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Mar10

946: Investigadores da Ualg insistem: água está imprópria para consumo - Saúde pública investiga água do Montenegro e Gambelas

Tempo no Algarve

A Autoridade de Saúde de Faro vai efectuar uma investigação epidemiológica à rede de água do Montenegro e Gambelas, para "identificar o risco para os consumidores e determinar medidas correctoras”, disse o Delegado Regional de Saúde.


  



Francisco Mendonça assegurou ao Observatório do Algarve que A Administração Regional de Saúde (ARS), através da Autoridade de Saúde, “perante os resultados das amostras efectuadas pela Universidade do Algarve” hoje, segunda feira, vai tomar medidas, “em estreita colaboração com a entidade distribuidora em baixa (Fagar) e a Universidade do Algarve, de modo a identificar eventuais alterações da qualidade da água e a sua origem”.


 


O também Director Departamento Saúde Pública do Algarve explicou que “serão efectuadas análises em vários pontos da rede da zona de Montenegro/ Gambelas, para identificar o risco para os consumidores e determinar medidas correctoras e ou minimizadoras”.


 


Um dos pontos que Francisco Mendonça pretende esclarecer é “a condutividade da água”, ou seja, se existe alguma ruptura naquele troço da rede ou se está a ser injectada na rede água proveniente de furos, misturando-a com a água fornecida em alta, pela empresa Águas do Algarve, S.A., o que poderia justificar a contaminação detectada por investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Universidade do Algarve e que o Observatório do Algarve noticiou na sexta-feira. (ver aqui)


 


As análises dos investigadores da FCT acusam a existência de protozoários (amebas, copépodes, nemátodos) e fungos, entre outros micro-invertebrados, situação comunicada a 17 de Março à gestora da rede, a empresa municipal Fagar.


 


O responsável da Saúde Pública esclarece que “ ARS Algarve através das Autoridades de Saúde tem a decorrer um programa de vigilância da qualidade da água para consumo humano, que no caso do Concelho de Faro inclui, entre outros, pontos de amostragem no Aeroporto e na Praia de Faro. As colheitas efectuadas no dia 22 de Março estão todas conforme a lei”. Mas reconhece que os parâmetros da lei não incluem a análise de micro-fauna (ver fotos e vídeo).


 


Os primeiros resultados da investigação “deverão surgir ainda esta semana”.


 


Investigadores insistem: Água está imprópria para consumo


  


"Informamos o reitor e o presidente da autarquia e demos toda a abertura aos técnicos da Fagar, Engª Salomé Carvalho e Sr. Viegas, que viram o mesmo que nós vimos, quando se deslocaram ao campus", disseram ao Observatório do Algarve a investigadora Margarida Reis, da Faculdade de Ciências e Tecnologia, a doutouranda Sarita Encarnação e Paulo Pedro, responsável de Operações do Laboratório de Análises Químicas do Campus de Gambelas.


 


Nas amostras analisadas a semana passada “não havia cloro nenhum. Ou não foi inserido na rede ou foi consumido pela matéria orgânica ali existente”, avança Margarida Reis.


 


Recorde-se que a quantidade de cloro é um dos parâmetros recomendados pela lei que determina os valores da qualidade da água.


David Santos, administrador da Fagar, EM disponibilizou ao Observatório do Algarve as análises realizadas em 23 de Março e afirma que está já a “induzir no reservatório do Montenegro, hipoclorito de sódio (cloro) para que todas as dúvidas se dissipem”. O gestor da rede admitiu ao Observatório do Algarve na quinta-feira passada que o cloro, “nos extremos da rede se apresentava, pontualmente, abaixo dos níveis recomendados”.


 


O facto é que as análises apresentam um valor de Cloro livre<0,1 mg/L Cl2 quando o recomendado é de >0,2mg/l Cl2. (ver documento anexo)


 


Ainda assim, o administrador da Fagar insiste: “Das análises efectuadas na passada terça-feira, por um laboratório acreditado, os parâmetros ensaiados cumprem na íntegra os valores paramétricos definidos (Decreto lei nº 306/2007 de 27 de Agosto, que estabelece o regime da qualidade da água destinada ao consumo humano). Confirma-se assim, mais uma vez, que os parâmetros que somos obrigados a cumprir estão conforme a legislação em vigor”.


 


Por sua vez, o investigadores, bolseira e técnico, chamam a atenção para o facto de “as entidades responsáveis (Fagar) estarem agarradas à letra da lei e não ao seu espírito: Esquece-se que a lei define no seu ponto 2 que compete às entidades gestoras garantir que a água destinada ao consumo humano seja salubre, limpa e desejavelmente equilibrada, designadamente que não contenha nenhum microorganismo, parasita ou substância em quantidade e concentração que possa constituir um perigo para a saúde humana e valoriza-se apenas a determinação para cumprir as normas de qualidade e os valores fixadas nos anexos”, sublinham.


 


“Os micro-invertebrados podem mascarar bactérias e estamos preocupados porque embora se saiba que a água está imprópria para consumo, diz-se ao contrário” salienta Margarida Reis.


 


Para esta investigadora, “não se consegue, com os métodos definidos no decreto-lei analisar este tipo de microrganismos, nem nas análises de controlo, nem nas de inspecção. Eventualmente, alguns dos valores podem mostrar-se alterados, como o carbono orgânico total”, acrescenta.


“Só existe este tipo de contaminação se a operação de rede não for correcta, ou seja, se não for injectado cloro na rede. E se há rupturas, fugas, ou condutividade de outras fontes, estas devem ser identificadas”, apela a docente da FCT.


 


O Observatório do Algarve solicitou ao Reitor da Universidade do Algarve, João Guerreiro, um comentário sobre a situação, que não foi possível obter até à publicação deste trabalho.



 











Fonte: Observatorio do Algarve

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