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23
Mar11

1273: Catástrofes: Conhecer os riscos para ter comportamentos adequados pode poupar vidas

Tempo no Algarve

O conhecimento dos riscos existentes em determinado local e comportamentos adequados permitem reduzir a vulnerabilidade e são a melhor forma de poupar vidas numa catástrofe natural como a que aconteceu no Japão, defendeu um Geólogo da Universidade da Madeira.


 



Domingos Rodrigues deu hoje uma palestra da Universidade do Algarve sobre o "Risco Geológico da Madeira: evento de fevereiro de 2010" e demonstrou como os conhecimentos que as pessoas têm do que devem ou não fazer perante uma catástrofe são decisivos para o número de vítimas que pode fazer.


 


"Ponho a tónica na vulnerabilidade das pessoas. O risco depende não só do fenómeno mas também da vulnerabilidade das pessoas, da capacidade que as pessoas têm de resistir a esses tipo de processos", explicou Domingos Rodrigues à Lusa no final da palestra.


 


O professor da Universidade da Madeira frisou que no Japão, atingido por um violento sismo seguido de tsunami há cerca de duas semanas, "há alarmes e as pessoas têm comportamentos adequados" que lhes permite "saber o que fazer perante um tremor de terra".


 


"Isso é indicativo e fruto de uma educação que começa na família, vai pelos anos todos da escolaridade e permite que, em casos de eventos destes, consigam minimizar ou diminuir os efeitos destes perigos através só do comportamento", explicou, precisando que assim "a probabilidade de resistirem e sobreviverem é maior".


 


Rodrigues considerou que houve um número de mortes "significativo", mas sublinhou que se a preparação do país e dos japoneses não fosse tão grande para saber o que fazer em caso de sismos "o número de vítimas teria sido outro e muito mais parecido ao do tsunami que aconteceu na Ásia em 2004".


 


"Se as pessoas souberem quais as atitudes a tomar, souberem como se comportar, a probabilidade de serem afetadas e conseguirem resistir é muito maior. Estas questões da vulnerabilidade social, da resiliência das pessoas, são um fator determinante quando acontecem catástrofes deste tipo", reiterou.


 


Para Domingos Rodrigues, os comportamentos de risco estiveram na origem de muitas mortes nas inundações e deslizamentos de terras que assolaram a Madeira em 2010, mas o problema não é exclusivo do arquipélago.


 


"Não posso dizer que a questão seja da Madeira. Eu não posso dizer que, se houver um sismo hoje em Lisboa, as pessoas tenham as atitudes tão adequadas como os japoneses. Isto não é uma questão madeirense, é nacional", acrescentou.


 


O professor da Universidade da Madeira precisou que os riscos "devem ser abordados de uma maneira aplicada ao local onde as pessoas vivem, de modo a que saibam o que podem acontecer e tomem as atitudes indicadas".


 


"É um problema transversal a todo o Portugal e a única coisa que se tem que fazer é investir na educação", afirmou.


 


Fonte: Observatório do Algarve


23
Mar11

1272: Barra de Cacela mantém-se… para já

Tempo no Algarve

A nova barra de Cacela, aberta no início do verão passado, deverá manter-se, não estando agendada qualquer medida para repor a configuração original daquela faixa litoral do concelho de Vila Real de Santo António, que assim ganhou uma nova ilha e viu diminuída a linha contínua de praia entre a foz do Guadiana e a vila histórica de Cacela Velha.


 


Da mesma forma, e porque aquele não é um lugar onde seja necessária assegurar a navegabilidade em todas as condições de maré, também não deverá ocorrer o encerramento da barra antiga, apesar de o seu assoreamento já permitir o atravessamento pedonal da ria nas horas de baixa-mar.

A nova barra de Cacela visou resolver o problema da fraca ação das marés que se vinha sentindo naquele troço final da Ria Formosa (delta), o que estava a afetar os viveiros da zona, conforme foi alertado pela Cooperativa Formosa.

A intervenção foi planeada pela Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve e financiada pela Câmara Municipal de Vila Real de Santo António.

Na prática, a operação limitou-se a fazer um rasgão no cordão dunar, a nascente de Cacela Velha, cujas correntes e ação marítima vieram repor o ciclo das marés e evitar a acumulação excessiva de areias.


 


Fonte: Barlavento Online

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