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18
Fev24

4229: Sismo de 3.1 sentido no Algarve

Tempo no Algarve

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera informa que no dia 18-02-2024 pelas 18:16 (hora local) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, um sismo de magnitude 3.1 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 40 km a Sudoeste de Faro.



Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido com intensidade máxima III (escala de Mercalli modificada) nos concelhos de Faro, Lagoa e Loulé (Faro).


Se a situação o justificar serão emitidos novos comunicados.


A localização do epicentro de um sismo é um processo físico e matemático complexo que depende do conjunto de dados, dos algoritmos e dos modelos de propagação das ondas sísmicas. Agências diferentes podem produzir resultados ligeiramente diferentes. Do mesmo modo, as determinações preliminares são habitualmente corrigidas posteriormente, pela integração de mais informação. Em todos os casos acompanhe sempre as indicações dos serviços de proteção civil. Toda e qualquer utilização do conteúdo deste comunicado deverá sempre fazer referência à fonte.



Localização em mapa. Ver mais »»

 

1200.jpg

 

Fonte: IPMA

18
Fev24

4228: Concurso de 90 milhões para dessalinizadora no Algarve

Tempo no Algarve

A empresa Águas do Algarve anunciou que o concurso para a conceção, construção e exploração da dessalinizadora do Algarve já foi publicado em ‘Diário da República’. Com um valor-base de 90 milhões de euros, tem como prazo final o ano de 2026. Deverá ser implementada num terreno próximo da praia da Falésia, em Albufeira.

 

A infraestrutura terá uma capacidade inicial de produção de 16 milhões de metros cúbicos por ano de água, podendo estender-se mais tarde até aos 24 milhões. Para António Eusébio, presidente da Águas do Algarve, há “um compromisso contínuo da empresa com a eficiência hídrica e a sustentabilidade ambiental na região”. A obra integra um conjunto de investimentos que estão a ser realizados pela empresa no âmbito do Plano de Eficiência Hídrica do Algarve.

 

Fonte: CM

18
Fev24

4227: Volta ao Algarve 2024

Tempo no Algarve

1ª Etapa: Portimão -> Lagos (200.8 Kms)

 

A etapa mais longa desta edição, num total de 200,8 quilómetros entre Portimão e Lagos, teve a primeira fuga ao quilómetro 11, com Tobias Bayer (Alpecin-Deceuninck), Fábio Costa (ABTF Betão-Feirense), Tomás Contte (Aviludo- Louletano-Loulé Concelho), Diogo Narciso (Credibom-LA Alumínios-Marcos Car), Noah Campos (Kelly-Simoldes-UDO), César Fonte (Rádio Popular-Paredes-Boavista) e Gonçalo Amado (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua) a destacarem-se do pelotão.

 

O pelotão nunca permitiu aos fugitivos atingirem a marca dos quatro minutos de vantagem, porém, foi o suficiente para Tomas Contte garantir a primeira Camisola Água é Vida desta Volta ao Algarve. Envolvido na fuga, o ciclista da Aviludo- Louletano-Loulé Concelho foi o mais rápido nos prémios de montanha na Aldeia dos Matos (quilómetro 37,6, 4.ª categoria) e na Nave (quilómetro 96,5, 3.ª categoria).

 

O cenário manteve-se até ao momento em que faltavam percorrer cerca de 50,5 quilómetros para a meta, altura em que Tobias Bayer atacou no grupo da frente e isolou-se na cabeça de corrida. O ciclista da Alpecin-Deceuninck, que venceu a Meta Volante Crédito Agrícola de Vila do Bispo (quilómetro 161,2) e foi votado o mais combativo da etapa, foi o último a resistir à aproximação do pelotão, mas acabou alcançado a 22 quilómetros da meta.

 

A partir daí, o pelotão manteve-se coeso e evitou riscos até à entrada nos últimos quilómetros. As movimentações, de resto, só animaram a corrida à entrada para os três quilómetros finais, com a Akea-B&B Hotels a comandar o pelotão. No entanto, apenas os homens da Intermarché-Wanty foram capazes de colocar Gerben Thijssen em condições de explodir para a vitória desta primeira etapa, ao fim de 4h52m04s.

 

No fim das contas e já somadas as bonificações, Gerben Thijssen assumiu a liderança da classificação geral com 4h51m54s, menos quatro segundos que Marijn van den Berg e Tobias Bayer, segundo e terceiro classificados, respetivamente. Para além da Camisola Amarela Turismo do Algarve, o belga é também o dono da Camisola Verde Crédito Agrícola, dos pontos.

 

Nas restantes classificações, para além do já mencionado líder da montanha, Magnus Sheffield (INEOS Grenadiers) venceu na juventude, assumindo a Camisola Branca IPDJ, e a INEOS Grenadiers garantiu a liderança entre as equipas.

 

A segunda etapa da Volta ao Algarve vai para a estrada esta quinta-feira, numa tirada de 171,9 quilómetros que vai ligar Lagoa até ao Alto da Fóia, em Monchique. Prevê-se uma primeira seleção dos candidatos ao triunfo final, uma vez que o final da etapa será num prémio de montanha de primeira categoria.

 

Gerben Thijssen (Intermarché-Wanty) foi o vencedor da primeira etapa da 50.ª Volta ao Algarve. O belga explodiu para a vitória com um sprint poderoso nos últimos metros, tendo superado Marijn van den Berg (EF Education-EasyPost) e Jordi Meeus (BORA-hansgrohe), segundo e terceiro, respetivamente.

 

“No ano passado não consegui começar bem a época, por isso era muito importante começar bem este ano. Já tenho duas vitórias a meio de fevereiro. É incrível! E, a este nível, prova que trabalhei muito durante o inverno para conseguir estar nesta forma”, referiu Gerben Thijssen no final da etapa.

 

“Foi um sprint difícil, devido ao vento de frente e também devido à subida muito inclinada, a dois quilómetros do final. A equipa fez um trabalho extraordinário. Tive os seis colegas a lutar por mim durante toda a etapa. Amanhã vamos trabalhar para o nosso homem da geral, Rune Herregodts”, acrescentou.

 

Classificação da 1ª Etapa:

 
 

1196.jpg

 

2ª Etapa: Lagoa -> Alto da Fóia (Monchique) (171.9 Kms)

 

A Volta ao Algarve voltou a ser sinónimo de felicidade para Daniel Martínez (BORA-hansgrohe). Na segunda etapa, o vencedor da última edição triunfou diante de Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) no alto da Foia e assumiu a liderança da geral.

“Estou muito contente, queríamos ganhar a etapa e correu-nos bastante bem no final. Remco saiu, e eu estava esperando que saísse. Quando saiu, sabia que tínhamos vento contrário e que era necessário entrar na curva primeiro. Lancei-me ao máximo na última curva e sabia que dificilmente ele me ultrapassaria. Sei que há homens muito bons em contra-relógio, como Remco ou Van Aert, mas também tentarei.”, explicou Daniel Martínez no final da etapa.

A tirada de 171,9 quilómetros teve um final emocionante no Alto da Fóia, em Monchique, e também contou com um início animado, em Lagoa. A primeira fuga desenhou-se bem cedo, com um ataque de cinco corredores – Max Walker (Astana Qazaqstan Team), Martin Urianstad Bugge (Uno-X Mobility), Pedro Silva (ABTF Betão – Feirense), Aleksandr Grigorev (Efapel Cycling) e César Martingil (Tavfer-Ovos-Matinados-Mortágua) -, aos quais se juntaram Rúben Simão (AP Hotels & Resorts-Tavira-SC Farense), Oliver Rees (Sabgal-Anicolor) e Gonçalo Amado (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), pouco depois.

 

Os fugitivos foram aumentando a vantagem, que chegou a ser de mais de cinco minutos quanto faltavam percorrer cerca de 87 quilómetros. A 70 quilómetros da meta e já depois de Gonçalo Amado ter abandonado o grupo e a corrida, Andreas Leknessund e Jonas Ambrahamsen, ambos da Uno-X Mobility, destacaram-se do pelotão e alcançaram a frente da corrida, numa excelente jogada da equipa norueguesa, que juntou três ciclistas e passou a impor o ritmo.

Com o passar dos quilómetros, a dureza foi aumentando e o grupo foi ficando cada vez mais restrito, até que Andreas Leknessund aproveitou para atacar e isolar-se na frente da corrida, com cerca de 16 quilómetros para o final. O ciclista da Uno-X Mobility conseguiu mais de um minuto de vantagem, mas também acabou alcançado, a 6 quilómetros da meta e pouco depois de ter vencido a Meta Volante Crédito Agrícola.

A partir daí, James Knox (Soudal Quick-Step) passou a impor o ritmo da subida, num grupo que era de apenas 12 corredores à entrada para o último quilómetro. Seguiu-se um final espetacular, marcado por muito vento e emoção, no qual Daniel Martínez superou Remco Evenepoel, segundo classificado, e garantiu a vitória na etapa, com 4h40m20s. Sepp Kuss (Team Jumbo-Visma) foi o terceiro, a seis segundos.

 

Tudo somado, Daniel Martínez assumiu a Camisola Amarela Turismo do Algarve, com 9h32m14s, com seis segundos de vantagem sobre Remco Evenpoel e 12 sobre Sepp Kuss, segundo e terceiro, respetivamente. O colombiano passou a ser também dono da Camisola Água é Vida, da montanha. Gerben Thijssen (Intermarché-Wanty) perdeu a amarela, mas manteve Camisola Verde Crédito Agrícola, dos pontos, e o português António Morgado é o novo líder da juventude, tendo assumido a Camisola Branca IPDJ. Entre as equipas, lidera a BORA – hansgrohe.

A 50.ª Volta ao Algarve continua este sexta-feira, com a terceira etapa, numa jornada de 192,2 quilómetros, entre Vila Real de Santo António e Tavira. A partida está agendada para as 11h55 e a chegada prevista para as 16h35.

 

Classificação geral (após 2ª Etapa):

 

1197.jpg

 

3ª Etapa: Vila Real Santo António -> Tavira (192.3 Kms)

 

Wout van Aert (Team Visma | Lease a Bike) festejou o triunfo na terceira etapa da Volta ao Algarve, depois de ter superado Rui Oliveira (UAE Team Emirates) e Marius Mayrhofer (Tudor Pro Cycling Team) num sprint emocionante na chegada a Tavira. Na geral, Daniel Martínez (BORA-hansgrohe) manteve a Camisola Amarela Turismo do Algarve.

“O meu objetivo era evitar problemas nas chegadas ao sprint. Mas a aproximação à chegada, hoje, era mais fácil e mais segura do que no primeiro dia. Mas vi-me na frente, com a equipa, e pensei ‘por que não?’. É importante para a minha confiança, mas sou um corredor e quero ganhar corridas. É muito bom começar a época vencendo aqui em Portugal. Amanhã vou dar o meu melhor, esperamos ter alguns corredores da equipa em boa posição após a etapa de sábado para podermos jogar as nossas cartas na etapa de domingo”, explicou Wout van Aert no final da etapa.

“O início da etapa foi realmente fácil, mas era uma etapa para sprinters e neste tipo de etapas há sempre muito stress no final. Amanhã vamos ver como corre. Remco Evenepoel e Wout van Aert são grandes especialistas em contrarrelógio. Para já, sinto-me bem. Tenho uma boa equipa, mas primeiro é preciso passar o dia de amanhã”, analisou o camisola amarela Daniel Martínez.

 

A etapa de 192,2 quilómetros, entre Vila Real de Santo António e Tavira, teve a fuga do dia logo aos oito quilómetros, quando um grupo de sete ciclistas de equipas portuguesas, formado por Afonso Eulálio (ABTF Betão-Feirense), Miguel Salgueiro (AP Hotels & Resorts-Tavira-SC Farense), Germán Nicolás Tivani (Aviludo-Louletano-Loulé Concelho), António Ferreira (Efapel Cycling), Raúl Rota (Rádio Popular-Paredes-Boavista), Frederico Figueiredo (Sabgal-Anicolor) e Francisco Morais (Tavfer-Ovos Matinados-Mortágua), se destacou do pelotão e rapidamente conquistou uma vantagem de 45 segundos.

O grupo de fugitivos manteve-se na frente durante grande parte da corrida, tendo atingido a vantagem máxima de 4m40s, a 127,4 quilómetros do final. Já com esse tempo a reduzir, ao quilómetro 115 desta tirada, uma queda no pelotão obrigou à desistência de Rui Costa (EF Education-EasyPost) e, eventualmente, do seu colega de equipa Marijn van den Berg.

Após a luta pelos pontos das metas intermédias, o grupo desfez-se aos poucos, até que restou apenas Miguel Salgueiro. O jovem luso aguentou até à entrada para os últimos 14 quilómetros, num grande esforço que lhe valeu o prémio de ciclista mais combativo da etapa. Daí para a frente, as equipas WorldTour assumiram a liderança do pelotão e iniciaram a luta pela melhor posição para garantir a vitória, com o ritmo a aumentar a cada quilómetro.

Já dentro do quilómetro final e depois de uma queda a 500 metros da meta ter partido o pelotão, Gerben Thijssen (Intermarché-Wanty) foi o primeiro a arriscar, mas a decisão mostrou-se precipitada. Aproveitou Wout van Aert, que atacou a cerca de 75 metros e garantiu a vitória na etapa, com 4h50m57s, seguido de Rui Oliveira e Marius Mayrhofer, que chegaram com o mesmo tempo.

 

Nas contas da classificação geral, Daniel Martínez segurou a liderança e a respetiva a Camisola Amarela Turismo do Algarve, com quatro segundos de vantagem sobre Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) e 12 sobre Sepp Kuss (Team Visma | Lease a Bike). O colombiano enverga também a Camisola Azul Água é Vida, uma vez que é o líder da montanha. Nos pontos, Gerben Thijssen segue com a Camisola Verde Crédito Agrícola, tal como António Morgado (UAE Team Emirates), que manteve a Camisola Branca IPDJ, da juventude. Nas equipas, comanda a BORA-hansgrohe.

Esta sexta-feira, na quarta etapa da 50.ª Volta ao Algarve, será dia de contrarrelógio. Serão 22 quilómetros, disputados em Albufeira, com início na Marina e final nos Paços do Concelho. O primeiro ciclista vai partir às 12h21 e o último está previsto sair às 15h21.

 

Classificação geral (após a 3ª Etapa):

 

1198.jpg

 

4ª Etapa: Albufeira -> Albufeira (22 Kms)

 

Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) venceu o contrarrelógio de 22 quilómetros da quarta etapa da Volta ao Algarve, em Albufeira, impondo-se com um tempo de 27m09s (média de 48,619 km/h), que o impulsionou para a liderança da classificação geral, sendo agora o novo dono da Camisola Amarela Turismo do Algarve.

O belga provou o porquê de envergar a camisola de campeão do mundo de contrarrelógio, tendo estabelecido o melhor registo em todos os pontos intermédios e superado Magnus Sheffield (INEOS Grenadiers), segundo classificado, em 16 segundos. O pódio da etapa ficou completo com Stefan Küng (Groupama-FDJ), vencedor do contrarrelógio da última edição, que ficou a 29 segundos.

“Tive um acompanhamento perfeito do carro, fizemos uma preparação perfeita esta manhã, por isso acho que podemos dizer que foi uma corrida quase perfeita. Talvez tenha cometido alguns excessos em determinado momento, mas acho que foi uma descida muito bonita para a marina. Foi muito bonito, por isso desfrutei de cada metro deste percurso e terminar com uma vitória é ainda melhor”, referiu Remco Evenepoel no final da etapa.

“Amanhã vai ser tudo uma questão de defender e ser inteligente. Defender em primeiro lugar e depois tentar ganhar a etapa. Ter a camisolas amarela é o mais importante, por isso vamos tentar defendê-la e veremos, no final do dia, se há outra vitória na etapa ou não”, concluiu o vencedor do contrarrelógio e novo camisola amarela da Volta ao Algarve.

 

Daniel Martínez (BORA-hansgrohe), dono da camisola amarela à entrada para a quarta etapa, terminou na oitava posição, a 51 segundos do melhor tempo. Contas feitas, o colombiano cai para o segundo lugar da classificação geral, ficando a 47 segundos de Remco Evenepoel. Jan Tratnik (Team Visma | Lease a Bike), que foi 10.º no contrarrelógio, a 58 segundos, é agora o terceiro classificado na geral, a 1m12s.

Nas restantes classificações, Gerben Thijssen (Intermarché-Wanty) mantém-se o dono da Camisola Verde Crédito Agrícola, dos pontos, e Daniel Martínez continua a envergar a Camisola Azul Água é Vida, da montanha. Já a Camisola Branca IPDJ, da juventude, passou para Magnus Sheffield. Entre as equipas, a INEOS Grenadiers saltou para a liderança.

É assim, com tudo em aberto, que os ciclistas partem para a derradeira etapa da 50.ª Volta a Portugal. Tudo vai ficar decidido este domingo, numa tirada de 165,8 quilómetros, desde Faro (partida agendada para as 11h25) até ao icónico Alto do Malhão, no concelho de Loulé (chegada prevista para as 15h31).

 

Classificação Geral (após a 4ª Etapa):

1199.jpg

 

5ª Etapa: Faro -> Alto do Malhão (Loulé) (165.8 Kms)

 

 

Remco Evenepoel (Soudal Quick-Step) confirmou o favoritismo e celebrou a vitória na geral da 50.ª Volta ao Algarve. Na derradeira etapa, o belga resistiu a todos os ataques e chegou ao Alto do Malhão no segundo lugar, atrás de Daniel Martínez (BORA-hamsgrohe), garantindo a conquista da prova algarvia pela terceira vez na carreira e igualando o recorde de Belmiro Silva (venceu em 1977, 1981 e 1984).

“Estou feliz com esta terceira vitória. É uma sensação muito agradável vir aqui e ter uma semana muito bem-sucedida para regressar a casa com três vitórias e dois segundos lugares. Quando Van Aert atacou, ficámos calmos, acho que se pode ver na televisão. Tivemos de sacrificar muita energia dos rapazes porque eles perseguiram um pouco mais cedo do que esperávamos. Mas acho que mostrámos como esta equipa é mentalmente forte. Nunca entramos em pânico numa determinada situação, especialmente como a que o Wout criou”, destacou o vencedor da 50.ª Volta ao Algarve no final da etapa.

“Tive de fazer a subida final com a pedaleira 54. Tive um problema mecânico, não conseguia passar para a mudança pequena. Foi uma pena, porque fazer uma subida com rampas que rondam os 20 por cento com 54 é bastante difícil. Isso deu cabo das minhas pernas, mas acho que na minha cabeça fiquei bastante calmo. É uma pena, porque sou um tipo que gosta de andar com uma cadência alta. Especialmente na primeira parte, acho que me deu cabo das pernas. E a minha aceleração foi um pouco menor no final, devido à grande perda de potência causada pela engrenagem mecânica. Mas a vida é assim mesmo, acho que há coisas piores”, confidenciou ainda Evenepoel.

 

A quinta e última etapa da Volta ao Algarve, uma tirada de 165,8 quilómetros desde Faro até ao icónico Alto do Malhão, foi ainda mais emocionante do que seria de prever. Após algumas tentativas de fuga iniciais, a luta começou na primeira Meta Volante Crédito Agrícola, na qual Gerben Thijssen (Intermarché-Wanty), primeiro, solidificou a liderança nos pontos, e Jan Tratanik (Team Visma | Lease A Bike), segundo, procurou garantir as bonificações para a luta pela geral.

Na subida para a Picota (3.ª cat., km 43,8), primeira das contagens de montanha da etapa, o pelotão partiu e Wout van Aert (Team Visma | Lease A Bike) passou em primeiro, mas não tardou até reagrupar. Seguiu-se uma fuga de 20 ciclistas, que chegaram a ter uma vantagem estabilizada nos três minutos. Porém, foi na subida para Alte (3.ª cat, km 128,3), a cerca de 40 quilómetros da meta, que a corrida animou verdadeiramente.

Wout van Aert atacou e levou consigo Ben Healy (EF Education-EasyPost). Os dois ciclistas alcançaram a cabeça da corrida quando faltavam percorrer cerca de 30 quilómetros, com uma vantagem de 1m40s para o pelotão onde seguia Remco Evenepoel, suficiente para dar a camisola amarela virtual a Van Aert e deixar em alerta os homens da Soudal Quick-Step.

A dupla de fugitivos, juntamente com Gijs Leemreize (Team dsm-firmenich PostNL), único resistente da fuga inicial, isolaram-se na frente de corrida e passaram pela primeira vez no Malhão com 1m10s de vantagem sobre o grupo do camisola amarela. A diferença, no entanto, não parou de diminuir para o pelotão liderado pela Soudal Quick-Step, que travou a ousadia de Wout van Aert e alcançou os fugitivos já dentro dos dois quilómetros finais.

No último quilómetro, a BORA-hansgtohe endureceu o ritmo no grupo dos favoritos, porém, Remco Evenepoel resistiu mais uma vez e até foi o primeiro a acelerar para a vitória na etapa. O belga acabou por não o conseguir, mas, tal como na Fóia, chegou logo a seguir e com o mesmo tempo de Daniel Martínez, que venceu a etapa com 3h55m35s (média impressionante de 42,227 km/h). Thomas Pidcock (INEOS Grenadiers), que havia vencido no Malhão em 2023, fechou o pódio da etapa.

 

“Fizemos um excelente trabalho de equipa. Quando Van Aert atacou, o diretor desportivo disse-nos pelo rádio para ter calma, porque ainda era muito longe da chegada. Foi um fantástico trabalho de equipa. Queria muito ganhar aqui, onde já fui segundo, há dois anos. É a etapa mais dura da Volta ao Algarve”, explicou Daniel Martínez depois de juntado a vitória no Malhão à que já havia conseguido na Fóia.

O segundo lugar foi mais do que suficiente para coroar Remco Evenepoel como o vencedor da 50.ª Volta ao Algarve, pela terceira vez, garantindo a Camisola Amarela Turismo do Algarve com um tempo final de 18h45m53s. Daniel Martínez, vencedor da edição de 2023, terminou na segunda posição da geral, a 43 segundos, e segurou a Camisola Azul Água é Vida, da montanha. Jan Tratnik foi terceiro, a 1m21s.

“É claro que gosto muito de correr aqui, é sempre um nível elevado. E é sempre uma corrida muito boa para testar as pernas no início da época. Gosto muito de cá estar, o país, os adeptos, as estradas, toda a gente e tudo é super agradável. Por isso, não sei quanto ao próximo ano, mas de certeza que vou voltar”, referiu ainda o campeão do mundo de contrarrelógio depois de ter igualado o recorde de vitórias na Algarvia.

Nas restantes classificações, Gerben Thijssen (Intermarché-Wanty) segurou a Camisola Verde Crédito Agrícola, dos pontos, e o jovem português António Morgado (UAE Team Emirates), que terminou em 10.º na geral, recuperou a Camisola Branca IPDJ, da juventude. Entre as equipas, a Team Visma | Lease A Bike terminou na liderança.

 

Classificação completa consulte aqui

 

 

Fonte: Volta Algarve

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