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12
Jan08

97: Ano 2007 foi "extremamente seco" mas teve o Verão mais chuvoso do século XXI

Tempo no Algarve

O ano de 2007 foi "extremamente seco" embora o Verão tenha sido o mais chuvoso do século XXI, revela o Instituto de Meteorologia (IM) no relatório sobre o clima de Portugal continental relativo ao ano passado.


Aliás, em Agosto de 2007, no Sotavento Algarvio, os totais mensais de precipitação ultrapassaram os anteriores maiores valores, observados em Agosto de 1976.

Mas, apesar da chuva registada no Verão, no ano transacto verificaram-se valores de precipitação "muito inferiores ao valor normal do período de referência (1961-1990), tendo 2007 sido mesmo o segundo ano mais seco desde 1931", data em que se iniciaram os registos climatológicos em Portugal continental.

Ainda de acordo com o relatório "O Clima de Portugal Continental em 2007", apenas em 15 por cento dos anos (desde 1931) houve Verões mais chuvosos do que o Verão passado, tendo o mês de Junho sido mesmo o mais chuvoso das últimas duas décadas.

Por outro lado, o Outono (Setembro, Outubro e Novembro) foi o mais seco do século XXI.

No que diz respeito à temperatura média do ar, verificou-se um aumento de 0,2 graus Celsius em relação ao valor médio de 1961-1990 (estipulado nos 15 graus Celsius).

Todavia, apesar deste aumento médio anual, foram observados - nos meses de Junho, Julho, Agosto, Novembro e Dezembro - valores da temperatura do ar inferiores ao respectivos valores médios.

"Realça-se o facto de os meses de Verão (Junho, Julho e Agosto) terem apresentado as temperaturas médias do ar mais baixas dos últimos 20 anos", assinala o Instituto de Meteorologia.

Entre os "fenómenos climáticos relevantes em 2007 em Portugal continental", o Instituto salienta a queda de neve a 28 de Janeiro, nas regiões do litoral e de baixa altitude, em particular a Sul do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, o que ocorreu no mês de Janeiro "pelo segundo ano consecutivo".

Relativamente à temperatura, a 18 de Novembro foi ultrapassado o menor valor da temperatura mínima observado neste mês em Portugal continental, sendo agora -10,9 graus (valor registado em Mirandela) o extremo absoluto da temperatura mínima para Novembro.

Em Bragança, também a 18 de Novembro, o valor da temperatura mínima observado, -8,5 graus, ultrapassou o anterior menor valor histórico para aquela cidade no mês em causa (-5,5 graus, em 1941).

De salientar também que no Verão passado - e pela primeira vez desde 1997 - não se observaram ondas de calor, ou seja, não houve "mais de cinco dias consecutivos com cinco graus acima da temperatura média nacional".

Segundo o Instituto, "apesar de termos sentido que o ano de 2007 foi mais frio, essa sensibilidade deveu-se sobretudo a termos tido um Verão em que as temperaturas máximas e mínimas foram inferiores ao valor normal".

No entanto, nos restantes meses do ano, a temperatura máxima foi bem superior ao valor médio (de 1961-1990), em particular em Abril, Setembro, Outubro e, muito especialmente, em Novembro (que, como referido, sofreu simultaneamente um agravamento nas temperaturas mínimas).

Também a temperatura mínima foi, em Fevereiro, Abril, Maio e Setembro, acima do valor médio.

Assim, a temperatura média anual de 2007 só não foi ainda mais elevada (em relação ao valor médio) "porque Novembro e Dezembro registaram valores da temperatura mínima do ar muito abaixo da média", esclarece o IM.

Para Adérito Vicente Serrão, presidente do Instituto de Meteorologia, o cenário de altas temperaturas em Portugal "tende a agudizar-se no futuro, potenciando a ocorrência de secas e de incêndios".


 


Fonte: LUSA


 


 


Níveis de precipitação em Agosto deste ano – no Sotavento – ultrapassaram todos valores de que há registo e são os mais elevados dos últimos 31 anos.


O mês de Agosto deste ano foi o mais chuvoso desde que há registos na estação meteorológica de São Brás de Alportel, ou seja, desde 1901.

Segundo dados do Instituto Nacional da Água (INAG), em Agosto foi registada uma precipitação total de 54,2 milímetros (mm), excedendo em muito a média fixada nos 3 mm. Estes números só são comparáveis ao mês homólogo de 1976, quando foram registados valores na ordem dos 51,6 mm.

Valores mais próximos destes registos só são encontrados no não muito longínquo Agosto de 2006, outro mês excepcionalmente molhado, quando foram registados 24,1 mm, ou em Agosto de 1911, cujos valores – também no Sotavento – ascenderam aos 22,5 mm.

Ainda segundo os dados da estação meteorológica de São Brás de Alportel, disponíveis no sítio do INAG, Agosto também se destacou em relação ao primeiro semestre deste ano: só neste mês de Verão choveu mais do que o valor acumulado nos meses de Janeiro (9,1mm), Março (22 mm), Abril (16,5) e Julho (0,5 mm).

As equivalências podem apenas ser feitas com os meses de Fevereiro e Maio deste ano, quando foram registadas precipitações totais de 79,5 mm e 50,1 mm, respectivamente.

Quanto às restantes estações meteorológicas do Algarve, os valores não são tão extremos, mas revelam igualmente traços de um Agosto que estragou alguns planos de férias.

Na estação meteorológica de Martinlongo, já integrada na bacia hidrográfica do Guadiana, foram registados 15,9 mm de precipitação em Agosto deste ano, um valor que, ainda assim, fica aquém dos 35,7 mm observados no mês homólogo de 2006.

Já no Barlavento, na albufeira da Bravura, o mês de Agosto deste ano contribuiu para as estatísticas com 10,4 mm, um valor que fica igualmente distante do registado no mesmo período de 2006, onde foram atingidos os 26,5 mm.

Contactado pelo «barlavento», Nuno Loureiro, investigador e especialista na área das alterações climáticas na Faculdade de Engenharia de Recursos Naturais (FERN) da Universidade do Algarve, considera não ser «razoável relacionar estes valores observados no Sotavento com um cenário de mudança climática», mas deixa a nota de que esta é uma zona conhecida por registar situações meteorológicas «mais extremas».

«Não é inédito haver valores de precipitação no Verão, no Algarve, concentrado em muito poucos dias, mas de qualquer forma as pequenas anomalias climáticas são sempre mais acentuadas no Sotavento do que no Barlavento», explica.

Nuno Loureiro alerta ainda que, independentemente dos cenários registados este ano, uma análise climática tecnicamente correcta implica a comparação de períodos de, pelo menos, 30 anos, e frisa que os dados de precipitação do mês de Agosto constituem sempre «séries muito difíceis de analisar».


 


Fonte: Barlavento Online

12
Jan08

96: Portugal junta-se a sistema de alerta de tsunamis

Tempo no Algarve
Portugal vai participar num sistema de alerta precoce de 'tsunamis (maremotos)' a partir deste ano, "tendo em conta que a costa portuguesa é uma zona de risco", revelou o Instituto de Meteorologia (IM), entidade que irá monitorizar a iniciativa.

O sistema de alerta precoce de maremotos no Atlântico Nordeste e no Mediterrâneo é financiado pela Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) da UNESCO e deverá ser instalado entre 2008 e 2011.


Para já, Portugal tem em curso um projecto de investigação - o Nearest, apoiado pela Comissão Europeia com três milhões de euros - cujos resultados podem contribuir para este sistema de vigilância mais abrangente, revelou Adérito Vicente Serrão, presidente do Instituto de Meteorologia, à agência Lusa.


"Neste momento, uma bóia e um sensor que regista os movimentos tectónicos no fundo do mar já estão instalados 100 quilómetros a Sudoeste de Sagres, no âmbito dessa investigação, que envolve o Instituto de Meteorologia (IM) e a Faculdade de Ciência da Universidade de Lisboa", contou o responsável.


De acordo com Adérito Serrão, o projecto que reúne o Instituto de Meteorologia e a Faculdade de Ciências arrancou em 2007 e pode prolongar-se até 2009 "com vista à monitorização das condições de ocorrência de um sismo que possa originar um maremoto".


Este projecto de cariz nacional pode facultar dados importantes para o sistema de alerta precoce de maremotos, que espera vir a contar com financiamento comunitário para alcançar a última fase: a criação de centros regionais que vão receber e monitorizar os resultados enviados pelos sensores localizados no mar.


"Em Portugal, o centro regional - que funcionará nas instalações do Instituto de Meteorologia e utilizará as suas capacidades de vigilância sísmica 24 sobre 24 horas - ficará encarregue de uma área triangular que tem um vértice nos Açores, outro em Gibraltar e um terceiro na costa da Galiza", revelou Adérito Serrão à Lusa.


Segundo o presidente do Instituto de Meteorologia, apesar de recorrer à rede sismológica e maregráfica existente, "o centro vai necessitar da instalação e manutenção dos sensores, o que exigirá uma decisão política de Bruxelas e um pesado investimento financeiro".


Para Adérito Serrão, um dos aspectos que pode tornar a concretização do projecto mais onerosa é a divulgação de informações dos sensores para o centro regional.


"Há a possibilidade de colocar os sensores fixos a bóias, sendo a informação enviada por satélite, mas as bóias são um suporte volúvel, pois podem ser facilmente danificadas, pelo que a instalação de cabos seria uma hipótese mais segura, embora também mais dispendiosa", assinalou.


Ainda segundo o presidente do Instituto de Meteorologia, o trabalho do centro será desenvolvido em articulação com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), "pois de nada serve antecipar uma catástrofe se a sociedade não estiver preparada e não possuir uma boa capacidade de reacção face à ocorrência".


 


Fonte: Observatório do Algarve


12
Jan08

95: Alerta amarelo no Algarve

Tempo no Algarve

Informação do Aviso

Vento-AMARELO
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Início

domingo, 13 Janeiro 2008 às 09:00 (UTC).

Fim

domingo, 13 Janeiro 2008 às 23:59 (UTC).

Vento Forte relativamente à Rajada Máxima

No litoral: vento sudoeste com rajadas até 80 km/h.

Informação do Aviso

Vento-AMARELO
clock.gif

Início

domingo, 13 Janeiro 2008 às 09:00 (UTC).

Fim

domingo, 13 Janeiro 2008 às 17:59 (UTC).

Vento Forte relativamente à Velocidade Média e Rajada Máxima

Nas terras altas: Vento forte até 55 km/h com rajadas até 90 km/h.

 

Fonte: IM

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