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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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26
Jun08

330: Onda galga praia e rompe Lagoa dos Salgados

Tempo no Algarve

Uma onda do mar galgou hoje a praia junto à Lagoa dos Salgados, em Albufeira, e rompeu uma das mais importantes zonas húmidas do Barlavento algarvio utilizada para a nidificação de aves.


 


A Lagoa dos Salgados, zona húmida classificada como habitat de conservação prioritário, é uma importante zona húmida do barlavento algarvio, localizada nos concelhos de Albufeira e Silves e uma das áreas mais importantes para as aves em Portugal.



Em declarações à Lusa, fonte da Polícia Marítima explicou que durante a última maré, uma onda maior vinda do mar rompeu a Lagoa dos Salgados e provocou uma descarga considerável daquela zona húmida, que estava com um nível elevado de água.



A ocorrência terá acontecido cerca das 09:00 de hoje.



A onda provocou ainda o arrastamento de material lúdico da lagoa, nomeadamente de gaivotas de passeio, que apesar de arrastadas não sofreram danos materiais, indicou o comandante Marques Pereira.



Em Abril deste ano, a Lagoa dos Salgados foi esvaziada com a autorização da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve.



O canal aberto entre a Lagoa dos Salgados e o mar permitiu o escoamento de água, causando a perda de ninhos de aves aquáticas, facto criticado por algumas associações de ambientalistas, que referiram que haviam sido violadas regras básicas de conservação relativamente à Lagoa dos Salgados.



Na altura a CCDR/Algarve explicou à Lusa que o esvaziamento da lagoa foi autorizado porque durante o Inverno de 2008 aquele habitat foi alvo de "fenómenos de galgamento oceânico", "sofreu grande influência oceânica durante esta época húmida" e recentemente, "após um episódio intenso de precipitação" aumentou uma subida brusca ao nível da lagoa.



O ministro do Ambiente chegou mesmo a admitir que o esvaziamento da Lagoa dos Salgados, Algarve, autorizado pela CCDR Algarve, tinha sido um "desastre ecológico", mas que estava ultrapassado com a reposição arenosa.



A abertura da lagoa ao mar deixou a seco uma "das mais importantes zonas húmidas do litoral algarvio", lamentaram os ambientalistas, "deitando a perder" vários ninhos de espécies raras que ali vão para nidificar.



Em declarações à Lusa, Luís Costa, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), afirmou que o fenómeno é "recorrente" e que acontece porque o campo de golfe está numa cota situada "abaixo do que deveria estar", pelo que é necessário abrir a lagoa ao mar.


 


Fonte: LUSA

25
Jun08

329: Risco de Incêndio no Algarve e Previsão UV

Tempo no Algarve

Dia 26 de Junho de 2008


 


O risco de incêndio para o Algarve (ao nível de concelhos) será o seguinte:


 


Moderado - Lagoa, Olhão e Vila Real de Santo António.


 


Elevado - Vila do Bispo, Lagos, Portimão, Silves, Albufeira, Faro, Tavira, Castro Marim e Alcoutim.


 


Muito Elevado - Aljezur, Monchique, Loulé e São Brás de Alportel.


 


 


Previsão UV


 


No Algarve o UV será de 10 (Nível muito alto) entre as 11 horas e as 16 horas.


 


 


Fonte: IM

24
Jun08

328: Risco de Incêndio no Algarve e Previsão UV

Tempo no Algarve

Dia 25 de Junho de 2008


 


O risco de incêndio para o Algarve (ao nível de concelhos) será o seguinte:


 


Moderado - Lagoa, Albufeira, Faro, Olhão e Vila Real de Santo António.


 


Elevado - Vila do Bispo, Lagos, Silves, Loulé, Tavira, Castro Marim e Alcoutim.


 


Muito Elevado - Aljezur, Portimão, Monchique e São Brás de Alportel.


 


 


Previsão UV


 


No Algarve o UV será de 9 (Nível muito alto) entre as 11 horas e as 16 horas.


 


 


Fonte: IM


 


 

24
Jun08

327: Lâmpadas que poupam milhões

Tempo no Algarve

As lâmpadas do futuro ainda têm uso limitado mas podem poupar mais de cinco milhões de euros em Portugal.


 



A nova geração de lâmpadas com um consumo de energia inferior a dois watts já está a venda e, se usada nos locais adequados das habitações portuguesas, permitirá uma poupança geral de quase 5,6 milhões anuais de euros.


Embora a tecnologia das lâmpadas led ainda não permita o seu uso para iluminação mais exigente - zonas de leitura, cozinhas - uma estimativa feita pelo projecto Ecocasa da associação ambientalista Quercus calcula que, em média, a novo modelo de iluminação pode substituir quatro das lâmpadas existentes em cada habitação.


Um factor que facilita a substituição é o das novas lâmpadas já terem um casquilho idêntico às convencionais (incandescentes), pelo que basta substituir uma pela outra, sem necessidade de mais alterações.


Como a tecnologia está numa fase ainda pouco desenvolvida, a luz produzida só se adequa a zonas de passagem, como “halls” ou corredores, disse à agência Lusa uma responsável do Ecocasa, projecto que promove o uso racional de energia, a eficiência energética e as energias renováveis no sector doméstico.


Mesmo com o reduzido leque de utilizações, alargando os cálculos ao universo habitacional português, a engenheira do Ambiente Filipa Alves sustenta que o recurso aos "ledes" nos moldes adequados levaria à poupança de 47, 2 milhões de quilowatts/hora (kwh) por ano, quase a energia consumida num concelho como Bragança, com cerca de 35 mil habitantes, onde se consomem anualmente 48,5 milhões de kwh, de acordo com dados oficiais.


Traduzida em euros, esta poupança atingiria cerca de 5,6 milhões de euros anuais.


Além de um consumo quase nulo - as novas lâmpadas à venda ao grande público gastam de apenas um watt ou 1,5 watt - os "ledes" têm uma duração bastante superior às lâmpadas comuns (incandescentes) e até às designadas de baixo consumo (fluorescentes compactas).


Enquanto as incandescentes têm uma vida útil de 41 dias, se permanentemente acesas, e as lâmpadas de baixo consumo conseguem ficar acesas pelo menos 13 meses ininterruptamente, há "ledes" que duram mais de 27 meses consecutivamente ligados.


Questões tecnológicas ainda não ultrapassadas levam a que os "ledes" de luz branca (a mais procurada) sejam os mais caros e os de menos duração.


Num hipermercado de Lisboa, em meados deste mês a Lusa encontrou à venda "ledes" brancos por 12,99 euros, com uma duração anunciada de 6 mil horas consecutivas (50 dias) e um watt de consumo, enquanto os azuis ou vermelhos custavam apenas 5,99 euros, a que corresponde uma vida útil de 20 mil horas (dois anos e quase dois meses) e 1,5 watt.


Seguro é que os grandes fabricantes de lâmpadas não têm dúvidas em afirmar que a tecnologia led representa o futuro da iluminação, afirma Filipa Alves.


A investigação em curso, acrescenta, pode permitir a qualquer momento ultrapassar os obstáculos que ainda não permitiram massificar o seu uso.


 


Fonte: Observatório do Algarve


23
Jun08

326: Alterações Climáticas: Governo abre concurso de 30 ME para novos projectos de redução emissões

Tempo no Algarve
O ministério do Ambiente abriu hoje um programa de apoio de 30 milhões de euros para o desenvolvimento de projectos inovadores que reduzam as emissões de gases com efeito de estufa no período 2008-2012

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Os transportes e mobilidade, eficiência energética, gestão de resíduos e efluentes, processos industriais e o uso de solo e florestas são alguns tipos de projectos que o novo programa vai apoiar, desde que não existam no Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC) em vigor.

"É uma nova frente que estamos a abrir. Trata-se de financiar projectos em Portugal que até agora não tenham sido previstos no PNAC e Sistema de Emissão de Licenças, mas onde ainda se podem obter ganhos de carbono", disse à agência Lusa o ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia.

As candidaturas ao programa de apoio estão abertas até 31 de Outubro de 2008, com o Fundo Português de Carbono (FPC) a assegurar o pagamento dos projectos aprovados.

O governante sublinhou que os 30 milhões de euros são fundos "imediatamente disponíveis", porém, assegurou que se houver "muitos projectos que apresentem uma mais-valia", o montante do programa "poderá vir a ser aumentado".

Durante a sessão de apresentação do regulamento do programa de apoios, em Lisboa, Francisco Nunes Correia afirmou que a medida vem contribuir "para a descarbonização da economia nacional" e reforça "os objectivos nacionais em matéria de combate às alterações climáticas".

O programa de apoio foi criado pelo FPC - que possui uma dotação global de 354 milhões de euros até 2012 - para promover o investimento em projectos que resultem em reduções de emissões ou remoções por sumidouros de gases com efeito de estufa (GEE), no âmbito do cumprimento das metas assumidas por Portugal no Protocolo de Quioto.

A substituição de combustíveis - sobretudo de carvão e fuel para gás natural - a redução de emissões de Hexafluoreto de enxofre (SF6) em redes eléctricas, a recuperação, tratamento ou queima de biogás, a florestação e reflorestação foram alguns exemplos de projectos enunciados na apresentação como susceptíveis de receberem apoio.

As candidaturas estão abertas a "qualquer pessoa singular ou colectiva do sector público, cooperativo ou privado", segundo o ministério do Ambiente, e o apoio dos projectos em causa pode ser "parcial ou total".

Nunes Correia disse no entanto que os projectos elegíveis serão aqueles que reduzam as emissões de GEE em pelo menos cinco mil toneladas de dióxido de carbono até 2012 e que façam essa redução da forma mais eficiente em termos de custo.

As emissões GEE emitidas por Portugal em 2006 ultrapassaram em 13 por cento o limite fixado pelo Protocolo de Quioto.

Isto aconteceu apesar de Portugal "ter conseguido reduzir as suas emissões entre 2005 e 2006", sobretudo devido a "uma maior utilização de energias renováveis ao nível da produção de electricidade", disse hoje a agência Lusa o vice-presidente da Quercus, Francisco Ferreira.

Francisco Ferreira afirmou porém, que os dados de 2006 demonstram que Portugal continua "muito acima da meta estabelecida" pelo Protocolo de Quioto (para o período 2008-2012), que é de um aumento de 27 por cento das emissões em relação a 1990, considerado ano de referência.

O ministro do Ambiente sublinhou que apesar de o país ter ultrapassado a meta fixada por Quioto, Portugal tem um "enorme sentido de responsabilidade nesta matéria".

"Sem o Fundo Português de Carbono Portugal o país nunca iria conseguir cumprir com o valor que lhe foi indicado pelo Protocolo", considerou Nunes Correia.

Fonte: LUSA
23
Jun08

325: Risco de Incêndio no Algarve e Previsão UV

Tempo no Algarve

Dia de 24 de Junho


 


O risco de incêndio para o Algarve (ao nível de concelhos) será o seguinte:


 


Reduzido - Faro e Olhão.


 


Moderado - Albufeira, São Brás de Alportel, Tavira, Vila Real de Santo António e Alcoutim.


 


Elevado - Vila do Bispo, Lagos, Lagoa, Silves, Loulé e Castro Marim.


 


Muito Elevado - Aljezur, Monchique e Portimão.


 


Previsão de UV


 


No Algarve o UV será de 9 (Nível muito alto) entre as 11 horas e as 16 horas.


 


Fonte: IM

23
Jun08

324: Previsão meteorológica para a semana de 23 de Junho a 29 de Junho de 2008

Tempo no Algarve

Previsão meteorológica para os próximos dias:


  


Dia 23 (2ªfeira) - Céu muito nublado por nuvens altas. Vento  moderado de sueste.  Pequena descida da temperatura. 


 


Máximas: 21ºC - 29ºC


mínimas: 15ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro. Temperatura da água do mar: 19ºC - 20ºC


 


Dia 24 (3ªfeira)  - Céu  pouco nublado. Vento moderado de noroeste.


 


Máximas: 22ºC - 29ºC


mínimas: 15ºC - 19ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1  metro. Temperatura da água do mar: 19ºC - 20ºC


 


Dia 25 (4ªfeira) - Céu pouco nublado. Vento fraco a moderado de  noroeste.


 


Máximas: 23ºC - 30ºC


mínimas: 15ºC - 19ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 26 (5ª feira) - Céu pouco nublado. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.. 


 


Máximas: 23ºC - 30ºC 


mínimas: 16ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro..


 


Dia 27 (6ªfeira)  - Céu  pouco nublado ou limpo. Vento fraco a moderado de noroeste. Pequena subida de temperatura.


 


Máximas: 25ºC - 32ºC 


mínimas: 12ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 28 (Sábado)  - Céu pouco nublado.. Vento fraco a moderado de sueste.


 


Máximas: 26ºC - 33ºC


mínimas: 14ºC - 20ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 metro.


 


Dia 29 (Domingo) - Céu pouco nublado temporiamente nublado por nuvens altas. Vento fraco a moderado de sueste.


 


Máximas: 25ºC - 32ºC


mínimas: 17ºC - 22ºC


 


Estado do mar: Ondas de sueste com 1 metro.

22
Jun08

323: Olhão promove ecoturismo

Tempo no Algarve

Uma Bolsa de turismo e viagens alternativas para promover valores naturais e culturais é uma das novidades da 3ª Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente.


 



O evento reúne em Olhão todas as áreas protegidas nacionais, áreas protegidas estrangeiras, as principais organizações de defesa do ambiente, associações e empresas ligadas ao ambiente.


 


Este é um projecto com características únicas em Portugal e tem o objectivo de mobilizar o País e a sociedade para a preservação da biodiversidade e para o desenvolvimento sustentável nas áreas protegidas disse ao Observatório do Algarve João Bartilotti da organização do certame.


 


Numa parceria entre o Município de Olhão e o Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB) o evento decorre de 24 a 27 de Julho, e em 2008, o programa inclui a realização de um Seminário Internacional sobre Ecoturismo.


 


Viver a Natureza


 


No Jardim Pescador Olhanense, com entrada gratuita, terá ainda lugar um vasto programa de actividades outdoor dinamizado por um grande número de empresas ligadas ao desporto e ao turismo de natureza:


 


Observação de aves, fotografia, digiscoping, pintura na natureza, fauna e flora, património cultural, caminhadas, montanhismo, escalada, canoagem, mergulho, vestuário e equipamentos “outdoor”, campismo, passeios de bicicleta, orientação, surf, bodyboard, parapente, turismo equestre.


 


Destaque-se a mostra de livros de ambiente e de literatura de viagens com a presença dos autores, workshops de pintura, fotografia, produção de sal marinho e agricultura biológica, são alguns dos atractivos desta 3ª edição da Feira que se espera seja a melhor de sempre.


Bolsa de ecoturismo


 


Paralelamente, decorrerá também uma Bolsa de Turismo e Viagens Alternativas destinada a promover e divulgar os valores naturais e culturais da região.


 


Durante a Feira Nacional de Parques Naturais e Ambiente, o Parque Natural da Ria Formosa e a Quinta de Marim serão igualmente palco de inúmeras iniciativas como a realização de palestras temáticas com especialistas convidados, exposições, workshops, passeios


pedestres, de interpretação da natureza, de burro e de barco, e ainda acções de voluntariado no centro de recuperação de aves selvagens.


 


Ainda no recinto da Feira, os visitantes poderão degustar e comprar produtos tradicionais e biológicos, participar nos debates com os produtores e especialistas sobre segurança alimentar.


 


 


Design para o futuro


 


Passeios diários de charretes e City Cruisers que farão percursos culturais e históricos entre o recinto da feira e o centro da cidade são outras das ofertas da feira.


No mercado municipal e na galeria da Restauração, oportunidade para visitar a exposição de design sustentável com o tema DesignForFuture08 - Artesanato POP.


Por sua vez, a exposição do fotógrafo Paulo Magalhães “H20 - Fotobiografia da Água” estará patente na Quinta de Marim na sede do Parque.



 


Fonte: Observatório do Algarve

20
Jun08

322: Baleia anã encontrada morta ao largo de Olhão

Tempo no Algarve

Uma baleia anã apareceu hoje morta ao largo de Olhão e a sua carcaça vai ser levada para o porto desta localidade algarvia para a realização de análises.


 



O capitão do Porto de Olhão, Jaime Trabucho, adiantou que a carcaça do animal - com cerca de quatro metros de comprimento e um peso entre as duas e três toneladas - foi detectado cerca das 08:h25 de hoje a 5,5 milhas a sul do cabo de Santa Maria (Olhão), estando a ser rebocada para o porto, numa operação que deverá demorar "cerca de três horas".


 


A Polícia Marítima irá colaborar com algumas entidades, nomeadamente com técnicos do ZooMarine, que vão "tirar amostras para o seu estudo".


 


A Marinha irá realizar uma recolha biométrica (para apurar a medida, o peso, a idade e as causas da morte da baleia anã), que será depois enviada para o Aquário Vasco da Gama, em Lisboa, e "outros organismos", explicou Jaime Trabucho, sendo depois a carcaça depositada na lixeira municipal.


 


O responsável adiantou que, em quatro anos, esta é a quarta vez que encontra uma destas baleias, o que, sublinhou, é um "excelente sinal" porque prova que "há espécies no mar".


A baleia anã alimenta-se de plâncton e crill (uma espécie de plâncton que forma manchas vermelhas como as avistadas nos últimos dias em alguns locais da costa algarvia) e chega a encontrar-se a uma milha de terra, referiu Jaime Trabucho.


 


O capitão explicou que quando animais como este surgem mais perto da costa, é necessário recolhê-los porque uma colisão com um barco pode causar um naufrágio.


"Se estivesse em alto mar, não seria necessário recolher", disse.


 


Fonte: Observatório do Algarve



 

17
Jun08

321: Turismo de massas acelera avanço do deserto

Tempo no Algarve

O alerta vem do ambientalista Eugénio Sequeira, que vê na cultura extensiva de turismo de massas uma das maiores ameaças à sustentabilidade da água no Algarve. Hoje é o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca.



O especialista, actual presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), assevera que um turista "de pé descalço" consome consome os mesmos recursos e a mesma água do que vários ocupantes de um hotel de cinco estrelas, o que, multiplicado pelos seis milhões de turistas anuais do Algarve, acaba por se tornar num enorme sorvedouro.


“Um turista de bom nível vai ao restaurante e come o seu cherne ou o seu marisco, paga bem, mas acaba por consumir menos recursos do que os turistas que comem no pronto-a-comer e vão ao supermercado”, exemplifica o líder da LPN.


O grande consumo de água dos turistas é o cerne da questão, numa região que está a ficar com menos recursos hídricos em cada ano que passa.


Embora reconhecendo que os turistas com menos recursos também têm direito a férias, Eugénio Sequeira sustenta contudo que eles “não têm o direito de depradar recursos naturais de terceiros países” e acelerar a desertificação. Aconselha-os pois a… irem para fora lá dentro.


Os maiores contributos para a desertificação do Algarve têm sido os fogos dos últimos anos e a má qualidade das regas, factores a que se associa as alterações climáticas, com a concentração da época de chuvas num menor número de meses por ano.


40 mil toneladas de sal no Alqueva


“Por um lado há menos água durante grande parte do ano devido às alterações climáticas, por outro lado ela não fica retida, porque a espessura dos solos é muito pequena no Algarve, o que tem como consequência a rápida secagem dos solos”, sublinha.


A juntar à erosão, o especialista alerta para os riscos da actual destruição do montado, já que o sobreiro é uma árvore resistente ao fogo e com poucas necessidades de água.


A juntar a todos esses riscos, aponta a salinização dos solos, provocada em boa parte pelas regas de má qualidade.


A salinização é um risco que é mais comum no Alentejo, devido à retenção de águas provocada pelas muitas barragens daquela região, que absorvem o saneamento básico de milhões de pessoas. Só no Alqueva, estima, todos os anos são depositadas 40 mil toneladas de sal, já que a barragem recebe os esgotos de 2 milhões de portugueses e espanhóis.


No Algarve o risco é menor porque as chuvas acabam por levar o sal para o mar. Mas o pior são “as regas mal feitas”, como lhes chama Eugénio Sequeira.


Ao contrário do Alentejo, onde a campanha extensiva do trigo levou à acentuação da desflorestação, no Algarve a culpa da desertificação é o regime de pequena propriedade, que impede uma gestão de solos capazes de evitar a erosão e os incêndios, salienta o ambientalista.


“O sal não é retido pelas ETAR [Estações de Tratamento de Águas Residuais] e reentra no ciclo através das regas com águas dessas estações”, explica.


Eugénio Sequeira participa hoje em Faro num seminário que assinala o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca.



 


Fonte: Observatório do Algarve

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