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Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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Maio 2010

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31
Mai10

Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Tempo no Algarve

Dados referentes ao mês de Maio de 2010


 


Dia

Temperatura


Máxima (ºC)



Temperatura


mínima (ºC)



Precipitação


(mm)


Observações                             
1 25.1 13.7 0 Céu pouco nublado
2  23.9  13.9  0  Céu limpo
3  23.8  12.4  0  Céu limpo
4  22.2  11.4  0  Céu limpo
5  20.5  11.0  0  Céu limpo
6  20.0  12.1  0 Céu limpo 
7  20.6  9.7  0  Céu pouco nublado
8  19.6  11.9  5

 Céu muito nublado


Chuva ao fim da tarde


9  19.7  14.2  0  Céu nublado
10

 21.0


 13.4  0  Céu nublado. Chuvisco
11  20.2  12.2  1

 Céu pouco nublado.Aguaceiro


durante a madrugada


12  19.8  10.2  0  Céu pouco nublado
13  20.3  10.4  0 Céu nublado. Trovoada 
14  21.4  9.7  0 Céu nublado 
15  23.1  13.0  0  Céu pouco nublado
16  22.9  13.0  0  Céu limpo
17  26.7  15.0  0  Céu limpo
18  27.2  13.8  0  Céu limpo
19  31.8  13.8  0  Céu limpo
20  28.1  15.1  0 Céu limpo 
21  27.0  17.1  0  Céu limpo
22  24.0  16.8  0 Céu limpo 
23  22.0  17.2  0  Céu muito nublado
24  21.9  16.0  0  Céu pouco nublado
25  22.3  17.5  0

 Céu muito nublado de manhã,


pouco nublado à tarde


26  22.7  12.1  0 Céu pouco nublado 
27  23.2  16.2  0  Céu nublado com abertas
28  23.4  13.4  0

Céu nublado tornando-se


pouco nublado 


29  25.6  14.1  0 Céu limpo 
30  29.0  18.4  0  Céu limpo
31  32.8  22.4  0  Céu limpo
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31
Mai10

1001: Governo lança folheto para alertar banhistas para os perigos junto às arribas

Tempo no Algarve

Várias entidades governamentais vão lançar terça feira, no início da época da época balnear, uma campanha nacional de sensibilização para alertar os banhistas para os perigos nas praias, especialmente para os que costumam colocar-se nas zonas de arribas.


A campanha visa a distribuição de um folheto informativo, e a disponibilização dos seus conteúdos na internet, onde é aconselhado aos banhistas que evitem as zonas junto às arribas.

“Não permaneça no topo e na base das arribas, respeite a sinalização”, “Não se aproxime das arribas em erosão. Evite aproximar-se do topo e da base das arribas” e “Afaste-se se houver pedras soltas e fissuras nas arribas” são os conselhos dados.

Além destas dicas, acompanhadas por ilustrações, o folheto apresenta também um “plano de praia”, com uma fotografia aérea de uma praia, onde são identificadas as zonas balneares aconselháveis e as zonas junto à arriba e, portanto, a evitar.

No folheto é ainda pedido aos banhistas que “estejam atentos à informação sobre as faixas de risco identificadas no plano de praia e à sinalização existente”, colocado em cada praia.

É ainda solicitado aos banhistas que respeitem a sinalização existente e que tenham atenção às advertências dadas pelos nadadores salvares.

No verão passado cinco pessoas morreram após a derrocada parcial de uma arriba na praia Maria Luísa, em Albufeira, e já este ano uma criança sofreu escoriações devido a uma situação idêntica na praia do Vau, também no Algarve.

De acordo com o Ministério do Ambiente, uma das entidades envolvidas neste projeto, “esta campanha surge após as derrocadas controladas de arribas que foram feitas no último inverno de forma a diminuir acidentes”.

Segundo a mesma fonte, o sucesso da campanha “só pode ser possível com a colaboração de todos os banhistas que frequentam as praias”.

Esta iniciativa junta-se à nova sinalética que o Ministério do Ambiente está a colocar para alertar para os perigos das arribas e delimitar as zonas de segurança.

O lançamento do folheto informativo é uma iniciativas dos ministérios do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAOT), da Administração Interna e da Defesa Nacional.

A campanha conta com a participação da Protecção Civil, do Instituto da Água, das Administrações de Região Hidrográfica, do Instituto de Socorros a Náufragos e autarquias.

SYP.


A campanha visa a distribuição de um folheto informativo, e a disponibilização dos seus conteúdos na internet, onde é aconselhado aos banhistas que evitem as zonas junto às arribas.

“Não permaneça no topo e na base das arribas, respeite a sinalização”, “Não se aproxime das arribas em erosão. Evite aproximar-se do topo e da base das arribas” e “Afaste-se se houver pedras soltas e fissuras nas arribas” são os conselhos dados.

Além destas dicas, acompanhadas por ilustrações, o folheto apresenta também um “plano de praia”, com uma fotografia aérea de uma praia, onde são identificadas as zonas balneares aconselháveis e as zonas junto à arriba e, portanto, a evitar.

No folheto é ainda pedido aos banhistas que “estejam atentos à informação sobre as faixas de risco identificadas no plano de praia e à sinalização existente”, colocado em cada praia.

É ainda solicitado aos banhistas que respeitem a sinalização existente e que tenham atenção às advertências dadas pelos nadadores salvares.

No verão passado cinco pessoas morreram após a derrocada parcial de uma arriba na praia Maria Luísa, em Albufeira, e já este ano uma criança sofreu escoriações devido a uma situação idêntica na praia do Vau, também no Algarve.

De acordo com o Ministério do Ambiente, uma das entidades envolvidas neste projeto, “esta campanha surge após as derrocadas controladas de arribas que foram feitas no último inverno de forma a diminuir acidentes”.

Segundo a mesma fonte, o sucesso da campanha “só pode ser possível com a colaboração de todos os banhistas que frequentam as praias”.

Esta iniciativa junta-se à nova sinalética que o Ministério do Ambiente está a colocar para alertar para os perigos das arribas e delimitar as zonas de segurança.

O lançamento do folheto informativo é uma iniciativas dos ministérios do Ambiente e do Ordenamento do Território (MAOT), da Administração Interna e da Defesa Nacional.

A campanha conta com a participação da Protecção Civil, do Instituto da Água, das Administrações de Região Hidrográfica, do Instituto de Socorros a Náufragos e autarquias.


 


Fonte: Barlavento Online

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31
Mai10

1000: Previsão meteorológica para a semana de 31 de Maio a 6 de Junho de 2010

Tempo no Algarve

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 31 (2ªfeira) -  Céu limpo. Vento fraco a moderado de oeste.


 


Máximas: 31ºC - 35ºC


mínimas: 18ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1  metro  Temperatura da água do mar: 19ºC.


 


Dia 1 (3ªfeira)  -  Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de oeste.


 


Máximas: 31ºC - 35ºC


mínimas: 18ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 19ºC.


 


Dia 2 (4ªfeira)  - Céu nublado por nuvens altas.  Vento fraco de oeste.


 


Máximas: 31ºC - 35ºC


mínimas: 18ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. 


 


Dia 3 (5ª feira)- Céu pouco nublado. Vento fraco de oeste. Pequena descida de temperatura.


 


Máximas: 29ºC - 33ºC 


mínimas: 17ºC - 21ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 4 (6ª feira)  - Céu pouco nublado.  Vento fraco de sudoeste.


 


Máximas: 27ºC - 31ºC 


mínimas: 16ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 5 (Sábado)  - Céu pouco nublado. Vento fraco de sudoeste. Pequena descida de temperatura.


 


Máximas: 25ºC - 29ºC


mínimas: 15ºC - 19ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 6 (Domingo) - Céu pouco nublado. Vento  fraco de sudoeste.


 


Máximas: 24ºC - 28ºC


mínimas: 15ºC - 19ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com  1  metro.


 

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29
Mai10

999: Algarve: 22 praias com zonas de risco, derrocadas controladas vão continuar

Tempo no Algarve

Na região há 22 praias identificadas como zonas de risco, tendo sido já realizadas cerca de 200 intervenções controladas para aumentar a segurança na época balnear, que arranca terça feira. Confira todo o litoral nacional.


 


As derrocadas controladas das arribas vão continuar nas dezenas de praias do litoral centro, Alentejo e Algarve, onde foram identificadas e sinalizadas pelas administrações das regiões hidrográficas possíveis riscos de desabamentos.


 


Fonte da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve identificou à Lusa as praias de Belharucas, Olhos de Água, Maria Luísa, Oura, S. Rafael, Inatel, Forte de S. João e Santa Eulália as oito do concelho de Albufeira em que havia perigo de derrocada e por isso a ARH já procedeu a intervenções controladas.


 


Depois de Albufeira, é no concelho de Portimão que mais praias foram a identificadas como zonas de risco e onde a ARH interveio. As praias são a de Três Castelos, Careanos, Barranco das Canas, Três Irmãos e Prainha. Armação de Pêra, no concelho de Silves, Vale Olival, Pintadinho, Caneiros, Beijinhos no concelho de Lagoa e D. Ana, em Lagos, são outras praias do barlavento algarvio identificadas como zonas de risco.


 


A praia do Burgau e Tonel, em Vila do Bispo, e a praia de Portinho do Forno, em Aljezur, somam as 22 praias algarvias alvo de cerca de 200 intervenções controladas antes da época balnear de 2010, indicou a ARH.


 


As últimas intervenções controladas no Algarve decorreram na semana passada na praia de S. Rafael, Albufeira, uma ação que teve o objetivo de prevenir o risco de queda em época balnear e criar condições de segurança atrativas, disse a ministra do Ambiente, que se deslocou à região algarvia para assistir aos trabalhos.


 


Alentejo identifica "risco muito elevado" entre Sines e Odeceixe


 


De acordo com a ARH Alentejo, foram identificados no troço Cabo Espichel/Sado quatro locais com “risco muito “elevado” - praia da Califórnia, Porto de Abrigo, praia da Comenda e praia da Anixa - quatro com “risco elevado” - praia da Ribeira do Cavalo, Falésia, praia de Albarquel e Passadiço/praia de Albarquel - e seis de “risco médio” - praia da Cova da Mijona, praia da Ribeira do Cavalo e Forte de ALbarquel.


 


No troço entre Sado e Sines, “caracterizado por uma relativa estabilidade”, a ARH mantém sobre vigilância as praias da Raposa, Pinheirinhos, Galé Fontainhas e Norte.


Ainda segundo a mesma fonte, o troço Sines - Odeceixe “caracterizado pela predominância de arribas rochosas em dinâmico processo de erosão” tem várias praias com “risco muito elevado” - no limite sul da ilha do Pessegueiro, limite sul da praia do Malhão, limite norte e sul da praia da Zambujeira do Mar, limite norte da praia do Carvalhal, Porto da Lapa das Pombas, incluindo os troços de arriba ao longo do acesso entre Almograve e o porto e Porto da Azenha do Mar.


 


A ARH Alentejo refere em informação prestada à Lusa que foi promovida a sinalização das zonas de risco, “pretendendo-se que esteja concluída antes do início da época balnear”.


 


ARH Tejo coloca 150 placas de sinalização


 


Na área de intervenção da ARH Tejo - entre Marinha Grande e rio Sado - foram colocadas ou estão em fase de colocação até ao início da época balnear de 150 placas de sinalização de zonas de risco em cerca de 60 praias.


 


Sem identificar o local, a ARH Tejo refere em informação enviada à Lusa que foi feito o “saneamento de blocos instáveis” em três praias.


 


“Em determinados locais estão previstas intervenções de caráter mais pesado (estabilização) as quais resultam de projetos específicos desenvolvidos pelo Instituto da Água”, refere a ARH Tejo.


 


Esta semana, em comissão parlamentar do Ambiente, Dulce Pássaro revelou que estão a decorrer intervenções em falésias identificadas na costa ocidental, como por exemplo em Peniche, mas devido ao inverno rigoroso estão ainda planeadas outras 19 intervenções de pequena monta em falésias.


 


Ainda contactadas pela Lusa, as ARH do Centro e do Norte referiram que não têm prevista qualquer operação de derrube de arriba.Segundo fonte da ARH Centro, na sua área de intervenção existem apenas duas praias com placas de sinalização de perigo de escorregamento de terras ou de talude: a praia a sul de Cortegaça e a de Maceda, que nem sequer está classificada como praia balnear.


 


Fonte: Observatório do Algarve

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26
Mai10

998: Criança irlandesa atingida sem gravidade por queda de falésia na Praia do Vau

Tempo no Algarve

Um menino de 4 anos, de nacionalidade irlandesa, sofreu esta manhã escoriações ligeiras nos braços e pernas, ao ser atingido pela queda de parte de uma falésia na Praia do Vau (Portimão), disse fonte do INEM ao barlavento.online.


 


A derrocada deu-se cerca do meio dia, em três fases, ao longo de num período de cerca de meia hora, o que permitiu que as pessoas se afastassem e comprovassem que não estavam vítimas debaixo da arriba.

De acordo com o Capitão do Porto de Portimão Cruz Martins, o volume de terra que se soltou da arriba, com 20 metros de altura, ocuparia cerca de quatro metros cúbicos, o suficiente para encher um camião.

A primeira fase da derrocada, que ocorreu na zona poente da praia, provocou "ligeiras escoriações" na perna de uma criança, que foi assistida no local por uma ambulância e transportada para o Hospital do Barlavento Algarvio, em Portimão, por precaução.

Considerando que os ferimentos foram quase "insignificantes", o Comandante Cruz Martins assegura que as derrocadas isoladas - que se deram em três momentos distintos -, não seriam suficientes para soterrar uma pessoa.

"Interrogámos várias testemunhas e todas nos asseguraram que não estava lá ninguém", disse, acrescentando que as testemunhas até mostraram fotografias às autoridades que o comprovavam.

A Autoridade Marítima isolou o local com fita policial, sendo agora da responsabilidade da Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Algarve proceder às intervenções necessárias na arriba.

Segundo explicou à Lusa fonte da ARH/Algarve, a derrocada ocorreu numa extensão de seis metros fora da zona balnear e a área estava "assinalada como zona de risco.

Contudo, diz a mesma fonte, a placa de sinalização que existia na praia foi removida pelo mar este inverno, mas previa-se que fosse recolocada antes do início oficial da época balnear, a 01 de junho.

A zona onde hoje ocorreu a derrocada não foi identificada pelos técnicos da ARH/Algarve como tendo "necessidade de ser alvo de uma derrocada controlada", acrescentou Anabela Dores, daquela entidade.


 


Fonte: Barlavento Online

Segundo a mesma responsável, a influência da derrocada foi "dentro da faixa de risco", estando neste momento a ser avaliada a possibilidade de proceder a uma derrocada controlada.

Na semana passada, a ministra do Ambiente, deslocou-se ao Algarve para assistir a várias derrocadas controladas na praia de S. Rafael, Albufeira, com o objetivo de prevenir o risco de queda em época balnear e para criar condições de segurança atrativas para o turismo.

Desde a derrocada de uma arriba na praia Maria Luísa, Albufeira, em agosto do ano passado, que matou cinco pessoas, que 19 praias algarvias foram alvo de 200 intervenções, uma manutenção da erosão costeira que custou ao Estado cerca de 50 mil euros.

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26
Mai10

997: Via do Infante: PSD/Algarve rejeita portagens

Tempo no Algarve

O PSD/Algarve opõe-se “frontalmente” a portagens na Via do Infante (A22), recusando a taxa “como medida anti-crise, ou sob a alegação de acabar o «privilégio» de que o Algarve beneficia de uma auto-estrada sem pagar portagem".


 



Manifestando-se preocupada “certas notícias que pretendem criar ambiente para uma suposta inevitabilidade de serem impostas portagens na Via do Infante”, a Comissão Política Distrital do PSD/Algarve, em comunicado, afirma que se oporá sempre à introdução de portagens na Via do Infante.


 


Isto porque essa decisão “terá um efeito paralisador do Algarve, com a congestão da EN 125 (requalificada ou não), que para o PSD “hoje já não passa de um arruamento urbano, uma autêntica avenida ladeada de actividades económicas habitacionais”.


 


Para os sociais democratas do Algarve é inaceitável “que se pretenda tratar de forma igual situações diferentes”, deixando no ar a ameaça: a população do Algarve sairá de novo à rua em protesto, se houver portagens.


 


Segundo a nota, o Governo deveria respeitar o compromisso assumido e quantificado na base de critérios técnicos, de transformar previamente a EN 125 numa alternativa credível à Via do Infante, situação que para o PSD “está longe de se concretizar, dada a suspensão das obras”.


 


O documento lembra ainda que cerca de dois terços do traçado da Via do Infante nada tiveram que ver com o modelo de financiamento SCUT, que hoje se prova ter sido negócio ruinoso para o Estado, antes foram foram financiados pelos fundos comunitários e pelo orçamento público.


 


“Querer incluir este traçado no desastre SCUT é um aproveitamento indecente e mais uma exploração a que se pretende sujeitar o Algarve, a região que tudo dá e nada recebe em troca”, conclui a nota.


Fonte: Observatório do Algarve
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26
Mai10

996: Incêndios: «Situação na floresta algarvia está pior do que em 2003»

Tempo no Algarve

Os receios da governadora civil Isilda Gomes em relação à Serra de Monchique são mais do que justificados.


 


Vários produtores florestais daquele concelho consideram que toda essa zona está transformada, de novo, num autêntico «barril de pólvora», disse ao «barlavento» o produtor florestal Hélder Águas, na zona do Alferce.

«Há zonas, sobretudo no fundo de vales, onde devido à humidade os silvados já atingiram dois metros e meio de altura. Noutras áreas, a altura do mato e da vegetação, que cresce de forma espontânea, varia entre 1,50 e 2,00 metros. A situação na floresta está pior do que em 2003 e se alguém lançar um fósforo e houver um incêndio nunca mais pára. Os terrenos foram, na sua maioria, abandonados e como tal isto está à mercê dos fogos», acrescentou.

Já António João, dono de terrenos com medronheiros, eucaliptos e sobreiros, na zona de Casais, depois de lembrar que «o Inverno foi muito rigoroso» e a vegetação tem crescido significativamente sem que a floresta seja limpa devido a dificuldades económicas da maioria dos proprietários, além da falta de rentabilidade na produção de várias espécies, afirmou «temer o pior» no Verão que se aproxima.

«Com o calor ficarei com o coração nas mãos, como se costuma dizer. A Serra de Monchique é um barril de pólvora. Tudo o que ardeu em 2003 poderá voltar a arder. Não sei se será possível controlar incêndios. Os meios são sempre insuficientes», sublinhou António João, para quem a solução para evitar tragédias passará pelo recurso a aviões Canadair, a exemplo de outros anos.


 


Fonte: Barlavento Online

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26
Mai10

995: Verão algarvio vai ser problemático com vaga de incêndios florestais

Tempo no Algarve

Comandante Operacional Distrital Vaz Pinto diz que a vegetação que cresceu com o Inverno chuvoso contribui para «aumentar a capacidade de propagação desses incêndios».


 


O ano de 2010 pode tornar-se bastante problemático no Algarve ao nível de fogos florestais. É que «se ocorrerem as situações meteorológicas que tivemos em 2003 e 2004, com o combustível disponível que existe podemos ter um ano muito complicado», alertou o comandante Operacional Distrital Vaz Pinto, num encontro com os jornalistas, após a apresentação do Plano de Combate a Incêndios Florestais/2010, nas instalações do Governo Civil de Faro.

«Choveu, há muita vegetação, muita espontânea, o que vai naturalmente aumentar a capacidade de propagação desses incêndios. Aquilo funciona como um rastilho e a velocidade de propagação é muito mais rápida», acrescentou aquele responsável.

Para já, como referiu Vaz Pinto, «até final do mês de Maio vão manter-se as condições de instabilidade atmosférica que provocam a atual situação meteorológica, uns dias com calor, outros dias a chover, pelo que, penso, não vamos ter problemas».

Por isso, acrescentou, «o dispositivo que devia arrancar, agora, no dia 15, foi protelado até ao final do mês, à exceção dos postos de vigia», os quais eventualmente serão ativados, pelo menos cinco, já a partir daquela data.

Trata-se da «Fase Bravo», de 31 Maio até 30 de Junho, e que, além do helicóptero estacionado em Loulé, a que se juntarão, a partir do dia 1 de Junho, mais dois meios aéreos do mesmo tipo, em Monchique e em Cachopo, no concelho de Tavira, envolve um total de 373 elementos.

Estes elementos pertencem aos dispositivos de combate e ataque inicial, como os Grupos de Intervenção e Proteção de Socorro (GIPS da GNR), bombeiros, meios de vigilância, equipas de Sapadores Florestais, Brigadas de Proteção Ambiental e forças de segurança, com o apoio de 97 viaturas.

Essa estrutura aumentará para 506 elementos e 129 viaturas, mantendo-se os três helicópteros, durante a «Fase Charlie», considerada a mais crítica, de 1 de Julho a 30 de Setembro.

Na «Fase Delta», de 1 a 31 de Outubro, serão disponibilizados 366 elementos e 93 viaturas, além dos três helicópteros, embora estes só estejam operacionais até 15 desse mês.

Apesar de admitir que «os meios nunca são suficientes em nenhuma situação», o comandante Vaz Pinto considerou «adequado» o dispositivo preparado para o ataque inicial aos fogos florestais no Algarve, que deverá estar no terreno de forma musculada no máximo 15 minutos após o alerta.

«Os meios, em 2010, são exatamente os mesmos de 2009, com algum ajuste aqui e ali», observou, destacando como inovação o alargamento da «Fase Delta» até final de Outubro.

O comandante operacional distrital pediu para que «não se façam queimadas» se as condições meteorológicas se mantiverem, numa altura em que, de resto, já nem se podem realizar. Isto, depois de reconhecer que a chuva impediu queimadas.

Já a governadora civil do Distrito de Faro Isilda Gomes apontou a Serra de Monchique como «uma grande preocupação».

E acabou por deixar alguns recados ao nível da prevenção em toda a região algarvia: «depois dos incêndios de 2003 e 2004, penso que foram aprendidas algumas lições».

Em resposta a uma questão colocada por um jornalista, Isilda Gomes disse que não tem notado a existência de «capelinhas» e «portas fechadas», «antes pelo contrário» no combate a fogos.

Por outro lado, acrescentou, «a fiscalização tem de ser intensiva, tem de atuar. É para isso que existe. Quem aplica as coimas são as autarquias, depois de a GNR levantar os autos. Temos sensibilizado os autarcas para a necessidade de sermos rigorosos e rígidos».

É que um aspeto é ocorrer um incêndio devido a um «percalço de um cidadão», outra é um fogo «ser provocado por desleixo e negligência. Essas situações têm de ser caucionadas, como é óbvio».


 


Fonte: Barlavento Online

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24
Mai10

994: Ria Formosa: Polis requalifica 4 pontes-cais

Tempo no Algarve

As obras de requalificação das pontes-cais de Olhão, Armona, Culatra e Farol, na Ria Formosa, arrancaram hoje e devem terminar em Dezembro. Investimento de 3 milhões de euros, do Polis e Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).


 


"Estes trabalhos representam mais um passo para a requalificação, segurança e turismo na Ria Formosa", referiu à agência Lusa a secretária de Estado do Ordenamento do Território.


 


Fernanda do Carmo referiu que o investimento de três milhões de euros será suportado através da Sociedade Polis e pelo Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos, estando prevista a sua candidatura ao Programa de Investimentos do Turismo.


 


"Os trabalhos são importantes para garantirem a mobilidade na Ria Formosa assegurando a adequada circulação de utentes e embarcações para as ilhas barreira. São obras que asseguram igualmente as infraestruturas necessárias ao apoio das actividades económicas na Ilha Formosa", acrescentou Fernanda do Carmo.


 


Os trabalhos de requalificação das quatro pontes-cais - suporte indispensável à movimentação de pessoas na Ria Formosa durante todo o ano -, vão ser realizados de modo a não interferirem com os movimentos de passageiros e garantindo todas as condições de segurança e operacionalidade dos cais, acrescentou fonte do Ministério do Ambiente.


 


O projeto contemplou uma inspeção subaquática, que teve como objetivo fazer o diagnóstico do estado de conservação das estruturas, de forma a equacionar qual o tipo de intervenção a efetuar e a avaliar a natureza e dimensão das ações.


 


Estas obras fazem parte do plano estratégico do "Polis Litoral Ria Formosa", um programa que tem um período de intervenção de 2008 a 2012 e conta com um investimento de 87,5 milhões de euros.


 


A área de intervenção é em 48 quilómetros de frente costeira e 57 quilómetros de frente lagunar e abrange cinco municípios: Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António.


 


Fonte: Observatório do Algarve

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24
Mai10

Resumo do mês de Abril de 2010

Tempo no Algarve

Abril de 2010

 

Média das Máximas: 21.7ºC (+1.7ºC)

Média das mínimas: 13.5ºC (+3.0ºC)

MÉDIA: 17.6ºC (+2.3ºC)

 

Temperatura MÀXIMA mais alta: 29.0ºC (dia 27)

Temperatura MÁXIMA mais baixa: 18.6ºC (dia 2)

Temperatura mínima mais alta: 18.8ºC (dia 25)

Temperatura mínima mais baixa: 8.3ºC (dia 4)

 

Nº dias com temperaturas MÁXIMAS superiores a 25ºC: 3

Nº dias com temperaturas mínimas inferiores a 10ºC: 4

 

Precipitação: 52 mm

Precipitação máxima diária: 18 mm (dia 18)

Nº dias com precipitação superior a 10 mm: 2

Nº dias com precipitação: 7

Nº dias com trovoada: 3

 

 

 

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