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Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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07
Jan11

1209: Frio no Norte traz bons negócios ao Sul

Tempo no Algarve

Sal-gema algarvio é uma das armas utilizadas para combater os efeitos do tempo frio em Portugal e noutros países europeus. Escassez verificada nos stocks de sal no Norte do país não está ligada à mina louletana.


 


A neve e o frio intenso vividos em locais mais a Norte são realidades bem longe do dia-a-dia do Algarve. Mas é do subsolo da região que sai a solução para resolver alguns dos problemas que o tempo frio causa, nomeadamente no que à segurança rodoviária diz respeito.

O sal-gema extraído do subsolo de Loulé é utilizado em vários países europeus e o polo algarvio do grupo CUF está a ter melhores resultados que o esperado.

O tempo frio que se registou em Novembro causou complicações por toda a Europa e o Norte de Portugal não escapou ileso.

A falta de meios mecânicos (limpa neves) é o principal problema com que se debatem os atores da Proteção Civil no terreno, mas houve também casos em que faltou sal-gema para espalhar nas estradas e evitar a formação do perigoso gelo.

A escassez vivida ocasionalmente no terreno não está ligada ao setor produtivo algarvio, garantiu ao «barlavento» Alexandre Andrade, diretor das Minas de Sal-Gema da Campina de Cima de Loulé.

«Estamos a trabalhar com normalidade. Estamos no máximo da nossa capacidade atual e a dar resposta a 100 por cento aos compromissos que assumimos», assegurou.

Mas a explicação para a falta de sal no Centro e Norte poderá estar noutro dado fornecido pelo responsável das minas louletanas.

«As primeiras encomendas de sal que saíram daqui para Portugal foram já em Novembro», disse.

Por contraste, em Espanha, um dos países para onde ruma o sal-gema algarvio, «os stocks de sal-gema para uso na manutenção de estradas estão repletos em Outubro».

Como explicou este responsável, a venda de sal é feita em três modalidades: a granel, em sacos de cerca de uma tonelada (big-bags) e em sacos de 25 quilos.

«Na venda a granel, estamos totalmente em dia. Nos formatos especiais, há sempre uma margem maior para a entrega, de duas a três semanas», disse Alexandre Andrade.

O frio vivido a Norte tem reflexos positivos a Sul. «Este ano, devemos superar os nossos objetivos em larga medida, no target do sal para degelo, na ordem dos 30 por cento. Também temos boas previsões para 2011», revelou.

A venda de sal-gema para degelo representa uma fatia de 75 por cento no volume de negócios da mina. O restante, na sua grande maioria, é afeto às rações animais.

«Este ano, a quantidade de sal-gema que vendemos está ao nível do ano passado», acrescentou aquele responsável. «Sabemos que há locais no centro da Europa em que o sal está esgotado. Temos grandes pedidos vindos da Alemanha, Holanda e França», revelou ainda.

Dentro de portas, torna-se mais difícil ao responsável pelas minas louletanas fazer um balanço das necessidades reais.

«Nós não vendemos diretamente às câmaras e às entidades de Proteção Civil desde 2005. Essa venda é feita por uma empresa que é nossa cliente», revelou.


 


Fonte: Barlavento Online

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