Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

Calendário

Outubro 2021

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31

anúncio

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Facebook

Relógio

Misterwhat

Comentários recentes

Ofertas de Emprego - Faro

Google

Pesquisa

Custom Search

11
Fev20

3368: Nova espécie de crustáceo semelhante a camarão encontrada na Ria Formosa

Tempo no Algarve

Uma nova espécie de crustáceo foi descoberta na Ria Formosa, no Algarve, por investigadores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e da Universidade de Aveiro, mas podem existir muitas mais por caracterizar, disse à Lusa um investigador.

 

“É uma espécie nova que apresenta características que não se encontram noutras já categorizadas taxonomicamente, por isso, fizemos o estudo minucioso que pudemos publicar” disse Miguel Gaspar, investigador no polo de Olhão do IPMA.

 

A descoberta aconteceu na observação de amostras obtidas nos trabalhos de monitorização na Ria Formosa e levou três anos até que o 'Apseudopsis formosus' – nome atribuído em homenagem ao local onde foi encontrado – pudesse ser confirmado como uma nova espécie.

 

O crustáceo, com quase cinco centímetros, assemelha-se a um pequeno camarão e vive no substrato da Ria Formosa, tendo a sua caracterização sido baseada no estudo de 223 indivíduos, entre juvenis, machos e fêmeas que mediam entre 2,5 e 4,9 centímetros.

 

O biólogo disse terem sido encontrados outros espécimes que ainda não estão descritos, o que os investigadores estão a tentar fazer, procurando dar essa “contribuição para a ciência”, mas afirmou tratar-se de "um processo muito moroso, de comparação e descrição” para alcançar uma representação gráfica pormenorizada, que permita uma melhor identificação futura.

 

“Temos um conjunto de vários organismos, uns que suspeitamos que são novas espécies, outras que temos dúvidas, por isso estamos a trabalhar com especialistas de vários grupos para confirmar se serão novas e fazer o esforço para as descrever, porque o nosso trabalho (dos investigadores do IPMA) não é a taxonomia, mas a gestão pesqueira e ambiental,” disse Miguel Gaspar.

 

Segundo os investigadores, a dispersão passiva pode explicar a atual distribuição da espécie, apesar de não haver um estudo aprofundado da taxonomia (nomenclatura das classificações científicas) da área da Ria Formosa.

 

Miguel Gaspar reconhece que estas espécies não são muito estudadas e que muitos destes seres podem já ter sido encontrados, mas a sua identificação “não foi até à espécie”, ficou-se pelo género – neste caso, “Apseudopsis” - uma classificação “mais abrangente”.

 

Segundo o biólogo, seria como considerar uma cavala ('Scomber colias') e uma sarda ('Scomber scombrus') como “iguais” classificando ambas apenas como 'Scomber sp.', ilustrou.

 

Esta nova espécie de crustáceo não tem potencial de exploração comercial, mas exerce “um importante papel na cadeia alimentar na Ria Formosa”, sistema lagunar que é um valioso berçário para muitas espécies marinhas, defende o biólogo.

 

Os exemplares dos diversos organismos foram obtidos através de amostragens efetuadas na Ria Formosa - no âmbito de estudos do impacto humano no ambiente, nomeadamente, relacionados com os efeitos da poluição, pesca, aquacultura e das dragagens.

 

Neste último caso, as amostras foram obtidas antes e depois dos trabalhos, permitindo avaliar a velocidade da recuperação das comunidades, servindo estas espécies como indicadores do estado do ecossistema.

 

O artigo científico a descrever a existência do crustáceo tanaidáceo, foi publicado em novembro do ano passado na revista da especialidade “Marine Biodiversity” assinado pelos investigadores André N. Carvalho, Fábio Pereira, David Piló, Miguel B. Gaspar e Patricia Esquete.

 

Fonte: Sapo 24

06
Fev20

3364: Barragem para travar seca no Algarve custa 100 milhões

Tempo no Algarve

A construção de uma nova barragem na zona do Sotavento Algarvio, como medida para combater a seca registada na região, tem um custo estimado em mais de 100 milhões de euros, apurou o CM



Os autarcas da região já anunciaram a intenção de promover uma reunião da assembleia-geral das Águas do Algarve para avançar com os procedimentos necessários para o estudo de impacto ambiental para a construção da barragem da Foupana, situada entre os concelhos de Alcoutim e Castro Marim.

 

António Pina, presidente da AMAL, revela ao CM que a capacidade de armazenamento prevista da Foupana é "semelhante à do conjunto das barragens de Odeleite e Beliche". Existe ainda a hipótese de "uma ligação ao Guadiana".



António Pina diz que, em alternativa à construção da barragem, poderá ser criado "um açude galgável". Mas neste caso a capacidade de retenção de água será muito inferior, embora os custos também sejam significativamente inferiores.



A AMAL também decidiu avançar com um estudo de viabilidade técnica, económica e financeira para a construção de uma central de dessalinização.



António Pina refere que, na próxima semana, um grupo de autarcas desloca-se a Espanha para visitar "duas centrais" e uma estação de tratamento de águas residuais que permite "reutilizar a água".

 

Fonte: CM

09
Jan20

3346: Biotoxinas podem estar a afetar aves aquáticas

Tempo no Algarve

Foram "largas centenas" de aves, na sua maioria gaivotas e patos, que deram entrada no RIAS - Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens, em Olhão, com problemas gastrointestinais, cuja origem tem estado a ser investigada por especialistas. Este centro algarvio registou, em 2019, um recorde absoluto de animais recolhidos e a taxa de sucesso nas reabilitações também aumentou.



"Será alguma coisa que andam a comer, mas não conseguimos ainda apurar a origem. Estamos a investigar. No entanto, a suspeita é que será de alguma biotoxina que tem afetado o marisco e que tem impedido a apanha de bivalves", disse ao CM Fábia Azevedo, coordenadora do RIAS. 

 

Estas aves com problemas gastrointestinais fazem parte dos 2983 animais que deram entrada neste centro de recuperação situado na Quinta do Marim, no Parque Natural da Ria Formosa, um número em muito superior à média a rondar os 1500 e os 2 mil animais que foram recolhidos anualmente durante um espaço de 10 anos.

 

"Não significa necessariamente que haja mais ameaças aos animais, mas que, na nossa opinião, há mais gente que conhece o nosso trabalho como resultado da sensibilização que temos feito ao longo dos anos", diz a especialista. E adianta que a taxa de reabilitação com sucesso passou de 47%, em 2018, para 54%, no ano passado.

 

O RIAS também promove ações de sensibilização, que abrangeram mais de 5 mil pessoas durante o ano passado, e ainda um evento que decorre todos os sábados em que mais de 4500 pessoas participaram na devolução de animais ao seu habitat natural.

 

Fonte: CM

08
Jan20

3345: 2,6 milhões de euros para proteger a costa algarvia

Tempo no Algarve

Mais de 2,6 milhões de euros vão ser investidos em intervenções em cinco praias algarvias, nos concelhos de Portimão e Lagos, com o objetivo de combater a erosão e proteger a costa. As obras são comparticipadas a 75% por fundos comunitários.

 

No concelho de Portimão, o projeto da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) contempla o enchimento das praias do Vau, Três Castelos, Amados e Careanos com areia proveniente da praia da Rocha. Esta intervenção, que tem como objetivo minimizar o risco associado às arribas, através do aumento dos areais, vai custar mais de 1,2 milhões de euros.

 

Entretanto, a Câmara de Lagos viu aprovada uma candidatura que tinha apresentado a fundos comunitários, através do
Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, para a reabilitação e recuperação do cordão dunar da Meia Praia. Está em causa uma frente de mar com cinco quilómetros de extensão, entre o sapal da ria de Alvor e a ribeira de Bensafrim. O valor total do investimento é de quase 1,4 milhões de euros.

 

O projeto inclui a construção de um passadiço de madeira sobrelevado e paralelo à linha de costa, que permitirá melhorar as condições de mobilidade pedonal e evitar que os banhistas passem por cima das dunas, preservando assim as mesmas.

 

Esta intervenção, que implicou a celebração de um contrato de cooperação técnica com a APA, prevê também a criação de estruturas para a retenção da areia ao longo da praia, bem como a remoção de chorões, uma espécie de planta suculenta que tem vindo a invadir aquela zona costeira.

 

Fonte: CM

06
Dez19

3328: EDP acusada de mandar abater sobreiros sem autorização

Tempo no Algarve

Mais de 100 sobreiros foram abatidos ou cortados na serra Caldeirão, no Algarve, sem autorização do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). A operação, ordenada pela EDP, está a ser desenvolvida de forma “indiscriminada e sem fiscalização”.

 

 

O presidente da Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, Gilberto Pereira, acusa a EDP de ter ordenado o abate de mais de 100 sobreiros de forma “indiscriminada e sem fiscalização“, à revelia do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), avança esta sexta-feira o jornal Público. Na última semana, a associação recebeu a queixa de 13 proprietários lesados.

 

De acordo com o matutino, o abate foi embargado na quinta-feira pelo ICNF, mas mais de uma centena de árvores centenárias já foram cortadas, restando apenas os troncos.

 

O corte das árvores foi feito pela empresa Ecorede e integrava-se no processo de limpeza de faixas de prevenção no âmbito da Rede Secundária de Gestão de Combustível, em torno das linhas de média tensão da EDP na zona do Barranco do Velho. O engenheiro florestal Pedro Jesus, da associação representante dos proprietários, diz que “foram derrubados mais de uma centena de sobreiros e há 13 proprietários lesados”.

 

Os cortes foram inicialmente identificados por um proprietário, que encontrou elementos da Ecorede a serrarem os sobreiros da sua propriedade sem autorização e telefonou para a linha SOS Ambiente. “Passei pela Quintã, estavam a serrar os sobreiros na minha propriedade sem que tivesse havido qualquer aviso ou pedido de autorização”, contou.

 

O responsável regional da EDP, Carlos Lopes, disse ao Público tratar-se apenas de “cortes de ramos” e não de abates, mas admitiu que houve “um corte um pouco mais agressivo” em algumas árvores.

 

Já o diretor regional do ICNF, Castelão Rodrigues, afirmou que a operação não foi autorizada e que nem sequer foi pedida uma licença para os trabalhos, decorrendo agora “um processo de contra-ordenação à EDP”. O valor da coima pode oscilar entre os 50 e os 150 mil euros.

 

Pedro Jesus referiu que esta questão foi discutida, esta semana, em Loulé, na reunião da Comissão Municipal da Defesa da Floresta Contra Incêndios. O engenheiro florestal sublinhou que nenhuma autoridade tinha “conhecimento do que se estava a passar”.

 

Fonte: Zap aeiou

05
Dez19

3326: Navigator recupera vegetação autóctone em Monchique

Tempo no Algarve

A The Navigator Company levou a cabo uma ação de recuperação da vegetação autóctone na sua propriedade de “Águas Alves”, em Monchique, tendo plantado para o efeito 50 novos Carvalhos-de- Monchique (Quercus canariensis), uma espécie muito rara e ameaçada que conta apenas com cerca de 300 árvores no território nacional.

 

Inserida no âmbito da estratégia de conservação da biodiversidade da empresa, esta ação contou com o apoio do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (CIBIO-InBIO), no diagnóstico da vegetação encontrada baseado em requisitos ecológicos e em estudos biogeográficos sobre os carvalhais do sudoeste de país. Contou também com a colaboração do Jardim Botânico do Porto – Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto (MHNC-UP), que que cedeu as bolotas originárias da zona de Monchique para a reprodução de 50 novas plantas.

 

Desde 2016 que a The Navigator Company tem vindo a realizar várias ações nesta propriedade florestal, contribuindo assim para a melhoria do estado de conservação dos habitats naturais e da vegetação autóctone. A nova plantação e sementeira de Carvalhos-de-Monchique vem contribuir para o fortalecimento e preservação da espécie, que tem no sudoeste do país, região que acolhe uma das suas quatro populações ibéricas, reunidas as condições ecológicas favoráveis ao seu crescimento e manutenção.

 

Com sementes obtidas a partir de uma das populações mais bem conservadas desta espécie, os 50 novos Carvalhos-de-Monchique permitirão aumentar o efectivo da espécie nesta zona do país, onde esta já se encontra presente, especificamente na propriedade “Águas Alves” da The Navigator Company.

 

A evolução do projecto de recuperação deste futuro carvalhal será acompanhada ao longo do tempo, continuando a ser recolhidas bolotas desta espécie para germinação nos viveiros da empresa. Os exemplares produzidos poderão, no futuro, ser utilizados na operacionalização de planos de reflorestação e preservação do património genético desta espécie rara de carvalho.

 

A The Navigator Company tem, em Portugal Continental, cerca de 110 000 hectares de floresta sob sua gestão, que se encontram certificados pelos sistemas internacionais FSC (FSC-C010852) e PEFC (PEFC/13-23-001). Desta forma, a empresa é capaz de contribuir diretamente para a proteção de um total de 235 espécies de fauna e cerca de 740 espécies de flora existentes nas suas florestas.

 

Fonte. Ambiente Magazine

20
Nov19

3317: Culatra e mais cinco ilhas europeias publicam agendas de transição para energias limpas

Tempo no Algarve

Seis ilhas europeias, entre as quais Culatra, no Algarve, publicaram ontem as suas agendas de transição para energias limpas, dando “um passo firme no sentido de descarbonizar seus sistemas de energia, com um forte foco no envolvimento dos cidadãos”.

 

Selecionados pela Iniciativa Energia Limpa para Ilhas da UE da Comissão Europeia em fevereiro de 2019, as Ilhas Aran (Irlanda), o arquipélago de Cres-Losinj (Croácia), Culatra (Portugal), La Palma (Espanha), Salina (Itália) e Sifnos (Grécia) desenvolveram nos últimos nove meses caminhos de descarbonização adaptados às suas necessidades e ativos individuais.

 

A Culatra, ilha do concelho de Faro, está a trabalhar para criar uma comunidade energética autossuficiente, responsável pela gestão da sua própria energia.

 

As seis agendas de transição para energia limpa são publicadas no contexto do quarto Fórum sobre Energia Limpa para as Ilhas da UE, que decorre em Split e Hvar, na Croácia, entre hoje e sexta-feira, dias 20 a 22, para discutir caminhos de transição, tecnologias e oportunidades para envolver ativamente os cidadãos.

 

“Graças à evolução da tecnologia, o potencial para reduzir os custos de energia nas ilhas e avançar para a autonomia energética nunca foi tão grande”, salienta o diretor-geral para a Energia, Ditte Juul-Jørgensen.

 

As agendas de transição das ilhas foram produzidas em coautoria pelas equipas de transição das ilhas – que no caso de Portugal incluiu a Universidade do Algarve, a Associação de Moradores da Ilha da Culatra e a Make it Better – e pelo Secretariado de Energia Limpa para as Ilhas da UE.

 

Munidas destas agendas, essas seis ilhas irão nos próximos meses aprimorar o desenvolvimento do projeto e fortalecer as suas estratégias de envolvimento da comunidade local.

 

Várias outras ilhas da UE estão atualmente em processo de desenvolvimento de agendas de transição para energia limpa que serão publicadas no próximo ano.

 

Fonte: Região Sul

 

Reportagem no programa da Linha da Frente da RTP1. https://www.rtp.pt/play/p5280/e432362/linha-da-frente

17
Nov19

3314: Derrocada de arriba no Carvoeiro corta trilho costeiro

Tempo no Algarve

Várias toneladas de pedra e terra desabaram na zona de Vale Currais, junto à praia do Paraíso, em Carvoeiro, e obrigaram ao corte de um trilho costeiro onde passavam diariamente centenas de turistas e moradores locais. Esta foi a segunda derrocada registada pelas autoridades no Algarve após o fim da época balnear.


A derrocada ocorreu na quarta-feira, durante o dia, e foi registada através de uma fotografia a que o CM teve acesso. A Polícia Marítima foi alertada e avançou para a sinalização e interdição da passagem no sentido de "garantir a segurança dos utentes do trilho". Os técnicos da Agência Portuguesa do Ambiente avaliaram as condições de segurança na arriba, que já tinha sofrido outra derrocada em dezembro de 2018.

 

A Proteção Civil de Lagoa colocou barreiras metálicas para reforçar a sinalização provisória. O comandante da Capitania do Porto de Portimão, Gonzalez Paços, apela às pessoas que frequentam as praias e zonas junto à costa para "respeitarem a sinalética existente e que se mantenham afastadas das vertentes das arribas, bem como da base das mesmas".
 
O trilho integra o Caminho dos Promontórios que, segundo Joaquim João, presidente da União de Freguesias de Lagoa e Carvoeiro, "está todo balizado para que os turistas andem em segurança". A câmara de Lagoa já "está a negociar" com os proprietários de um terreno privado junto à arriba para que o percurso do caminho pedestre seja feito por outro local.
 

Fonte: CM

30
Out19

3305: Ecovia de quatro quilómetros vai ligar Faro a Olhão

Tempo no Algarve

Uma ecovia com aproximadamente quatro quilómetros de extensão e três metros de largura vai ligar a zona do Bom João, em Faro, à entrada da cidade de Olhão. O objetivo é estimular o uso da bicicleta como meio de transporte diário, para além do uso habitual em lazer e turismo.

 

Na passada semana, a Câmara de Faro assinou um contrato com a sociedade Landscape Office, no valor de 33 mil euros, para a elaboração do projeto desta ecovia do litoral, numa área que integra o Parque Natural da Ria Formosa (PNRF). O prazo para a entrega final da maquete é de seis meses.

 

"A ecovia pretende articular percursos da natureza com troços de circulação restrita e condicionada, na sua maioria acessos que já existem", referiu ao CM fonte da autarquia farense.


O município definiu com a empresa contratada que, no projeto, deveria constar a proposta do atravessamento das linhas de água e a definição do percurso da ecovia, com pelo menos duas alternativas viáveis para a ligação entre as duas cidades algarvias, bem como a apresentação das diferentes fases do projeto dentro dos prazos estabelecidos.


Ao longo dos quatro quilómetros de trajeto, está previsto o aproveitamento de percursos já existentes e que respeitem as condicionantes do PNRF e da linha férrea.


Antes da aprovação final do projeto, cabe a entidades como a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, Águas do Algarve, Infraestruturas de Portugal, Parque Natural da Ria Formosa e Associação Portuguesa do Ambiente emitirem parecer favorável para que a obra possa avançar.
 
 

Fonte: CM

26
Jan19

3154: Polícia Marítima apreende arte de pesca em situação ilegal na Ria Formosa

Tempo no Algarve

O Comando-local da Polícia Marítima de Olhão efetuou, no dia 24 de janeiro, uma ação de fiscalização com o objetivo de reprimir atividades de pesca ilegais no interior da Ria Formosa.

 

​Nesta ação foi detetada e apreendida uma teia constituída por 51 armadilhas de gaiola, vulgarmente designadas por covos, cuja utilização no interior da Ria Formosa apenas está prevista para a captura de enguia.

 

Estes covos continham alguns exemplares de polvo e de cavalo-marinho no seu interior que, por ainda se encontrarem vivos, foram devolvidos ao seu habitat natural.

 

 A Ria Formosa pertence à Rede Natura 2000 e faz parte da lista de sítios contemplados pela Convenção de Ramsar, encontrando-se nela algumas espécies em vias de extinção como é o caso do cavalo-marinho.

 

 A captura de exemplares de espécies protegidas da fauna ou da flora selvagens constitui a prática de crime de dano contra a natureza, previsto e punível pelo artigo 278.º do Código Penal, com pena de prisão até cinco anos. Neste sentido, recomenda-se a toda a comunidade que se dedique a atividades nesta zona de Parque Natural, seja de uma forma comercial ou lúdica, que devolva ao habitat natural qualquer exemplar de cavalo-marinho acidentalmente capturado.

 

Relativamente ao uso de artes não permitidas, tal constitui contraordenação, punível com coima a graduar de €598,56 a €37.409,84, tendo sido instaurado o respetivo processo de contraordenação.

 

 O Comando-local da Polícia Marítima de Olhão, no âmbito das suas competências, continuará a desenvolver ações de fiscalização e investigação com o objetivo detetar e reprimir este tipo de atividades.

 

Fonte: AMN

Calendário

Outubro 2021

D S T Q Q S S
12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31

anúncio

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Facebook

Relógio

Misterwhat

Comentários recentes

Ofertas de Emprego - Faro

Google

Pesquisa

Custom Search