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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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31
Jan10

Dados da Estação Meteorológica em Olhão (não oficial)

Tempo no Algarve

Dados referentes ao mês de Janeiro de 2010


 


 


Dia Temperatura Máxima (ºC) Temperatura mínima (ºC) Precipitação (mm) Observações                               
1 16.8 9.7 1 Céu pouco nublado
2 15.8 8.0 0 Céu nublado
3  17.3 14.0   12 Céu nublado. Chuva. 
4  17.0  13.8  23 Céu nublado. Chuva forte. Trovoada. 
5  16.9  10.2  0 Céu pouco nublado 
6  14.6  7.5  3 Céu nublado. Aguaceiros 
7  14.3  6.3  3 Céu nublado
8  10.7  4.0  0  Céu limpo
9  11.2  3.0  0 Céu pouco nublado 
10  9.8  4.5  26  Chuva forte
11  17.5  4.9  0  Céu nublado com abertas
12  17.2  11.4  4  Céu nublado. Chuva. Vento forte com rajadas muito fortes
13  17.5  10.6  1  Céu nublado. Aguaceiros fracos.
14  18.2  12.6  0 Céu pouco nublado 
15  17.0  9.3  0  Céu nublado
16  18.1  12.0  0  Céu nublado
17  18.0  13,4  0  Céu nublado
18  18.3  13.1  0  Céu nublado
19  17.0  13.2  0   Céu nublado 
20  17.0  9.6   Céu nublado com abertas 
21  15.3  9.3  0  Céu nublado
22  15.5  8.3  0  Céu nublado
23  16.3  9.5  18  Chuva até ao final da manhã Céu nublado com abertas à tarde
24  17.7  10.7  0 Céu pouco nublado 
25  17.1  9.3  0  Céu pouco nublado
26  12.7  7.0  1  Céu nublado. Aguaceiros fracos
27  13.5  6.3  0 Céu pouco nublado 
28  16.0  7.2  0  Céu pouco nublado
29  16.4  3.8  0  Céu nublado
30  16.2  5.2  0  Céu pouco nublado
31  16.2  11.0  0 Céu nublado 
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28
Jan10

875: Haxixe: Megajulgamento de 27 arguidos em Olhão GNR ia ganhar 60 mil euros

Tempo no Algarve

Mais de 30 toneladas de haxixe em estado puro era a quantidade de droga que a rede de tráfico internacional, desmantelada em 2008 pela Polícia Judiciária, planeava transportar de Marrocos para vários países da Europa, através da costa portuguesa.



 


A rede, com alegadas ligações a organizações mafiosas em Itália e França, começou ontem a ser julgada no Tribunal de Olhão, sob fortes medidas de segurança. No total estão a ser julgados 27 arguidos, entre eles um militar da antiga Brigada Fiscal da GNR. São acusados de tráfico de droga, associação criminosa, corrupção e sequestro.


 


A organização programou fazer, em Junho de 2008, um transporte de 6,5 toneladas de haxixe, de Marrocos, com desembarque em Sesimbra. Foi utilizada a embarcação pesqueira ‘Saguim’, comprada em Vila Real de Santo António. O grupo, segundo a acusação do Ministério Público a que o CM teve acesso, pretendia "realizar um transporte semanal de seis toneladas".


 


Paulo Trindade, um dos arguidos que falou em tribunal e pediu protecção pessoal (ver apoios), confirmou que "havia um projecto para fazer vários transportes" e que "o produtor em Marrocos estava disponível para enviar mais de 30 toneladas". Confirmou ainda que o militar da GNR envolvido tinha a missão de "garantir a vigilância, para que não existisse interferência das autoridades" e iria ganhar "dez mil euros por tonelada", num total de 60 mil euros. A carga foi interceptada, no dia 25 de Junho, por um navio da Marinha Portuguesa e os quatro tripulantes detidos.


 


A organização, no entanto, continuou a actividade e fez mais um transporte de haxixe que desembarcou, em Novembro, na Fuseta. Foram apreendidas 1,3 toneladas num camião que seguia para Espanha e ainda numa casa agrícola.


 


PORMENORES


 


DOIS COM PROTECÇÃO


 


Dois arguidos, sujeitos a prisão domiciliária, estão a ter protecção pessoal por parte da PSP por terem sofrido ameaças de morte se falassem.


 


QUINZE NA PRISÃO


 


Quinze dos arguidos estão em prisão preventiva, dois em prisão domiciliária com pulseira electrónica e os restantes em liberdade.


 


GNR COM DEZ CARROS


 


Os sinais de riqueza do GNR – tinha dez carros, entre Audis, Mercedes e Porsches – denunciaram a ligação ao tráfico.


 


ITALIANAO DE NÁPOLES


 


Um dos arguidos é residente em Nápoles, em Itália. Outro é francês e dois são marroquinos.




Fonte: Correio da Manhã



 

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26
Jan10

874: Câmara de Olhão vai ser multada por causa de aterro ilegal na Ria Formosa

Tempo no Algarve

A Câmara Municipal de Olhão vai ser multada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDRA), por causa de um aterro situado à beira da Ria Formosa, em área da Reserva Ecológica Nacional e numa faixa de domínio hídrico.


 


A informação foi prestada pelo Ministério do Ambiente, em resposta a uma pergunta formulada pelos deputados comunistas Manuel Tiago e José Soeiro sobre descargas de entulho na área da Ria Formosa, em Olhão.



Segundo a resposta do Ministério, «os técnicos da Divisão de Vigilância e Controlo da CCDR Algarve deslocaram-se ao local referido no passado dia 4 de Dezembro».



Essa visita permitiu identificar o local «como sendo uma área de aterro existente já há alguns anos, propriedade da Câmara Municipal de Olhão», mas «verificou-se ter sido efectuada uma descarga recente de resíduos de construção e demolição».



Ora, admite o Ministério do Ambiente, «o local em que ocorreu a deposição está localizado na área do Parque Natural da Ria Formosa e em área de Reserva Ecológica Nacional e, ainda, numa faixa que corresponde a domínio hídrico».



A situação «configura alguma gravidade», pelo que, após conclusão dos relatórios que estão a ser elaborados pelos serviços competentes da CCDRA, «será levantado auto de notícia e notificada a Câmara Municipal de Olhão no sentido de repor a situação original e, porventura, desenvolver um plano de recuperação da zona».

 


 


Fonte: Barlavento Online

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26
Jan10

873: Aviso Amarelo no Algarve

Tempo no Algarve

Faro

Última actualização da informação:

Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

 

Agitação Marítima

Amarelo

Agitação Marítima

Para o período de: 2010-01-26 15:00:00
até: 2010-01-28 11:59:59

Altura Significativa das Ondas

Na costa Sul ondas de sueste com 2 a 2,5 metros.

 

 

Fonte: IM

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25
Jan10

872: Previsão meteorológica para a semana de 25 de Janeiro a 31 de Janeiro de 2010

Tempo no Algarve

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 25 (2ªfeira) -  Céu pouco nublado. Vento moderado a forte de nordeste. Descida da temperatura.


 


Máximas: 13ºC - 17ºC


mínimas: 6ºC - 10ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.  Temperatura da água do mar: 17ºC.


 


Dia 26 (3ªfeira)  -  Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade a partir da manhã.  Possibilidade para a ocorrência de aguaceiros fracos. Vento moderado a forte de nordeste. Pequena descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 12ºC - 16ºC


mínimas: 4ºC - 8ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 17ºC.


 


Dia 27 (4ªfeira)  - Céu pouco nublado. Vento moderado de nordeste. Pequena descida de temperatura.


 


Máximas: 10ºC - 14ºC


mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro. 


 


Dia 28 (5ª feira)- Céu pouco nublado. Vento moderado a forte de leste.


 


Máximas: 10ºC - 14ºC 


mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 a 2 metros.


 


Dia 29 (6ª feira)  - Céu pouco nublado. Vento moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura máxima.


 


Máximas: 11ºC - 15ºC 


mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 a 1.5 metros.


 


Dia 30 (Sábado)  - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte.


Máximas: 11ºC - 15ºC


mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Dia 31 (Domingo) - Céu pouco nublado.  Vento moderado de norte.


 


Máximas: 11ºC - 15ºC


mínimas: 3ºC - 7ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com  1 metro.


 


Precipitação prevista para esta semana: entre 0 a 5 mm

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24
Jan10

871: Ria Formosa vai transformar-se

Tempo no Algarve

A subida do nível médio das águas do mar e as sucessivas tempestades marítimas registadas recentemente no Algarve são o motor de arranque para a área da Ria Formosa minguar nas próximas décadas.


 


As cinco tempestades marítimas registadas em apenas um mês no Algarve, com galgamentos oceânicos sobre o cordão dunar, provocaram recuo da linha de costa e o derrube de cerca de 20 casas junto à Ria Formosa. Mas as consequências imediatas são só a ponta do iceberg.


 


"Numa perspectiva de subida do nível médio do mar, prevê-se que haja uma migração efectiva das ilhas barreira para o interior e, por isso, toda a área costeira pode vir a migrar de forma paulatina", observou o geólogo e especialista em dinâmica costeira da Universidade do Algarve Óscar Ferreira.


 


O investigador não quer entrar em alarmismos imediatos, mas em entrevista à Agência Lusa menciona que se trata da evolução natural devido à subida do nível médio do mar, que pode ser mais rápida e potenciada pelo registo de tempestades marítimas.


 


Os riscos associados à migração das ilhas barreira para o interior podem prevenir-se com a diminuição directa da ocupação humana da Ria Formosa, nomeadamente não "bordejando o sistema lagunar com ocupação em cimento", alertou.


 


"Quando essas áreas estão ocupadas por nós [seres humanos] de forma maciça, o que acontece é um encolhimento do sistema que contribui para aumentar a sedimentação dos canais, perda da troca de circulação da água e da sua qualidade".


 


"Se as ilhas barreira não puderem migrar livremente para o interior, a dimensão da Ria Formosa vai diminuir, destruindo ou danificando valências ambientais únicas como os sapais ou as pradarias marinhas", acrescentou Óscar Ferreira.


 


Se houver perda parcial do ecossistema, poderá também haver uma diminuição da qualidade ecológica do sistema e da sua qualidade económica, acrescentou, referindo-se, por exemplo, à actividade de mariscultura.


 


"Se não houver uma boa renovação da água, acaba por se perder a qualidade de todo o ecossistema", observa, recordando que a sobrevivência dos organismos e de toda a economia relacionada fica em perigo.


 


Na opinião do cientista, os planos de ordenamento da orla costeira devem integrar as consequências das alterações climáticas globais, nomeadamente a subida do nível do mar, mas "raramente os planos de gestão costeira contemplam a dinâmica dos sistemas naturais".


 


Fonte: Observatório do Algarve


 

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24
Jan10

870: UAlg desenvolve sistema de alerta de riscos costeiros

Tempo no Algarve

A Universidade do Algarve está a desenvolver um sistema de alerta de riscos costeiros associados a tempestades que permite dar tempo às autoridades e populações para que se previnam contra intempéries.


 


O sistema, desenvolvido com outros parceiros europeus, permitirá determinar com cerca de três dias de antecedência as consequências previsíveis de uma tempestade nas zonas costeiras, explicou à Lusa o coordenador da parte portuguesa do projecto Micore, Óscar Ferreira.


 


"O sistema vai determinar se perante uma tempestade há a possibilidade de existir erosão, recuo da linha costeira, danos materiais ou galgamentos oceânicos, entre outros", explicou o investigador do Centro de Investigação Marinha e Ambiental (CIMA) da Universidade do Algarve (UAlg).


 


Para tal, acrescenta, são tomadas em conta variantes como a previsão meteorológica, agitação marítima e modelos de propagação de ondas e de erosão costeira, bem como a morfologia da zona costeira em causa.


 


O sistema será desenvolvido em zonas costeiras de nove países europeus: Portugal (na Península do Ancão, Ria Formosa), Espanha, Itália, França, Inglaterra, Bélgica, Holanda, Polónia e Bulgária.


 


Tendo uma previsão com alguns dias de antecedência - o sistema só se reporta a tempestades específicas -, as autoridades de Protecção Civil e de gestão costeira poderão tomar algumas medidas de protecção e avisar as populações.


 


Para desenvolver o sistema, tarefa que só se iniciará dentro de cerca de seis meses, foi feito um balanço da variação das tempestades nos últimos 50 anos e verificou-se que no Sul da Europa há uma tendência para a sua diminuição.


 


"Há uma tendência para o aumento da intensidade das tempestades no Atlântico Norte, ao contrário do Sul, onde se prevê uma ligeira diminuição", disse Óscar Ferreira, acrescentando que a energia e duração das tempestades no Algarve poderão diminuir.


 


Quanto à ocorrência de tempestades sucessivas capazes de produzir danos como as que ocorreram no último mês de Dezembro e em Janeiro, Óscar Ferreira referiu que estas podem acontecer em cada três a quatro anos, em média.


 


O problema das tempestades sucessivas é que as zonas costeiras não têm tempo suficiente para recuperar as suas defesas e são por isso mais afectadas do que quando existem tempestades mais espaçadas no tempo.


 


Apesar do projecto - que está a ser coordenado pela Universidade de Ferrara, em Itália -, se circunscrever a nove locais, a ideia é que o sistema seja usado a nível europeu ou até mundial.


 


De acordo com aquele responsável, está já terminada a fase do trabalho de campo, que envolveu levantamentos sistemáticos das zonas emersas e submersas e, no caso da Praia de Faro, a captura de imagens através de duas câmaras de vídeo colocadas num local estratégico.


 


O sistema, que funcionará em modelo aberto, deverá estar pronto dentro de cerca de um ano, altura em que será apresentado às autoridades com competência nas áreas da gestão costeira e protecção civil.


 


Fonte: Observatório do Algarve

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23
Jan10

869: Mini-tornado atravessa Lagos

Tempo no Algarve

Um mini-tornado registado hoje de madrugada, em Lagos, causou a queda de algumas árvores e sinais de trânsito, danificou o tecto de um supermercado e de um estabelecimento de comida rápida.




 



Fonte do Comando Distrital de Operação de Socorros (CDOS) explicou que os ventos fortes e a chuva sentidos esta noite, no Algarve, foram registados como um "mini-tornado na cidade de Lagos cerca das 03h00" que provocou danos materiais no supermercado Recheio e no restaurante Macdonalds.


 



Não há feridos a registas, disse ainda a fonte.






O mini-tornado fez também cair algumas árvores na cidade de Lagos e sinais de trânsito e danificou dois veículos automóveis, acrescentou o CDOS.



Os bombeiros de Lagos e a PSP local tomaram conta das ocorrências.                                  



 


Fonte: Observatório do Algarve

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22
Jan10

868: Algarve: Sismo igual ao do Haiti deixaria infra-estruturas básicas a metade da capacidade

Tempo no Algarve

Estudo de Risco Sísmico e Tsunamis apresentado sexta-feira
Um sismo com a magnitude do registado no Haiti na semana passada causaria uma inoperacionalidade de cerca de 50 por cento nas infra-esruturas básicas algarvias, segundo o simulador utilizado na elaboração do Estudo de Risco Sísmico e Tsunamis do Algarve.

"Neste cenário ficariam afectadas em cerca de 50 por cento unidades hospitalares, escolas, redes eléctricas ou de abastecimento de água, entre outras", precisou Sousa Oliveira, professor do Instituto Superior Técnico e um dos peritos que participou na elaboração do estudo, que esta sexta-feira foi apresentado na Universidade do Algarve (UAlg) na presença do Ministro da Administração Interna, Rui Pereira.

O ministro considerou que o Estudo de Risco Sísmico e Tsunamis do Algarve (ERSTA) é "um instrumento valiosíssimo que pode significar a preservação de inúmeras vidas e de valiosos bens patrimoniais", porque "abrange um vasto conjunto de áreas, desde a definição e caracterização das estruturas sísmicas da região até à avaliação dos danos associados a cenários sísmicos, passando pela caracterização dos movimentos pendulares da população".

"Com o precioso auxílio tecnológico dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG), podemos agora cruzar um significativo leque de informação técnico-científica que permita uma rigorosa avaliação de danos e que suporte o desenvolvimento de acções que reduzam as vulnerabilidades identificadas", afirmou.

O ministro explicou que o ERSTA "não é puramente teórico ou académico, porque permite prever quais serão as consequências de um tremor de terra ou tsunami na região".

"Com base neste estudo vai agora proceder-se a um plano de acção, de emergência. Vai ser feito pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, com a colaboração de inúmeras entidades, e vai fazer um inventário dos meios necessários e das medidas a tomar em caso de catástrofe", explicou.

Rui Pereira precisou que "o plano vai estar pronto durante o primeiro semestre deste ano e vai depois ser sujeito a consulta pública".

O presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), general Arnaldo Cruz, explicou que o objectivo do ERSTA, o segundo estudo do género realizado no país (o primeiro foi sobre a área metropolitana de Lisboa), é "elencar riscos, identificar vulnerabilidades e definir respostas".

Arnaldo Cruz sublinhou que a análise elaborada pelas diversas entidades que participaram no estudo vai ajudar agora na "árdua tarefa de planificar a emergência e o socorro" em caso de sismo ou tsunami, uma vez que o simulador dará dados sobre o nível de destruição dos edifícios, das infra-estruturas básicas, de mortos, de feridos ou das inundações de áreas afectadas por ondas gigantes.

José Oliveira, director nacional de planeamento de emergência, congratulou-se por a aplicação informática utilizada como simulador no estudo ter sido "eficaz na previsão das consequências do sismo registado em Portugal em meados de Dezembro passado".

"Quando colocámos os dados no simulador, vimos que apontava para a inexistência de danos em edifícios ou de vítimas e isso verificou-se, o que nos deu alguma confiança", afirmou.
 
Fonte: Região Sul

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20
Jan10

867: Cerro da Cabeça é o candidato de Olhão a Maravilha Natural de Portugal

Tempo no Algarve
O concelho de Olhão é um dos candidatos às 7 Maravilhas Naturais de Portugal, sendo que integra a candidatura conjunta da Ria Formosa, através do programa Polis e, em nome individual, apresentando o sítio classificado do Cerro da Cabeça.



O Cerro da Cabeça, com 249 metros de altitude é a elevação mais oriental da Serra de Monte Figo, no concelho de Olhão. Sítio de elevado valor paisagístico e científico, está integrado na rede natura 2000 e no projecto Corine/Biótipos, sendo ainda considerado pelos geólogos um monumento natural, devido ao valor das suas formações cársicas.



A sua superfície, ocupada pelo maior lapiás do sul do país, e as suas grutas têm um elevado valor ambiental, servindo de abrigo a diferentes espécies de morcegos. O seu património botânico encontra-se revestido pelo maquis, típico do Barrocal algarvio.



Excelente miradouro de onde se vislumbra o litoral algarvio, esta é uma das 49 candidaturas validadas na região algarvia.

 

Fonte: Região Sul
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