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29
Jun18

3017: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 29 de Junho de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio .

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies..

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todas as espécies.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto amêijoa-boa.
 
Na Ria Formosa, Olhão (OLH2), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão, Berbigão e Mexilhão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Berbigão.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ), está interdita a apanha de todas as espécies.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de todas as espécies.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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09
Jun18

3010: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 08 de Junho de 2018.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio, Mexilhão e Ouriço-do-mar .

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita todas as espécies, excepto Mexilhão.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Conquilha e amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha e amêijoa-branca.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

No Rio Arade, Montante da ponte nova (POR1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH5), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR1), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Faro (FAR2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e Longueirão.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV), está interdita a apanha de Amêijão-cão e Berbigão.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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24
Nov17

2854: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 23 de Novembro de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e de todas as espécies por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha da lapa, por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Berbigão.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-boa, por proibição por contaminação microbiológica.

 
A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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10
Nov17

2844: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 10 de Novembro de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e de todas as espécies por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Conquilha, Amêijoa-Branca e Pé-de-burrinho.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de Mexilhão e Berbigão.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto longueirão e amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH3), está interdita a apanha de Amêijoa-boa, por proibição por contaminação microbiológica.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa, por proibição por contaminação microbiológica.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e berbigão, por amostra indisponível.

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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28
Out17

2831: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado ontem, dia 27 de Outubro de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e de todas as espécies por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Conquilha, Amêijoa-Branca e Pé-de-burrinho.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto conquilha e amêijoa-branca.

 

Na Ria de Alvor, Vale da Lama (LAG), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto longueirão e amêijoa-boa.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto longueirão e amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.

 

Na Ria Formosa, Fuzeta (FUZ1), está interdita a apanha de Amêijoa-boa, por proibição por contaminação microbiológica.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV2), está interdita a apanha de Amêijoa-cão e berbigão.

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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08
Set17

2800: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 08 de Setembro de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e de todas as espécies por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de Conquilha.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto pé-de-burrinho e amêijoa-branca.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto pé-de-burrinho e amêijoa-branca.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto longueirão e amêijoa-boa.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.

 

Na Ria Formosa, Tavira (TAV2), está interdita a apanha de todos os bivalves

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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25
Ago17

2792: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 25 de Agosto de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e chumbo e de todas as espécies por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de Conquilha.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha e reclassificada temporariamente B por contaminação microbiológica.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de todos os bivalves.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPM

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18
Ago17

2786: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 18 de Agosto de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e chumbo e de todas as espécies por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de Conquilha.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de Mexilhão e Ostra Japonesa/gigante por amostra indisponível.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha e reclassificada temporariamente B por contaminação microbiológica.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão, por amostra indisponível.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão, por amostra indisponível.

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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14
Jul17

2761: Situação da apanha de bivalves no Algarve

Tempo no Algarve

Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 14 de Julho de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e chumbo.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies, excepto Mexilhão.

 

No Litoral entre Faro e Olhão (L8), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto a amêijoa- branca e pé-de-burrinho.

 

No Litoral entre Tavira e Vila Real de Santo António (L9), está interdita a apanha de Conquilha e reclassificada temporariamente B por contaminação microbiológica.

 

Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de Mexilhão.

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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30
Jun17

2752: Situação da apanha de bivalves no Algarve

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Segundo o último comunicado divulgado hoje, dia 30 de Junho de 2017.

 

Segundo precisa o IPMA, a interdição temporária está relacionada "com a presença de fitoplâncton produtor de toxinas marinhas ou de níveis de toxinas acima dos valores regulamentares" ou estão reclassificadas temporariamente.

 

No Litoral entre Aljezur e Cabo de São Vicente (L7a), está interdita a apanha da Lapa que está contaminada por cádmio e chumbo.

 

No Litoral entre Cabo de São Vicente e Portimão (L7c), está interdita a apanha de todas as espécies, ecepto Mexilhão.

 

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Na Ria do Alvôr, Povoação (POR2), está interdita a apanha de Berbigão.

 

Na Ria Formosa, Olhão (OLH1), está interdita a apanha de todos os bivalves, excepto a amêijoa-boa e ostra japonesa/gigante.

 

A interdição, decretada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), deve-se à presença da toxina DSP que podem causar intoxicação diarreica, refere aquele instituto em nota divulgada na sua página de Internet.

 

Fonte: IPMA

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