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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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13
Jan09

549: Olhanense: Jorge Costa promete jogar para ganhar na Luz

Tempo no Algarve

O treinador do Olhanense Jorge Costa garantiu hoje que vai jogar para ganhar frente ao Benfica, na Luz, em jogo da terceira fase da Taça da Liga em futebol, mantendo a filosofia habitual da Liga de Honra.


 


O ex-central portista lembrou que os objectivos da equipa passam mais pela Liga de Honra, prova que lidera, mas recusou cautelas defensivas: "jogamos sempre para ganhar e conquistar os três pontos em qualquer terreno".



"Sabemos que não é um jogo fácil, mas o Olhanense só sabe jogar de uma maneira: procurar sempre a vitória. Independentemente de ser na Luz, contra o Benfica, vamos fazer isso amanhã (quarta-feira)", sublinhou, na conferência de imprensa de antevisão do jogo.



Depois de uma derrota caseira na primeira jornada do Grupo C da terceira fase da Taça da Liga, ante o Belenenses (0-2), a turma algarvia procura pontos que ainda lhe permitam sonhar com o apuramento para as meias-finais.



"É evidente que para nós, clube, cidade e região, é um jogo especial, contra uma grande equipa, que criou grandes expectativas e ansiedade, mas é só mais um jogo", comentou.



O treinador do emblema de Olhão desvalorizou um eventual mau momento do Benfica, analisando friamente a questão.



"O Benfica é o primeiro classificado da Liga e atravessa um bom momento. Mais, é uma equipa que quer conquistar títulos e vê na Taça da Liga essa possibilidade", referiu.



A nível pessoal, será um "jogo normal", frente a uma adversário frente ao qual o agora treinador jogou muitas vezes, mas para os seus atletas será diferente.



"É um jogo grande para os jogadores e temos de aproveitar esta oportunidade para podermos aparecer e para que a gente do futebol fique a saber que em Olhão há qualidade e bons jogadores", assegurou Jorge Costa.



De Olhão, devem viajar "mais de 1.500 pessoas", espera o presidente do clube, Isidoro Sousa, uma vez que o clube conta com 10 autocarros cheios e há outros tantos de excursões particulares, juntando-se a quem se desloca de carro.



Depois do jogo com o Benfica, a comitiva do Olhanense viaja para o Norte, onde ficará até domingo, dia em que defronta o Vitória de Guimarães, na última jornada desta fase da Taça da Liga.



Messi, castigado, não pode jogar com os "encarnados", e a lista de indisponíveis aumenta com os lesionados Anselmo, Paulo Renato, Branquinho e Guga.

 


 


Fonte: Barlavento Online

13
Jan09

548: Eco-Famílias gera mega-poupança de água

Tempo no Algarve

Um projecto pioneiro da Águas do Algarve está a mudar radicalmente os hábitos de dez famílias. No futuro, poderão ser muitas mais.


 



O programa "Eco-Famílias" permitiu que se alcançassem nas residências algarvias envolvidas no projecto reduções no consumo de água utilizada nos duches na ordem dos 60 por cento, diz a Águas do Algarve.


 


 


Em comunicado, a empresa afirma que, no espaço de um ano, o programa, pioneiro a nível nacional, contribuiu para alterações de comportamento nas famílias abrangidas, em cujas casas foram instalados redutores de caudal.


 


 


A maior percentagem de redução foi verificada nos duches, embora na lavagem de mãos se tenha registado uma redução próxima dos 50 por cento e na lavagem de loiça manual de cerca de 40 por cento.


 


 


Nas casas das dez famílias algarvias envolvidas no projecto, conseguiu-se que os consumos médios diários diminuíssem em média cerca de 20 por cento após a fase de recomendações e de instalação de redutores.


 


 


O Programa piloto "Eco-Famílias-Água" consiste em acompanhar durante um ano os consumos reais de água nas famílias residentes no Algarve de forma a obter informação relativa aos diferentes usos domésticos desta.


 


A metodologia utilizada permite avaliar comportamentos, hábitos de consumo e identificar oportunidades de uso eficiente da água.


 


 


O programa "Eco-Famílias" conta com a participação de dez famílias, distribuídas pelos concelhos de Albufeira, Faro, Loulé, São Brás de Alportel, Olhão e Lagoa.


 


Fonte: Observatório do Algarve


13
Jan09

547: Governo admite falhas na coordenação da Protecção Civil

Tempo no Algarve

O secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, veio esta segunda-feira rebater as acusações de falta de coordenação das autoridades na resposta ao mau tempo, mas acabou por admitir que houve “uma ou outra falha”. É uma resposta ao PSD, que pediu a audição urgente de Arnaldo Cruz, presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil. O PS concorda com a audição.


 


 


 



"Rejeito liminarmente as críticas à ausência de coordenação e falta de articulação entre os agentes" de socorro, afirma o secretário de Estado, para quem a operação do dispositivo da Protecção Civil foi "bem sucedida".



Embora alege que a questão está a “ser mediaticamente empolada”, o responsável político admite, no entanto, “uma ou outra falha”, que só se poderá justificar na existência de vários níveis de resposta na Protecção Civil, o municipal, o distrital e o nacional.



Em relação à intenção do PSD de pedir uma audição com urgência do presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil, o membro do Governo manifesta toda a “sua disponibilidade” para ir ao Parlamento dar todas as informações que os deputados considerem pertinentes.



Arnaldo Cruz, responsável da Protecção Civil, também já se demonstrou disponível para responder a todas as questões que os deputados lhe queiram colocar.



PSD quer ver o que falhou para corrigir no futuro



O Partido Social-Democrata quer ouvir as explicações do Presidente da Autoridade Nacional da Protecção Civil com carácter de urgência sobre o “que falhou” na resposta ao mau tempo.



A resposta das autoridades públicas, nomeadamente das coordenadas pela Autoridade Nacional de Protecção Civil, foi considerada deficiente pelo grupo parlamentar do PSD, o principal partido da Oposição, razão suficiente para pedir a audição urgente do seu presidente.



O PSD quer que Arnaldo Cruz, o mais alto responsável pela Autoridade Nacional de protecção Civil, vá à Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias explicar aos deputados o que aconteceu.



"Esta intempérie foi prevista com alguns dias de antecedência, a própria Protecção Civil foi lançando os alertas, mas depois algo não funcionou. É evidente que em alguns casos houve falta de coordenação", diz Luís Montenegro.



"Foram três ou quatros dias em que centenas de pessoas se envolveram nas consequências do frio com responsabilidades acrescidas das entidades públicas. Queremos ver, entre o alerta e as medidas subsequentes, o que falhou e que o que é necessário corrigir para que cidadãos não tenham esta insegurança", justificou.



"Queremos obter respostas sobre o que aconteceu menos bem e preparar o terreno para o futuro", reforçou o social-democrata.



"O próprio Ministério da Administração Interna há três dias que não diz nada", assinalou Luís Montenegro. "Não pomos fora de hipótese de ouvir o ministro da Administração Interna", adiantou.



ASPROCIVIL critica falta de coordenação



Não foi só no plano político que a intervenção das autoridades públicas foi criticada. Também a Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil (ASPROCIVIL) veio a terreiro criticar a actuação da Protecção Civil.



A ASPROCIVIL lamentou a ineficácia e falta de coordenação das autoridades de Protecção Civil, que não conseguiram evitar que dezenas de pessoas ficassem bloqueadas nas estradas devido à neve.



Ricardo Ribeiro, da ASPROCIVIL, vai mais longe ao afirmar que cerca de 90 por cento das Câmaras Municipais têm os Planos de Emergência Municipais desactualizados.



Governo classifica críticas de “injustiça”



"É uma grande injustiça para o dispositivo as críticas", responde José Miguel Medeiros, que explica existir actualmente um sistema de organização que passa por "briefings" diários com todos os agentes da protecção e socorro e nos últimos dias o dispositivo funcionou em rede.



O membro do Governo chama a atenção para o facto de se ter tratado de "uma situação anormal em termos meteorológicos" e que obrigou à mobilização de recursos excepcionais.



"Os recursos disponíveis são escassos e limitados, estamos a falar de um fenómeno para o qual Portugal não tem uma rotina como tem para com os fogos florestais. Nevou em sítios onde não é habitual nevar. Os profissionais da Protecção Civil estiveram à altura das circunstâncias", disse.



A situação que Portugal viveu na última semana foi extraordinária e levou ao corte simultâneo de 114 estradas em todo o país e a mais de 1.000 intervenções dos bombeiros, de acordo com o secretário de Estado.



"Sinto que o dispositivo merece a confiança dos portugueses. Não vale a pena fazer alarmismos, porque mais uma vez demonstrou que tem capacidade de resposta e de socorro", concluiu.



PS defende audição



O Partido Socialista defende uma audição do presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil, Arnaldo Cruz, no Parlamento para prestar explicações sobre o que falhou na resposta ao mau tempo.



O vice-presidente da bancada do PS, Ricardo Rodrigues, defende que deve também estar presente o responsável político da área, o secretário de Estado da Protecção Civil, José Miguel Medeiros, ou o ministro da tutela, Rui Pereira.



O deputado defende ainda a chamada do comandante operacional da Protecção Civil à comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República.



“O que se pretende é o esclarecimento cabal. A Assembleia da República tem essa função de fiscalização política e acho que é uma das suas actividades mais nobres, dai é com naturalidade que sempre chamamos e temos connosco entidades para explicar o que se passou e se há ou não responsabilidades”, disse Ricardo Rodrigues aos microfones da Antena 1.



Foram mobilizados meios disponíveis sem necessidade de reforço, garante a ANPC



"Foram utilizados os meios disponíveis com mobilização dos recursos dos municípios, não sendo necessários meios de reforço", afirma a Autoridade Nacional de Protecção Civil em "esclarecimento".



No último fim-de-semana foram registadas nos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Viana Real, Bragança, Aveiro, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Portalegre 1.000 ocorrências, como serviços de prevenção, patrulhamento, limpeza de vias, serviço de abastecimento de água, de reboque e de apoio à população, e estiveram cortadas 114 estradas, que envolveram 2.984 elementos e 1.193 viaturas, de acordo com a ANPC.



No âmbito das suas competências – relacionadas com o planeamento, prevenção e gestão de meios –, a ANPC emitiu três comunicados operacionais enviados a todos os agentes de Protecção Civil e o Comando Nacional de Operações de Socorro manteve "um acompanhamento contínuo da situação".



A nível distrital "foram divulgados comunicados por todos os agentes de Protecção Civil e em simultâneo foram enviadas mensagens, via telemóvel, a todos os agentes, nomeadamente à GNR, PSP e concessionários das vias", e mobilizados "todos os meios" dos Bombeiros e dos serviços municipais de Protecção Civil.



A "Estradas de Portugal" foi contactada para a ocorrência de situação meteorológica adversa por vários dias, distribuídos alimentos e água aos automobilistas imobilizados através dos corpos de Bombeiros e dos serviços municipais de Protecção Civil e os serviços públicos e escolas foram encerrados mais cedo para permitir o regresso atempado e em segurança a casa.

 

Fonte: RTP
13
Jan09

546: Culturas de hortícolas e citrinos do Algarve destruídos em "grau elevado" pela geada

Tempo no Algarve

Alguns agricultores com estufas de tomates, pepinos, pimentos, "courgettes" e pomares de citrinos nas zonas de Faro, Olhão e Silves viram as suas culturas queimadas na totalidade ou parcialmente pelas geadas que caíram nos últimos dias no Algarve.


 


Em declarações à Agência Lusa, o responsável pela Uniprofrutal - união de associados que produzem hortícolas e citrinos - referiu que o frio de "carácter excepcional" das últimas três noites provocou nalguns casos "perdas totais de culturas".



"Observamos, em relação às estufas de horticultura, um grau de afectação muito elevado e nalguns casos com perdas totais das culturas", referiu Eduardo Ângelo, da Uniprofrutal, referindo que hoje é o primeiro dia que estão no terreno a avaliar os prejuízos do frio na agricultura algarvia.



As estufas de tomate, pepino e melão em Faro, Olhão e Silves são as culturas atingidas com maior gravidade, mas também o sector dos citrinos sofreu com as geadas, embora a situação seja menos grave, acrescenta aquele produtor, referindo que ainda é cedo para falar com áreas de cultura atingida, por ainda se estar a fazer o inventário no terreno.



Um produtor de citrinos adiantou à Lusa, no entanto, que existe "muita laranja queimada pela geada que ficou sem sumo na zona de Silves e de Alte.



Norberto Coelho, um produtor de agricultura biológica há quinze anos no Algarve, diz que não se recorda de um ano assim e jura que nem quer fazer as contas ao prejuízo que o frio dos últimos dias causou nas suas estufas.



"Só não 'arderam' os plásticos e os tubos das estufas", desabafa Norberto Coelho, sublinhando que parece ter havido um incêndio no meio hectare de cultura biológica que possui na zona da Tôr, concelho de Loulé.



A geada destruiu cerca de cinco mil pés de tomate, mil pés de pimento e quantidade idêntica de 'courgettes'. Até as culturas mais resistentes, como a alface e a couve, ficaram cozidas com o frio, adiantou aquele produtor de hortícolas.



Além das culturas de estufa, também as árvores de fruto que possui - abacateiros, laranjeiras e tangerineiras -, foram afectadas pela vaga de frio, num ano que Norberto Coelho só quer esquecer.



"Nem me queixei à Direcção Regional de Agricultura e Pescas, porque quando eles vão dar alguma coisa já o burro está morto", ironiza, acrescentando que a melhor solução é "começar a trabalhar novamente".



A Agência Lusa contactou o responsável pela Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve (DRAPalg), que confirmou que estão desde hoje de manhã no terreno equipas daquele organismo a fazer o levantamento dos estragos causados pelas geadas nas culturas.



"Não sabemos ainda qual o universo de produtores afectados, nem o montante dos prejuízos, que serão determinados ao longo da semana", acrescentou Joaquim Castelão Rodrigues.


 


Fonte: LUSA


 



http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?headline=98&visual=25&article=381847&tema=27


 


Fonte: RTP


 

13
Jan09

545: Previsão meteorológica para a semana de 13 de Janeiro a 18 de Janeiro de 2009

Tempo no Algarve

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 13 (3ªfeira)  - Céu nublado com a probabilidade de ocorrência de aguaceiros fracos. Vento moderado de sul.


 


Máximas: 9ºC - 15ºC


mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 2 metros. Temperatura da água do mar:16ºC


 


Dia 14 (4ªfeira)  - Céu pouco nublado aumentando de nebulsidade a partir do fim da manhã. Vento fraco de noroeste rodando para sul no final do dia. Descida da temperatura especial da mínima.


 


Máximas: 6ºC - 13ºC


mínimas: 1ºC - 5ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1,5 metros.


 


Dia 15 (5ª feira)- Céu muito nublado. Períodos de chuva ou aguaceiros. Vento moderado de sueste rodando para leste. Condições favoráveis à ocorrência de trovoadas..


 


Máximas: 4ºC - 14ºC 


mínimas: 2ºC - 7ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 2 metros


 


Dia 16 (6ª feira)  - Céu nublado diminuindo de nebulosidade a partir do fim da manhã.  Vento moderado de nordeste. Aguaceiros fracos até ao fim da manhã..


 


Máximas: 5ºC - 14ºC 


mínimas: 4ºC - 8ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 2  a 3 metros .


 


Dia 17 (Sábado)  - Céu pouco nublado. Vento moderado de norte. Pequena descida de temperatura.


 


Máximas: 5ºC - 14ºC


mínimas: 3ºC - 7ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 2 metros.


 


Dia 18 (Domingo) - Céu pouco nublado.  Vento fraco a  moderado de norte. 


 


Máximas: 7ºC - 14ºC


mínimas: 2ºC - 6ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com 2 a 3 metros.


 


Precipitação prevista para esta semana: 5 a 15 mm

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