou o excelente início de temporada, que já lhe tinha valido uma etapa e a liderança na Volta ao Dubai, e impôs-se com clareza, ao fim de 4h47m58s de corrida.
O segundo classificado foi o campeão francês, Arnaud Démare (FDJ), que também começa a temporada de forma auspiciosa, já que subiu ao pódio na primeira competição do ano. O terceiro foi o gaulês Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits).
 
“Vencer em Lagos era um dos objetivos da equipa. Os meus companheiros proporcionaram-me um lançamento excelente e consegui bater os meus rivais. Já conhecia a chegada, apesar da aproximação dos quilómetros finais ser diferente e mais exigente. É muito satisfatório começar no Algarve com a camisola amarela mas admito que não tenho pretensões de a defender. A etapa de amanhã é dura e não adaptada às minhas características. Tentarei vencer novamente no sábado, em Tavira”, confessou o dono da Camisola Amarela Algarve.
 
Antes das decisões, a etapa foi animada por um quinteto, que partiu do pelotão ao quilómetro 2. O grupo era formado por Josu Zabala (Caja Rural-Seguros RGA), Nuno Almeida (LA Alumínios), David Livramento (Sporting-Tavira), Luís Afonso (Vito-Feirense-BlackJack), João Rodrigues (W52-FC Porto). O algarvio da equipa portista ganhou as duas contagens de montanha do dia, sendo o primeiro portador da Camisola Azul Liberty Seguros, símbolo de melhor trepador. Afonso e Zabala foram os mais resistentes, sendo alcançados a 16 quilómetros da meta.
 
“Só o facto de subir ao pódio na Volta ao Algarve é justificativo de qualquer esforço despendido na corrida. Foram muitos quilómetros em fuga, pois ataquei logo após a partida, mas que hoje, com justiça, acabaram devidamente recompensados. Sou algarvio, conhecia bem o percurso, pois aqui treino com frequência, e poupei-me para as contagens de montanha. Vestir a camisola da montanha com um pelotão deste nível é motivo de orgulho. Penso defender esta liderança, embora reconheça que os rivais são muitos e de muito boa qualidade”, afirmou João Rodrigues.
 
Dylan Groenwegen assumiu o comando da classificação geral, embora com o mesmo tempo dos 106 corredores que cortaram a meta a seguir, já que a corrida não atribui bonificações. O segundo e o terceiro classificados são os homens que ocuparam iguais lugares na tirada. O holandês é também o dono da Camisola Vermelha Cofidis, símbolo da regularidade.
 
A fase final da etapa ficou marcada por algumas quedas, que partiram o pelotão, deixando atrasados três corredores portugueses que poderiam aspirar a posições cimeiras na geral: Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo), Edgar Pinto (Vito-Feirense-BlackJack) e Tiago Machado (Team Katusha Alpecin). O corredor famalicense foi o último classificado, depois de ter sido o mais afetado pela queda coletiva que aconteceu a 10 quilómetros da meta.
 
O holandês Sam Oomen (Team Sunweb) veste a Camisola Branca Águas do Algarve, que representa o identifica o melhor jovem da competição. A Quick-Step Floors comanda a tabela coletiva.
 
Segunda etapa
A segunda etapa, a disputar nesta quinta-feira, será o primeiro grande teste à condição física dos candidatos. A viagem terá 187,9 quilómetros, iniciando-se em Sagres, às 12h00, e terminando no alto da Fóia (montanha de primeira categoria), cerca das 17h00. A subida para a meta tem uma extensão de 15,2 quilómetros e uma inclinação média de 5,2 por cento.
 
Antes da subida para a Fóia, o pelotão vai encontrar outras quatro contagens de montanha: Monte Ruivo (4.ª cat. Km 50,8), Marmelete (3.ª cat. Km 71,2), Alferce (3.ª cat. Km 107) e Sapeira (3.ª cat. Km 123,4). Haverá ainda duas metas volantes, em Aljezur (Km 63,4) e em Portimão (Km 163,4).
 
À partida para a etapa será entregue a Philippe Gilbert (Quick-Step Floors) o Prémio Prestígio 2018.
 
Classificações
1.ª Etapa: Albufeira – Lagos, 192,6 km
Geral Individual
1.º Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo), 4h47m58s (40,130 km/h)
2.º Arnaud Démare (FDJ), mt
3.º Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits), mt
4.º Timothy Dupont (Wanty-Groupe Gobert), mt
5.º Jurgen Roelandts (BMC Racing Team), mt
6.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
7.º Jens Keukeleire (Lotto Soudal), mt
8.º Matteo Pelucchi (Bora-hansgrohe), mt
9.º Yves Lampaert (Quick-Step-Floors), mt
10.º Luís Mendonça (Aviludo-Louletano-ULI), mt

 

Fonte: Volta Algarve

 

 

2ª Etapa: Sagres - Alto da Fóia (187.9 kms)

 

 

A Team Sky dominou completamente a segunda etapa da Volta ao Algarve, hoje disputada ao longo de 187,9 quilómetros, entre Sagres e o alto da Fóia, em Monchique. Michal Kwiatkowski impôs-se na etapa e Geraint Thomas assumiu o comando da classificação geral.
 
 
A chegada coincidia com uma contagem de montanha de primeira categoria, no topo de uma subida com 15 quilómetros até ao ponto mais alto do Algarve, a 900 metros de altitude. A Sky atacou a corrida no ponto mais duro da escalada, a cerca de 8 quilómetros da meta. O bielorrusso Vasil Kiryienka isolou-se e obrigou os adversários a gastar energias na perseguição.
 
 
O esforço dos rivais foi aproveitado por Michal Kwiatkowski para se impor na tirada, ao fim de 4h49m51s de corrida. Na roda e com o mesmo tempo chegaram Bauke Mollema (Trek-Segafredo), Geraint Thomas, Daniel Martin (UAE Team Emirates) e Jaime Rosón (Movistar Team).
 
 
“A Team Sky rodou muito bem nos últimos quilómetros, colocando o Kiryienka na frente, forçando os nossos adversários a perseguir. A vitória de etapa foi algo inesperada, mas deixa-me satisfeito com a minha forma atual. Tanto eu como o Thomas temos boas condições para vencer a corrida.  Este ano a subida à Fóia foi mais longa e menos inclinada e, por isso, o contrarrelógio será ainda mais decisivo. Depois temos ainda o Malhão no último dia. É uma subida curta, mas num esforço de oito minutos pode-se sofrer muito e há que contar com o desgaste das várias etapas”, avalia Michal Kwiatkowski.
 
 
Como não são atribuídas bonificações nas chegadas e nas metas volantes, os cinco melhores da classificação geral estão todos com o mesmo tempo. O desempate faz-se por pontos. Comanda Geraint Thomas, seguido por Jaime Rosón, Michal Kwiatkowski, Daniel Martin e Bauke Mollema.
 
 
“Estamos satisfeitos por estarmos novamente na liderança aqui na Volta ao Algarve. Controlámos bem os nossos rivais e na parte final o Kwiatkowksi foi o mais forte. Fico feliz por ele. A camisola amarela foi uma surpresa, mas, para já, tem pouco significado. O contrarrelógio será determinante e ficarei satisfeito se amanhã a Team Sky mantiver a camisola amarela”, diz Thomas.
 
 
Cumpriu-se o objetivo da organização da corrida quando decidiu que a Fóia deveria ser subida pela vertente mais longa e menos inclinada: fazer com que as diferenças no final da etapa fossem diminutas para que tudo permaneça indefinido e emocionante na luta pela Camisola Amarela Algarve.
 
 
Antes da entrada na espectacular subida final, os animadores da jornada foram Lukas Pöstlberger (Bora-hansgrohe), Yves Lampaert (Quick-Step Floors), Benjamin King (Team Dimension Data), John Degenkolb (Trek-Segafredo), Marcos Jurado (Efapel), Oscar Pelegri (Rádio Popular-Boavista) e Ricardo Mestre (W52-FC Porto). Atacaram ao quilómetro 11, chegaram a ter mais de 7 minutos de vantagem, mas sucumbiram ao acelerar do pelotão, na aproximação à Fóia. Pöstlberger e King foram os mais resistentes, acabando alcançados a 9 quilómetros da chegada, momentos antes do ataque da Team Sky.
 
 
O estadunidense Benjamin King (Team Dimension Data) aproveitou a fuga para conquistar a Camisola Azul Liberty Seguros, de melhor trepador. O polaco Michal Kwiatkowski, além de ganhar a etapa, passou a vestir a Camisola Vermelha Cofidis, da regularidade, embora esteja empatado em pontos com o vencedor da primeira etapa, Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo). O holandês Sam Oomen (Team Sunweb) reforçou o comando na classificação da juventude, sendo cada vez mais dono da Camisola Branca Águas do Algarve. A Quick-Step Floors segue na dianteira por equipas.
 
 
Prémio Prestígio
 
O belga Philippe Gilbert recebeu hoje o Prémio Prestígio da Volta ao Algarve 2018, uma distinção que a organização guarda para corredores que, pelo seu palmarés, engrandecem a Volta ao Algarve com a sua presença. O troféu foi entregue à partida para a etapa pelos presidentes da Federação Portuguesa de Ciclismo, Delmino Pereira, e da Câmara Municipal de Vila do Bispo, Adelino Soares.
 
 
Terceira etapa

A terceira etapa, marcada para esta sexta-feira, será decisiva para o escalonamento da classificação geral. Será um contrarrelógio de 20,3 quilómetros, com início e final na Fatacil, Lagoa.
 
É um exercício essencialmente plano, mas com alguns topos que tornarão o contrarrelógio mais exigente e ajudarão os especialistas a marcar diferenças significativas. Com a classificação presa por segundos – o vigésimo, Jasper de Buyst, está apenas a 20 segundos do primeiro -, o contrarrelógio prevê-se determinante para a seleção de verdadeiros candidatos.
 
 
Classificações/Results
1.ª Etapa/1st Stage: Sagres – Fóia, 187,9 km
1.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), 4h49m51s (38,896 km/h)
2.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), mt
3.º Geraint Thomas (Team Sky), mt
4.º Daniel Martin (UAE Team Emirates), mt
5.º Jaime Rosón (Movistar Team), mt
6.º Patrick Konrad (Bora-hansgrohe), a 3s
7.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), mt
8.º Pieter Serry (Quick-Step Floors), mt
9.º Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano-ULI), mt
10.º Richie Porte (BMC Racing Team), mt
 
 
Geral Individual/Overall
1.º Geraint Thomas (Team Sky), 9h37m49s
2.º Jaime Rosón (Movistar Team), mt
3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt
4.º Daniel Martin (UAE Team Emirates), mt
5.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), mt
6.º Patrick Konrad (Bora-hansgrohe), a 3s
7.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), mt
8.º Pieter Serry (Quick-Step Floors), mt
9.º Vicente García de Mateos (Aviludo-Louletano-ULI), mt
10.º Louis Meintjes (Team Dimension Data), mt

 

Fonte: Volta Algarve

 

3ª Etapa: Lagoa - Lagoa (20.3 kms)

 

O britânico Geraint Thomas (Team Sky) venceu hoje a terceira etapa da Volta ao Algarve, um contrarrelógio de 20,3 quilómetros, disputado em Lagoa, e reforçou o comando da geral individual.
 
O ciclista galês, vencedor da Volta ao Algarve em 2015 e em 2016, pulverizou os registos da concorrência cumprindo o exercício individual em 24m09s. Geraint Thomas pedalou à média de 50,435 km/h, um feito relevante, tendo em conta a exigência do traçado, com várias rampas inclinadas, subidas, descidas e viragens, que quebravam o ritmo e elevaram a dificuldade da etapa.
 
O segundo classificado foi o campeão europeu de contrarrelógio, o belga Victor Campenaerts (Lotto Soudal), que gastou mais 11 segundos do que Geraint Thomas. O campeão suíço da especialidade, Stefan Küng (BMC Racing Team) fechou o pódio do dia, a 19 segundos do vencedor.
 
O triunfo no contrarrelógio confirmou Geraint Thomas como o principal favorito à conquista da 44.ª Volta ao Algarve. O chefe-de-fila da Team Sky manteve a camisola amarela, mas passou a dispor de 22 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa Michal Kwiatkowski, segundo classificado. O português Nelson Oliveira (Movistar Team) assinou um excelente quinto lugar no contrarrelógio, sendo catapultado para o terceiro lugar da geral, a 32 segundos da Camisola Amarela Algarve.
 
Adivinha-se que a última etapa, a disputar no domingo, entre Faro e o alto do Malhão, seja determinante, dado que o final em alto poderá proporcionar ataques que desmembrem a superioridade da Team Sky.
“Senti-me realmente bem na Fóia, mas hoje não saberia o que esperar. Optei por começar forte e gerir o esforço. Quando se está com a camisola amarela isso dá-te uma motivação suplementar. Senti-me bem e consegui vencer pela primeira vez um contrarrelógio no Algarve. No último dia teremos o Malhão, que é uma subida curta mas intensa. Há vários trepadores fortes no pelotão e as diferenças são curtas mas tanto eu como o Kwiatkowski estamos entre os primeiros e, se correr bem, manteremos a camisola amarela”, considera Thomas.
 
As restantes classificações também estão em aberto. Michal Kwiatkowski continua a vestir a Camisola Vermelha Cofidis, da regularidade, em igualdade pontual com Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo). Benjamin King (Team DImension Data) segue com a Camisola Azul Liberty Seguros, de melhor trepador, mas terá trabalho árduo nas duas etapas em falta para a segurar. A Team Sunweb confirma o favoritismo para a conquista da Camisola Branca Águas do Algarve, colocando dois corredores no topo da tabela da juventude, com o holandês Sam Oomen na dianteira. A Team Sky comanda coletivamente.
 
Etapa de amanhã

A quarta etapa, a disputar neste sábado, é a mais longa da competição, 199,2 quilómetros, entre Almodôvar e Tavira. A partida será às 12h00, prevendo-se uma chegada ao sprint, cerca das 17h00. Pelo caminho há duas metas volantes, Rosário (km 39,2) e Alcoutim (km 132,5), e dois prémios de montanha de quarta categoria, Neves (km 98,3) e Santa Marta (km 121).
 
Algarve Granfondo Cofidis

Além de acolher o final da etapa, Tavira será palco, neste sábado, do Algarve Granfondo Cofidis. O evento de participação popular, que tem mais de 800 inscritos, começa às 9h20. Os participantes dividem-se entre o Mediofondo, com 73 quilómetros, e o Granfondo, com 119 quilómetros.
 
Classificações/Results
3.ª Etapa/3rd Stage: Lagoa – Lagoa, 20,3 km (ITT)
1.º Geraint Thomas (Team Sky), 24m09s (50,435 km/h)
2.º Victor Campenaerts (Lotto Soudal), a 11s
3.º Stefan Küng (BMC Racing Team), a 19s
4.º Nelson OLiveira (Movistar Team), a 22s
5.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt
6.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 27s
7.º Tejay van Garderen (BMC Racing Team), a 47s
8.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), a 49s
9.º Vasil Kiryienka (Team Sky), a 50s
10.º Lukasz Wisniowski (Team Sky), a 51s
 
Geral Individual/General Classification
1.º Geraint Thomas (Team Sky), 10h01m58s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Nelson OLiveira (Movistar Team), a 32s
4.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), a 52s
5.º Tejay van Garderen (BMC Racing Team), a 53s
6.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), a 1m01s
7.º Jaime Rosón (Movistar Team), a 1m18s
8.º Maximilian Schachmann (Quick-Step Floors), a 1m19s
9.º Felix Grosschartner (Bora-hansgrohe), a 1m20s
10.º Vasil Kiryienka (Team Sky), a 1m24s

 

Fonte: Volta Algarve

 

4ª Etapa: Almodôvar - Tavira (199.2 kms)

 

O holandês Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo) ganhou hoje a quarta etapa da Volta ao Algarve, uma viagem de 199,2 quilómetros entre Almodôvar e Tavira, onde uma multidão entusiasta assistiu a um emocionante sprint, que não beliscou a liderança do britânico Geraint Thomas (Team Sky).
 
A aproximação à chegada foi arrepiante, com as equipas dos sprinters a imporem um ritmo forte, que culminou numa discussão empolgante entre Dylan Groenewegen e o italiano Matteo Pelucchi (Bora-hansgrohe). O holandês, já vencedor da primeira etapa, em Lagos, levou a melhor, mostrando ser um dos sprinters em melhor forma no pelotão WorldTour neste início de temporada. O terceiro foi o alemão John Degenkolb (Trek-Segafredo).
 
Esta foi a etapa mais longa da prova, disputada a alta velocidade – média de 43,650 km/h -, muito por culpa do sexteto que abalou do pelotão com apenas 4 quilómetros percorridos. Benjamin King (Team Dimension Data), Rory Sutherland (UAE Team Emirates), Julen Amezqueta (Caja Rural-Seguros RGA), Bruno Silva (Efapel), Aleksandr Grigorev (Sporting-Tavira) e João Rodrigues (W52-FC Porto) foram os grandes animadores da jornada. Já nos derradeiros 20 quilómetros receberam a companhia de Philippe Gilbert (Quick-Step Floors), Dylan Teuns (BMC Racing Team) e Jasha Sutterlin (Movistar Team), que deram novo ânimo à iniciativa e obrigaram o pelotão a trabalho redobrado para anular a fuga, a dois quilómetros e meio da meta.
 
“É bom voltar a vencer no Algarve. Os meus colegas de equipa proporcionaram-me um bom lançamento do sprint e consegui ser o mais forte. Começo o ano a ganhar e espero aproveitar esta forma nas próximas corridas. É bom correr no Algarve, o tempo é ótimo, a qualidade do pelotão é elevada e vencer no começo de época é sempre importante para um sprinter”, considera Dylan Groenewegen.
 
O galês Geraint Thomas foi o 22.º a cortar a meta, integrado no pelotão, a 3 segundos de Gronewegen, mantendo a Camisola Amarela Algarve. O corredor da Team Sky dispõe de 19 segundos de vantagem sobre o companheiro de equipa Michal Kwiatkowski e de 32 segundos sobre Nelson Oliveira (Movistar Team), corredores que ocupam as posições seguintes na geral.
 
A vitória na etapa permitiu a Dylan Groenewegen recuperar a Camisola Vermlha Cofidis, dos pontos. A fuga deu a Benjamin King um reforço da liderança na montanha, simbolizada pela Camisola Amarela Liberty Seguros. O holandês Sam Oomen (Team Subweb) é, desde o primeiro dia, dono da Camisola Branca Águas do Algarve, símbolo de melhor jovem. Por equipas manda a Team Sky.
 
Etapa de amanhã

A hegemonia da Team Sky será colocada à prova na quinta e última etapa, uma tirada de 173,5 quilómetros a disputar neste domingo. A partida está marcada para as 12h20, marcando o regresso da cidade de Faro ao itinerário da Volta ao Algarve. A meta, que deverá ser transposta cerca das 17h00, coincide com uma contagem de montanha, no alto do Malhão.
 
O percurso contempla mais quatro prémios de montanha: Picota (3.ª cat, Km 63,3), Ameixieira (3.ª cat, Km 99,6), Malhão (2.ª cat, Km 132,6) e Vermelhos (3.ª cat, Km 153,2). São Brás de Alportel, ao quilómetro 16,8, e Barrosas, ao quilómetro 127,6, recebem as duas metas volantes do dia.
 
Prevê-se uma etapa em que os pretendentes à geral terão de atacar para destronar os homens da Sky, mas a luta pela etapa poderá também incluir nomes fortes já afastados da luta pela geral, como é o caso de Daniel Martin, Louis Meintjes ou Richie Porte.
 
“A minha missão é levar a camisola amarela até ao final. Apesar das várias subidas da última etapa será a derradeira ascensão ao Malhão que irá sentenciar a prova. Conto com o apoio dos meus colegas de equipa. Estamos forte e confiantes, até porque temos uma boa margem sobre os nossos adversários. Tanto eu como o Kwiatkowski temos boas hipóteses e qualquer um de nós pode ganhar a corrida e o importante é que a camisola amarela fique na Team Sky”, antecipa Geraint Thomas.
 
Homenagem a Antigos Vencedores
Seis antigos vencedores da Volta ao Algarve foram hoje homenageados pela organização. Adelino Teixeira, Alexandre Ruas, Belmiro Silva, Eduardo Correia, Firmino Bernardino e Joaquim Andrade subiram ao pódio, com as camisolas amarelas que conquistaram no ano da vitória, antes da consagração dos melhores da quarta etapa da 44.ª Volta ao Algarve.
 

Belmiro Silva é o recordista de vitórias na Volta ao Algarve, único corredor com três triunfos palmarés, 1977, 1981 e 1984. O recorde está em risco, porque Geraint Thomas pode, neste domingo, igualar o corredor português.

 

Algarve Granfondo Cofidis


Tavira viveu hoje uma grande festa de ciclismo. Milhares de pessoas assistiram ao final da etapa da Volta ao Algarve e 800 ciclistas amadores participaram no Algarve Granfondo Cofidis, dando cor e movimento à cidade do Gilão ao longo de toda a jornada, unindo o ciclismo de competição e o ciclismo para todos.

 
Classificações/Results
4.ª Etapa/Stage 4: Almodôvar – Tavira, 199,2 km
1.º Dylan Groenewegen (Team LottoNL-Jumbo), 4h33m49s
2.º Matteo Pelucchi (Bora-hansgtohe), mt
3.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
4.º Florian Senechal (Quick-Step Floors), mt
5.º Jurgen Roelandts (BMC Racing Team), mt
6.º Timothy Dupont (Wanty Groupe Gobert), mt
7.º Hugo Hofstetter (Cofidis, Solutions Crédits), mt
8.º Jasper de Buyst (Lotto Soudal), mt
9.º Loic Vliegen (BMC Racing Team), mt
10.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt
 
Geral Individual/General Classification
1.º Geraint Thomas (Team Sky), 14h35m5os
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 19s
3.º Nelson OLiveira (Movistar Team), a 32s
4.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), a 52s
5.º Tejay van Garderen (BMC Racing Team), a 53s
6.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), a 1m01s
7.º Jaime Rosón (Movistar Team), a 1m18s
8.º Maximilian Schachmann (Quick-Step Floors), a 1m19s
9.º Felix Grosschartner (Bora-hansgrohe), a 1m20s
10.º Vasil Kiryienka (Team Sky), a 1m24s

 

Fonte: Volta Algarve

 

5ª Etapa: Faro - Alto do Malhão (173.5 kms)

 

Michal Kwiatkowski (Team Sky) é o vencedor da 44.ª Volta ao Algarve, graças a uma jogada tática perfeita da equipa, que, inclusive, deu ao corredor polaco a vitória na quinta e última etapa, que hoje ligou Faro ao alto do Malhão, Loulé, ao longo de 173,5 quilómetros.

 

A decisão da Volta ao Algarve começou a desenhar-se ao quilómetro 15 da tirada, quando um grupo de 31 corredores saiu do pelotão. Nesse grupo encontrava-se Michal Kwiatkowski, que partia na segunda posição da geral, a 19 segundos do companheiro de equipa Geraint Thomas.

 

Apesar da presença do polaco, o grupo entendeu-se e conquistou quase 5 minutos de vantagem sobre o pelotão. As equipas com aspirações ao pódio deixaram-se ir no engodo da Sky e contribuíram para que a vantagem dos fugitivos se tornasse inalcançável, fazendo com que a movimentação da formação britânica fosse coroada de sucesso.

 

Restou aos outros elementos do grupo de frente tentar a vitória de etapa. Os mais combativos foram Lukas Postlberger (Bora-hansgrohe), que atacou em solitário na fase mais ondulada da viagem. Já depois da primeira passagem no Malhão, o primeiro líder do Giro 2017 recebeu a companhia do campeão checo de fundo, Zdenek Stybar (Quick-Step Floors). Foi o homem da República Checa que mais se aproximou da possibilidade de contrariar o poderio da Sky, entrando isolado na subida final, de 3 quilómetros.

 

No entanto, Michal Kwiatkowski aproveitou as primeiras rampas da icónica subida louletano para ir ao encontro de Stybar, passando pelo checo e cortando a meta em solitário. Numa subida de grande qualidade e coragem, o campeão português de fundo, um dos 31 fugitivos do dia, passou pelos adversários, sendo o segundo classificado na etapa, a 4 segundos de Michal Kwiatkowski. O terceiro, a 8 segundos, foi o belga Serge Pauwels (Team Dimension Data).

 

A tática da Sky, levando Michal Kwiatkowski à Camisola Amarela Algarve, deixou à concorrência a luta pela segunda e terceira posições da geral. Geraint Thomas foi o segundo, a 1m31s, enquanto o estadunidense Tejay van Garderen (BMC Racing Team) fechou o pódio, a 2m16s do primeiro. Nelson Oliveira (Movistar Team) cedeu na etapa final, caindo da terceira à décima posição da geral, a 2m54s do vencedor, sendo, ainda assim, o melhor português na classificação final.

 

Além da geral individual, a Team Sky ganhou a classificação coletiva e a Camisola Vermelha Cofidis, que também ficou no corpo de Michal Kwiatkowski. O estadunidense Benjamin King (Team DImension Data) conservou a Camisola Azul Liberty Seguros, símbolo de rei da montanha, e o holandês Sam Oomen vestiu a Camisola Branca Águas do Algarve, de melhor jovem, do primeiro ao último dia.

 

Classificações/Results
5.ª Etapa/Stage 5: Faro – Alto do Malhão, Loulé, 173,5 km
1.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), 4h18m02s (40,344 km/h)
2.º Rúben Guerreiro (Trek-Segafredo), a 4s
3.º Serge Pauwels (Team Dimension Data), a 8s
4.º Stefan Küng (BMC Racing Team), a 13s
5.º Cesare Benedetti (Bora-hansgrohe), a 15s
6.º Dion Smith (Wanty-Groupe Gobert), a 17s
7.º Simon Geschke (Team Sunweb), mt
8.º Julen Amezqueta (Caja Rural-Seguros RGA), a 23s
9.º Ben Swift (UAE Team Emirates), a 29s
10.º Frederik Backaert (Wanty-Groupe Gobert), a 35s

 

Geral Individual/General Classification
1.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), 18h54m11s
2.º Geraint Thomas (Team Sky), a 1m31s
3.º Tejay van Garderen (BMC Racing Team), a 2m16s
4.º Bauke Mollema (Trek-Segafredo), a 2m22s
5.º Bob Jungels (Quick-Step Floors), a 2m33s
6.º Jaime Rosón (Movistar Team), a 2m49s
7.º Maximilian Schachmann (Quick-Step Floors), a 2m50s
8.º Serge Pauwels (Team Dimension Data), a 2m50s
9.º Felix Grosschartner (Bora-hansgrohe), a 2m51s
10.º Nelson OLiveira (Movistar Team), a 2m54s

 

Fonte: Volta Algarve

Booking.com
19
Fev17

2698: Volta ao Algarve 2017 - Classificação Geral

Tempo no Algarve

O colombiano Fernando Gaviria (Quick-Step Floors) venceu hoje a primeira etapa da 43.ª Volta ao Algarve, uma ligação de 182,9 quilómetros, que arrancou em Albufeira e terminou, ao sprint, em Lagos.

 

O terceiro triunfo da temporada de Fernando Gaviria foi construído com o poderio físico do colombiano e com trabalho coletivo. Já nas últimas centenas de metros, Massimiliano Richeze, colega de equipa, atacou, destabilizando o trabalho das restantes formações. Com esta movimentação Fernando Gaviria teve apenas de concentrar-se nos rivais mais diretos, disparando para o triunfo, nos derradeiros 100 metros.

 

Fernando Gaviria impôs-se diante de outros dois velocistas de referência do pelotão internacional, o alemão André Greipel (Lotto Soudal) e o francês Nacer Bouhanni (Cofidis), segundo e terceiro.

 

A vitória em Lagos, perante uma multidão entusiasta, deixou Fernando Gaviria em posse da Camisola Amarela Turismo do Algarve. Partirá para a etapa de quinta-feira com 1 segundo de vantagem sobre o alemão Christoph Pfingsten (Bora-hansgrohe) e com 4 segundos sobre outro germânico, André Greipel.

 

A etapa começou em Albufeira, perante milhares de pessoas que quiseram incentivar os corredores à partida para a competição. E cinco homens não esperaram muito para retribuir o calor popular. Christoph Pfingsten (Bora-hansgrohe), Justin Oien (Caja Rural-Seguros RGA), Brian van Goethem (Roompot-Nederlandse Loterij), Adam de Vos (Rally Cycling) e João Benta (RP-Boavista) saíram do pelotão com 2,5 quilómetros percorridos.

 

Adam de Vos foi o primeiro a passar na única montanha do dia, na Picota, ao quilómetro 22. Garantiu, assim, a posse da Camisola Azul Liberty Seguros, que premeia o melhor trepador. E, ato contínuo, desinteressou-se da fuga, aguardando pelo pelotão.

 

Os restantes aventureiros mantiveram-se em cabeça de corrida, chegando a ter mais de sete minutos e meio de vantagem sobre o grande grupo, mas não resistiram à perseguição movida pelas equipas com ambição de ganhar ao sprint. A 25 quilómetros da meta morreu a fuga a consolidou-se a convicção de que seriam os velocistas a merecer os holofotes da glória no final da jornada.

 

O primeiro lugar de Fernando Gaviria assegurou ao colombiano três lideranças. Além da Camisola Amarela Turismo do Algarve, é o dono da Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, e da Camisola Branca Sicasal, da Juventude. A Quick-Step Floors comanda por equipas.

 

“É a minha terceira vitória do ano, a primeira desta temporada na Europa. É importante começar a ganhar cedo no ano, dá-nos confiança para as próximas corridas. Foi um sprint longo e algo confuso diante de grandes especialistas. Fico feliz por dar mais uma vitória à minha equipa e vestir de amarelo na Volta ao Algarve. O meu próximo objetivo são os Campeonatos Nacionais na Colômbia. Não digo ganhar, mas espero discutir a vitória na quarta etapa da Volta ao Algarve”, afirmou Fernando Gaviria.

 

“O objetivo da etapa passava por discutir a camisola da montanha e as metas volantes. É a minha segunda corrida do ano, mas as sensações eram boas e a fuga teve sucesso. Depois de ter vestir a camisola naturalmente que a gostava de a defender por mais um dia, mas será muito difícil tendo em conta as dificuldades de montanha e o nível dos adversários”, disse Adam de Vos, antecipando o que se passará na jornada seguinte.

 

A segunda etapa, a disputar nesta quinta-feira, deverá modificar as classificações. Os ciclistas vão percorrer 189,3 quilómetros, entre Lagoa e o alto da Fóia, em Monchique, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de primeira categoria. Será o primeiro teste à forma dos candidatos, permitindo perceber quais são os corredores com capacidade para discutir a geral.

 

Classificações/Results
1.ª Etapa/1st Stage: Albufeira – Lagos, 182,9 km
1.º Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), 4h28m31s (40,869 km/h)
2.º André Greipel (Lotto Soudal), mt
3.º Nacer Bouhanni (Cofidis), mt
4.º Dylan Groenewegen (Team Lotto NL-Jumbo), mt
5.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
6.º Baptiste Planckaert (Team Katusha Alpecin), mt
7.º Matteo Trentin (Quick-Step Floors), mt
8.º Andrea Pasqualon (Wanty-Groupe Gobert), mt
9.º Lukasz Wisniowski (Team Sky), mt
10.º Edvald Boasson Hagen (Team Dimension Data), mt

 

Geral/Overall
1.º Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), 4h28m21s
2.º Christoph Pfingsten (Bora-hansgrohe), a 1s
3.º André Greipel (Lotto Soudal), a 4s
4.º Justin Oien (Caja Rural-Seguros RGA), mt
5.º Nacer Bouhanni (Cofidis), a 6s
6.º João Benta (RP-Boavista), a 8s
7.º Dylan Groenewegen (Team Lotto NL-Jumbo), a 10s
8.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
9.º Baptiste Planckaert (Team Katusha Alpecin), mt
10.º Matteo Trentin (Quick-Step Floors), mt

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

2ª etapa: Lagoa - Alto da Fóia (189.3 kms(

 

O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) venceu hoje a segunda etapa da Volta ao Algarve, 189,3 quilómetros entre Lagoa e o alto da Fóia, ascendendo ao comando da geral individual.

 

A tirada decidiu-se nos derradeiros 9 quilómetros, a escalada ao ponto mais alto do Algarve. A Team Katusha Alpecin impôs o ritmo na aproximação à fase mais dura da jornada, mas foi a Quick-Step Floors que endureceu verdadeiramente a corrida, na fase mais dura da subida final, o primeiro quilómetro de ascenção.

 

Zdenek Stybar e Enric Mas dinamitaram o que restava do pelotão, levando na roda o colega de equipa Daniel Martin. O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) e o polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky) tiveram de responder às acelerações do irlandês. Roglic conseguiu aguentar o ritmo de Daniel Martin e tentou mesmo deixar o rival para trás.

 

A luta pela etapa acabaria por resumir-se ao duelo entre Daniel Martin e Primoz Roglic, que levaram o mano a mano até à linha final. Daniel Martin arrancou a 200 metros e conseguiu bater o rival, que cortou a meta com o mesmo tempo. Michal Kwiatkowski controlou os danos e alcançou a Fóia na terceira posição.

 

A Camisola Amarela Turismo do Algarve manteve-se na Quick-Step Floors, mas mudou do corpo de Fernando Gaviria para o de Daniel Martin. O irlandês dispõe de 4 segundos de vantagem sobre Primoz Roglic e de 26 segundos à melhor sobre Michal Kwiatkowski.

 

“Rodamos na frente durante todo o dia, todos acreditaram nas minhas possibilidades. Estou feliz pela equipa. Roglic esteve bastante forte em Valência e sabia que seria um dos favoritos para a classificação geral. Ataquei-o porque não quis colaborar comigo, mas no último quilometro sabia que a minha experiência me seria útil. Farei o melhor do que puder no contrarrelógio e veremos como correrá. Agora quero desfrutar desta vitória”, afirmou Daniel Martin, antes da consagração no pódio.

 

O primeiro embate mostrou a supremacia dos três primeiros, mas deixou boas indicações de dois contrarrelogistas, o campeão europeu da especialidade, Jonathan Castroviejo (Movistar Team), que é o nono da geral, e do compatriota Luis León Sánchez (Astana), sétimo, ambos a 45 segundos do comandante.

 

As equipas portuguesas também deram boas indicações, sobretudo a W52-FC Porto, que colocou Amaro Antunes, em quarto da geral, a 43 segundos, o Sporting-Tavira, que tem Rinaldo Nocentini na sexta posição, com o mesmo tempo, e a LA Alumínios-Metalusa BlackJack, cujo chefe-de-fila, Edgar Pinto, subiu ao oitavo posto, a 45 segundos.

 

A Astana Pro Team está no topo da classificação coletiva. Daniel Martin e Fernando Gaviria estão empatados na classificação por pontos, premiada com a Camisola Vermelha Cofidis. Daniel Martin é também o dono da Camisola Azul Liberty Seguros e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) está bem encaminhado para repetir a vitória na juventude e para ganhar a Camisola Branca Sicasal.

 

As classificações terão novo momento de decisão nesta sexta-feira, dia em que se disputa o contrarrelógio de 18 quilómetros, com partida e chegada na Fortaleza de Sagres.

 

Classificações/Results


2.ª Etapa/2nd Stage: Lagoa – Fóia, 189,3 km
1.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), 4h46m35s (39,632 km/h)
2.ª Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), mt
3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 20s
4.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 33s
5.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt
6.º Luis León Sánchez (Astana), a 35s
7.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), mt
8.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), mt
9.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt
10.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 46s

Geral/Overall


1.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), 9h14m56s
2.ª Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), a 4s
3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 26s
4.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 43s
5.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 42s
6.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt
7.º Luis León Sánchez (Astana), a 45s
8.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt
9.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), mt
10.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 46s

 

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

3ª Etapa: Sagres - Sagres

 

O espanhol Jonathan Castroviejo (Movistar Team), campeão europeu de contrarrelógio, venceu hoje a terceira etapa da Volta ao Algarve, um exercício individual de 18 quilómetros, que levou o esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) ao topo da classificação geral.

 

A chamada “prova da verdade”, disputada em Sagres, no mesmo percurso que acolheu o contrarrelógio da edição anterior da corrida, permitiu a Jonathan Castroviejo estrear a camisola de campeão da Europa, afirmando-se como um dos melhores especialistas mundiais na disciplina.

 

O campeão europeu cumpriu os 18 quilómetros em 21m24s, melhorando 10 segundos quanto ao registo pessoal do ano anterior. O campeão mundial, Tony Martin (Team Katusha Alpecin), foi mais uma vez segundo em Sagres, com 21m28s, um desempenho 26 segundos pior do que o conseguido há um ano. O terceiro no contrarrelógio desta sexta-feira foi o esloveno Primoz Roglic, a 5 segundos do primeiro classificado.

 

“Quase todos os anos corro aqui no Algarve e já procurava aganhar há algum tempo. Reconheci o percurso e as sensações foram boas ao longo de todo o contrarrelógio. Em todos os contrarrelógios que corri em 2016 fiquei no Top 4. Ganhar no começo da temporada a estes rivais é muito importante. O meu rendimento na Fóia foi bastante bom e isso dá-me moral para disputar as provas de uma semana. A geral da Volta ao Algarve não está ainda decidida. O Malhão é uma subida muito explosiva e acabando aí a Volta ao Algarve cada um irá ao seu limite”, declarou o vencedor da etapa.

 

O terceiro lugar na etapa permitiu a Primoz Roglic, campeão esloveno de contrarrelógio, conquistar a Camisola Amarela Turismo do Algarve, assumindo-se como o principal candidato à conquista da 43.ª Volta ao Algarve. O polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky) ascendeu à segunda posição e é o mais sério candidato a destronar Roglic. Jonathan Castroviejo é o terceiro da geral, a 36 segundos.

 

“Na Fóia o Daniel Martin levou a melhor. Sou tido como um especialista no contrarrelógio mas quero ser mais do que isso. Para já quero discutir as provas de uma semana. Irei defender a camisola amarela. Conheço bem a subida ao Malhão e será um dia difícil, mas conto com o apoio dos meus colegas de equipa. Cada um dará o seu melhor, eu e os meus adversários, mas, no final, espero salvaguardar a liderança”, afirmou o novo comandante.

 

O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) foi incapaz de defender a liderança, fazendo o 74.º tempo no contrarrelógio, descendo para o sexto posto da geral, a 1m31s do sucessor. Segura, como consolação, a Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, e a Camisola Azul Liberty Seguros, da montanha.

 

O belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) deu mais um passo para ser, pelo segundo ano consecutivo, o melhor jovem da competição, segurando a Camisola Branca Sicasal. A Movistar Team venceu coletivamente a etapa e saltou para o comando da tabela por equipas.

 

A Volta ao Algarve prossegue neste sábado com a disputa da quarta etapa, a mais longa ligação da corrida, 203,4 quilómetros entre Almodôvar e Tavira. Espera-se que seja a segunda oportunidade para os sprinters brilharem, antevendo-se novo duelo entre os homens mais rápidos do pelotão, numa cidade de Tavira que acolhe a caravana sempre de forma calorosa.

 

Classificações
3.ª Etapa/3rd Stage: Sagres – Sagres, 18 km
1.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), 21m24s (50,467 km/h)
2.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 4s
3.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), a 5s
4.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt
5.º Lars Boom (Team Lotto NL-Jumbo), a 11s
6.º Arnaud Démare (FDJ), a 12s
7.º Alex Dowsett (Movistar Team), a 16s
8.º Edvald Boasson Hagen (Team Dimension Data), a 20s
9.º Nelson Oliveira (Movistar Team), mt
10.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 21s

Geral/Overall
1.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), 9h36m29s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 36s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 55s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 59s
6.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), a 1m31s
7.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 1m40s
8.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 1m49s
9.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 1m54s
10.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 1m56s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

4ª etapa. Almodôvar - Tavira

 

O campeão da Alemanha de fundo, André Greipel (Lotto Soudal), venceu hoje a quarta etapa da Volta ao Algarve, em Tavira, num despique com o compatriota John Degenkolb (Trek-Segafredo), apenas deslindado pelo recurso ao photo finish.
 
 
Os 203,4 quilómetros que ligaram Almodôvar a Tavira terminaram de forma apoteótica. Milhares de pessoas puderam assistir a um sprint entusiasmante, do qual saiu vencedor André Greipel, com uma diferença de cerca de um pneu para John Degenkolb. O terceiro foi o campeão holandês de fundo, Dylan Groenewegen.
 
 
André Greipel lançou o sprint mais cedo e quase foi surpreendido pela inclinação dos últimos 50 metros, tendo de sofrer para resistir à aproximação de John Degenkolb. Greipel conseguiu a segunda vitória pessoal em Tavira – a outra foi em 2011 – e prolongou o domínio germânico na cidade do Gilão: nas últimas cinco vezes que uma etapa da Volta ao Algarve terminou em Tavira ganharam alemães.
 
 
A chegada em pelotão compacto ficou garantida a dois quilómetros da meta, quando foi anulada a fuga do dia, protagonizada, desde o quilómetro 6, por Ryan Mullen (Cannondale Drapac), Dion Smith (Wanty-Groupe Gobert), Taco van der Hoorn (Roompot-Nederlanse Loterij) e João Matias (LA Alumínios-Metalusa BlackJack). O luso descolou da frente a cerca de 40 quilómetros do fim, mas o trio de forasteiros obrigou o pelotão a trabalhos forçados para garantir uma nova oportunidade aos sprinters.
 
 
“A fuga dificultou-nos bastante a preparação da chegada, pois gastamos quase metade da equipa a perseguir. No final encontrei-me numa boa posição e arranquei no momento certo. Já aqui ganhei em Tavira mas no ano passado não pude disputar o sprint. Desta vez tive a sorte comigo. Foi um sprint bem disputado, lado a lado com o Degenkolb, mas felizmente consegui ganhar. É sempre bom sinal ganhar aqui no Algarve”, reconheceu André Greipel.
 
 
Como se esperava, a etapa deste sábado não teve consequências em termos de geral individual. O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) segurou a Camisola Amarela Turismo do Algarve. É perseguido de perto pelo polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22 segundos, e pelo espanhol Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 36 segundos.
 
 
Amanhã tudo deverá ser diferente. A quinta e última etapa vai ligar o centro de Loulé ao alto do Malhão, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de segunda categoria. Nos últimos 62 quilómetros, os corredores vão subir quatro montanhas, num percurso todo de sobe e desce, que inclui uma primeira passagem no Malhão, a 41,5 quilómetros do fim.
 
 
Com este traçado e com as diferenças entre candidatos já, de certa forma, significativas, as equipas que pretenderam dar a volta à classificação terão de atacar de longe, fomentando o espectáculo.
 
 
“Controlamos a etapa desde o início e foi bastante duro para toda a equipa. Iremos fazer o mesmo amanhã. É possível vencer a Volta ao Algarve no Malhão. Haverá seguramente muitos ataques mas estaremos preparados. O Kwiatkowski é o adversário mais perigoso, até porque é quem me ameaça mais na geral. Fisicamente sinto-bem e estou ansioso por amanhã. Daremos o nosso melhor”, promete Primoz Roglic.
 
 
As classificações secundárias também estão em aberto. André Greipel veste a Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, Daniel Martin (Quick-Step Floors) segue na frente da lista de trepadores, envergando a Camisola Azul Liberty Seguros, e Tiesj Benoot (Lotto Soudal) tem no corpo a Camisola Branca SIcasal, de melhor jovem. A Movistar Team comanda por equipas.
 
 
Classificações/Results

4.ª Etapa/Stage 4: Almodôvar – Tavira, 203,4 km

1.º André Greipel (Lotto Soudal), 4h57m51s (40,974 km/h)
2.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
3.º Dylan Groenewegen (Team Lotto NL-Jumbo), mt
4.º Arnaud Démare (FDJ), mt
5.º Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt
6.º Andrea Pasqualon (Wanty-Groupe Gobert), mt
7.º Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), mt
8.º Nacer Bouhanni (Cofidis), mt
9.º Michael Schwarzmann (Bora-hansgrohe), mt
10.º Edvald Boasson Hagen (Team Dimension Data), mt
 
 
Geral/Overall

1.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), 14h34m20s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 36s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 55s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 59s
6.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), a 1m31s
7.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 1m40s
8.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 1m49s
9.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 1m54s
10.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 1m56s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

5ª etapa: Loulé - Malhão

O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) venceu hoje a 43.ª Volta ao Algarve, depois de disputada a quinta etapa, com final no alto do Malhão, ganha pelo algarvio Amaro Antunes (W52-FC Porto).
 
 
A tirada de 179,2 quilómetros, entre o centro de Loulé e o alto do Malhão, começou muito veloz, com mais de 50 quilómetros percorridos na primeira hora. Mas os candidatos acabaram por ficar na expectativa, não se movendo na derradeira ascensão.
 
A apatia dos principais nomes internacionais foi aproveitada por Amaro Antunes, que deu o melhor seguimento ao trabalho da W52-FC Porto, que trabalhou para anular a fuga de 21 homens que apenas foi definitivamente dada por extinta no sopé do Malhão.
 
 
Perante a postura defensiva das estrelas internacionais, Amaro Antunes arrancou a quilómetro e meio do final e não mais foi alcançado. Cortou a meta ao fim de 4h29m28s de corrida, deixando a 12 segundos o espanhol Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal), segundo e terceiro, respetivamente.
 
 
“Ganhar é a algo que a W52-FCPorto já habitou os adeptos. Este é um lugar habitual de treinos, conheço esta subida de olhos fechados. Sabia onde tinha de arrancar. Inicialmente, hesitei um pouco, contive-me e finalmente arranquei no momento certo. É especial ganhar em casa, é muito emotivo e algo que hoje, no hotel, sonhava. Amigos e familiares vieram para aqui às cinco da madrugada para pintar a estrada e a única resposta que lhes tinha de dar, o único agradecimento possível, era chegar aqui em primeiro lugar. Para dizer a verdade, na primeira passagem fiz toda a subida em pele de galinha e quando a equipa começou a tirar só tinha em mente a vitória. Queria retribuir o apoio de quem acreditou em mim, em especial o meu diretor-desportivo Nuno Ribeiro. Acreditou desde o início que a vitória seria possível. Foi muito bom chegar aqui com os aplausos do público. É algo que não vou esquecer tão cedo. Não é por acaso que temos aqui alguns dos melhores ciclistas do mundo, um pelotão de luxo e isso ainda mais valor dá à minha vitória”, frisou Amaro Antunes.
 
 
O polaco MIchal Kwiatkowski foi o único dos pretendentes à geral a mover-se, mas não foi além de uma movimentação tímida, à qual Primoz Roglic respondeu com facilidade. O esloveno, antigo campeão de saltos de esqui, conquistou, assim, a principal vitória na carreira de ciclista.
 
 
Primoz Roglic conquistou a 43.ª Volta ao Algarve, acabando com 22 segundos de vantagem sobre Michal Kwiatkowski. O terceiro, a 55 segundos, foi o francês Tony Gallopin. “Fizemos um grande trabalho e controlamos a corrida até onde seria possível. Na subida final seria a minha vez. Consegui ficar com o Kwiatkowski e agora é tempo de celebrar. Foi duro para todos, mas felizmente conseguir levar esta camisola até ao final. Veremos o que o futuro me traz. Sei que combino a montanha e o contrarrelógio com certa facilidade e espero estar forte nas próximas corridas. Mas agora vou festejar. Quando comecei a competir não imaginava chegar a este nível. É um sonho estar aqui de amarelo”, admitiu Roglic.
 
 
O campeão da Alemanha de fundo, André Greipel (Lotto Soudal), empenhou-se a fundo na luta pela Camisola Vermelha Cofidis, participando na fuga do dia com esse objetivo. Foi uma iniciativa de sucesso, pois conseguiu a vitória por pontos.
 
 
A fuga deste domingo também deu resultados positivos ao colombiano Juan Osorio (Manzana Postobón) que, com a aventura deste domingo, ganhou a Camisola Azul Liberty Seguros, de melhor trepador. O melhor jovem foi, pelo segundo ano consecutivo, o belga Tiesj Benoot, que leva para casa a Camisola Branca Sicasal. Por equipas impôs-se a Astana.
 
Classificações/Results

5.ª Etapa/Stage 5: Loulé – Malhão, 179,2 km

1.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), 4h29m28s (39,901 km/h)
2.º Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), a 12s
3.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), mt
4.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 15s
5.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), mt
6.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt
7.º Jaime Rosón (Caja Rural-Seguros RGA), mt
8.º Luis León Sánchez (Astana), mt
9.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), mt
10.º David de la Fuente (Louletano-Hospital de Loulé), mt
 
Geral/Overall

1.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), 19h04m03s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 55s
4.º Luis León Sánchez (Astana), a 59s
5.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 1m29s
6.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), a 1m36s
7.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 1m40s
8.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 1m42s
9.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 1m56s
10.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), a 2m19s

 

Fonte: Volta ao Algarve

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17
Dez16

2667: Sky vai defender o título na Volta ao Algarve de 2017

Tempo no Algarve

A Team Sky, que venceu a Volta ao Algarve nos últimos dois anos, vai estar na Volta ao Algarve de 2017, anunciou hoje a organização da prova que vai disputar-se entre 15 e 19 de fevereiro.

Além da equipa britânica, uma das grandes dominadoras do WorldTour, também a a francesa Cofidis e a holandesa Roompot-Nederlandse Loterij, ambas continentais profissionais, estarão presentes na ‘Algarvia’.

“A Team Sky ganhou a Volta ao Algarve nos últimos dois anos por intermédio de Geraint Thomas e estará em Portugal com a ambição de sempre. A Cofidis regressa a uma prova em que não participava desde 2014, enquanto a Roompot-Nederlandse Loterij correrá pela segunda vez, depois da estreia em 2015 e da ausência no ano seguinte”, pode ler-se no comunicado da Federação Portuguesa de Ciclismo.

A Volta ao Algarve será disputada por 24 equipas, das quais 11 do WorldTour, a primeira divisão do ciclismo internacional: Astana, Bora-hansgrohe, Cannondale-Drapac, Dimension Data, FDJ, Katusha-Alpecin, Lotto NL-Jumbo, Lotto Soudal, Movistar, Quick-Step Floors e Sky.

A edição de 2017, a primeira em que a Volta ao Algarve terá a categoria 2.HC, a segunda mais prestigiada no panorama internacional, contará também com as continentais profissionais Caja Rural, Cofidis, Gazprom-RusVelo, Manzana Postobón, Roompot-Nederlandse Loterij e Wanty-Groupe Gobert, além das continentais portuguesas Efapel, LA Alumínios-Metalusa, Louletano-Hospital de Loulé, Rádio Popular-Boavista, Sporting-Tavira e W52-FC Porto e da norte-americana Rally Cycling.

 

Fonte: Região Sul

 

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19
Out16

2630: Portugal Masters 2016 em Vilamoura

Tempo no Algarve

O Torneio Portugal Masters deste ano contará, como sempre, com os melhores golfistas da Europa. 

 

São muitos os espetadores que visitam Vilamoura, na expetativa de assitir a esta importante competição de golfe.

 

Data de início:20-10-2016
 
Data de fim:23-10-2016
 
Local:Vilamoura - Oceânico Victoria GC
 
Localidade:Loulé

 

 

 

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01
Mar16

2512: Algarve Cup 2016 entre 2 a 9 de Março

Tempo no Algarve

A 23.ª edição da Algarve Cup arranca na quarta-feira com a seleção portuguesa feminina novamente a medir forças com as melhores equipas mundiais, incluindo o Brasil, numa prova que terá garantidamente um inédito vencedor.

 

Com as ausências de Estados Unidos, que levantou o troféu algarvio uma dezena de vezes, a última no ano passado, Alemanha, Suécia, Noruega e China, é certo que uma das oito seleções participantes vai conquistar pela primeira vez o torneio, em que Portugal volta a ser a seleção com ranking mais baixo (40.º).

 

A formação comandada pelo Francisco Neto, que foi colocada no Grupo B, vai ter pela frente a Rússia, 22.ª do ranking mundial, a Nova Zelândia, 16.ª da hierarquia e, naquele que é o duelo mais esperado da prova, o Brasil.

 

A seleção ‘canarinha’, sétima do ranking, aparece no Algarve como a principal candidata ao triunfo final e terá como principal figura Marta, uma das maiores figuras do futebol feminino mundial e cinco vezes vencedora do prémio FIFA.

 

Habitual presença na Algarve Cup e com cinco finais no currículo (e também cinco derrotas), a Dinamarca (15.ª) pode finalmente sonhar com conquista da prova, embora irá ter a rivalidade do Canadá (11.ª), que se estreia em solo luso, no Grupo A.

 

A tarefa das dinamarquesas e das canadianas pode ser dificultada ainda mais pela Islândia, uma das seleções que mais subiu no ranking da FIFA nos últimos anos e que, em 2011, surpreendeu tudo ou todos ao alcançar a final, acabando por cair perante os Estados Unidos. A Bélgica completa o agrupamento.

 

Destaque também para a portuguesa Sandra Braz Bastos, que faz parte da lista de oito árbitras que vão dirigir os jogos da Algarve Cup. A juíza da Associação de Futebol de Aveiro é uma das três árbitras pertencentes à UEFA que vão estar na prova a preparar também uma possível presença no Mundial sub-17 feminino, na Jordânia, e no Mundial sub-20 feminino, na Papua Nova Guiné.

 

Sandra Braz Bastos, de 37 anos, terá como assistentes a também portuguesa Olga Martins e Biljana Atanasovki, da Macedónia.

 

A Algarve Cup termina no dia 09 de março com a final, em local e hora ainda a anunciar, e mais três jogos, que vão definir a classificação de cada seleção.

 

Fonte: LUSA

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21
Fev16

2505: Volta ao Algarve 2016 - Classificação Geral

Tempo no Algarve

Os alemães Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) e André Greipel (Lotto Soudal) confirmaram os prognósticos e discutiram entre si a primeira etapa da Volta ao Algarve, com o primeiro a superiorizar-se, no final dos 163,6 quilómetros que ligaram Lagos a Albufeira.

A tirada decidiu-se num veloz sprint, que entusiasmou o numeroso público presente em Albufeira. Tanto Kittel como Greipel reafirmaram na estrada o poderoso início de época que estão a fazer, mas foi Kittel a erguer os braços e a ficar com a primeira camisola amarela Cyclin’Portugal. Greipel teve de contentar-se com a segunda posição, deixando o terceiro posto para o belga Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), todos com o mesmo tempo.

As bonificações colocam Marcel Kittel com uma vantagem de 4 segundos sobre Greipel e com uma margem de 6 segundos face a Stuyven. De entre os candidatos ao triunfo na classificação final, o português Tiago Machado (Katusha) foi o melhor, cortando a meta na sétima posição.

Marcel Kittel juntou a camisola verde Turismo do Algarve, da liderança por pontos, à vestimenta amarela, de líder da geral. O polaco Kamil Gradek (Verva ActiveJet) subiu ao pódio para envergar a camisola azul Liberty Seguros de melhor trepador, recompensa pela fuga, que durou mais de 150 quilómetros, que encetou na companhia de Domingos Gonçalves (Caja Rural-Seguros RGA) e de Alexandr Kolobnev (Gazprom-RusVelo). Esta iniciativa sucumbiu à perseguição do pelotão, comandado pela Lotto Soudal e pela Etixx-QuickStep, sendo a fuga anulada nos últimos 10 quilómetros.

O colombiano Sebastián Henao (Sky) parte a etapa desta quinta-feira com a camisola branca Fundação do Desporto, de melhor jovem. Prevê-se que esta tirada seja a etapa rainha da competição. Os corredores irão enfrentar 198,6 quilómetros, com partida de Lagoa e chegada no alto da Fóia, Monchique.

A meta da segunda etapa coincide com uma contagem de montanha de primeira categoria, no ponto mais alto do Algarve, mas as dificuldades começam muito antes. O primeiro momento decisivo da viagem deverá ser o início da subida para a Picota, uma zona de estrada estreita e muito inclinada, onde quem não estivem bem colocado pode ficar definitivamente arredado da discussão dos primeiros postos.

Classificações/Results
1.ª Etapa/1st Stage: Lagos – Albufeira, 163,6 km
1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 3h52m35s (Média: 42,204 km/h)
2. André Greipel (Lotto Soudal), mt
3. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt
4. Wouter Wippert (Cannondale), mt
5. Victor Campanaerts (Lotto NL-Jumbo), mt
6. Salvatore Puccio (Sky), mt
7. Tiago Machado (Katusha), mt
8. Alex Dowsett (Movistar), mt
9. Roman Maikin (Gazprom-RusVelo), mt
10. Pawel Cieslik (Verva Activejet), mt

Geral/Overall
1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 3h52m35s
2. André Greipel (Lotto Soudal), a 4s
3. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), a 6s
4. Wouter Wippert (Cannondale), a 10s
5. Victor Campanaerts (Lotto NL-Jumbo), mt
6. Salvatore Puccio (Sky), mt
7. Tiago Machado (Katusha), mt
8. Alex Dowsett (Movistar), mt
9. Roman Maikin (Gazprom-RusVelo), mt
10. Pawel Cieslik (Verva Activejet), mt

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

O espanhol Luis León Sánchez (Astana) é o novo camisola amarela da Volta ao Algarve, graças ao triunfo, hoje, no alto da Fóia, em Monchique, onde terminou a segunda etapa, depois de percorridos 198,6 quilómetros desde Lagoa.

A etapa foi movimentada de princípio a final, com uma fuga de sete corredores que vigorou até à chegada das grandes dificuldades, nos últimos 35 quilómetros. As equipas dos candidatos mexeram com a corrida na subida de segunda categoria da Pomba e nas rampas da Fóia, mas só nos últimos mil metros se deram os ataques que decidiram a tirada.

Luis León Sánchez foi o mais forte, mas teve forte oposição do vencedor da Volta ao Algarve do ano passado, o galês Geraint Thomas (Sky), que gastou apenas mais 1 segundo. O esloveno Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo) bateu o basco Ion Izagirre (Movistar) ao sprint, conseguindo a terceira posição, a 3 segundos do vencedor.

Esta tirada, considerada a etapa rainha da prova, fez a primeira seleção, mas deixou tudo em aberto na luta pela camisola amarela Cyclin’Portugal, tal como era esperado pela organização. Luis León Sánchez assumiu a dianteira, estando Thomas a 5 segundos e Roglic a 9 segundos.

“Foi uma etapa muito rápida e muito dura. A Tinkoff impôs um ritmo forte para a fuga não ganhar mais de dois minutos. Começámos com menos dois corredores, por um virus, que nos afectou, mas procurámos estar em maioria no final. O Tiralongo fez um excelente trabalho para chegarmos na frente no alto. Sabíamos que vínhamos bem, estou contente por ganhar uma chegada de montanha, embora este final não fosse para puros escaladores mas sim para ciclistas potentes como eu ou o Thomas. Só penso em recuperar para amanhã, sei que não é um percurso mau para mim. Vou tentar não perder a vantagem para os meus adversários. É um crono bom no qual o vento tem influência. Quando te dão uma oportunidade como me deram na Astana há que dar o melhor. Estou muito agradecido”, afirmou Luis León Sánchez.

O corredor espanhol não terá missão fácil para defender o comando, já que entre os dez mais da geral há vários homens com capacidade para fazer a diferença, tanto no contrarrelógio desta sexta-feira como na última etapa, no domingo, com final no alto do Malhão, em Loulé. Até ao 16.º, Fabio Aru (Astana), a diferença para a camisola amarela é inferior a meio minuto, o que prenuncia uma reta final de competição extremamente emocionante.

Dois portugueses estão bem colocados para disputar o protagonismo com a armada forasteira. Tiago Machado (Katusha), que foi quinto na Fóia e ocupa a mesma posição na geral, a 15 segundos do comandante, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), sétimo na etapa e na geral, a 19 segundos de León Sánchez.

O líder da geral individual saiu de Monchique também em posse da camisola verde Turismo do Algarve, símbolo da liderança por pontos, e da camisola azul Liberty Seguros, que distingue o melhor trepador. O melhor jovem é o espanhol Hector Saez, ciclista da Caja Rural-Seguros RGA, equipa que encima a tabela coletiva.

A terceira etapa da Volta ao Algarve é o contrarrelógio individual de 18 quilómetros, que se disputa nesta sexta-feira, com partida e chegada em Sagres. O russo Viktor Manakov (Gazprom-RusVelo) é o primeiro homem a ir para a estrada, às 12h30. Luis León Sánchez parte às 15h28.

Etapa/Stage
1. Luis León Sánchez (Astana), 5h08m25s (Média: 38,636 km/h)
2. Geraint Thomas (Sky), a 1s
3. Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 3s
4. Ion Izagirre (Movistar), mt
5. Tiago Machado (Katusha), a 5s
6. Thibaut Pinot (FDJ), mt
7. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), a 9s
8. Hector Saez (Caja Rural-Seguros RGA), a 13s
9. Tiesj Benoot (Lotto Soudal), mt
10. Fabio Aru (Astana), a 15s

Geral/General
1. Luis León Sánchez (Astana), 9h00m50s
2. Geraint Thomas (Sky), a 5s
3. Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 9s
4. Ion Izagirre (Movistar), a 13s
5. Tiago Machado (Katusha), a 15s
6. Thibaut Pinot (FDJ), mt
7. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), a 19s
8. Hector Saez (Caja Rural-Seguros RGA), a 23s
9. Tiesj Benoot (Lotto Soudal), mt
10. Jarlison Pantano (IAM Cycling), a 25s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

Os dois melhores contrarrelogistas do mundo da última década, Fabian Cancellara (Trek-Segafredo) e Tony Martin (Etixx-QuickStep), destacaram-se, hoje, na terceira etapa da Volta ao Algarve, um exercício individual de 18 quilómetros, em redor de Sagres. O suíço ganhou a etapa e o alemão assumiu o comando da classificação geral. O anterior líder, Luis León Sánchez (Astana), caiu e não terminou a etapa.

Num percurso plano, os grandes especialistas deram cartas e proporcionaram uma tarde de emoções fortes. Fabian Cancellara foi o mais veloz, pedalando à média de 51,551 km/h, terminando o contrarrelógio em 20m57s. Tony Martin, que logrou o melhor registo na cronometragem intermédia, ao quilómetro 11,3, cedeu na segunda metade da prova, concluindo a etapa a 5 segundos do helvético. O britânico Geraint Thomas (Sky) manteve a regularidade ao longo de todo o percurso, sendo terceiro classificado, a 28 segundos de Cancellara.

“Estou satisfeito com esta vitória, a maior alegria é vencer. Claro que bater o Tony Martin, assim como todos os outros, é importante. O vento estava muito forte. Antes de sair para um ‘crono’ há que considerar todos os aspetos técnicos e como vamos ‘rolar’. Senti-me bem no aquecimento e fui atrás da vitória. Depois de tantos anos de ausência é bom regressar ao Algarve e voltar a casa com uma vitória. Este era o meu objetivo na Volta ao Algarve”, declarou Fabian Cancellara, após a consagração no pódio.

O espanhol Luis León Sánchez partiu com a camisola amarela Cyclin’Portugal, disposto a segurar a liderança. No ponto intermédio conseguiu o sexto tempo, mas, na zona de inversão de marcha a bicicleta derrapou, atirando o espanhol ao chão e impedindo a sua continuidade em prova.

Tony Martin, que chegou extenuado ao final do contrarrelógio, sentando-se no chão após cortar a meta, viu o esforço recompensado. Não venceu a etapa, mas envergou a camisola amarela e é candidato a conquistar a Volta ao Algarve pela terceira vez na carreira, depois dos triunfos de 2011 e de 2013. O britânico Geraint Thomas (Sky), vencedor da Volta ao Algarve do ano passado, é o adversário mais direto, apenas a 3 segundos. O terceiro classificado é o basco Ion Izagirre (Movistar), a 20 segundos.

“Vamos ver se a amarela é para manter, ainda falta duas etapas. Tendo esta camisola e vou tentar ficar com ela até ao fim. Conheço bem a última subida [Malhão, Loulé], já lá estivemos noutros e espero estar num dia bom. Vim para ganhar o contrarrelógio. Não estou satisfeito com o resultado mas sim com a minha prestação. Penso que o [Geraint] Thomas é favorito, pois é mais forte do que eu na montanha”, considera Tony Martin.

Nelson Oliveira foi o melhor luso na etapa, que terminou na quinta posição, a 37 segundos de Cancellara. Na geral continua a ser Tiago Machado (Katuhsa) o português em evidência, embora tenha baixado ao sétimo lugar, a 59 segundos do líder. Nelson Oliveira é 11.º, a 1m09s, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte) fecha o top 15, a 1m38s do primeiro.

A luta pela camisola amarela Cyclin’Portugal promete ser acesa até domingo, com as bonificações das metas volantes e das chegadas e ainda com a subida ao alto do Malhão a prometerem espectáculo.

Nas restantes classificações, nota para o excelente desempenho coletivo da Movistar, que hoje colocou quatro corredores nos sete primeiros, vencendo por equipas, um desempenho, todavia, insuficiente para impedir a liderança coletiva da Katusha. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) veste a camisola verde Turismo do Algarve, dos pontos, Geraint Thomas enverga a azul Liberty Seguros, da montanha, e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) é o dono da camisola branca Fundação do Desporto, que premeia o melhor jovem.

A quarta etapa corre-se neste sábado, ao longo de 194 quilómetros, entre S. Brás de Alportel e Tavira. Prevê-se uma etapa com chegada ao sprint, onde se poderá assistir à reedição do duelo entre velocistas que marcou a etapa inaugural, em Albufeira.

Classificações/Results
3.ª Etapa/3rd Stage: Sagres – Sagres, 18 km
1.º Fabian Cancellara (Trek-Segafrado), 20m57s (Média: 51,551 km/h)
2.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), a 5s
3.º Geraint Thomas (Sky), a 28s
4.º Ion Izagirre (Movistar), a 37s
5.º Nelson Oliveira (Movistar), mt
6.º Jonathan Castroviejo (Movistar), mt
7.º Alex Dowsett (Movistar), a 40s
8.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 51s
9.º Victor Campanaerts (Lotto NL-JUmbo), mt
10.º Ramunas Navardauskas (Cannondale), a 55s

Geral/Overall
1.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), 9h22m17s
2.º Geraint Thomas (Sky), a 3s
3.º Ion Izagirre (Movistar), a 20s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 46s
5.º Thibaut Pinot (FDJ), a 47s
6.º Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 52s
7.º Tiago Machado (Katusha), a 59s
8.º Ilnur Zakarin (Katusha), a 1m04s
9.º Jarlinson Pantano (IAM Cycling), a 1m05s
10.º Alberto Contador (Tinkoff), a 1m07s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

Milhares de pessoas assistiram hoje, em Tavira, à vitória do alemão Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) na quarta etapa da Volta ao Algarve, uma longa viagem de 194 quilómetros, que se iniciou em S. Brás de Alportel. Tony Martin (Etixx-QuickStep) continua no comando da classificação geral.

A quinta vitória de Marcel Kittel na época de 2016 foi conseguida da forma que o germânico mais gosta, ao sprint. Numa longa reta, ascendente, ladeada por milhares de adeptos, Marcel Kittel impôs-se com autoridade, relegando o holandês Wouter Wippert (Cannondale) para o segundo lugar e o belga Jens Debusschere (Lotto Soudal) para o terceiro posto. Vítima de queda, a cerca de 40 quilómetros do final, André Greipel (Lotto Soudal) não pôde discutir a etapa. O melhor português foi Samuel Caldeira (W52-FC Porto), nono classificado.

Marcel Kittel prolongou o domínio alemão em Tavira, já que as últimas três vitórias de etapa na cidade do Gilão também pertenceram a corredores germânicos: André Greipel, em 2011, Gerald Ciolek, em 2012, e Tony Martin, em 2013.

“Não tenho palavras para expressar o orgulho que sinto. As duas vitórias no Algarve foram muito boas. Hoje fizemos um excelente trabalho. Podemos estar super orgulhosos pela nossa prestação no Algarve. Vi o André [Greipel] cair, espero que esteja tudo bem”, afirmou Marcel Kittel.

Desta feita Tony Martin não venceu, mas nem por isso deixou de ter motivos para celebrar. Subiu ao pódio para envergar a camisola amarela Cyclin’Portugal que levará no corpo, neste domingo, para a quinta e última etapa da Volta ao Algarve. O galês Geraint Thomas (Sky), dono da camisola azul Liberty Seguros, de melhor trepador, é o segundo classificado, apenas a 3 segundos, e é o mais forte candidato a conquistar a geral individual.

“O final foi tranquilo. Cheguei relaxado, a nossa equipa conseguiu controlar tudo. Nos últimos 20 quilómetros, o pelotão estava bastante nervoso mas soubemos nos organizar e levar o Marcel [Kittel] à vitória. Amanhã sei que não será fácil. Tentarei manter-me com o [Geraint] Thomas e ver como me aguento. Tenho tido boas sensações mas só amanhã é que posso confirmar como realmente estou”, declarou o líder.

“Estou ansioso por amanhã. A equipa está forte, penso que vamos fazer um bom trabalho. É simpático da parte do [Tony] Martin considerar-me o favorito, ele que aqui já ganhou duas vezes. Não precisa de ser ganancioso e bem pode deixar-me ganhar amanhã. Espero ter boas pernas na subida final ao Malhão. Vou ver como me saio, mas diria que, em termos de confiança, numa escala de zero a dez, estou com dez”, avançou Geraint Thomas.

Outro aspirante de peso ao amarelo da glória é o basco Ion Izagirre (Movistar), terceiro classificado, a 20 segundos. Tiago Machado (Katusha), sétimo classificado, a 59 segundos da liderança, é o melhor português. Seguem-se Nelson Oliveira (Movistar), 11.º, a 1m09s, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), 14.º, a 1m33s.

A Katusha comanda por equipas, Marcel Kittel enverga a camisola verde Turismo do Algarve, de líder por pontos, e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) parte a última ligação com a camisola branca Fundação do Desporto, símbolo de melhor jovem.

A 42.ª Volta ao Algarve termina neste domingo com uma jornada que se adivinha de apoteose. Os corredores vão percorrer 169 quilómetros, entre Almodôvar e o alto do Malhão, em Loulé. A meta coincide com uma contagem de montanha de segunda categoria. A tirada termina na segunda passagem pelo Malhão. Os derradeiros 50 quilómetros são de constante sobe e desce, prestando-se a ataques.

Domingo será também dia de Algarve Granfondo, prova aberta a amadores, que tem início e final em Loulé. Vão participar 700 ciclistas, que terminarão a tempo de se deslocarem para o Malhão, engrossando a multidão esperada na mítica subida algarvia. Os dados estão lançados para uma imensa festa de ciclismo.

Classificações/Results
4.ª Etapa/4th Stage: S. Brás de Alportel – Tavira, 194 km
1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 4h46m35s
2. Wouter Wippert (Cannondale), mt
3. Jens Debusschere (Lotto Soudal), mt
4. Jonas van Genechten (IAM Cycling), mt
5. José Joaquim Rojas (Movistar), mt
6. Andrea Pasqualon (Roth Team), mt
7. Phil Bauhaus (Bora-Argon 18), mt
8. Dylan Groenewegen (Lotto NL-JUmbo), mt
9. Samuel Caldeira (W52-FC Porto), mt
10. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt

Geral/General
1.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), 14h08m57s
2.º Geraint Thomas (Sky), a 3s
3.º Ion Izagirre (Movistar), a 20s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 41s
5.º Thibaut Pinot (FDJ), a 47s
6.º Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 52s
7.º Tiago Machado (Katusha), a 59s
8.º Ilnur Zakarin (Katusha), a 1m04s
9.º Jarlinson Pantano (IAM Cycling), a 1m05s
10.º Alberto Contador (Tinkoff), a 1m07s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

O alto do Malhão, em Loulé, encheu-se hoje com milhares de entusiastas de ciclismo que vitoriaram o espanhol Alberto Contador (Tinkoff), que conquistou a quinta e última etapa da Volta ao Algarve, e o britânico Geraint Thomas (Sky), que ganhou a geral.

Alberto Contador foi claramente o mais forte na tirada de 169 quilómetros, iniciada em Almodôvar. O corredor espanhol atacou nas duras rampas do Malhão e venceu destacado, com 20 segundos sobre Fabio Aru (Astana), Thibaut Pinot (FDJ) e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), que cortaram a meta por esta ordem. O galês Geraint Thomas foi quinto classificado, a 28 segundos de Contador, um desempenho suficiente para conquistar a camisola amarela Cyclin’Portugal.

O alemão Tony Martin (Etixx-QuickStep), que pariu de amarelo no corpo, perdeu o contacto com o grupo dos favoritos na primeira das duas subidas ao Malhão, afundando-se na classificação geral. Depois da primeira passagem pela subida louletana, o pelotão principal seguiu a ritmo muito elevado, através de um percurso sinuoso, de sobe e desce, que lembrava as clássicas das Ardenas.

Este endurecimento foi essencial para que a escalada final provocasse mais diferenças do que é usual e para que Alberto Contador conseguisse o terceiro triunfo no Malhão, depois de já ali ter celebrado em 2010 e em 2014.

“Esta é uma corrida que me traz sorte e apesar de saber que se trata da primeira competição do ano sabia que me encontrava bem. No segundo dia faltou-me a energia, alimentei-me mal e perdi demasiado tempo. Estou contente por ter ganho e por ter chegado ao pódio. Agradeço aos meus companheiros por esta vitória”, disse Contador após celebrar a subida ao pódio.

Geraint Thomas manteve-se alheio à disputa da etapa, mas sagrou-se vencedor da Volta ao Algarve pelo segundo ano consecutivo. O homem da Sky encabeçou um pódio formado ainda por Ion Izagirre (Movistar), que gastou mais 19 segundos, e por Alberto Contador, cujo excelente desempenho nesta etapa o levou ao pódio.

“Foi um dia difícil. Com o vento forte foi ainda mais complicado. Quando o Contador atacou tentámos manter a calma e não nos precipitamos a ir atrás dele. Mantivemos o ritmo para vencer a geral. Tive a maior paragem de pré-epoca da minha carreira – foram cinco semanas sem a bicicleta – e não sabia se ia estar bem. Estava sob bastante pressão porque no ano passado vim para ajudar o Richie e este ano tinha os rapazes a trabalhar para mim. Foi bom poder ganhar para lhes agradecer”, afirmou Geraint Thomas.

Amaro Antunes confirmou hoje o excelente desempenho ao longo de toda a corrida, terminando na décima posição, a 1m27s do vencedor, conquistando o estatuto de melhor português. Tiago Machado (Katusha) foi 11.º, Nelson Oliveira (Movistar)13.º e Ricardo Vilela (Caja Rural-Seguros RGA) 15.º.

A russa Katusha venceu coletivamente a Volta ao Algarve. O alemão Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) conquistou a camisola verde Turismo do Algarve, símbolo de vencedor da classificação por pontos. O Alexandr Kolobnev, contratado para dar experiência à Gazprom-RusVelo que vai alinhar no Giro de Itália, subiu ao pódio na primeira corrida pela formação russa para vestir a camisola azul Liberty Seguros de melhor trepador. O melhor jovem e dono da camisola branca Fundação do Desporto foi o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal).

Classificações/Results
5.ª Etapa/5th Stage: Almodôvar – Malhão, 169 km
1. Alberto Contador (Tinkoff), 4h24m47s (38,295 km/h)
2. Fabio Aru (Astana), a 20s
3. Thibaut Pinot (FDJ), mt
4. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), mt
5. Geraint Thomas (Sky), a 28s
6. Primoz Roglic (Lotto NL-JUmbo), mt
7. Rigoberto Urán (Cannondale), mt
8. Dries Devenyns (IAM Cycling), a 30s
9. Julián Arredondo (Trek-Segafredo), mt
10. Jarlinson Pantano (IAM Cycling), mt

Geral/General
1. Geraint Thomas (Sky), 18h34m15s
2. Ion Izagirre (Movistar), a 19s
3. Alberto Contador (Tinkoff), a 26s
4. Thibaut Pinot (FDJ), a 32s
5. Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 49s
6. Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 50s
7. Ilnur Zakarin (Katusha), a 1m03s
8. Jarlinson Pantano (IAM Cycling), a 1m04s
9. Fabio Aru (Astana), a 1m25s
10. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), a 1m27s

 

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22
Fev15

2277: Volta ao Algarve 2015 - Classificação geral

Tempo no Algarve

Começou hoje, a 41ª Volta ao Algarve em Bicicleta, cuja 1ª etapa ligou Lagos a Albufeira, numa extensão de 166.7 km, numa etapa ganha por Gianni Meersman da Elixx-QuickStep.

 

Etapa/Stage/Étape
1.º Gianni Meersman (Etixx-QuickStep), 4h13m53s
2.º Ben Swift (Sky), mt
3.º Paul Martens (Lotto NL-Jumbo), mt
4.º Roy Jans (Wanty-Groupe Gobert), mt
5.º Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep), mt
6.º Raymond Kreder (Team Roompot), mt
7.º Jesús Herrada (Movistar),mt
8.º Ramunas Navardauskas (Cannondale-Garmin), mt
9.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), mt
10.º Guillaume Boivin (Optum), mt

 

Geral/Overall/General
1.º Gianni Meersman (Etixx-QuickStep), 4h13m43s
2.º Ben Swift (Sky), a 4s
3.º Paul Martens (Lotto NL-Jumbo), a 6s
4.º Roy Jans (Wanty-Groupe Gobert), a 10s
5.º Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep), mt
6.º Raymond Kreder (Team Roompot), mt
7.º Jesús Herrada (Movistar),mt
8.º Ramunas Navardauskas (Cannondale-Garmin), mt
9.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), mt
10.º Guillaume Boivin (Optum), mt

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

Hoje, 19 de Fevereiro cumpriu-se a 2ª Etapa entre Lagoa e Monchique numa extensão de 197.2 Km.

 

O britânico Geraint Thomas (Sky) venceu hoje a segunda etapa da Volta ao Algarve, chegando em solitário ao final dos 196,7 quilómetros, que uniram Lagoa a Monchique, um desempenho que lhe garantiu a subida ao primeiro lugar da geral individual.

 

O corredor do País de Gales atacou na última subida, em plena serra de Monchique, a cerca de seis quilómetros da chegada, passou pelo estoniano Rei Taaramae (Astana), que seguia na frente, e acabou por chegar sozinho à meta, ao fim de 4h59m13s de corrida. Taaramae foi o segundo classificado, a 19 segundos, enquanto o italiano Valerio Agnoli (Astana), na terceira posição, a 23 segundos, liderou o primeiro grupo.

 

Geraint Thomas é o novo dono da Camisola Amarela Liberty Seguros, dispondo de uma vantagem de 30 segundos sobre Rein Taaramae e de 33 segundos relativamente a um grupo de onze corredores, encabeçado pelo campeão checo, Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep), terceiro da geral individual.

 

A Sky passou a dominar completamente a corrida. Além da liderança na geral individual, Geraint Thomas é o melhor nas classificações por pontos e da montanha, e o colombiano Sebastian Henao assumiu o comando da juventude. Além disso, a formação britânica comanda coletivamente. A única classificação que escapa à Sky é aquela a que não pode concorrer, a de melhor português, encimada por Tiago Machado (Katusha).

“Desde o começo da Volta ao Algarve que eu e o Richie [Porte] fomos os corredores mais protegidos pela equipa. Mantive-me atento na última subida, e quando ultrapassei o [Rein] Taaramae tentei ir sozinho, pois sentia-me forte e com boas pernas. Sou um especialista em contrarrelógios mas só os de 4 quilómetros e na pista. Vou dar o meu melhor e tentar manter todas as camisolas. O Richie [Porte] é bom no contrarrelógio e será bom termos duas cartas para jogar à geral, porque a etapa de sábado é dura. Sinto-me bem aqui no Algarve. Tem bons hotéis, um tempo fantástico e estou a liderar três camisolas. O que poderia ser melhor?”, afirmou Thomas no final de uma jornada memorável.

 

Já Tiago Machado não se mostrou muito satisfeito, mas acredita na reviravolta: “Foi uma chegada que premiou os mais hábeis com a bicicleta. O mais importante é que cheguei com o grupo da frente e verei agora como correm as coisas no contrarrelógio, não sei como correrá mas sei bem que será ‘à morte’. Não temo a distância, já fiz contrarrelógios de 56 quilómetros. A discussão dos primeiros lugares ainda está longe de estar definida”.

 

Etapa/Stage/Étape


1.º Geraint Thomas (Sky), 4h59m13s (Média: 39,443 km/h)

2.º Rein Taaramae (Astana), a 19s
3.º Valerio Agnoli (Astana), a 23s
4.º Luis León Sánchez (Astana), mt
5.º Rubén Fernández (Movistar), mt
6.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), mt
7.º Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep),mt
8.º Alberto Losada (katusha), mt
9.º Sergei Chernetski (Katusha), mt
10.º Lars Petter Nordhaug (Sky), mt

 

Geral/Overall/General


1.º Geraint Thomas (Sky), 9h12m56s
2.º Rein Taaramae (Astana), a 30s
3.º Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep), a 33s
4.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), mt
5.º Luis León Sánchez (Astana), mt
6.º Rubén Fernández (Movistar), mt
7.º Richie Porte (Sky), mt
8.º Sergei Chernetski (Katusha), mt
9.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), mt
10.º Tiago Machado (Katusha), mt

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

A corrida poderá tomar uma configuração diferente já nesta sexta-feira, dia do contrarrelógio individual de 19 quilómetros, entre Vila do Bispo e o Cabo de S. Vicente.

 

O alemão Tony Martin (Etixx-QuickStep) e o britânico Geraint Thomas (Sky) foram os mais beneficiados com a terceira etapa da Volta ao Algarve, um contrarrelógio de 19 quilómetros hoje disputado entre Vila do Bispo e Sagres.

O campeão da Alemanha de contrarrelógio e campeão mundial da especialidade entre 2011 e 2013 foi o mais forte na etapa, pedalando à média de 52,174 km/h para cumprir o percurso em 21m51s. A vitória do germânico foi por uma unha negra, já que o campeão italiano de luta contra o tempo, Adriano Malori (Movistar), gastou apenas mais 403 milésimos de segundo.

Geraint Thomas alcançou o terceiro registo do dia, a 3 segundos do vencedor, e reforçou o estatuto de líder da competição. O ciclista da Sky permanece em posse da Camisola Amarela Liberty Seguros, tendo 30 segundos de vantagem sobre Tony Martin e 39 segundos de margem sobre o campeão mundial de fundo, Michal Kwiatkowski, dois homens da Etixx QuickStep, que preenchem o pódio da geral individual.

“Vim ao Algarve para experimentar a minha condição e fazer um bom teste, pois em fevereiro nunca se sabe qual é o nosso estado de forma. Esta é minha primeira vitória do ano. É sempre bom ganhar novamente no Algarve, todos os anos venho aqui e, com esta vitória, não consigo imaginar melhor maneira de começar a época. A diferença para o Thomas será difícil de recuperar. A última subida não é tão extensa para que se possa recuperar a desvantagem mas temos uma equipa forte e, se montarmos uma boa estratégia, jogando comigo e com o Kwiatkowski, temos possibilidades. É uma corrida em aberto e não vamos desistir”, prometeu Tony Martin, de olhos postos na quarta etapa.

Tiago Machado (Katusha) foi o melhor português na etapa, terminando com o décimo registo, a 37 segundos de Martin. Na geral, o famalicense subiu ao sétimo lugar, a 1m07s de Thomas, podendo ainda aspirar ao pódio. “Atendendo ao percurso do contrarrelógio, penso que estive bem, dado que o perfil da estrada e o vento favoreciam homens mais pesados. Deixei tudo na estrada e agora resta-me descansar para amanhã, que será mais um dia chave”, afirmou Tiago Machado.

Geraint Thomas lidera a geral individual e as classificações por pontos e da montanha. Sebastian Henao (Sky) comanda a tabela dos mais jovens e a Etixx-QuickStep é a melhor equipa.

“Hoje conservámos a camisola amarela e isso era o mais importante. Amanhã será um dia duro, etapa será bastante extensa, com mais de 200 quilómetros. Tudo pode acontecer. Vamos tentar controlar a corrida e manter a camisola amarela”, disse o líder.

 

Etapa/Stage/Étape


1.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), 21m51s
2.º Adriano Malori (Movistar), mt
3.º Geraint Thomas (Sky), a 3s
4.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), a 9s
5.º Anton Vorobyev (Katusha), a 19s
6.º Jonathan Castroviejo (Movistar), a 26s
7.º Rein Taaramae (Astana), mt
8.º Luis León Sánchez (Astana), a 32s
9.º Sergei Chernetski (Katusha), a 34s
10.º Tiago Machado (Katusha), a 37s

 

Geral/Overall/General


1.º Geraint Thomas (Sky), 9h34m50s
2.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), a 30s
3.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), a 39s
4.º Rein Taaramae (Astana), a 53s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 1m02s
6.º Sergei Chernetski (Katusha), a 1m04s
7.º Tiago Machado (Katusha), a 1m07s
8.º Zdenek Stybar (Etixx-QuickStep), a 1m31s
9.º Richie Porte (Sky), a 1m33s
10.º Rubén Fernández (Movistar), a 1m38s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

Tudo pode, no entanto, mudar neste sábado, com a realização da etapa rainha da Volta ao Algarve. Os corredores vão enfrentar uma longa viagem de 218,3 quilómetros, com partida em Tavira, às 10h50, e chegada prevista para as 16h00, no alto do Malhão. A meta coincide com uma contagem de montanha de segunda categoria, que vai, provavelmente, determinar a classificação geral.

 

A equipa britânica Sky dominou em toda a linha a quarta etapa da Volta ao Algarve, que hoje levou o pelotão desde Tavira até ao alto do Malhão, ao longo de extenuantes 218,3 quilómetros. O australiano Richie Porte venceu a tirada, enquanto o britânico Geraint Thomas conservou a Camisola Amarela Liberty Seguros.

 

A formação belga Etixx-QuickStep tudo tentou para contrariar o favoritismo dos homens da Sky, lançando Tony Martin e Zdenek Stybar em ataques sucessivos. Só que a armada britânica teve argumentos para responder e manteve a tradição na mítica subida do concelho de Loulé. Em quatro participações na Volta ao Algarve, a Sky ganhou quatro vezes no alto do Malhão: Richie Porte, em 2012 e em 2015, Sergio Henao, em 2013, e Stephen Cummings, em 2011.

 

Richie Porte levou 5h55m34s a cumprir os 218,3 quilómetros da etapa deste sábado, adiantando-se em 3 segundos ao campeão mundial de fundo, Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep) e em 6 segundos ao campeão de Espanha, Ion Izaguirre (Movistar), segundo e terceiro, respetivamente, que foram os primeiros a ser vitoriados pelos milhares de espectadores que se concentraram na subida final.

 

“Desta vez não estava previsto ganhar. A Etixx desgastou-nos bastante e eu estava reservado para rodar forte nos últimos 10 quilometros antes da subida. É bom poder recompensar o Thomas com a camisola amarela porque ele, nos últimos anos, fez muito por mim e pela minha carreira. A 300 metros da meta ele disse-me para atacar e tudo correu bem. Dias como este são raros. Foi perfeito. É um excelente arraque para a temporada e fortalece o moral da Sky”, declarou o australiano, vencedor da Volta ao Algarve em 2012.

 

Geraint Thomas, sempre bem acolitado por Porte, aguentou as ofensivas dos adversários, foi o quarto a cruzar a meta e comanda a geral individual com 27 segundos de vantagem sobre Kwiatkowski. “Foram seis horas de sobe e desce. Foi um dia duro, mas estou feliz, sobretudo por ter mantido a camisola amarela e o Richie [Porte] ter ganho a etapa. Vamos manter a camisola até ao final porque amanhã será ao sprint e não deverá haver problemas. Veremos como corre o Paris-Nice, mas o Richie será a aposta e eu um plano de reserva. Penso que iremos na melhor forma que pudermos, mas ele será o número um”, afiançou Thomas.

 

O português Tiago Machado (Katusho), sexto na etapa, cumpriu o objetivo com que entrou nesta Volta ao Algarve: chegou ao pódio da geral individual. Vai partir para a última etapa na terceira posição, a 1m11s da camisola amarela. “Gostava de ter discutido a etapa mas os homens da Sky controlaram e foram mais fortes. Tentei fazer o melhor possível e o pódio é um objetivo alcançado. Sabíamos a qualidade dos nossos adversários mas quando me ponho a pé da cama quero sempre ganhar. Penso que após tantos anos a discutir a Volta ao Algarve já merecia ganhar esta prova. Preparo-me no Inverno para estar aqui bem, mas tem aparecido sempre alguém mais forte”, disse Tiago Machado.

 

Nas classificações secundárias, Richie Porte assumiu a liderança da montanha, Geraint Thomas é o primeiro na calssificação por pontos, Tiago Machado segue como melhor português e o italiano Davide Formolo (Cannondale-Garmin) assumiu a liderança da juventude. A russa Katusha, dirigida pelo português José Azevedo, está agora á frente por equipas.

 

Etapa/Stage/Étape
1.º Richie Porte (Sky), 5h55m34s
2.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), a 3s
3.º Ion Izaguirre (Movistar), a 6s
4.º Geraint Thomas (Sky), a 9s
5.º Michael Woods (Optum p/b Kelly Benefit Strategies), a 13s
6.º Tiago Machado (Katusha), mt
7.º Davide Formolo (Cannondale-Garmin), a 16s
8.º Alberto Losada (Katusha), a 21s
9.º Luis León Sánchez (Astana), a 25s
10.º José Mendes (Bora-Argon 18), a 31s

Geral/Overall/Général
1.º Geraint Thomas (Sky), 15h30m33s
2.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), a 27s
3.º Tiago Machado (Katusha), a 1m11s
4.º Richie Porte (Sky), a 1m14s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 1m18s
6.º Rein Taaramae (Astana), a 1m19s
7.º Sergei Chernetski (Katusha), a 1m32s
8.º Alberto Losada (Katusha), a 1m55s
9.º Rubén Fernández (Movistar), a 2m04s
10.º Ion Izaguirre (Movistar), a 2m21s

 

A 41.ª Volta ao Algarve termina neste domingo com uma etapa de 184,9 quilómetros, entre Almodôvar (10h30) e Vilamoura (14h42). Se prevalecer a lógica, será uma tirada propícia para os velocistas e de consagração para aqueles que conseguiram os melhores lugares na geral individual.

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

O alemão André Greipel (Lotto Soudal), corredor mais vitorioso de 2014, estreou hoje o palmarés de 2015, vencendo a quinta e última etapa da Volta ao Algarve, uma ligação de 184,9 quilómetros, entre Almodôvar e Vilamoura, que coroou o britânico Geraint Thomas (Sky) vencedor da edição 41 da mais internacional das corridas que se disputam em Portugal.

Como se esperava, os sprinters ditaram leis na derradeira tirada da competição, disputada a uma estonteante velocidade de 43,392 km/h. Na reta da meta, o numeroso público vibrou com um apertado sprint entre André Greipel e o belga Tom van Asbroeck (Lotto NL-Jumbo), com triunfo do germânico. O terceiro foi o alemão Rudiger Selig (Katusha), após desclassificação do holandês Raymond Kreder (Team Roompot) por sprint irregular.

“A Volta ao Algarve foi a minha primeira grande corrida da época e queríamos aqui ganhar uma etapa. Foi uma vitória da equipa, o meu ‘comboio’ de lançamento estava onde devia estar e, na verdade, não precisei de fazer muito, apenas seguir o plano. Gosto de correr no Algarve, onde o tempo é quase sempre bom. É uma excelente promoção para a região”, reconheceu o vencedor da etapa.

 

O britânico Geraint Thomas cortou a meta integrado no pelotão e sucedeu ao polaco Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep) na galeria de vencedores da Volta ao Algarve. O corredor natural do País de Gales concluiu a competição com 27 segundos de vantagem sobre Kwiatkowski e com 1m11s relativamente ao português Tiago Machado (Katusha), que completaram o pódio.

“Não esperava ganhar no Algarve, porque o líder designado era o Richie Porte. Arrisquei no segundo dia, conquistei a camisola amarela e a partir daí foi uma semana incrível para a equipa, que ganhou duas etapas, a geral, e duas camisolas. Estou satisfeito com a minha forma, tenho um grande mês pela frente, com o Paris-Nice e com as clássicas e anseio pelas próximas corridas. Não ganho com muita frequência, mas olhando para a lista de vencedores e para as equipas presentes, é uma sensação ótima ganhar uma etapa e defender a amarela até ao final”, regozijou-se Geraint Thomas.

O adversário mais direto de Thomas foi Michal Kwiatkowski, que reconheceu a superioridade do opositor: “”No Malhão tudo fizemos para conseguir vencer. Como equipa nunca desistimos e acabamos por gastar todas as munições para vencer a geral. Mas o Thomas protagonizou uma excelente performance e conseguiu vencer”.

Tiago Machado fechou o pódio e terminou a corrida com a sensação do dever cumprido: “No Algarve viram-me crescer como ciclista. Já desde júnior que corro na região e sempre aqui tentei dar o máximo. Um dia ainda ganharei a Algarvia para lhes poder dedicar todo o apoio que me têm dado. Na estrada, os adversários foram mais fortes do que eu. Vinha para vencer, trabalhei bem, mas não deu. Um dia será diferente”, prometeu o famalicense.

As classificações secundárias ficaram com a mesma configuração que lhes foi dada pela etapa do Malhão. Além da Camisola Amarela Liberty Seguros, Geraint Thomas leva para casa a Camisola Verde Turismo do Algarve, da classificação por pontos, o colombiano Sergio Henao (Sky) enriqueceu a bagagem com a Camisola Azul Fundação do Desporto, símbolo de melhor trepador, enquanto o italiano David Formolo (Cannondale-Garmin) foi o melhor jovem da Volta ao Algarve, conquistando a Camisola Branca Cyclin’Portugal. A Camisola Laranja AMAL, prémio para o melhor português, foi ganha por Tiago Machado. A russa Katusha, comandada pelo português José Azevedo, triunfou por equipas.

 

Etapa/Stage/Étape


1.º André Greipel (Lotto Soudal), 4h15m40s (Média: 43,392 km/h)
2.º Tom van Asbroeck (Lotto NL-Jumbo), mt
3.º Rudiger Selig (Katusha), mt
4.º Gianni Meersman (Etixx-QuickStep), mt
5.º Phil Bauhaus (Bora-Argon 18), mt
6.º Roy Jans (Wanty-Groupe Gobert), mt
7.º Jurgen Roelandts (Lotto Soudal), mt
8.º Alexander Porsev (Katusha), mt
9.º Ben Swift (Sky), mt
10.º Filipe Cardoso (Efapel), mt

 

Geral/Overall/Général


1.º Geraint Thomas (Sky), 19h46m13s
2.º Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep), a 27s
3.º Tiago Machado (Katusha), a 1m11s
4.º Richie Porte (Sky), a 1m14s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 1m18s
6.º Rein Taaramae (Astana), a 1m19s
7.º Sergei Chernetski (Katusha), a 1m32s
8.º Alberto Losada (Katusha), a 1m55s
9.º Rubén Fernández (Movistar), a 2m04s
10.º Ion Izaguirre (Movistar), a 2m21s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

 

 

 

 

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17
Fev15

2275: Volta ao Algarve 2015: Com pelotão de luxo até domingo nas estradas algarvias

Tempo no Algarve

A primeira etapa da competição leva o pelotão desde Lagos até Albufeira, numa viagem de 166,7 quilómetros, com início no Parque das Feiras de Lagos, às 10h50, e chegada à Câmara Municipal de Albufeira prevista para as 15h00, cerca de 30 minutos após a primeira passagem na meta. Uma contagem de montanha de terceira categoria, ao quilómetro 110,7 não deverá ser obstáculo para uma chegada ao sprint.

Entre os favoritos ao protagonismo na primeira etapa estão o campeão da Alemanha de fundo e corredor com mais vitórias em 2014, André Greipel (Lotto Soudal), que já confessou sentir fome de vitórias; o campeão russo, Alexander Porsev (Katusha); o belga Gianni Meersman (Etixx-QuickStep), vencedor em Albufeira em 2012; os compatriotas Tom van Asbroeck (Lotto NL-Jumbo) e Roy Jans (Wanty-Groupe Gobert); o britânico Ben Swift (Sky); e o alemão Phil Bauhaus (Bora-Argon 18).

Os candidatos ao triunfo final na Volta ao Algarve terão de mostrar-se na segunda etapa, 197,2 quilómetros, entre Lagoa e Monchique, cujo carrossel final, na serra de Monchique, irá fazer a primeira triagem de valores. Será a altura para aquilatar o estado de forma dos corredores que se revelaram os melhores das quatro últimas edições e que estão de regresso ao Algarve: o campeão mundial de fundo e vencedor da Volta ao Algarve em 2014, Michal Kwiatkowski (Etixx-QuickStep); o vencedor da Algarvia em 2011 e em 2013, Tony Martin (Etixx-QuickStep); e o vencedor da prova em 2012, Richie Porte (Sky).

Além destes, terão de comprovar o seu quinhão de favoritismo homens como Tiago Machado (Katusha), Luis León Sánchez (Astana), Robert Gesink (Lotto NL-Jumbo), Tony Gallopin (Lotto Soudal), Ion Izaguirre e Rubén Fernández (Movistar) e Geraint Thomas (Sky).

A terceira etapa é a chamada prova da verdade, um contra-relógio individual de 19 quilómetros, entre Vila do Bispo e o Cabo de S. Vicente. Além dos favoritos ao triunfo final, os contra-relogistas puros terão uma palavra a dizer. É o caso de Adriano Malori e Jonathan Castroviejo (Movistar), Ramunas Navardauskas e Sebastian Langeveld (Cannondale-Garmin) ou Rafael Reis (Tavira).

A etapa rainha é a quarta, a disputar no Sábado, ao longo de 218,3 quilómetros, com partida de Tavira e chegada ao alto do Malhão, Loulé. A meta coincide com uma contagem de montanha de segunda categoria; para lá dos principais candidatos à camisola amarela Liberty Seguros, devemos seguir com atenção as prestações dos trepadores Michele Scarponi (Astana), André Cardoso e Davide Formolo (Cannondale-Garmin), Igor Antón (Movistar), Ricardo Vilela (Caja Rural-Seguros RGA), Emanuel Buchmann (Bora-Argon 18) e Joaquim Silva (W52-Quinta da Lixa).

Para o último dia espera-se a consagração dos vencedores e nova chegada ao jeito dos velocistas, ao fim 194,9 quilómetros, entre Almodôvar e Vilamoura.

Equipas

WorldTour
Astana (CAZ), Cannondale-Garmin (EUA), Ettix-QuickStep (BEL), Katusha (RUS), Lotto NL-Jumbo (HOL), Lotto Soudal (BEL), Movistar (ESP) e Sky (GBR)

Continentais Profissionais
Bora-Argon 18 (GER), Caja Rural-Seguros RGA (ESP), RusVelo (RUS), Team Roompot (HOL) e Wanty-Groupe Gobert (BEL)

Continentais
Efapel (POR), LA Alumínios-Antarte (POR), Louletano-Ray Just Energy (POR), Rádio Popular-Boavista (POR), Tavira (POR), W52-Quinta da Lixa (POR), ActiveJet (POL), Murias Taldea (ESP) e Optum p/b Kelly Benefit Strategies (EUA).

 

Fonte: Multidesportos

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29
Jan14

2010: 40.ª Volta ao Algarve entre 19 e 23 de Fevereiro de 2014

Tempo no Algarve

A 40.ª edição da Volta ao Algarve em bicicleta vai regressar em 2014 ao tradicional formato de cinco etapas, apresentando um percurso “muito variado e mais competitivo do que em anos anteriores”, revelou hoje a organização.

Em comunicado, a organização da “Algarvia” defende que este ano o objetivo é dar a oportunidade de brilhar a todo o tipo de corredores.

Entre 19 e 23 de fevereiro, o pelotão vai percorrer um total de 690 quilómetros, distribuídos por quatro etapas em linha e um contrarrelógio individual de 13,6 quilómetros.

“O traçado é variado, contemplando tiradas para sprinters puros, mas também a emblemática chegada ao Alto do Malhão e um contrarrelógio individual na terceira etapa”, explica a nota.

A etapa inaugural, no dia 19 de fevereiro, vai ligar Faro a Albufeira, ao longo de 160 quilómetros, com a contagem de montanha de terceira categoria, instalada logo no quilómetro 34, a não ser obstáculo para que a decisão aconteça no final da jornada, sendo expetável que os sprinters meçam forças na meta localizada perto da Câmara Municipal de Albufeira.

A segunda tirada é a mais longa da competição, com 196 quilómetros, desde Lagoa até Monchique, apresentando algumas dificuldades na sua parte final.

O traçado, com características de ‘clássica’, contempla dois prémios de montanha de terceira categoria, o último dos quais a cerca de cinco quilómetros da meta.

O contrarrelógio da «Algarvia», habitualmente reservado para a última etapa, tem lugar no terceiro dia e vai ligar Vila do Bispo a Sagres, numa extensão de 13,6 quilómetros.

Num exercício individual mais curto do que o normal – que se apresenta mais técnico nos últimos dois quilómetros – espera-se que a corrida fique em aberto para o dia seguinte, ainda que o «crono» deva contribuir para uma triagem dos favoritos para a vitória final.

As decisões finais ficam guardadas para o quarto dia, quando os corredores percorrerem 164,5 quilómetros, entre Almodôvar e o Alto do Malhão, num dia decisivo para os trepadores.

Depois de um percurso ondulado, os últimos 45 quilómetros apresentam uma primeira passagem pela meta final ao quilómetro 121.

A 11,5 quilómetros do final, surge uma novidade que será uma autêntica “armadilha”: os corredores vão enfrentar uma subida de terceira categoria, que tem apenas um quilómetro de extensão, mas cuja inclinação média é de 13 por cento, o que pode originar ataques entre os candidatos.

A Volta ao Algarve termina no dia 23, com a ligação entre Tavira e Vilamoura, um percurso que é uma novidade, uma vez que o pelotão irá efetuar um percurso de cinco voltas na área de Vilamoura – cada volta com a extensão de 11,9 quilómetros –, numa etapa desenhada para sprinters puros.

 

Fonte: Região Sul

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19
Mai13

1828: Olhanense garante manutenção com “nulo” diante do Marítimo

Tempo no Algarve

O Olhanense "festejou" hoje a manutenção na I Liga portuguesa de futebol, depois de ter empatado sem golos com o Marítimo, em Olhão, na derradeira jornada da prova.

Com os ouvidos colados no rádio e no Benfica-Moreirense, os golos e o triunfo "encarnado" (3-1) acabaram por ser mais celebrados no Estádio José Arcanjo do que no Estádio da Luz, uma vez que o Olhanense, apesar de precisar do triunfo, controlou o "nulo" e esteve sempre à espera da vitória das "águias".

 

Com os algarvios necessitados de pontos e os madeirenses a espreitarem a possibilidade de ainda se qualificarem para a Europa, face às dificuldades do Vitória de Guimarães - anulada rapidamente pelo resultado do Sporting em Aveiro (4-1)-, a primeira parte foi de relativo equilíbrio.

 

O Olhanense teve a primeira grande ocasião do jogo, com Lucas, no "coração" da grande área, a atirar por cima, aos 17 minutos, lance que teve resposta do Marítimo à meia hora, com Rafael Bracalli a bloquear um "tiro" de Danilo Dias.

 

Até ao intervalo, o perigo raramente rondou as duas balizas, com ambos os conjuntos a acumularem uma "mão cheia" de remates para fora ou ao lado.

 

Com o panorama negativo vindo do Estádio da Luz ao intervalo, o golo do empate do Benfica, já na segunda metade, ainda mantinha a equipa algarvia em posição de descida.

 

O Olhanense passava o tempo com mais posse de bola mas parecia ir controlando o "nulo" à espera de nova ajuda "encarnada", vendo Artur rematar por cima e desperdiçar uma boa oportunidade para dar vantagem ao Marítimo, aos 77 minutos.

 

Bruno Saraiva arriscou e reforçou o ataque com os dianteiros brasileiros Djalmir e Leandro, mas a melhor notícia chegou de outro campo, com o 2-1 do Benfica ao Moreirense a ser celebrado como se de um golo algarvio se tratasse.

 

Até ao apito final, Leandro desperdiçou um bom lance para inaugurar o marcador (87) e Fidélis esteve muito próximo de estragar a "festa" do conjunto de Olhão (89), atirando a rasar o poste direito.

 

O terceiro golo do Benfica, já com o encontro de Olhão terminado, "confirmou" a festa algarvia.

 

Fonte: Lusa

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