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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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09
Ago18

3050: Feira Medieval de Silves 2018

Tempo no Algarve

A décima quinta edição da FEIRA MEDIEVAL DE SILVES realiza-se entre os dias 10 e 19 de agosto de 2018, no centro histórico desta cidade algarvia. Serão 10 dias de recriação histórica do período medieval da antiga capital do Reino do Algarve.

 

Elementos como a dança, a música e a poesia são fundamentais neste cenário, mostrando a vitalidade e a diversidade das artes no quotidiano árabe medieval e dando a conhecer uma cidade vibrante no que à cultura e às artes diz respeito.

 

Entre as 18h00 e a 01h00 os visitantes terão oportunidade de viver aventuras únicas, experiências memoráveis que os farão regressar a outras épocas, aos tempos áureos em que Silves era a capital do Al-Gharb.


Dois torneios a cavalo por dia, animação exclusiva no Castelo de Silves, manjares medievais, dança e animação, levarão os visitantes numa verdadeira viagem no tempo, onde será possível ter uma visão do que a cidade terá sido outrora e da sua importância incontornável na história da região. A azáfama nas ruas do centro histórico será constante, respirando-se uma atmosfera com características particulares, num ambiente e cenário únicos, constituídos pelo traçado peculiar do tecido urbano e pela imponência dos seus monumentos.

 

A Câmara Municipal de Silves, organizadora do evento, mantém a aposta neste evento de referência nacional, que promete ser uma das mais aliciantes propostas de animação da região.

 

Preços

 

A XV Feira Medieval de Silves já tem os preços de todos os seus eventos definidos, havendo, este ano, uma novidade: a possibilidade de quem o desejar poder jantar no Banquete “A Mesa Real”, localizado na Praça Al-Mutamid/Largo Maria Keil.

Este banquete, habitualmente destinado em exclusivo aos convidados da autarquia, será, este ano, aberto ao público que, desejando jantar na Feira e viver uma experiência diferente e exclusiva, o possa provar.

O menu é pensado para poder dar nota de alguns dos pratos medievais que habitualmente estariam nas mesas reais. Os interessados em provar estas iguarias deverão efetuar a compra da refeição com 24 horas de antecedência ou nas bilheteiras no recinto ou na BOL (https://www.bol.pt/), que terá um custo de 25,00€ por pessoa.


• Espetáculo no Castelo – 5,00€
• Torneio de Armas a Cavalo – 5,00€
• Entrada Diária (com copo) – 3,00€
• Entrada Diária (sem copo) – 2,00€
• Entrada de grupo (sem copo) – 8,00€ 
• Pulseira de Livre Circulação (até ao dia 9 de agosto) – 3,00€ (consulte aqui os locais de venda antecipada)
• Pulseira de Livre Circulação (depois do dia 9 de agosto) – 4,00€
• Aluguer de Traje (adulto) – 3,00€
• Aluguer de Traje (criança) – 2,00€
• “A Mesa Real” (Banquete) – 25,00€
• Experiência Medieval (adulto) – 60,00€
• Experiência Medieval (criança) – 30,00€

 

Bilhetes à venda na BOL.

 

Eventos diários

 

18h00
Abertura da Feira Medieval de Silves
Cortejo pelas Ruas e Largos da Medina

18h30
Leitura da Xaria do Dia
Portas da Cidade

20h00
Torneio de Armas
Praça Al-Mu’thamid

22h30
Espetáculo “Sitiados no Castelo: Do Cerco à Rendição”
Castelo

22h30
Torneio de Armas
Praça Al-Mu’thamid

 

» Saiba mais sobre os espetáculos aqui

 

Para mais informações, consulte: https://www.cm-silves.pt/pt/menu/979/xv-feira-medieval-de-silves.aspx

 

Fonte: CM Silves

09
Ago18

3049: Festival do Marisco 2018 começa amanhã em Olhão

Tempo no Algarve
O Festival do Marisco de Olhão começa já esta sexta feira, este ano com a presença de Marcel Lesoille, recordista do mundo de abertura de ostras. Até dia 15 de agosto, o Jardim Pescador Olhanense veste-se mais uma vez a rigor para receber o maior evento gastronómico a sul do País, ponto de passagem obrigatório no verão algarvio.
 
Uma gastronomia de excelência e um cartaz musical que traz à cidade cubista alguns dos nomes de maior sucesso são os motivos que trazem a Olhão, ano após ano, um número cada vez maior de visitantes, que procuram os mais frescos mariscos e bivalves, cozinhados das mais diversas formas, como só os olhanenses sabem.

 
As iguarias vindas do mar português e da Ria Formosa são acompanhadas por um cartaz musical de luxo, que este ano é composto por Agir (10 de agosto), Pedro Abrunhosa (11 de agosto), Ana Moura (12 de agosto), Vanessa da Mata (13 de agosto), Calema (14 de agosto) e Xutos & Pontapés (15 de agosto).

 
A edição de 2018 do Festival do Marisco traz a Olhão Marcel Lesoille, mestre cozinheiro francês e recordista do mundo de abertura de ostras.

 
Lesoille, que é também consultor e formador em produtos do mar, encontrar-se-á no espaço do Lusitano Ginásio Clube Moncarapachense no Festival do Marisco, todos os dias, até às 22h00, onde fará uma demonstração da sua “arte” e tentará chegar à marca das mil ostras abertas no período de uma hora.

 
Encontram-se, portanto, reunidos todos os ingredientes para que a edição de 2018 do Festival do Marisco de Olhão se salde em mais um sucesso, chegando mais uma vez às dezenas de milhares de visitantes nos 6 dias do certame.

 

Fonte: CM Olhão

09
Ago18

3048: Incêndio em Monchique estabilizado

Tempo no Algarve

O incêndio ainda não é dado como dominado, faltando ainda algumas condições para que tal seja declarado, indicou Patrícia Gaspar numa conferência de imprensa esta noite em Monchique.

 

"Depois do árduo trabalho durante toda a tarde de hoje, temos, neste momento, um cenário que eu diria que está globalmente estabilizado", afirmou Patrícia Gaspar, que fazia o ponto de situação operacional sobre o incêndio que afeta o barlavento algarvio, pouco depois das 20:00.

 

Questionada pela agência Lusa, Patrícia Gaspar esclareceu que "o incêndio não está dado como dominado” e “está neste momento ainda ativo".

 

A 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil referiu que não há frentes de fogo.

 

“Mas há ainda partes deste perímetro onde temos incêndio ativo e é por isso que o incêndio ainda não é dado como dominado. Essa decisão [de declarar dominado] é uma decisão que será tomada no momento em que tenhamos todas as condições reunidas para o efeito", afirmou.

 

Segundo a responsável, já há várias áreas do perímetro do incêndio "com operações de monitorização, de vigilância e de consolidação de rescaldo", havendo, porém, "ainda alguns pontos quentes, não só no perímetro, mas também na área propriamente do incêndio".

 

Hoje, verificaram-se "várias reativações", informou, sublinhando o apoio do avião de monitorização, que teve um papel "absolutamente imprescindível" na identificação precoce de vários pontos quentes.

 

Para a noite, a expectativa é a de que a temperatura continue a baixar, acompanhada por um aumento da humidade relativa, que "poderá chegar até aos 80%", e de um desagravamento da velocidade do vento, que deverá ser inferior a 15 quilómetros por hora.

 

Apesar das condições favoráveis, o risco de incêndio para sexta-feira "continua elevado” na região, constatou Patrícia Gaspar, frisando que é necessário ter um "cuidado redobrado com tudo o que vai acontecer durante a noite".

 

"Vamos manter todos os meios no teatro de operações, todos os meios em vigilância, apoiados pelas máquinas de rasto", acrescentou, referindo que esta maquinaria pesada tem um "papel absolutamente preponderante" neste tipo de operações.

 

Nesse sentido, será dedicada "toda a atenção" durante o período noturno, por forma a que se possa “consolidar o trabalho árduo feito durante o dia", salientou a 2.ª comandante operacional nacional da Proteção Civil.

 

A Proteção Civil atualizou hoje para 39 o número de feridos ligeiros resultantes do incêndio de Monchique, no Algarve, dos quais 21 são bombeiros, registando-se ainda um ferido grave.

 

O incêndio rural, combatido por mais de mil operacionais, deflagrou na sexta-feira à tarde em Monchique, no distrito de Faro, e atingiu também o concelho vizinho de Silves, depois de ter afetado, com menor impacto, os municípios de Portimão (no mesmo distrito) e de Odemira (distrito de Beja).

 

De acordo com o Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais, as chamas já consumiram cerca de 27 mil hectares. Em 2003, um grande incêndio destruiu cerca de 41 mil hectares nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

 

Na terça-feira, ao quinto dia de incêndio, as operações passaram a ter coordenação nacional, na dependência direta do comandante nacional da Proteção Civil, depois de terem estado sob a gestão do comando distrital.

 

Fonte: Sapo 24

09
Ago18

3047: Obras na Fuseta deixam banhistas em risco

Tempo no Algarve

Desde fins de maio que decorrem as obras de enchimento da praia da Fuseta-Mar e o reforço do cordão dunar da ilha da Armona, na área da Fuseta. A grande afluência de banhistas, alguns dos quais não respeitam os sinais que delimitam as obras, está, contudo, a preocupar a Autoridade Marítima. Também têm sido detetados casos de embarcações que se aproximam demasiado da draga.

 

"Ontem [terça-feira] os agentes da Polícia Marítima detetaram cerca de duas dezenas de banhistas numa zona proibida e perigosa e que se encontra, aliás, bem identificada", revelou ao CM o comandante Nunes Ferreira, da Capitania do Porto de Olhão, que sublinhou existirem "riscos acrescidos" para os turistas.

 

"Não se trata apenas do facto de as máquinas estarem em operações, mas também da própria areia, que como ainda não está solidificada pode apresentar zonas de areias movediças", explicou aquele responsável, recordando que a areia que agora está a ser depositada é "proveniente da barra do canal da Fuseta" .

 

Nunes Ferreira frisou, por outro lado, que a navegação também deve ter em atenção os trabalhos em curso. "No fim de semana uma embarcação de recreio não respeitou os limites de velocidade definidos na zona e foi contra um cabo de trabalho da draga. Uma criança foi projetada da parte de trás para a frente do barco, mas felizmente ficou ilesa. A verdade é que este tipo de atuação poderia não só ter posto em causa a própria operação de dragagem como causado ferimentos graves nos tripulantes", revelou.

 

Atraso

O programa Polis é responsável pelas obras de dragagem no canal da Fuseta e a reposição de areia na praia da Fuseta-Mar. Os trabalhos deveriam ter sido concluídos em junho, mas atrasaram-se.

 

Queixas

Utentes da praia da Fuseta-Mar não compreendem porque é que estas obras decorrem em agosto. O início dos trabalhos foi atrasado devido a uma contestação ao concurso público.

 

Riscos

Os trabalhos em curso estão a decorrer fora das áreas concessionadas, mas há banhistas que procuram essas zonas - que estão com sinalização de obras - para se instalar, correndo riscos.

 

Fonte: CM

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