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29
Jan08

116: UALg em projecto para rentabilizar 50% da energia solar

Tempo no Algarve

Investigadores de Centro de Electrónica, Optoelectrónica e Telecomunicações (CEOT) da Universidade do Algarve (UALg) contribuíram para o desenvolvimento de um método totalmente novo, capaz de aproveitar melhor a energia que os painéis solares recebem do sol.

Até agora estes painéis apenas convertem, em média, 10% da radiação solar que chega à Terra, mas se a hipótese avançada pela equipa de investigadores se verificar na prática, a fracção de energia rentabilizada pode aumentar em 50%, explica a UALg.

A Universidade de Amesterdão, na Holanda, em parceria com a UALg e com o Ioffe Physico-Technical Institute, em São Petersburgo, na Rússia, desenvolveram um método inovador para aumentar a quantidade de energia convertida em electricidade pelas células dos painéis solares.

O avanço alcançado pela equipa de investigadores, liderada pelo professor Tom Gregorkiewicz, da Universidade de Amesterdão, está a captar largo interesse junto da comunidade científica internacional, sendo que os resultados deste trabalho vão ser publicados na edição de Fevereiro da revista Nature Photonics, merecendo ainda um destaque na revista Nature.

Os investigadores mostraram que partindo os fotões mais energéticos (ultra-violetas) e separando-os no espaço é possível converter uma maior percentagem de energia em electricidade, através de painéis solares, do que se converteria antes do corte.

Descoberta será validada no Campus de Gambelas

Propostas para projectos de investigação vão ser brevemente submetidas com o objectivo de fazer a validação deste novo processo de aproveitamento da energia solar, validação essa que será conduzida, com parceiros, na UALg pelo CEOT.

O resumo do artigo está disponível no sítio da Internet da Nature Photonics, na secção Advance online publication www.nature.com/nphoton/journal/vaop/ncurrent/abs/nphoton.2007.279.html.


Fonte: Região Sul

29
Jan08

115: OLHÃO planeia ampliar o porto de recreio

Tempo no Algarve
O presidente da Câmara Municipal de Olhão admitiu que a entrega à autarquia da gestão da zona ribeirinha da cidade irá permitir a ampliação do porto de recreio.

Francisco Leal sustenta que a gestão dos terrenos à beira da Ria Formosa por parte do IPTM (Instituto Português de Transportes Marítimos) trouxe "enormes prejuízos" à população da cidade e atrasou o desenvolvimento local.


"Com essa gestão por nossa conta, poderíamos concluir o porto de recreio, de forma a poder desempenhar melhor a sua função, construindo novas infra-estruturas e ampliando-o", precisou o autarca socialista.


Na passada quinta-feira, o Governo aprovou um decreto que permite a transferência a custo zero para as câmaras municipais dos terrenos desafectados às administrações portuárias, satisfazendo uma reivindicação antiga de algumas autarquias.


"Agora, só a zona do mercado e do jardim é da responsabilidade do município, mas quando essa transferência se fizer ficaremos com a zona do porto de recreio [a nascente do mercado] e a zona do porto de pesca [a poente], permitindo a libertação de vastas áreas para usufruto da população", disse Francisco Leal à Agência Lusa.


Calculando em cerca de um quilómetro a extensão a libertar na zona nascente, junto ao porto de pesca, Francisco Leal sublinhou que as futuras regras permitirão que ali seja retirada a rede que separa a zona portuária do resto da cidade.


"O ajardinamento daquela área será a prioridade", reforçou, garantindo que na zona não haverá qualquer construção imobiliária, para lá dos arranjos já em curso na zona da antiga lota e do quartel da GNR.


Nessa zona, prevê-se a construção de um auditório, do Museu da Ciência e do Mar (em que ficará instalado um aquário), o ninho de empresas e das futuras instalações da câmara municipal.


Sobre o porto de pesca, o autarca acentuou que a médio prazo as edificações industriais e de apoio ali existentes "acabarão por desaparecer" e a própria Belolhão - indústria de fabrico de rações para animais - será relocalizada.


Além do porto de recreio - que com a nova gestão, segundo o autarca, poderá ser ampliado e melhorado - também a poente desse porto os estaleiros da câmara serão retirados.


"Será uma obra que é independente desta anunciada mudança de gestão e que se realizará no âmbito do Plano Integrado de Requalificação da Ria Formosa, com verbas do Fundo de Coesão", conclui.



 


Fonte: Observatório do Algarve

29
Jan08

114: Algarve oferece qualidade de vida

Tempo no Algarve
Um estudo universitário enquadra sete municípios algarvios nos 20 com melhor qualidade de vida. Albufeira aparece em segundo lugar, mas Alcoutim está no fundo da tabela.

Os concelhos de Lisboa e Albufeira são os que têm melhor qualidade de vida no país, de acordo com um índice elaborado pela Universidade da Beira Interior, a que a agência Lusa teve hoje acesso.


O Índice Concelhio de Qualidade de Vida, elaborado pelo Observatório para o Desenvolvimento Económico e Social daquela universidade, coloca nas últimas posições os concelhos de Vinhais e Sabugal, no Norte e Centro do país, mas também o Algarve tem um representante nos últimos 20 da lista, com o concelho de Alcoutim.


O índice baseia-se no anuário estatístico de 2004 do Instituto Nacional de Estatística sobre o qual foi aplicada “uma metodologia original e inovadora”, segundo Pires Manso, professor catedrático da UBI e responsável pelo ODES, autor do trabalho juntamente com Nuno Simões, técnico do Observatório.


“O índice tem em conta centenas de variáveis quantitativas, como o Produto Interno Bruto (PIB) ou o consumo, e variáveis qualitativas como a disponibilidade de bens culturais e outros de difícil medição”, explica.


Através de “técnicas estatísticas mais simples e outras mais elaboradas, como as multivariadas, caso da análise factorial”, o índice avalia cada concelho em três factores: educação e mercado de emprego; infra-estruturas; ambiente económico e habitacional.


Lisboa lidera a tabela com um Indicador de Qualidade de Vida (IQV) de 205,07 pontos enquanto Sabugal (Guarda) ocupa a última posição (278ª) com um IQV de 5,29.


“Da análise do ranking, e começando pelo topo, é de realçar a posição dos municípios de área da Grande Lisboa e os do Algarve, que ocupam, no seu conjunto, 14 das primeiras 20 posições da lista ordenada”, destaca Pires Manso.


“Surgem igualmente bem classificados”, no grupo dos 20 primeiros, “os municípios de São João da Madeira (3º) e Porto (4º), ambos na região Norte, os municípios de Aveiro (10º), Coimbra (15º) e Marinha Grande (16º), na região Centro, e Sines (20º), o município melhor representado do Alentejo”, sublinha.


“Olhando para o fundo do ranking, a grande conclusão que se tira é que os últimos lugares são maioritariamente ocupados por municípios do Norte e Centro do país: dos últimos 50 lugares, 43 pertencem a municípios destas duas regiões”, acrescenta o investigador.


Para além do ranking, Pires Manso coloca a ênfase do trabalho no facto de mostrar “como é importante a selecção dos indicadores quando se pretende medir a qualidade de vida. Apesar dos resultados, no geral, não diferirem muito do esperado, permitem detectar casos particulares de sucesso”.


Os primeiros 20 classificados por IQV: Lisboa 205,07; Albufeira 181,04; São João da Madeira 168,57; Porto 161,05; Sintra 158,73; Lagos 158,51; Cascais 148,57; Lagoa 143,95; Vila Franca de Xira 142,82; Aveiro 142,81; Loulé 141,43; Portimão 140,04; Oeiras 135,78; Faro 134,13; Coimbra 133,45; Marinha Grande 131,56; Vila Real de Santo António 130,86; Amadora 130,32; Palmela 128,77; Sines 128,65.


Os últimos 20 classificados por IQV: Murça 32,55; Figueira de Castelo Rodrigo 31,71; Penedono 30,35; Idanha-a-Nova 30,16; Mondim de Basto 28,97; Cinfães 28,42; Vila Flor 27,98; Carrazeda de Ansiães 27,46; Valpaços 26,56; Vila Nova de Foz Côa 25,09; Alcoutim 23,56; Penamacor 21,89; Boticas 19,34; Terras de Bouro 18,33; Aguiar da Beira 14,97; Penalva do Castelo 14,43; Pampilhosa da Serra 13,69; Resende 12,72; Vinhais 5,32; Sabugal 5,29.


 


Fonte: Observatório do Algarve


29
Jan08

113: Greenpeace alerta para danos da aquacultura insustentável

Tempo no Algarve

A organização ambientalista Greenpeace alertou que a aquacultura insustentável está a provocar a sobreexploração piscatória, abuso dos direitos dos trabalhadores e problemas graves no meio ambiente.


 


Com base no documento “A indústria aquícola e de engorda: um desafio de sustentabilidade”, divulgado hoje em Barcelona, o organismo exige que se elimine todos os produtos orginiários desta prática das lojas espanholas, devido à contaminação química.

“É importantíssimo que tanto os consumidores como os distribuidores destes produtos conheçam os impactos reais da aquacultura e escolham o que comem e vendem sem necessidade de esgotar ou destruir os recursos do Planeta”, disse a responsável da campanha Oceanos da Greenpeace, Paloma Colmenarejo.

No documento de 24 páginas, realizado pelos Laboratórios de Investigação de Greenpeace na Universidade de Exeter, no Reino Unido, destaca-se a necessidade da aquacultura abandonar as suas actuais práticas “destrutivas” e caminhe para a “sustentabilidade”

No entender desta ONG, a sobreexploração da pesca encontra-se entre os principais impactos da aquacultura, já que a utilização dos peixes para a elaboração de farinha e azeite para espécies criadas em viveiros não diminui a pressão sobre as empresas piscícolas, antes pelo contrário.

A título de exemplo, a organização refere que a quantidade de peixes necessária para que um salmão engorde um quilo é de entre quatro a cinco quilos. No caso do atum vermelho, esta quantidade pode atingir os 20 quilos por cada quilo de peixe produzido.

A Greenpeace mostra-se preocupada com a contaminação química.

Na sua opinião, “está a pôr-se em risco a biodiversidade próxima”, se se tiver em conta a “grande quantidade” de produtos químicos e de fármacos utilizados para controlar os vírus, as bactérias e os fungos.

Outra das preocupações desta organização é a destruição de espaços costeiros para construção de viveiros.

Nos últimos anos, a percentagem do peixe e marisco procedentes da aquacultura aumentou dos 33 para os 43 por cento, o que demonstra que “é o sector da alimentação que mais cresce no Mundo”.

Na tentativa de elucidar sobre a violação dos direitos humanos, explicaram o caso de Bangladesh, onde mais de 150 assassinatos estão alegadamente relacionados com a implantação da aquacultura.


 


Fonte: Barlavento Online

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