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Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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20
Set19

3282: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

No último comunicado divulgado hoje, dia 20 de Setembro de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de todas as espécies.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Conquilha.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Mexilhão.

Na Ria Formosa, Faro - Cais novo e Geada (FAR1), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de Mexilhão.

 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão e Mexilhão.
 
Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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13
Set19

3276: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

No último comunicado divulgado hoje, dia 13 de Setembro de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha da Ostra Gigante Japonesa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de todas as espécies.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Amêijoa-boa e Mexilhão.

Na Ria Formosa, Faro - Cais novo e Geada (FAR1), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de Mexilhão.

 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão e Mexilhão.
 
Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Ostra japonesa/gigante.

 

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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06
Set19

3272: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

No último comunicado divulgado hoje, dia 6 de Setembro de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha da Ostra Gigante Japonesa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de todas as espécies.

Na Ria Formosa, Faro - Cais novo e Geada (FAR1), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de Mexilhão.

 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão, Mexilhão e Ostra japonesa/gigante.
 
Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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30
Ago19

3268: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

No último comunicado divulgado hoje, dia 30 de Agosto de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha da Ostra Gigante Japonesa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de todas as espécies.

Na Ria Formosa, Faro - Cais novo e Geada (FAR1), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de Longueirão e Mexilhão.

 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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23
Ago19

3264: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

No último comunicado divulgado hoje, dia 23 de Agosto de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha da Ostra Gigante Japonesa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

Na Ria Formosa, Faro - Cais novo e Geada (FAR1), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Eia Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de todos os bivalves.

 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.
 
Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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16
Ago19

3260: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 16 de Agosto de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha da Ostra Gigante Japonesa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Amêijoa Branca.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.

 

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Gigante Japonesa.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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21
Jun19

3235: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 21 de Junho de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha.

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

Na Ria Formosa, Faro, Cais Novo - Geada (FAR1), está interdita a apanha de todas as espécies, devido à Maré Vermelha.

 
Na Ria Formosa, Faro, Regato de Azeites - Barrinha (FAR2), está interdita a apanha de todas as espécies, devido à Maré Vermelha.
 
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Ostra japonesa / gigante e Amêijoa-boa.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Amêijoa-boa e Ostra Japonesa/gigante.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Berbigão e Mexilhão.

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Longueirão e Mexilhão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

Booking.com
24
Mai19

3215: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 24 de Maio de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto o Mexilhão.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Amêijoa-branca.


No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 Na Ria do Alvôr, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Ostra portuguesa.

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Mexilhão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Ostra japonesa / gigante.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Berbigão e Mexilhão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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06
Abr19

3199: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 05 de Abril de 2019.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.


No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de todas as espécies.

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Amêijoa-branca e pé-de-burrinho.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Amêijoa-branca.


No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Ostra Japonesa Gigante.

 

Na Ria Formosa, Cacela (VT), está interdita a apanha de Ostra Japonesa Gigante.

 

No Rio Guadiana (GUA), está onterdita a apanha de Ostra Japonesa Gigante.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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08
Dez18

3132: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 07 de Dezembro de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral Offshore (L7b), está interdita a apanha de Ostra Japonesa/ Gigante

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Lagos (L7c1), está interdita a apanha de Lapa.

 

No Litoral entre Lagos e Albufeira (L7c2), está interdita a apanha de Amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todas as espécies.

 
Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão e Mexilhão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão, Berbigão e Mexilhão.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH4), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de Amêijoa-cão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica e a toxina PSP que podem causar paralisia, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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