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Mai20

3425: Algarve com 833 operacionais, 206 meios terrestres e sete meios aéreos para combater incêndios

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O dispositivo de combate aos incêndios no Algarve contará este ano, no período de maior empenhamento, com 833 operacionais, 206 meios terrestres e sete meios aéreos, anunciou hoje a Proteção Civil.

 

O Plano de Operações Distrital – DECIR Algarve 2020 foi apresentado publicamente hoje, pelo comandante operacional distrital da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Vítor Vaz Pinto, em conferência de imprensa no Comando Regional de Emergência e Proteção Civil.

 

Em relação aos meios áereos, quatro helicópteros bombardeiros ligeiros (HEBL) operam a partir dos Centros de Meios Aéreos (CMA) de Monchique, de Loulé, de Tavira (Cachopo) e de Ourique (este último no distrito de Beja), um helicóptero bombardeiro pesado irá operar a partir da base de Loulé e dois aviões bombardeiros médios vão operar a partir da Base Aérea de Beja.

 

O plano de combate a incêndios na região conta ainda com uma rede de deteção precoce, assente em 12 postos de vigia “estrategicamente colocados”.

 

O dispositivo, “consensualmente assumido por todas as entidades que concorrem para a defesa da floresta contra incêndios, foi ajustado à evolução da perigosidade, com uma organização flexível e diferenciada, face à probabilidade e histórico de ocorrências, previsibilidade da intensidade de propagação e suas consequências, bem como o nível necessário de prontidão e mobilização das estruturas, forças e unidades de proteção e socorro”.

 

Através da elevação do estado de alerta especial, automaticamente serão antecipadas proporcionalmente 15 diferentes medidas operacionais, com destaque para o reforço da capacidade de monitorização da Sala de Operações e Gestão de Emergência (SALOGE) do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil (CREPC), que opera ao longo das 24 horas, todos os dias do ano, e para a ampliação da atividade das estruturas de coordenação institucional, nomeadamente os briefings do Centro de Coordenação Operacional Distrital (CCOD).

 

Está também previsto o pré-posicionamento de meios de ataque inicial, nas áreas de maior perigosidade a incêndios rurais; a antecipação do ataque ampliado, para reduzir os tempos de chegada de reforço, nas situações de maior complexidade, balanceando meios das três forças de empenhamento permanente (Bombeiros, Força Especial de Proteção Civil da ANEPC e Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR) para os sete locais estratégicos de pré-posicionamento espalhados pelo território regional; e a mobilização de maquinaria pesada, com base numa bateria de 11 máquinas de rastos.

 

A afetação dos meios de vigilância coordenados pela GNR, com capacidade para primeira intervenção, nomeadamente as equipas de sapadores florestais, equipas municipais de intervenção florestal e vigilantes da natureza, ao ataque inicial, com particular incidência nas áreas mais vulneráveis; e o desencadear do processo de informação pública e de aviso à população, com especial enfoque no programa «Aldeias Seguras Pessoas Seguras», já implementado em 42 aglomerados populacionais de elevada perigosidade, são outras das medidas.

 

Para 2020, está previsto um aumento do valor da comparticipação paga pela ANEPC aos bombeiros que voluntariamente integram o DECIR, em mais 4 euros por bombeiro por dia, ou seja 54 euros por dia, que corresponde a um aumento de 8% relativamente ao ano transato e que no Algarve corresponde a um investimento superior a 1,3 milhões de euros.

 

A Comunidade Intermunicipal do Algarve – AMAL voltou a promover o habitual protocolo de cooperação com a ANEPC, a Federação dos Bombeiros do Algarve, as autarquias e as Associações Humanitárias de Bombeiros, reforçando em 20 euros (mais 2 euros por bombeiro por dia que no ano de 2019), o que corresponde a um aumento de 6% relativamente ao ano transato e representa um investimento, distribuído equitativamente pelas 16 câmaras municipais, no valor total de 513.300 euros.

 

Assim, cada bombeiro que, no Algarve, integre o DECIR, voluntariamente, aufere de um prémio de participação no valor de 74 euros por 24 horas de serviço, isento de tributações, a que corresponde um aumento de 9% relativamente ao ano anterior.

 

 

Fonte: Região Sul

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