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09
Nov18

3113: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 09 de Novembro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Mexilhão e Lapa.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de Amêijoa-branca e Lapa.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa, mexilhão e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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03
Nov18

3107: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 02 de Novembro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de Amêijoa-branca e Lapa.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa, mexilhão e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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19
Out18

3094: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 19 de Outubro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa, mexilhão e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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16
Out18

3093: Bivalves - Elevados valores de biotoxinas paralisantes

Tempo no Algarve

No quadro da atividade do IPMA de monitorização de biotoxinas em moluscos bivalves, foram  detetados valores de toxinas paralisantes (PSP) muito elevados, tendo ultrapassado 30 vezes o limite regulamentar. Encontra-se por isso interdita a captura destes moluscos nas zonas de produção L5A - Litoral Peniche-Cabo Raso, ETJ - Estuário do Rio Tejo, L5B - Litoral Cabo Raso-Lagoa de Albufeira, LAL - Lagoa de Albufeira, L6 Litoral Setúbal- Sines, EMR - Estuário do Rio Mira, L7A - Litoral Aljezur-S. Vicente e L7C - Litoral S. Vicente-Portimão.

 

A intoxição humana devido ao consumo de moluscos bivalves contaminados com toxinas paralisantes é caracterizada por diversos sintomas como: sensação de dormência nos lábios, cefaleias, vertigens e em quadro severos pode conduzir a paralisia respiratória fatal.

 

Alerta-se para que sejam integralmente respeitadas as interdições de captura (e consequente consumo). A informação pode ser acompanhada no site http://www.ipma.pt/pt/bivalves/index.jsp.

 

 

Fonte: IPMA

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12
Out18

3087: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 11 de Outubro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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05
Out18

3082: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 4 de Outubro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Mexilhão.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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28
Set18

3078: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 28 de Setembro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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15
Set18

3068: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 14 de Setembro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio .

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Lapa.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Amêijoa-boa e Ostra japonesa/gigante.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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23
Jul18

3032: ALERTA - Consuma bivalves em segurança

Tempo no Algarve

A ingestão de bivalves contaminados pode causar graves problemas de saúde!

 

Os moluscos bivalves são organismos que se alimentam por filtração, possuindo a capacidade de acumular nos seus tecidos vários contaminantes. Se forem consumidos, os bivalves contaminados podem provocar diversos tipos de intoxicação no Homem. Veja no quadro as principais consequências.

 

Sempre que os níveis destes contaminantes atingem ou ultrapassam os Limites Regulamentares o IPMA desencadeia a interdição da apanha e comercialização dos moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos na zona de produção específica.

 

As interdições de captura dos moluscos bivalves, equinodermes, tunicados e gastrópodes marinhos vivos aplicam-se ao público, mariscadores profissionais e amadores/lúdicos, independentemente do processo de captura.

 

NÃO CONSUMA BIVALVES APANHADOS NA PRAIA! Antes de apanhar moluscos bivalves consulte a página da internet do IPMA dedicada aos bivalves (http://www.ipma.pt/pt/bivalves/index.jsp) e certifique-se que o pode fazer com segurança.

 

Pode consultar no link “Guia de Consumo de Moluscos Bivalves”, um guia simplificado sobre o que deve fazer para saber se pode ou não consumir determinada espécie de molusco bivalve.

 

Contaminantes

Sintomas e consequências

Caso extremo

Biotoxinas Lipofílicas

Diarreia, náuseas, vómitos, dores abdominais

Exposição crónica promove a formação de tumores no trato digestivo

Biotoxinas PSP

Dormência, paralisia muscular

Morte por paralisia respiratória

Biotoxinas ASP

Diarreia, náuseas, vómitos, dores abdominais

Alucinações, perda de memória

Bactéria Escherichia coli

Diarreia forte, intensa dor de estômago, vómitos, febre baixa

 

Cádmio, Chumbo, Mercúrio

 

Exposição crónica promove problemas cardiovasculares, respiratórios, disfunções renais, anemia, disrupção irreversível do sistema nervoso

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para qualquer questão pode contactar o IPMA via e-mail (bivalves@ipma.pt) ou pelo telefone 21 302 7000.

 

 

Fonte: IPMA

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21
Jul18

3028: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 20 de Julho de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio .

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies..

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Amêijoa-branca e Conquilha.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

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Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Amêijoa-boa, Longueirão e Ostra japonesa/gigante.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão e Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão, Berbigão e Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Ostra japonesa/gigante.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Amêijoa-boa e Ostra japonesa/gigante.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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