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Nov07

7: Portimão - Ponte à beira da ruptura

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A Ponte Velha, como é conhecida em Portimão, corre risco de colapso desde Maio passado. Apesar dos alertas das várias inspecções subaquáticas, ainda não é conhecido se a estrutura vai ser encerrada à circulação.


A notícia é avançada na edição de hoje do semanário Sol, que teve acesso a vários relatórios de avaliação da ponte metálica rodoviária sobre o rio Arade, onde é indicado que a mesma está à beira do colapso.


Segundo o Sol apurou junto de especialistas em conservação de pontes, o risco de segurança verificado na estrutura de Portimão é semelhante ao da ponte de Entre-os-Rios, cujo colapso do pilar a 4 de Março provocou a morte de 59 pessoas.


A informação recolhida pelos técnicos da empresa pública Estradas de Portugal (EP), entidade gestora da rede rodoviária nacional, é, em relação ao caso de Portimão, muito mais completa do que na altura do acidente de Entre-os-Rios.


Em seis anos, a ponte algarvia foi alvo de sete inspecções subaquáticas, tendo existido já dois alertas vermelhos a indicar a gravidade da situação.


Problemas sinalizados desde 2005


A Ponte Velha de Portimão, construída em 1876, é desde 2005 uma das preocupações da EP.


Uma inspecção realizada em Fevereiro de 2005 atribuiu à estrutura a pior classificação possível em termos de conservação o que motivou a primeira intervenção urgente em seis pilares e a organização de um concurso público para uma obra de fundo nos sete pilares que sustentam a ponte. Prevê-se que o concurso esteja concluído em Dezembro deste ano.


Já em Maio deste ano, uma quinta inspecção subaquática (desde 2001), detectou problemas graves no pilar 4. Segundo um relatório da EP, os inspectores concluíram “um elevado risco de colapso geral”.


Na altura foi considerada a hipótese de encerrar a ponte ao trânsito mas, o receio das críticas da Câmara Municipal, uma vez que se aproximava a época alta turística, motivaram a EP a optar por uma intervenção de urgência, em Junho, nos pilares 4 e 8.


Em Agosto, uma nova inspecção detecta outro rombo no pilar 4, no lado oposto ao que havia sido reparado em Junho.


Segundo o Sol, os inspectores ficam bastante preocupados com o facto do material no interior do pilar estar “bastante solto”, o que potência a “erosão deste material desagregável”.


Mais uma vez, a opção é uma intervenção urgente, a segunda em 2007 mas, em Setembro, durante a sétima inspecção subaquática, descobriu-se que o pilar 5 está igual ao pilar 4, ao que se acrescenta o facto de ser possível retirar, à mão, pedras do interior do pilar 2.


A Betar, empresa de projectos de engenharia que realizou a inspecção, alerta em relatório para o facto da situação indicar a possibilidade de todos os pilares padecerem do mesmo tipo de anomalia, recomendando à EP o encerramento da estrutura.


A empresa avança ainda com duas soluções definitivas. A primeira passa pela reparação imediata e total de todos os pilares e a segunda opção sugere a construção de uma nova ponte no mesmo local.


A segunda opção, segundo o projectista, é a mais barata (5 milhões contra 5,4 milhões de euros) e tem um prazo de conclusão mais rápido (11 meses contra 21 meses), indica o Sol.


A EP optou por uma intervenção urgente “sob pena da ocorrência dum colapso da estrutura”, cita o Sol Carlos Pimental, director do Departamento de Estudos e Projectos da Área de Pontes da EP, num relatório de 1 de Outubro, sugerindo ainda que a ponte seja encerrada “logo que possível”. A decisão foi aprovada pela EP a 4 de Outubro.


Contudo as obras não se chegaram a realizar. O processo de ajuste directo no valor de 300 mil euros ficou parado nos valores apresentados pelas empresas interessadas, cuja proposta mais baixa é de 490 mil euros, o que obriga a visto do Tribunal de Contas (TC).


A EP aguarda o final do concurso público para proceder à reparação de todos os pilares, deixando cair as obras de emergência nos pilares 4 e 5.


Possibilidade de encerrar ao tráfego em aberto


A EP realizou ontem, sexta-feira, uma nova avaliação subaquática da Ponte Metálica, para inspeccionar o estado dos pilares.


Fonte oficial da empresa informou o semanário Sol que “mantém-se em aberto a possibilidade de encerrar a ponte ao tráfego no decurso deste mês, permitindo dessa forma o arranque das obras de reabilitação e reforço, cujo concurso se encontra na fase final de adjudicação”.


 


Fonte: Observatório do Algarve



 

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