Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

Tempo no Algarve

Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt

Calendário

Dezembro 2008

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031

anúncio

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Facebook

Relógio

Misterwhat

Comentários recentes

Ofertas de Emprego - Faro

Google

Pesquisa

Custom Search

07
Dez08

512: Reciclagem de óleos alimentares no Algarve fica adiada

Tempo no Algarve

Almargem entende que Algar não soube conduzir candidatura a fundos comunitários e sente-se excluída do processo. Empresa multimunicipal diz que projecto vai avançar, «mesmo a uma escala menor».


 


A associação ambientalista Almargem acusa o Sistema Multimunicipal de Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos (Algar) de não ter sabido gerir a candidatura ao projecto Biodiesalgarve e de não ter estabelecido as necessárias parcerias para assegurar a sua viabilidade.



Segundo a associação, o plano que inicialmente previa a recolha de óleos alimentares utilizados e sua posterior transformação em biodiesel foi agora «liminarmente recusado» pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), impedindo o acesso a fundos comunitários.



Em comunicado, a Almargem entende também ter sido «excluída» do processo, apesar de, «durante um ano», ter criado um projecto «inédito a nível mundial» e de ter proposto que a Algar desempenhasse «um papel central», dada a experiência da empresa na área.



«Face ao desinteresse inicial da Algar, a Almargem avançou com o trabalho e os custos totais da estruturação do projecto e de constituição da parceria. Posteriormente, a partir do momento em que foi divulgada a análise de custo/benefício, a Algar mudou radicalmente de posição e declarou que assumia todo o projecto».



Contactada pelo «barlavento», a Algar já recusou as acusações e avança que as únicas razões que impediram a candidatura se prendem com o facto de a empresa multimunicipal «ainda não dispor da necessária autorização para tratar e valorizar o resíduo [óleo]», pelo que a CCDR «não poderia, neste momento, aceitar a candidatura».



Segundo Miguel Nunes, técnico da Algar responsável pelo projecto Biodiesalgarve, a situação é «meramente burocrática» e já ocorreu aquando do início da recolha de outros resíduos, como o vidro ou as pilhas.



De qualquer forma, a empresa multimunicipal afasta a possibilidade de o Biodiesalgarve ser definitivamente excluído de subsídios comunitários, aventando que o projecto pode ser submetido a nova candidatura, «mesmo depois de estar em execução».



Nos argumentos da discórdia, a Almargem acusa igualmente a Algar de ter invertido a filosofia do programa, ao propor a utilização do biodiesel na frota da empresa, declinando a sua utilização nas frotas das 16 autarquias da região.



Da parte da Algar, Miguel Nunes não vê inconvenientes na nova opção e considera mesmo que a utilização de biodiesel na frota da empresa acabará por ser um benefício indirecto, uma vez que actua em todos os concelhos.



«A nível ambiental, se todos os camiões da Algar utilizarem os óleos [reciclados], reduz-se a emissão de gases poluentes não num só concelho, mas em todos», argumenta.





Pormenores:



O Biodiesalgarve foi uma ideia concebida em 2007 e destinava-se inicialmente à recolha de Óleos Alimentares Usados (OAU), sua transformação em biodiesel e posterior utilização nas frotas municipais.



Nasceu da preocupação sobre o destino que estava a ser dado na região aos OAU de origem doméstica: 55 por cento ia directamente para os esgotos e os outros 44 por cento para os aterros sanitários.



Ambas as situações são incorrectas, sendo que a primeira levanta enormes problemas nas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR), dado o alto poder poluidor deste resíduo. Estima-se que um litro de OAU possa contaminar um milhão de litros de água.



O processamento anual de 2400 toneladas de óleos na região pode reduzir as emissões de CO2 em 4800 toneladas/ano e deverá originar poupanças de cerca de 1,5 milhões de euros/ano, com os custos já incorporados.



Actualmente, autarquias como Vila Real de Santo António, Tavira e Portimão já dispõem de locais próprios para a recolha de óleos domésticos. Na região, há também empresas devidamente licenciadas que fazem a recolha dos óleos usados juntos dos restaurantes.


 


Fonte: Barlavento Online

Comentar:

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

Calendário

Dezembro 2008

D S T Q Q S S
123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031

anúncio

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Facebook

Relógio

Misterwhat

Comentários recentes

Ofertas de Emprego - Faro

Google

Pesquisa

Custom Search