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Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

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17
Jun08

321: Turismo de massas acelera avanço do deserto

Tempo no Algarve

O alerta vem do ambientalista Eugénio Sequeira, que vê na cultura extensiva de turismo de massas uma das maiores ameaças à sustentabilidade da água no Algarve. Hoje é o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca.



O especialista, actual presidente da Liga para a Protecção da Natureza (LPN), assevera que um turista "de pé descalço" consome consome os mesmos recursos e a mesma água do que vários ocupantes de um hotel de cinco estrelas, o que, multiplicado pelos seis milhões de turistas anuais do Algarve, acaba por se tornar num enorme sorvedouro.


“Um turista de bom nível vai ao restaurante e come o seu cherne ou o seu marisco, paga bem, mas acaba por consumir menos recursos do que os turistas que comem no pronto-a-comer e vão ao supermercado”, exemplifica o líder da LPN.


O grande consumo de água dos turistas é o cerne da questão, numa região que está a ficar com menos recursos hídricos em cada ano que passa.


Embora reconhecendo que os turistas com menos recursos também têm direito a férias, Eugénio Sequeira sustenta contudo que eles “não têm o direito de depradar recursos naturais de terceiros países” e acelerar a desertificação. Aconselha-os pois a… irem para fora lá dentro.


Os maiores contributos para a desertificação do Algarve têm sido os fogos dos últimos anos e a má qualidade das regas, factores a que se associa as alterações climáticas, com a concentração da época de chuvas num menor número de meses por ano.


40 mil toneladas de sal no Alqueva


“Por um lado há menos água durante grande parte do ano devido às alterações climáticas, por outro lado ela não fica retida, porque a espessura dos solos é muito pequena no Algarve, o que tem como consequência a rápida secagem dos solos”, sublinha.


A juntar à erosão, o especialista alerta para os riscos da actual destruição do montado, já que o sobreiro é uma árvore resistente ao fogo e com poucas necessidades de água.


A juntar a todos esses riscos, aponta a salinização dos solos, provocada em boa parte pelas regas de má qualidade.


A salinização é um risco que é mais comum no Alentejo, devido à retenção de águas provocada pelas muitas barragens daquela região, que absorvem o saneamento básico de milhões de pessoas. Só no Alqueva, estima, todos os anos são depositadas 40 mil toneladas de sal, já que a barragem recebe os esgotos de 2 milhões de portugueses e espanhóis.


No Algarve o risco é menor porque as chuvas acabam por levar o sal para o mar. Mas o pior são “as regas mal feitas”, como lhes chama Eugénio Sequeira.


Ao contrário do Alentejo, onde a campanha extensiva do trigo levou à acentuação da desflorestação, no Algarve a culpa da desertificação é o regime de pequena propriedade, que impede uma gestão de solos capazes de evitar a erosão e os incêndios, salienta o ambientalista.


“O sal não é retido pelas ETAR [Estações de Tratamento de Águas Residuais] e reentra no ciclo através das regas com águas dessas estações”, explica.


Eugénio Sequeira participa hoje em Faro num seminário que assinala o Dia Mundial de Luta contra a Desertificação e a Seca.



 


Fonte: Observatório do Algarve

17
Jun08

320: Fortaleza de Sagres vai entrar em obras

Tempo no Algarve

A alteração dos preços das entradas e a abertura para visitas à segunda-feira, dia em que se encontrava encerrado, são algumas das novidades que marcam nova etapa do monumento.


A Fortaleza de Sagres não chegará a fechar para obras, mas durante quatro meses será alvo de intervenções que visam o melhoramento do espaço.



Neste sentido, foi já aberto o concurso público «para requalificação do torreão de entrada, bem como do túnel de acesso», estando previsto que as intervenções comecem a ser levadas a cabo durante este Verão, afirmou ao «barlavento» Gonçalo Couceiro, director Regional de Cultura do Algarve.



A abertura do concurso do Ministério da Cultura visa ainda a realização das obras de impermeabilização e drenagem das coberturas em terraço do torreão e túnel, bem como o tratamento e rebocos das paredes interiores do túnel de acesso.



No entanto, as obras que decorrerão no Verão serão apenas a primeira fase de toda a requalificação da Fortaleza de Sagres, pois ainda é necessário fazer muito mais pelo famoso monumento algarvio, visitado por milhares de turistas durante todos os anos e um dos edifícios que marca o simbolismo da história da região.



O investimento total da requalificação que seria necessária na Fortaleza andaria perto dos 10 milhões de euros.



Por agora, mesmo sendo uma pequena amostra, as obras que custam cerca de 160 mil euros dão uma nova esperança a quem tanto anseia pela nova etapa da história do monumento.



As obras de fundo «serão feitas depois», garantiu Gonçalo Couceiro, ao «barlavento».



Na década de 90 do século passado, o património nacional de estilo renascentista já tinha sofrido alterações de modo a melhorar o espaço circundante, tendo sido a última vez que foram efectuadas intervenções no edifício.



Mas nem só obras têm sido realizadas para tornar o monumento mais dinâmico, como foi exemplo, na passada semana, a festa das maravilhas.



Organizada pela Câmara de Vila do Bispo para divulgar o património e o concelho, a festa das maravilhas teve como principal objectivo dar a conhecer a imagem do local tanto no panorama nacional, como internacional, através de um programa que primou pela diferença.



«Realizámos um programa de estreita colaboração com a Câmara de Vila do Bispo», lembrou o director Regional da Cultura do Algarve, evidenciando a importância, para aquele concelho, do local que atrai milhares de visitantes por ano, equilibrando a economia local.





Primeiras mudanças já se fazem sentir



Já estão em vigor duas mudanças no funcionamento da Fortaleza de Sagres.



A primeira refere-se à afixação de três euros como preço de entrada e a segunda está relacionada com o horário de funcionamento, deixando de encerrar à segunda-feira.



Segundo Gonçalo Couceiro, a Fortaleza «funciona agora à segunda-feira, até porque havia muitos turistas que chegavam ao local, nesse dia da semana, e não conseguiam visitar o interior».



Agora, o monumento nacional já não encerra durante dia nenhum, estando aberto das 9h30 às 20h00, entre 1 de Maio e 30 de Setembro, no horário de Verão.



De 1 de Outubro a 30 de Abril, funcionará com o horário de Inverno, abrindo à mesma hora, mas fechando às 17h30.


 


Fonte: Barlavento Online

17
Jun08

319: Olhão: Grupo Real aposta no conceito de «charme»

Tempo no Algarve

O grupo Hotéis Real vai construir dois empreendimentos distintos na entrada poente de Olhão, junto à Ria formosa, ambos de charme.


O Real Marina Hotel & Spa terá um total de 320 camas, repartidas por 128 quartos duplos e 16 suites.

Esta unidade, como indica o nome, terá uma unidade de Spa, complementada por ginásios, bem como salas vocacionadas para conferências e congressos.



E, uma vez que a Ria Formosa está mesmo ali, o hotel foi projectada em forma de «V», com o vértice apontado a Sul, para que todos os quartos tenham janelas com vista para o mar ou para a Ria. De resto, a nova unidade hoteleira de luxo olhanense desenvolver-se-á em quatro pisos.



No que toca à componente de turismo residencial, o grupo Hotéis Real investiu num empreendimento misto, onde, aliada a uma forte componente residencial, haverá uma outra, comercial.



O Marina Village de Olhão terá uma alameda de 35 metros, ladeada por lojas. Neste empreendimento, serão disponibilizados apartamentos T1, T2 e T3.



Os apartamentos turísticos do grupo Hotéis Real não são os únicos que estão projectados para aquela zona de Olhão. Assim, toda a envolvente do Real Marina Hotel & Spa, «entre a Ria Formosa e a rua de trás, terá uma forte componente turística».

 


 


Fonte: Barlavento Online

17
Jun08

318: Olhão vai formosa e vai segura

Tempo no Algarve

Olhão, cidade, vai formosa e vai segura. Toda a zona ribeirinha vai sofrer uma total requalificação, no sentido de tornar, por um lado, mais dinâmico todo o tecido empresarial e, por outro, abrir uma frente para o mar, uma das estratégias da autarquia, como forma de aproximar as pessoas desta realidade.


Neste momento, Olhão está a viver as comemorações dos 200 anos da sua história. «São 200 anos de construção de uma identidade, enquanto cidade, enquanto município, enquanto povo com uma cultura ímpar», afirma Francisco Leal, presidente da autarquia.



Um dos projectos, que a Câmara executou, foi a recuperação do casco tradicional da cidade, preservando a realidade olhanense, o seu cubismo, as suas ruas estreitas e empedradas.



Hoje, em pleno século XXI, nascem novos desafios para Olhão. O turismo começa a ser uma realidade, mas as pescas e a vida ligada à ria não ficam marginalizadas nos projectos que se apontam para toda a zona ribeirinha.



Uma das obras mais importantes, programada para os próximos anos, é o Centro de Inovação e Desenvolvimento, um projecto que resulta da parceria entre a autarquia de Olhão, IPIMAR, Universidade do Algarve e associações empresariais.



O equipamento irá nascer num terreno localizado junto ao Auditório Municipal, que se encontra em fase de construção. O edifício antes existente no local foi demolido, por questões estruturais, mas o futuro complexo irá ser construído de acordo com as fachadas típicas e a traça original.



Este Centro irá dispor de gabinetes para incubação de empresas, áreas de laboratórios, auditório, sala polivalente, zona de exposições e, ainda, um Núcleo de Investigação Universitário.



«Olhão cresce e desenvolve-se, mas nunca deixa ficar para trás as suas raízes, a sua memória cultural e a sua ancestralidade», reconhece o presidente da Câmara Francisco Leal.





O que vai ser feito na frente ribeirinha de Olhão?



1 – Zona a recuperar para instalar o Parque de Feiras e Exposições, no âmbito do Polis Litoral

2 – Apartamentos turísticos Marina Village, em construção

3 – Real Marina Hotel & Spa – em construção. Cinco estrelas.

4 – Porto de Recreio/Marina. Abertura de concurso pelo IPTM para exploração e construção das infra-estruturas terrestres.

5 – Aparthotel.

6 – Requalificação da frente ribeirinha.

7 – Ria Shopping – centro comercial com um supermercado.

8 – Futuro Centro de Inovação e Desenvolvimento.

9 – Auditório em construção.

10 – Futuro cais para os barcos de passageiros e turismo.

11 – Requalificação de toda a área do Grupo Naval, incluindo porto de amarração dos barcos.

12 – Porto de pesca onde irão ser feitas dragagens e novo conjunto de estacadas.

13 – Pequeno porto para os mariscadores. Construção, em terra, de casas para guarda dos apetrechos de pesca.

14 – Estaleiros navais a concessionar pelo IPTM (35.mil metros quadrados).

15 – A Norte do Parque natural e da linha do comboio, área para construção de um hotel de cinco estrelas, aldeamento turístico e um campo de golfe.

16 – Futuro Museu da Ciência e do Mar a construir no antigo matadouro.

 


 


Fonte: Barlavento Online


 


O ponto 7 não faz parte da zona ribeirinha se o centro comercial Ria Shopping fica a norte da EN125 e claro, a obra pertence ao Sporting Clube Olhanense.


 


Mais um pequeno à parte, em 16 pontos não há nenhuma referência à ETAR junto ao Modelo na entrada poente da cidade, o cheiro é nauseando imundo, quando o vento está de Oeste toda esta zona do Hotel vai ter um perfume excelente, não arranjem a ETAR querem ver os turistas fugirem do Hotel com o cheiro, não há pachorra para com este presidente da Câmara. A Marina parece ser uma Marina do 3º mundo cheia de ervas, palmeiras viradas ao sabor do vento, árvores despenadas, não tem comparação com as marinas de Albufeira, Portimão, já não falo de Vilamoura, só nesta cidade.

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