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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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29
Jun22

3843: Regantes de Silves, Lagoa e Portimão ativam plano de contingência e reduzem fornecimento de água

Tempo no Algarve

A Associação de Regantes do Perímetro de Rega de Silves, Lagoa e Portimão ativou o plano de contingência para a campanha agrícola deste ano, reduzindo em 50% o fornecimento de água para as culturas não permanentes e não agrícolas.

 

Em declarações à agência Lusa, o presidente da associação, João Garcia, explicou que "para enfrentar a seca, com efeitos significativos" nas culturas abrangidas por aquele perímetro de rega do Barlavento do Algarve, "foram definidas reduções para alguns tipos de culturas e dotações máximas para outras".

 

Segundo João Garcia, foi ativado o primeiro de quatro níveis do plano de contingência, o qual "define prioridades, nomeadamente para as culturas permanentes, como é o caso dos citrinos, o setor mais representativo na área".

 

"Vamos garantir o fornecimento de água para as culturas permanentes, embora com dotações máximas de 5 mil metros cúbicos [m3] por hectare e o corte do abastecimento aos domingos", adiantou.

 

O responsável da associação que fornece água a 1 800 explorações agrícolas, numa área de 2.500 hectares, indicou ainda que, caso as dotações máximas sejam ultrapassadas, os agricultores "ficam sujeitos a penalizações que são refletidas no preço por m3 de água".

 

"Foram definidos dois escalões para o limite de consumos, o primeiro que vai dos 5 mil aos 7 mil m3 por hectare, com uma penalização de mais três cêntimos por m3 e de cinco cêntimos a partir dos 7 000 m3", notou.

 

João Garcia salientou que as medidas "visam evitar os excessos de consumos, numa altura em que todos precisam de fazer esforços para manter os níveis na albufeira do Arade".

 

"A nossa situação não é tão grave como outras, mas temos de começar já a poupar, porque se não houver um inverno chuvoso, possivelmente para o ano teremos uma situação muito grave no nosso perímetro", vaticinou.

 

De acordo com João Garcia, a região de Silves, Lagoa e Portimão, abrangida pela associação, "encontra-se numa situação de seca moderada, existindo água para a campanha agrícola deste ano".

 

"A água existente faz com que não existam perdas de produção, porque vamos conseguir garantir as dotações para as culturas se desenvolverem", assegurou.

 

João Garcia disse ainda que a juntar ao problema da seca, os agricultores enfrentam outros desafios "bem maiores, como o custo da energia e dos produtos para fertilização e adubagem dos solos".

 

"Os produtos tiveram aumentos substanciais, alguns com aumentos superiores a 100%, o que está a fazer com que muitos produtores agrícolas equacionem a continuidade no setor", frisou.

 

Contudo, continuou, o preço da energia é atualmente "um dos grandes problemas dos agricultores, cujo preço está equiparado a uma empresa lucrativa".

 

"É inadmissível que os agricultores paguem o mesmo preço do que uma fábrica de construção de automóveis de luxo", lamentou, acrescentando que os custos de produção "não se estão a refletir no preço final pago aos agricultores, antes pelo contrário, tendo vindo a diminuir".

 

Segundo o presidente da Associação de Regantes de Silves, Lagoa e Portimão, os preços dos citrinos "caíram cerca de 50%, passando dos 50 para os 25 cêntimos por quilograma pago ao produtor".

 

Na segunda-feira, o Governo reconheceu oficialmente a existência de uma situação de seca severa e extrema agrometeorológica em todo o continente, "o que consubstancia um fenómeno climático adverso, com repercussões negativas na atividade agrícola".

 

Em despacho publicado em Diário da República são citados os dados de monitorização agrometeorológica e hidrológica para se dizer que a situação de seca no continente, após ligeira melhoria nos meses de março e abril, "voltou a apresentar um agravamento significativo nos meses de maio e junho de 2022 com consequentes impactos negativos na atividade agrícola".

 

Portugal continental estava em maio com cerca de 97,1% do território na classe de seca severa e 1,4% na classe de seca extrema.

 

"Esta situação sofreu um agravamento na 1.ª quinzena de junho com a totalidade do território continental em situação de seca severa ou extrema", lê-se no documento.

 

Fonte: CM

13
Abr22

3814: Semana da Ria Formosa 2022

Tempo no Algarve

Projeto dedicado à sensibilização ambiental nas Escolas dos cinco concelhos abrangidos pelo Parque Natural da Ria Formosa-PNRF, visando promover a partilha pedagógica de experiências e em simultâneo o desenvolvimento de atividades sobre os valores naturais deste território.

O projeto “A Semana da Ria Formosa” pretende fomentar parcerias entre Entidades Públicas, Privadas e Instituições Sociais numa perspetiva interventiva no meio, com o objetivo de difundir informações, fomentar o conhecimento e práticas que possam incrementar a consciencialização e o reconhecimento da importância da Ria Formosa, contribuindo para a construção de uma consciência ecológica conducente à preservação do património natural e cultural.

Consultar programa aqui.

 

Fonte: Visit Algarve

25
Mar22

3804: Baleia-anã estrangulada em Albufeira

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Uma baleia-anã deu à costa, já sem vida, na Praia dos Alemães, em Albufeira, revelou esta quinta-feira a RAALG - Rede de Arrojamentos do Algarve para Cetáceos e Tartarugas Marinhas. Trata-se do primeiro animal do género a ser encontrado este ano nas praias algarvias.

 

A baleia-anã, juvenil com cerca de 3,5 metros, apresentava “um cabo a estrangular a maxila inferior”, revelou a RAALG, adiantando que no estômago tinha “sacos de plástico, o que poderia vir a constituir um problema”. A captura acidental e o lixo marinho são “dos fatores mais relevantes no que toca às causas de morte dos cetáceos a nível mundial”, frisou ainda a entidade.

 

Fonte: CM

17
Mar22

3795: Poeiras em suspensão em Portugal Continental (actualização 17 de Março)

Tempo no Algarve

17 de março de 2022 (Atualização) - Episódio de Poeiras em Supensão - Impacto nas previsões meteorológicas

O episódio de poeiras que está a afetar Portugal Continental desde o passado dia 15 de março teve origem em tempestades de areia no Norte de África. Estas tempestades resultaram do vento forte à superfície associado à depressão Célia, a qual influenciou o estado do tempo na Madeira nos dias 14 e 15 de março e se encontra neste momento sobre o Mediterrâneo em fase de dissipação. 



Para saber mais sobre os impactos na qualidade do ar e na saúde, provocados pela elevada concentração de poeiras nos níveis baixos da atmosfera, pode ser consultada a informação disponibilizada nos sites da Agência Portuguesa do Ambiente (link 1) e da Direção Geral da Saúde (link 2).


Além dos impactos deste episódio de poeiras ao nível social, uma análise preliminar permitiu também identificar um impacto no desempenho dos modelos numéricos de previsão do tempo. Em particular, sobre Portugal Continental, foi possível identificar que a existência de uma elevada concentração de poeiras nos níveis médios e altos da atmosfera (correspondendo a uma maior disponibilidade de núcleos de condensação) deu origem à formação de uma densa camada de nuvens que de outro modo não se teria formado e que, por esse motivo, não foi bem prevista pelos modelos numéricos de previsão do tempo (ver Figuras 1 e 2).



Em consequência da referida camada de nuvens, a radiação solar que atingiu a superfície foi menor que a prevista pelos modelos numéricos e, em consequência, os valores da temperatura do ar, em particular da temperatura máxima, foram inferiores aos valores previstos, com as diferenças a atingirem cerca de 5 °C em alguns locais. Informação mais detalhada sobre estes impactos requererá uma análise mais exaustiva do presente episódio.



A análise preliminar deste episódio sobre Portugal Continental, sugere que a elevada concentração de poeiras do deserto junto à superfície está relacionada com o padrão da circulação atmosférica associada à depressão Célia, que permitiu transportar as poeiras em níveis baixos da atmosfera desde a região da Argélia até à Península Ibérica, contornando o sistema montanhoso do Atlas pelo seu bordo oriental. Tipicamente as poeiras resultantes das tempestades de areia na região da Argélia são transportadas para o Mediterrâneo vindo a afetar também os países Mediterrânicos do sul da Europa.



É frequente a Península Ibérica ser afetada por tempestades de areia que se formam na região de Marrocos a sul do Atlas. Nestes casos, o transporte das poeiras ocorre ou pelo bordo ocidental do Atlas, através de uma circulação sobre o oceano Atlântico, ou através de um fluxo para norte sobre o Atlas, em que as poeiras são projetadas para níveis mais elevados da atmosfera. Em qualquer destes casos as concentrações próximo da superfície tendem a ser inferiores ao caso atual.



A concentração de poeiras sobre a Península Ibérica deverá diminuir gradualmente, no entanto não é de excluir a probabilidade de poder continuar a afetar o estado do tempo até dia 19, podendo persistir a formação de uma camada de nuvens altas, a dissipar-se lentamente, condicionando a temperatura observada à superfície. O vento irá persistir do quadrante leste, sendo temporariamente forte nas terras altas.

 

 

15 de março de 2022 - Episódio de Poeiras em Suspensão

Está a ocorrer o transporte de poeiras sobre o território continental devido a um fluxo de sul induzido pela depressão Célia. As poeiras em suspensão, oriundas do norte de África, atingiram a Península Ibérica prevendo-se que persistam até ao fim do dia 17, quinta-feira.

 

Os efeitos mais visíveis são a alteração da cor do céu visto que as poeiras estão normalmente acima da superfície, embora dependendo da sua concentração possam atingir níveis mais baixos com implicações na qualidade do ar e possíveis impactos na saúde. Também é possível ocorrer a deposição das poeiras através da precipitação, esta situação é mais provável na região Sul nos dias 15 e 16 de março (Figura 3).

 

 

Figura 1 – (17/03/2022 às 09:30 UTC) Imagem combinada do satélite Meteosat de 2ª Geração. Tons de magenta identificam regiões de poeira em que não existem nuvens constituídas por água liquida ou por gelo. Tons de castanho identificadas nuvens espessas, que podem conter poeira.

 

Figura 2 – Comparação entre a imagem na banda de infravermelho 10.8 micra simulada com base nas previsões do modelo do ECMWF para as 12 UTC do dia 17/03/2022 (à esquerda) com a correspondente observação (à mesma hora) obtida com o satélite Meteosat de 2ª geração (à direita), resultante da influência das poeiras em suspensão.77

 

 

Figura 3 - (15/03/22 às 11:00 UTC) imagem de satélite, produto Dust RGB, com a localização dos máximos de concentração de poeira nas zonas identificadas pela cor rosa/magenta bastante acentuada, ou seja mais evidente nas regiões Norte e Centro do território continental, França e Argélia. As zonas a vermelho escuro representam nebulosidade média e alta também sobre Portugal.

 

Fonte: IPMA

15
Mar22

3793: Poeiras em suspensão em Portugal Continental

Tempo no Algarve

Está a ocorrer o transporte de poeiras sobre o território continental devido a um fluxo de sul induzido pela depressão Célia. As poeiras em suspensão, oriundas do norte de África, atingiram a Península Ibérica prevendo-se que persistam até ao fim do dia 17, quinta-feira.

 

Os efeitos mais visíveis são a alteração da cor do céu visto que as poeiras estão normalmente acima da superfície, embora dependendo da sua concentração possam atingir níveis mais baixos com implicações na qualidade do ar e possíveis impactos na saúde. Também é possível ocorrer a deposição das poeiras através da precipitação, esta situação é mais provável na região Sul nos dias 15 e 16 de março.



O que pode observar-se na figura?  imagem de satélite, produto Dust RGB, com a localização dos máximos de concentração de poeira nas zonas identificadas pela cor rosa/magenta bastante acentuada, ou seja mais evidente nas regiões Norte e Centro do território continental, França e Argélia. As zonas a vermelho escuro representam nebulosidade média e alta também sobre Portugal.

 

1033.jpg

Imagem de satélite (produto Dust RGB) - Localização dos máximos de concentração de poeiras

 

Fonte: IPMA

07
Dez21

3733: Foca cinzenta ferida no Algarve

Tempo no Algarve

Uma foca cinzenta foi avistada no porto de pesca de Albufeira, no Algarve, no domingo à tarde, deixando os pescadores surpreendidos. O animal, com cerca de metro e meio, exibia ferimentos no focinho e cortes no abdómen e foi observada por biólogos e veterinários do Zoomarine.

 

O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) impediu a recolha e socorro da foca, que regressou ao mar durante a madrugada. Será originária do Atlântico Norte e tinha sido avistada na Galiza, Aveiro, Peniche e agora em Albufeira. Está a milhares de quilómetros do habitat natural e o seu percurso está a ser acompanhado desde as Astúrias e da Galiza.

 

O ICNF está em contacto com centros de reabilitação. "As indicações que temos é para para não agirmos enquanto estiver em boas condições de saúde. Só quando estiver em mau estado é que podemos intervir. Temos uma equipa pronta para a resgatar e prestar a assistência necessária para depois poder ser transferida para o local de origem", explicou ao CM Antonieta Nunes, biólogo do Zoomarine.

 

Fonte: CM

18
Set21

3690: Dez municípios do Algarve desperdiçam água

Tempo no Algarve

Mais de 13 mil milhões de litros de água perdem-se todos os anos nos sistemas de abastecimento de água do Algarve, sobretudo devido a ruturas. Para minorar o problema, as autarquias, através de fundos comunitários, vão investir 35 milhões de euros na reabilitação de redes, ao longo dos próximos quatro anos.

 

De acordo com dados do Plano Regional de Eficiência Hídrica do Algarve, existem dez municípios algarvios que não cumprem a meta definida para as perdas reais de água nos sistemas de abastecimento público, que deve ser inferior a 20%.

 

Os concelhos que apresentam percentagens mais elevadas de perdas reais são "Silves e São Brás de Alportel, com valores superiores acima dos 40%", segundo consta do documento.

 

Pelo contrário, Albufeira, Faro, Loulé, Portimão e Tavira são os municípios com menor desperdício de água.

 

O problema resulta sobretudo da existência de "infraestruturas de distribuição de água com elevado tempo de vida e com indícios de degradação, originando ruturas".

 

Segundo a Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL, o investimento que vai ser feito até 2026 tem como objetivo "reduzir as perdas de água no setor urbano em, pelo menos, 125 quilómetros". Serão ainda implementados sistemas de monitorização das redes.

 

Fonte: CM

24
Jul21

3658: 33 animais feridos com lixo no mar em Olhão

Tempo no Algarve

Este ano já foram tratados no RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, em Olhão, 33 animais que ficaram presos em redes, fios ou anzóis. Na sua maioria trata-se de aves marinhas (16), como cegonhas ou gansos patolas. Há ainda uma gaivota-de-audouin, com estatuto de ‘vulnerável’, e uma águia-pesqueira, uma espécie ‘criticamente em perigo’.



Segundo explicou ao CM Vera Marques, do RIAS, "as principais lesões nos animais resultam de material de pesca desportiva, redes de proteção de piscicultura e também redes ilegais". No caso da gaivota-de-audouin, "tinha um fio preso na asa e na pata direita". Para o RIAS, "a poluição dos oceanos é um problema constante" e dá origem a estas situações. Numa década, o RIAS acolheu já mais de 300 animais com redes, fios ou anzóis emaranhados no corpo, que lhes causaram lesões.

 

Fonte: CM

06
Jul21

3651: 550 flamingos nasceram pela primeira vez no Algarve

Tempo no Algarve

Uma colónia de flamingos nidificou pela primeira com sucesso no Algarve, com 550 animais a nascerem de 880 ninhos construídos, anunciou hoje o Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

 

O nascimento destes juvenis numa colónia de cerca de 3000 flamingos (Phoenicopterus roseus) numa das salinas da Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António comprova a nidificação com sucesso desta espécie em Portugal.

 

Segundo a nota do ICNF, esta nidificação e o seu resultado positivo "poderão ser confirmados no próximo ano e tornar-se uma situação recorrente, o que representaria uma importante adaptação da espécie a diferentes condições das que sempre tem tido nos locais habituais, possibilitando desse modo a diversificação dos locais de nidificação e a manutenção da população da espécie na área geográfica do Mediterrâneo".

 

O ICNF adiantou ainda que na Reserva Natural do Estuário do Sado e na Reserva Natural do Estuário do Tejo ocorreu, em simultâneo, a construção de "cerca de meia centena de ninhos em cada uma delas". Contudo, quer devido a "alteração das condições físicas ocorrida nos locais, quer por se tratar de um número muito reduzido de casais, a nidificação não foi concluída" tendo ocorrido nestes dois últimos casos "abandono dos locais".

 

A construção de ninhos por flamingos em Portugal já era conhecida desde finais dos anos 90, nas principais áreas protegidas em zonas húmidas, nomeadamente na Reserva Natural do Estuário do Tejo, Reserva Natural do Estuário do Sado e na Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, no entanto, a sua construção não significa só por si a confirmação de nidificação, uma vez que "nunca foram observados juvenis nascidos naqueles locais", adiantou.

 

Segundo o ICNF para este resultado contribui a colaboração da empresa Compasal, proprietária dos terrenos que manteve "todas as condições ambientais e de segurança" que possibilitaram o sucesso da nidificação assim como as pessoas e entidades que desde a primeira hora "tiveram conhecimento do processo em curso e mantiveram a necessária discrição, não publicitando os processos de nidificação e a sua localização, evitando deste modo a possível perturbação causada pela curiosidade da novidade".

 

Apesar de ser uma ave comum no inverno nas zonas húmidas litorais desde o estuário do Tejo até ao Algarve, só tinham sido registadas tentativas de nidificação em 2010, e, antes disso, na década de 1980, ambas na região algarvia, mas sem sucesso.

 

Segundo o ICNF, nos últimos anos a população de flamingos tem vindo a aumentar no país, mesmo em zonas húmidas onde antes era pouco observada, no entanto, a espécie continuava sem nidificar em Portugal, por razões científicas desconhecidas.

 

A diminuição da atividade humana devida às restrições impostas pela pandemia de covid-19, aliada ao aumento das áreas de alimentação e repouso da espécie em Portugal - constatada por vigilantes da natureza e técnicos do Centro de Estudos de Migrações e Proteção de Aves do ICNF --, podem ter contribuído para facilitar a sua reprodução.

 

Fonte: CM

05
Jun21

3644: Silves repõe areal na praia de Armação de Pêra e na Praia Grande

Tempo no Algarve

Os trabalhos de regularização do areal nas praias de Armação de Pêra e Praia Grande (Pêra), envolvendo homens e máquinas pesadas, encontram-se concluídos. A ação incidiu, sobretudo, na reposição do areal nas áreas concessionadas, contemplando, igualmente, melhorias nos acessos rodoviários e pedonais às praias, tanto na Praia Grande, como na zona do Barranco do Vale do Olival.

 

De salientar que esta regularização também incidiu na zona dos pescadores, colaborando com a Associação de Pescadores de Armação de Pêra, facilitando o acesso ao mar, permitindo as entradas e saídas dos barcos de perca e de recreio com mais segurança.

 

Durante o período da época balnear, o Município de Silves também promove regularmente a limpeza manual e mecânica do areal das praias, através de empresas contratadas para o efeito. A limpeza diária estende-se ao areal, falésias, zona dunar, parques de estacionamento, acessos pedonais e recolha de resíduos.

 

Estas intervenções da autarquia inserem-se na estratégia municipal de promoção dos importantes valores turísticos e económicos de Armação de Pêra, em coerência com o projeto “Lixo 0 Ambiente 100” implementado em todo o território, que assumem um papel extremamente relevante durante a época balnear, trazendo ao concelho dezenas de milhares de visitantes e turistas.

 

Fonte: CM Silves

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