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19
Fev11

1243: Portagens na Via do Infante: luta pode endurecer se falhar diálogo com o Governo

Tempo no Algarve

Ainda não estão “concertadas” outras medidas de protesto entre as entidades que compõem a Plataforma de luta contra as portagens na Via do Infante, mas uma delas é o recurso aos tribunais, através de uma providência cautelar.


 


Com a presença dos deputados de todos os partidos eleitos pelo círculo de Faro, com a exceção do PS, o fórum "Portagens no Algarve - Impacto Económico e Social", uma iniciativa da Plataforma de Luta Contra as Portagens na Via Infante reuniu hoje cerca de 200 participantes, entre autarcas, empresários, deputados e cidadãos.


 


Enquanto o dirigente sindical António Goulart da União dos Sindicatos do Algarve (UASAL/CGTP) interrogava os presentes sobre a continuidade da luta de protesto às portagens, para dar resposta a uma das maiores crises sociais e económicas do Algarve e o deputado do PSD Mendes Bota apelava a protestos na rua, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Algarve e da câmara de Faro era mais cauteloso.


 


No balanço do encontro Macário Correia admitiu “o recurso a uma providência cautelar”, mas apenas se falhar o diálogo com o Governo, com quem a plataforma vai reunir na próxima quarta-feira, via secretário de Estado das Obras Públicas, após uma espera de 5 meses.


 


“Estão pensadas outras medidas, mas ainda não estão concertadas” entre todas as entidades que compõem a plataforma. “Somos pelo diálogo e pela negociação”, sintetizou.


 


Segundo o líder da AMAL, um dos organismos signatários do manifesto contra a introdução de portagens na A22, "estão a ser feitas diligências" e "já foram dadas instruções" à Euroscut para a colocação de pórticos naquela via.


 


"Queremos, nestas semanas que faltam em relação a essa intenção [instalação de pórticos], procurar demover o governo [da introdução de portagens], afirmou.


 


Macário Correia lembrou ainda que o Algarve é a região que mais contribui "per capita" para a receita fiscal do Estado.


 


O autarca foi também cauteloso, num 'piscar de olho' ao seu próprio partido, que defende a cobrança universal das portagens, realçando que não é intenção da plataforma “quebrar a solidariedade relativamente ao combate nacional”. Contudo, não deixou de referir que há problemas reais na economia do Algarve


 


“Não temos de pagar o que já está pago (a maioria da Via do Infante foi paga por fundos comunitários) e esta diferença tem de ser compreendida (pelo Governo), desabafou.


 


Vitor Neto, presidente da Associação Empresarial do Algarve (NERA) e anfitrião do fórum, já salientara: “Nunca pedimos privilégios, apenas alertamos para as consequências”.


 


Para Vitor Neto e relativamente ao impacto das portagens no setor de turismo, “o destino não tem força suficiente para “incomodar” o turista com compras de chips, saldos, devolução de valores e etc", isto quando se prevê que em termos de competitividade a vizinha Andaluzia tem uma vantagem próxima dos 20% relativamente a receitas fiscais.


 


Vitor Neto lançou ainda o desafio de a plataforma “realizar mais sessões em diversas cidades do Algarve, para esclarecer todos” sobre o significado desta medida na economia da região.


 


O mesmo trajeto na A22 com portagens custará mais do dobro do que na Andaluzia


 


Um trajeto de 300 quilómetros na Via Infante (A22), no Algarve, vai custar mais do dobro do que o mesmo percurso numa autoestrada da Andaluzia após a introdução de portagens, estimou hoje um investigador da Universidade do Algarve, adiantou o investigador Fernando Perna.


 


Segundo um cenário apresentado pelo docente da área do Turismo, um percurso de 300 quilómetros na A22 - incluindo combustível e portagens -, custará 51,18 euros, mais do dobro dos 23 euros de gasto estimado para o mesmo percurso na Andaluzia.


 


Fernando Perna alerta ainda que as portagens vão provocar um aumento da carga fiscal sobre o turismo, sobretudo nas visitas dos excursionistas da Andaluzia, que são aqueles que ficam na região apenas um dia sem dormida em alojamento.


 


De acordo com a estimativa daquele docente, para uma viagem de 300 quilómetros na A22 já com portagens a carga fiscal passará a representar 79,6 por cento do preço final contra os atuais 61,6 por cento.


 


Dados recentes apresentados pelo investigador indicam que mais de 80 por cento das entradas de espanhóis no Algarve se referem a excursionistas, num universo de cerca de um milhão de entradas de espanhóis na região por ano.


 


A criação de uma oferta integrada de transportes públicos no Algarve e de uma linha de autocarro guiado foram algumas das soluções apresentadas por outros especialistas para uma melhor organização da mobilidade na região.


 


De acordo com outro docente da Universidade do Algarve, Manuel Tão, a introdução de portagens é um sintoma que revela o "cansaço" do modelo de mobilidade praticado na região nos últimos 20 anos.


 


O especialista diz que a "Rua Nacional 125" não é uma alternativa à A22. E defende uma moratória à introdução de portagens na região, medida que, diz, vai "penalizar duplamente" - externa e internamente -, o Algarve.


 


O engenheiro João Reis Simões defende, por seu turno, que seja estudada a hipótese de introdução de um autocarro guiado, que circularia em via própria, e que apresenta mais vantagens do que o comboio.


 


De acordo com aquele responsável, os comboios no Algarve transportam apenas 5.000 passageiros por dia e um metro ligeiro, para ser rentável, teria que transportar 15.000 por hora e por cada sentido de rota.


 


Fonte: Observatório do Algarve

16
Jan11

1214: Algarve: Companhia das Pescarias tem na calha investimentos de 10 milhões de euros

Tempo no Algarve

António Farinha, administrador da Companhia de Pescarias do Algarve, vê com "muita expetativa e entusiasmo" a nova fábrica em Olhão, "o início do relançamento da companhia para alcançar o lugar de destaque que já teve nas pescas em Portugal".


 



"Este investimento é o primeiro de um conjunto de três que rondam os 10 milhões de euros", frisou o administrador, em declarações à Lusa, referindo-se à produção aquícola de mexilhão, ostras e vieiras no offshore da Armona, já iniciada, e a duas armações de atum, que a companhia tem já aprovadas para criar.


 


Farinha explicou que a fábrica de processamento e congelamento de pescado, "irá agora fazer testes e ensaios" e previu "arrancar com a laboração em fevereiro".


 


"Hás 17 postos de trabalho que vão já ser criados nesta primeira fase, mas com o global do investimento de 10 milhões de euros, temos previsto chegar aos 250 postos de trabalho diretos", disse ainda o administador.


 


A Companhia de Pescarias do Algarve inaugura na segunda-feira em Olhão uma fábrica numa cerimónia que contará com a presença do ministro com a pasta das Pescas, António Serrano.


 


A empresa, que cumpriu em dezembro 174 anos, lançou a primeira pedra desta fábrica em maio, num investimento que ascende, de acordo com o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas (MADRP), a 1,3 milhões de euros e "beneficia de um apoio do Programa Operacional da Pesca (PROMAR), de 709 mil euros".


 


O ministro António Serrano terá a acompanhá-lo na cerimónia o secretário de Estado das Pescas e Agricultura, Luís Medeiros Vieira.


 


"A nova fábrica processa uma gama diversificada de produtos provenientes da aquicultura offshore (da Ilha da Armona), das estruturas fixas de bivalves e da captura de corvinas e scombrideos. A nova unidade industrial está apta a preparar e congelar produtos da pesca e da aquicultura", segundo uma nota do MADRP.


 


De acordo com o ministério, "a fábrica criará 17 postos de trabalho, processando 1800 toneladas de bivalves e 2850 toneladas de peixe, a que corresponderá um volume de vendas de 11 milhões de euros anuais, dos quais 70 por cento se destinam à exportação para países da União Europeia e extra comunitários".


 


Fonte: Observatório do Algarve


10
Jan11

1211: Portagens vão afastar espanhóis do Algarve, avisam agentes turísticos

Tempo no Algarve

Quase 85 por cento dos agentes turísticos algarvios consideram que a introdução de portagens na Via do Infante terá repercussões negativas na atividade turística do destino, especialmente no que se refere ao mercado espanhol.


 


Os dados fazem parte da mais recente edição do Barómetro Turismo do Algarve, publicado na última semana de 2010, que reúne perspetivas de entidades como a Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), a Associação Empresarial do Algarve (Nera), as Câmaras Municipais ou o trade (hoteleiros, golfes e empresas de rent-a-car).

De forma expressiva, 44% dos inquiridos consideram mesmo que o pagamento da A22 terá um resultado «muito negativo» no turismo, enquanto 40 por cento consideram-no «negativo».

Das respostas obtidas entre 15 de Novembro e 3 de Dezembro (período coincidente com a realização de um marcha de protesto contra as portagens), só 16% consideram que a introdução de portagens não terá influência no comportamento do mercado espanhol.

Já no campo das soluções, quase 60% dos auscultados entendem que o aumento da promoção turística no estrangeiro será a melhor forma de contornar situações como a gerada pelos operadores TUI e Thomas Cook, que cancelaram as suas viagens de Inverno 2011 para o Algarve, deslocando turistas para outros destinos.

Entre outras hipóteses, 45,6% mostraram necessidade de fazer um reforço paralelo no mercado interno. Um valor muito próximo de respostas (44%) apontou a criação de uma central de reservas como outra das medidas para contrariar o cancelamento das operações por parte dos gigantes do turismo.

Apesar de menos expressiva, 19% por cento dos membros do barómetro não descartaram a hipótese de «reduzir os preços» para combater o decréscimo de visitantes.

No que diz respeito à avaliação do ano turístico de 2010, 40% dos inquiridos consideram que o Verão de 2010 no Algarve foi melhor do que o mesmo período no ano anterior. As opiniões ficam, contudo, divididas, se atendermos ao facto de que as respostas «pior» e «muito pior» representam um terço das convicções.

Quanto às perspetivas para 2011, predomina algum pessimismo: 47 por cento do painel antevê o próximo ano turístico como «pior» ou «muito pior». Ainda assim, um quarto das opiniões espera que 2011 seja um ano «igual». Só 12% acreditam num ano melhor para o Algarve.

Relativamente à evolução dos mercados emissores, o Alemão é aquele que, na opinião dos especialistas, e contrariando a tendência dos últimos anos, deverá subir em 2011.

Quanto aos mercados Português, Holandês e Espanhol, as previsões são de estagnação. São igualmente catalogados em sentido descendente os mercados Inglês (59,6%) e Irlandês (87,7%).

Quanto aos produtos estratégicos, apenas o turismo náutico foi considerado como aquele que teve em 2010 um melhor desempenho do que no ano anterior.

O golfe, o turismo residencial e o turismo de negócios tiveram, segundo a maioria dos inquiridos, um desempenho inferior a 2009.

O Barómetro Turismo do Algarve é realizado pela equipa de Investimento e Desenvolvimento do Turismo do Algarve e foi baseado nas opiniões de 102 entidades, relativamente a 57 respostas.


 


Fonte: Barlavento Online

16
Nov10

1162: Loulé e Faro preocupados com trânsito criado pelas portagens na Via do Infante

Tempo no Algarve

Ambos os concelhos têm obras a decorrer, estruturantes para o ordenamento do trânsito. Fuga ao pagamento de portagens na Via do infante pode afetar «fluxo diário de milhares de pessoas».


 


A introdução de portagens na Via do Infante poderá criar ainda mais confusão nas entradas de Faro e Loulé e na ligação entre os dois concelhos, os mais populosos da região.

Com as obras de conclusão da Variante Norte a Faro ainda a decorrer e a requalificação da EN 125-4, em Loulé, a meio, pode tornar-se bem penoso fazer este caminho, no próximo ano.

O aviso surge da parte dos presidentes das autarquias de Loulé e Faro, que se mostram preocupados com as consequências locais da medida, no que ao trânsito diz respeito.

«Há fluxos diários de milhares de pessoas entre Loulé e Faro, que poderão ser afetados por esta medida», ilustrou o presidente da Câmara de Loulé Seruca Emídio.

«Isto vai complicar as coisas. Para mais, quando o Governo já afirmou que terá de antecipar a introdução de cobrança de portagens nas outras SCUT, depois de o ter feito no Norte», defendeu, por seu lado, o presidente da Câmara de Faro Macário Correia.

A entrada Poente de Faro, junto ao Teatro Municipal, é já hoje bastante pressionada e por ali passam diariamente dezenas de milhar de carros, muitos deles vindos do concelho de Loulé.

Sem a variante concluída, quem quiser evitar pagar terá de atravessar a zona urbana, caso queira fazer deslocações de Barlavento para Sotavento e vice-versa.

«A obra da Variante Norte só estará concluída dentro de um ano, na melhor das hipóteses. E estar a introduzir mais trânsito, que foge à Via do Infante, para dentro de Faro, Olhão, Almancil e outros sítios do Algarve é uma complicação. O Governo está a complicar a vida aos algarvios», acredita Macário Correia.

Em Loulé, a situação não é melhor. A requalificação do troço que liga o Parque das Cidades a Loulé, que, antes da construção da Via do Infante, fazia parte da principal ligação entre esta cidade e a de Faro, está a ser realizada neste momento.

«Enquanto duram as obras na zona da Alfarrobeira, a Via do Infante está a servir de alternativa a muita gente. Agora imaginem se as pessoas tiverem de pagar? Vai obrigá-las a optar pela única via não paga existente», que se encontra temporariamente condicionada, disse Seruca Emídio.

Esta obra ainda vai na sua primeira fase, a renovação da estrada antiga, mas vai ser seguida de uma obra de maior dimensão, que visa criar uma alternativa.

«Esta primeira fase estará concluída em 2011. Mas a segunda fase ainda está em Avaliação de Impacte Ambiental», explicou. Esta segunda obra pode ainda durar anos.

«A justificação que sempre nos foi dada pelas Estradas de Portugal para não fechar a Circular a Sul [a segunda fase da obra em curso na EN 125-4, que será paga por Loulé] foi o facto de a Via do Infante funcionar como tal. Diziam que quem vinha de Poente ou Nascente a utilizava como uma circular a Sul», ilustrou o autarca louletano.

«Nós estamos disponíveis a ajudar o país e dar o nosso contributo para debelar a crise, mas não desta forma. Tenho sérias dúvidas que as características atuais da Via do Infante permitam que seja classificada como autoestrada. Não é mais do que uma via rápida», concluiu o autarca louletano.


 


Fonte: Barlavento Online

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