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Domingo, 19 de Fevereiro de 2017
2698: Volta ao Algarve 2017 - Classificação Geral

O colombiano Fernando Gaviria (Quick-Step Floors) venceu hoje a primeira etapa da 43.ª Volta ao Algarve, uma ligação de 182,9 quilómetros, que arrancou em Albufeira e terminou, ao sprint, em Lagos.

 

O terceiro triunfo da temporada de Fernando Gaviria foi construído com o poderio físico do colombiano e com trabalho coletivo. Já nas últimas centenas de metros, Massimiliano Richeze, colega de equipa, atacou, destabilizando o trabalho das restantes formações. Com esta movimentação Fernando Gaviria teve apenas de concentrar-se nos rivais mais diretos, disparando para o triunfo, nos derradeiros 100 metros.

 

Fernando Gaviria impôs-se diante de outros dois velocistas de referência do pelotão internacional, o alemão André Greipel (Lotto Soudal) e o francês Nacer Bouhanni (Cofidis), segundo e terceiro.

 

A vitória em Lagos, perante uma multidão entusiasta, deixou Fernando Gaviria em posse da Camisola Amarela Turismo do Algarve. Partirá para a etapa de quinta-feira com 1 segundo de vantagem sobre o alemão Christoph Pfingsten (Bora-hansgrohe) e com 4 segundos sobre outro germânico, André Greipel.

 

A etapa começou em Albufeira, perante milhares de pessoas que quiseram incentivar os corredores à partida para a competição. E cinco homens não esperaram muito para retribuir o calor popular. Christoph Pfingsten (Bora-hansgrohe), Justin Oien (Caja Rural-Seguros RGA), Brian van Goethem (Roompot-Nederlandse Loterij), Adam de Vos (Rally Cycling) e João Benta (RP-Boavista) saíram do pelotão com 2,5 quilómetros percorridos.

 

Adam de Vos foi o primeiro a passar na única montanha do dia, na Picota, ao quilómetro 22. Garantiu, assim, a posse da Camisola Azul Liberty Seguros, que premeia o melhor trepador. E, ato contínuo, desinteressou-se da fuga, aguardando pelo pelotão.

 

Os restantes aventureiros mantiveram-se em cabeça de corrida, chegando a ter mais de sete minutos e meio de vantagem sobre o grande grupo, mas não resistiram à perseguição movida pelas equipas com ambição de ganhar ao sprint. A 25 quilómetros da meta morreu a fuga a consolidou-se a convicção de que seriam os velocistas a merecer os holofotes da glória no final da jornada.

 

O primeiro lugar de Fernando Gaviria assegurou ao colombiano três lideranças. Além da Camisola Amarela Turismo do Algarve, é o dono da Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, e da Camisola Branca Sicasal, da Juventude. A Quick-Step Floors comanda por equipas.

 

“É a minha terceira vitória do ano, a primeira desta temporada na Europa. É importante começar a ganhar cedo no ano, dá-nos confiança para as próximas corridas. Foi um sprint longo e algo confuso diante de grandes especialistas. Fico feliz por dar mais uma vitória à minha equipa e vestir de amarelo na Volta ao Algarve. O meu próximo objetivo são os Campeonatos Nacionais na Colômbia. Não digo ganhar, mas espero discutir a vitória na quarta etapa da Volta ao Algarve”, afirmou Fernando Gaviria.

 

“O objetivo da etapa passava por discutir a camisola da montanha e as metas volantes. É a minha segunda corrida do ano, mas as sensações eram boas e a fuga teve sucesso. Depois de ter vestir a camisola naturalmente que a gostava de a defender por mais um dia, mas será muito difícil tendo em conta as dificuldades de montanha e o nível dos adversários”, disse Adam de Vos, antecipando o que se passará na jornada seguinte.

 

A segunda etapa, a disputar nesta quinta-feira, deverá modificar as classificações. Os ciclistas vão percorrer 189,3 quilómetros, entre Lagoa e o alto da Fóia, em Monchique, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de primeira categoria. Será o primeiro teste à forma dos candidatos, permitindo perceber quais são os corredores com capacidade para discutir a geral.

 

Classificações/Results
1.ª Etapa/1st Stage: Albufeira – Lagos, 182,9 km
1.º Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), 4h28m31s (40,869 km/h)
2.º André Greipel (Lotto Soudal), mt
3.º Nacer Bouhanni (Cofidis), mt
4.º Dylan Groenewegen (Team Lotto NL-Jumbo), mt
5.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
6.º Baptiste Planckaert (Team Katusha Alpecin), mt
7.º Matteo Trentin (Quick-Step Floors), mt
8.º Andrea Pasqualon (Wanty-Groupe Gobert), mt
9.º Lukasz Wisniowski (Team Sky), mt
10.º Edvald Boasson Hagen (Team Dimension Data), mt

 

Geral/Overall
1.º Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), 4h28m21s
2.º Christoph Pfingsten (Bora-hansgrohe), a 1s
3.º André Greipel (Lotto Soudal), a 4s
4.º Justin Oien (Caja Rural-Seguros RGA), mt
5.º Nacer Bouhanni (Cofidis), a 6s
6.º João Benta (RP-Boavista), a 8s
7.º Dylan Groenewegen (Team Lotto NL-Jumbo), a 10s
8.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
9.º Baptiste Planckaert (Team Katusha Alpecin), mt
10.º Matteo Trentin (Quick-Step Floors), mt

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

2ª etapa: Lagoa - Alto da Fóia (189.3 kms(

 

O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) venceu hoje a segunda etapa da Volta ao Algarve, 189,3 quilómetros entre Lagoa e o alto da Fóia, ascendendo ao comando da geral individual.

 

A tirada decidiu-se nos derradeiros 9 quilómetros, a escalada ao ponto mais alto do Algarve. A Team Katusha Alpecin impôs o ritmo na aproximação à fase mais dura da jornada, mas foi a Quick-Step Floors que endureceu verdadeiramente a corrida, na fase mais dura da subida final, o primeiro quilómetro de ascenção.

 

Zdenek Stybar e Enric Mas dinamitaram o que restava do pelotão, levando na roda o colega de equipa Daniel Martin. O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) e o polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky) tiveram de responder às acelerações do irlandês. Roglic conseguiu aguentar o ritmo de Daniel Martin e tentou mesmo deixar o rival para trás.

 

A luta pela etapa acabaria por resumir-se ao duelo entre Daniel Martin e Primoz Roglic, que levaram o mano a mano até à linha final. Daniel Martin arrancou a 200 metros e conseguiu bater o rival, que cortou a meta com o mesmo tempo. Michal Kwiatkowski controlou os danos e alcançou a Fóia na terceira posição.

 

A Camisola Amarela Turismo do Algarve manteve-se na Quick-Step Floors, mas mudou do corpo de Fernando Gaviria para o de Daniel Martin. O irlandês dispõe de 4 segundos de vantagem sobre Primoz Roglic e de 26 segundos à melhor sobre Michal Kwiatkowski.

 

“Rodamos na frente durante todo o dia, todos acreditaram nas minhas possibilidades. Estou feliz pela equipa. Roglic esteve bastante forte em Valência e sabia que seria um dos favoritos para a classificação geral. Ataquei-o porque não quis colaborar comigo, mas no último quilometro sabia que a minha experiência me seria útil. Farei o melhor do que puder no contrarrelógio e veremos como correrá. Agora quero desfrutar desta vitória”, afirmou Daniel Martin, antes da consagração no pódio.

 

O primeiro embate mostrou a supremacia dos três primeiros, mas deixou boas indicações de dois contrarrelogistas, o campeão europeu da especialidade, Jonathan Castroviejo (Movistar Team), que é o nono da geral, e do compatriota Luis León Sánchez (Astana), sétimo, ambos a 45 segundos do comandante.

 

As equipas portuguesas também deram boas indicações, sobretudo a W52-FC Porto, que colocou Amaro Antunes, em quarto da geral, a 43 segundos, o Sporting-Tavira, que tem Rinaldo Nocentini na sexta posição, com o mesmo tempo, e a LA Alumínios-Metalusa BlackJack, cujo chefe-de-fila, Edgar Pinto, subiu ao oitavo posto, a 45 segundos.

 

A Astana Pro Team está no topo da classificação coletiva. Daniel Martin e Fernando Gaviria estão empatados na classificação por pontos, premiada com a Camisola Vermelha Cofidis. Daniel Martin é também o dono da Camisola Azul Liberty Seguros e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) está bem encaminhado para repetir a vitória na juventude e para ganhar a Camisola Branca Sicasal.

 

As classificações terão novo momento de decisão nesta sexta-feira, dia em que se disputa o contrarrelógio de 18 quilómetros, com partida e chegada na Fortaleza de Sagres.

 

Classificações/Results


2.ª Etapa/2nd Stage: Lagoa – Fóia, 189,3 km
1.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), 4h46m35s (39,632 km/h)
2.ª Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), mt
3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 20s
4.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 33s
5.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt
6.º Luis León Sánchez (Astana), a 35s
7.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), mt
8.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), mt
9.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt
10.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 46s

Geral/Overall


1.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), 9h14m56s
2.ª Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), a 4s
3.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 26s
4.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 43s
5.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 42s
6.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt
7.º Luis León Sánchez (Astana), a 45s
8.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt
9.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), mt
10.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 46s

 

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

3ª Etapa: Sagres - Sagres

 

O espanhol Jonathan Castroviejo (Movistar Team), campeão europeu de contrarrelógio, venceu hoje a terceira etapa da Volta ao Algarve, um exercício individual de 18 quilómetros, que levou o esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) ao topo da classificação geral.

 

A chamada “prova da verdade”, disputada em Sagres, no mesmo percurso que acolheu o contrarrelógio da edição anterior da corrida, permitiu a Jonathan Castroviejo estrear a camisola de campeão da Europa, afirmando-se como um dos melhores especialistas mundiais na disciplina.

 

O campeão europeu cumpriu os 18 quilómetros em 21m24s, melhorando 10 segundos quanto ao registo pessoal do ano anterior. O campeão mundial, Tony Martin (Team Katusha Alpecin), foi mais uma vez segundo em Sagres, com 21m28s, um desempenho 26 segundos pior do que o conseguido há um ano. O terceiro no contrarrelógio desta sexta-feira foi o esloveno Primoz Roglic, a 5 segundos do primeiro classificado.

 

“Quase todos os anos corro aqui no Algarve e já procurava aganhar há algum tempo. Reconheci o percurso e as sensações foram boas ao longo de todo o contrarrelógio. Em todos os contrarrelógios que corri em 2016 fiquei no Top 4. Ganhar no começo da temporada a estes rivais é muito importante. O meu rendimento na Fóia foi bastante bom e isso dá-me moral para disputar as provas de uma semana. A geral da Volta ao Algarve não está ainda decidida. O Malhão é uma subida muito explosiva e acabando aí a Volta ao Algarve cada um irá ao seu limite”, declarou o vencedor da etapa.

 

O terceiro lugar na etapa permitiu a Primoz Roglic, campeão esloveno de contrarrelógio, conquistar a Camisola Amarela Turismo do Algarve, assumindo-se como o principal candidato à conquista da 43.ª Volta ao Algarve. O polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky) ascendeu à segunda posição e é o mais sério candidato a destronar Roglic. Jonathan Castroviejo é o terceiro da geral, a 36 segundos.

 

“Na Fóia o Daniel Martin levou a melhor. Sou tido como um especialista no contrarrelógio mas quero ser mais do que isso. Para já quero discutir as provas de uma semana. Irei defender a camisola amarela. Conheço bem a subida ao Malhão e será um dia difícil, mas conto com o apoio dos meus colegas de equipa. Cada um dará o seu melhor, eu e os meus adversários, mas, no final, espero salvaguardar a liderança”, afirmou o novo comandante.

 

O irlandês Daniel Martin (Quick-Step Floors) foi incapaz de defender a liderança, fazendo o 74.º tempo no contrarrelógio, descendo para o sexto posto da geral, a 1m31s do sucessor. Segura, como consolação, a Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, e a Camisola Azul Liberty Seguros, da montanha.

 

O belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) deu mais um passo para ser, pelo segundo ano consecutivo, o melhor jovem da competição, segurando a Camisola Branca Sicasal. A Movistar Team venceu coletivamente a etapa e saltou para o comando da tabela por equipas.

 

A Volta ao Algarve prossegue neste sábado com a disputa da quarta etapa, a mais longa ligação da corrida, 203,4 quilómetros entre Almodôvar e Tavira. Espera-se que seja a segunda oportunidade para os sprinters brilharem, antevendo-se novo duelo entre os homens mais rápidos do pelotão, numa cidade de Tavira que acolhe a caravana sempre de forma calorosa.

 

Classificações
3.ª Etapa/3rd Stage: Sagres – Sagres, 18 km
1.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), 21m24s (50,467 km/h)
2.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 4s
3.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), a 5s
4.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), mt
5.º Lars Boom (Team Lotto NL-Jumbo), a 11s
6.º Arnaud Démare (FDJ), a 12s
7.º Alex Dowsett (Movistar Team), a 16s
8.º Edvald Boasson Hagen (Team Dimension Data), a 20s
9.º Nelson Oliveira (Movistar Team), mt
10.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 21s

Geral/Overall
1.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), 9h36m29s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 36s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 55s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 59s
6.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), a 1m31s
7.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 1m40s
8.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 1m49s
9.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 1m54s
10.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 1m56s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

4ª etapa. Almodôvar - Tavira

 

O campeão da Alemanha de fundo, André Greipel (Lotto Soudal), venceu hoje a quarta etapa da Volta ao Algarve, em Tavira, num despique com o compatriota John Degenkolb (Trek-Segafredo), apenas deslindado pelo recurso ao photo finish.
 
 
Os 203,4 quilómetros que ligaram Almodôvar a Tavira terminaram de forma apoteótica. Milhares de pessoas puderam assistir a um sprint entusiasmante, do qual saiu vencedor André Greipel, com uma diferença de cerca de um pneu para John Degenkolb. O terceiro foi o campeão holandês de fundo, Dylan Groenewegen.
 
 
André Greipel lançou o sprint mais cedo e quase foi surpreendido pela inclinação dos últimos 50 metros, tendo de sofrer para resistir à aproximação de John Degenkolb. Greipel conseguiu a segunda vitória pessoal em Tavira – a outra foi em 2011 – e prolongou o domínio germânico na cidade do Gilão: nas últimas cinco vezes que uma etapa da Volta ao Algarve terminou em Tavira ganharam alemães.
 
 
A chegada em pelotão compacto ficou garantida a dois quilómetros da meta, quando foi anulada a fuga do dia, protagonizada, desde o quilómetro 6, por Ryan Mullen (Cannondale Drapac), Dion Smith (Wanty-Groupe Gobert), Taco van der Hoorn (Roompot-Nederlanse Loterij) e João Matias (LA Alumínios-Metalusa BlackJack). O luso descolou da frente a cerca de 40 quilómetros do fim, mas o trio de forasteiros obrigou o pelotão a trabalhos forçados para garantir uma nova oportunidade aos sprinters.
 
 
“A fuga dificultou-nos bastante a preparação da chegada, pois gastamos quase metade da equipa a perseguir. No final encontrei-me numa boa posição e arranquei no momento certo. Já aqui ganhei em Tavira mas no ano passado não pude disputar o sprint. Desta vez tive a sorte comigo. Foi um sprint bem disputado, lado a lado com o Degenkolb, mas felizmente consegui ganhar. É sempre bom sinal ganhar aqui no Algarve”, reconheceu André Greipel.
 
 
Como se esperava, a etapa deste sábado não teve consequências em termos de geral individual. O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) segurou a Camisola Amarela Turismo do Algarve. É perseguido de perto pelo polaco Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22 segundos, e pelo espanhol Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 36 segundos.
 
 
Amanhã tudo deverá ser diferente. A quinta e última etapa vai ligar o centro de Loulé ao alto do Malhão, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de segunda categoria. Nos últimos 62 quilómetros, os corredores vão subir quatro montanhas, num percurso todo de sobe e desce, que inclui uma primeira passagem no Malhão, a 41,5 quilómetros do fim.
 
 
Com este traçado e com as diferenças entre candidatos já, de certa forma, significativas, as equipas que pretenderam dar a volta à classificação terão de atacar de longe, fomentando o espectáculo.
 
 
“Controlamos a etapa desde o início e foi bastante duro para toda a equipa. Iremos fazer o mesmo amanhã. É possível vencer a Volta ao Algarve no Malhão. Haverá seguramente muitos ataques mas estaremos preparados. O Kwiatkowski é o adversário mais perigoso, até porque é quem me ameaça mais na geral. Fisicamente sinto-bem e estou ansioso por amanhã. Daremos o nosso melhor”, promete Primoz Roglic.
 
 
As classificações secundárias também estão em aberto. André Greipel veste a Camisola Vermelha Cofidis, dos pontos, Daniel Martin (Quick-Step Floors) segue na frente da lista de trepadores, envergando a Camisola Azul Liberty Seguros, e Tiesj Benoot (Lotto Soudal) tem no corpo a Camisola Branca SIcasal, de melhor jovem. A Movistar Team comanda por equipas.
 
 
Classificações/Results

4.ª Etapa/Stage 4: Almodôvar – Tavira, 203,4 km

1.º André Greipel (Lotto Soudal), 4h57m51s (40,974 km/h)
2.º John Degenkolb (Trek-Segafredo), mt
3.º Dylan Groenewegen (Team Lotto NL-Jumbo), mt
4.º Arnaud Démare (FDJ), mt
5.º Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt
6.º Andrea Pasqualon (Wanty-Groupe Gobert), mt
7.º Fernando Gaviria (Quick-Step Floors), mt
8.º Nacer Bouhanni (Cofidis), mt
9.º Michael Schwarzmann (Bora-hansgrohe), mt
10.º Edvald Boasson Hagen (Team Dimension Data), mt
 
 
Geral/Overall

1.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), 14h34m20s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 36s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 55s
5.º Luis León Sánchez (Astana), a 59s
6.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), a 1m31s
7.º Tony Martin (Team Katusha Alpecin), a 1m40s
8.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 1m49s
9.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 1m54s
10.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 1m56s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

5ª etapa: Loulé - Malhão

O esloveno Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo) venceu hoje a 43.ª Volta ao Algarve, depois de disputada a quinta etapa, com final no alto do Malhão, ganha pelo algarvio Amaro Antunes (W52-FC Porto).
 
 
A tirada de 179,2 quilómetros, entre o centro de Loulé e o alto do Malhão, começou muito veloz, com mais de 50 quilómetros percorridos na primeira hora. Mas os candidatos acabaram por ficar na expectativa, não se movendo na derradeira ascensão.
 
A apatia dos principais nomes internacionais foi aproveitada por Amaro Antunes, que deu o melhor seguimento ao trabalho da W52-FC Porto, que trabalhou para anular a fuga de 21 homens que apenas foi definitivamente dada por extinta no sopé do Malhão.
 
 
Perante a postura defensiva das estrelas internacionais, Amaro Antunes arrancou a quilómetro e meio do final e não mais foi alcançado. Cortou a meta ao fim de 4h29m28s de corrida, deixando a 12 segundos o espanhol Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé) e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal), segundo e terceiro, respetivamente.
 
 
“Ganhar é a algo que a W52-FCPorto já habitou os adeptos. Este é um lugar habitual de treinos, conheço esta subida de olhos fechados. Sabia onde tinha de arrancar. Inicialmente, hesitei um pouco, contive-me e finalmente arranquei no momento certo. É especial ganhar em casa, é muito emotivo e algo que hoje, no hotel, sonhava. Amigos e familiares vieram para aqui às cinco da madrugada para pintar a estrada e a única resposta que lhes tinha de dar, o único agradecimento possível, era chegar aqui em primeiro lugar. Para dizer a verdade, na primeira passagem fiz toda a subida em pele de galinha e quando a equipa começou a tirar só tinha em mente a vitória. Queria retribuir o apoio de quem acreditou em mim, em especial o meu diretor-desportivo Nuno Ribeiro. Acreditou desde o início que a vitória seria possível. Foi muito bom chegar aqui com os aplausos do público. É algo que não vou esquecer tão cedo. Não é por acaso que temos aqui alguns dos melhores ciclistas do mundo, um pelotão de luxo e isso ainda mais valor dá à minha vitória”, frisou Amaro Antunes.
 
 
O polaco MIchal Kwiatkowski foi o único dos pretendentes à geral a mover-se, mas não foi além de uma movimentação tímida, à qual Primoz Roglic respondeu com facilidade. O esloveno, antigo campeão de saltos de esqui, conquistou, assim, a principal vitória na carreira de ciclista.
 
 
Primoz Roglic conquistou a 43.ª Volta ao Algarve, acabando com 22 segundos de vantagem sobre Michal Kwiatkowski. O terceiro, a 55 segundos, foi o francês Tony Gallopin. “Fizemos um grande trabalho e controlamos a corrida até onde seria possível. Na subida final seria a minha vez. Consegui ficar com o Kwiatkowski e agora é tempo de celebrar. Foi duro para todos, mas felizmente conseguir levar esta camisola até ao final. Veremos o que o futuro me traz. Sei que combino a montanha e o contrarrelógio com certa facilidade e espero estar forte nas próximas corridas. Mas agora vou festejar. Quando comecei a competir não imaginava chegar a este nível. É um sonho estar aqui de amarelo”, admitiu Roglic.
 
 
O campeão da Alemanha de fundo, André Greipel (Lotto Soudal), empenhou-se a fundo na luta pela Camisola Vermelha Cofidis, participando na fuga do dia com esse objetivo. Foi uma iniciativa de sucesso, pois conseguiu a vitória por pontos.
 
 
A fuga deste domingo também deu resultados positivos ao colombiano Juan Osorio (Manzana Postobón) que, com a aventura deste domingo, ganhou a Camisola Azul Liberty Seguros, de melhor trepador. O melhor jovem foi, pelo segundo ano consecutivo, o belga Tiesj Benoot, que leva para casa a Camisola Branca Sicasal. Por equipas impôs-se a Astana.
 
Classificações/Results

5.ª Etapa/Stage 5: Loulé – Malhão, 179,2 km

1.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), 4h29m28s (39,901 km/h)
2.º Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), a 12s
3.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), mt
4.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 15s
5.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), mt
6.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt
7.º Jaime Rosón (Caja Rural-Seguros RGA), mt
8.º Luis León Sánchez (Astana), mt
9.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), mt
10.º David de la Fuente (Louletano-Hospital de Loulé), mt
 
Geral/Overall

1.º Primoz Roglic (Team Lotto NL-Jumbo), 19h04m03s
2.º Michal Kwiatkowski (Team Sky), a 22s
3.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 55s
4.º Luis León Sánchez (Astana), a 59s
5.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), a 1m29s
6.º Daniel Martin (Quick-Step Floors), a 1m36s
7.º Jonathan Castroviejo (Movistar Team), a 1m40s
8.º Tiesj Benoot (Lotto Soudal), a 1m42s
9.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 1m56s
10.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), a 2m19s

 

Fonte: Volta ao Algarve


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publicado por Tempo no Algarve às 19:31
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Sábado, 17 de Dezembro de 2016
2667: Sky vai defender o título na Volta ao Algarve de 2017

A Team Sky, que venceu a Volta ao Algarve nos últimos dois anos, vai estar na Volta ao Algarve de 2017, anunciou hoje a organização da prova que vai disputar-se entre 15 e 19 de fevereiro.

Além da equipa britânica, uma das grandes dominadoras do WorldTour, também a a francesa Cofidis e a holandesa Roompot-Nederlandse Loterij, ambas continentais profissionais, estarão presentes na ‘Algarvia’.

“A Team Sky ganhou a Volta ao Algarve nos últimos dois anos por intermédio de Geraint Thomas e estará em Portugal com a ambição de sempre. A Cofidis regressa a uma prova em que não participava desde 2014, enquanto a Roompot-Nederlandse Loterij correrá pela segunda vez, depois da estreia em 2015 e da ausência no ano seguinte”, pode ler-se no comunicado da Federação Portuguesa de Ciclismo.

A Volta ao Algarve será disputada por 24 equipas, das quais 11 do WorldTour, a primeira divisão do ciclismo internacional: Astana, Bora-hansgrohe, Cannondale-Drapac, Dimension Data, FDJ, Katusha-Alpecin, Lotto NL-Jumbo, Lotto Soudal, Movistar, Quick-Step Floors e Sky.

A edição de 2017, a primeira em que a Volta ao Algarve terá a categoria 2.HC, a segunda mais prestigiada no panorama internacional, contará também com as continentais profissionais Caja Rural, Cofidis, Gazprom-RusVelo, Manzana Postobón, Roompot-Nederlandse Loterij e Wanty-Groupe Gobert, além das continentais portuguesas Efapel, LA Alumínios-Metalusa, Louletano-Hospital de Loulé, Rádio Popular-Boavista, Sporting-Tavira e W52-FC Porto e da norte-americana Rally Cycling.

 

Fonte: Região Sul

 


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Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016
2630: Portugal Masters 2016 em Vilamoura

O Torneio Portugal Masters deste ano contará, como sempre, com os melhores golfistas da Europa. 

 

São muitos os espetadores que visitam Vilamoura, na expetativa de assitir a esta importante competição de golfe.

 

Data de início:20-10-2016
 
Data de fim:23-10-2016
 
Local:Vilamoura - Oceânico Victoria GC
 
Localidade:Loulé

 

 

 


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Terça-feira, 1 de Março de 2016
2512: Algarve Cup 2016 entre 2 a 9 de Março

A 23.ª edição da Algarve Cup arranca na quarta-feira com a seleção portuguesa feminina novamente a medir forças com as melhores equipas mundiais, incluindo o Brasil, numa prova que terá garantidamente um inédito vencedor.

 

Com as ausências de Estados Unidos, que levantou o troféu algarvio uma dezena de vezes, a última no ano passado, Alemanha, Suécia, Noruega e China, é certo que uma das oito seleções participantes vai conquistar pela primeira vez o torneio, em que Portugal volta a ser a seleção com ranking mais baixo (40.º).

 

A formação comandada pelo Francisco Neto, que foi colocada no Grupo B, vai ter pela frente a Rússia, 22.ª do ranking mundial, a Nova Zelândia, 16.ª da hierarquia e, naquele que é o duelo mais esperado da prova, o Brasil.

 

A seleção ‘canarinha’, sétima do ranking, aparece no Algarve como a principal candidata ao triunfo final e terá como principal figura Marta, uma das maiores figuras do futebol feminino mundial e cinco vezes vencedora do prémio FIFA.

 

Habitual presença na Algarve Cup e com cinco finais no currículo (e também cinco derrotas), a Dinamarca (15.ª) pode finalmente sonhar com conquista da prova, embora irá ter a rivalidade do Canadá (11.ª), que se estreia em solo luso, no Grupo A.

 

A tarefa das dinamarquesas e das canadianas pode ser dificultada ainda mais pela Islândia, uma das seleções que mais subiu no ranking da FIFA nos últimos anos e que, em 2011, surpreendeu tudo ou todos ao alcançar a final, acabando por cair perante os Estados Unidos. A Bélgica completa o agrupamento.

 

Destaque também para a portuguesa Sandra Braz Bastos, que faz parte da lista de oito árbitras que vão dirigir os jogos da Algarve Cup. A juíza da Associação de Futebol de Aveiro é uma das três árbitras pertencentes à UEFA que vão estar na prova a preparar também uma possível presença no Mundial sub-17 feminino, na Jordânia, e no Mundial sub-20 feminino, na Papua Nova Guiné.

 

Sandra Braz Bastos, de 37 anos, terá como assistentes a também portuguesa Olga Martins e Biljana Atanasovki, da Macedónia.

 

A Algarve Cup termina no dia 09 de março com a final, em local e hora ainda a anunciar, e mais três jogos, que vão definir a classificação de cada seleção.

 

Fonte: LUSA


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Domingo, 21 de Fevereiro de 2016
2505: Volta ao Algarve 2016 - Classificação Geral

Os alemães Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) e André Greipel (Lotto Soudal) confirmaram os prognósticos e discutiram entre si a primeira etapa da Volta ao Algarve, com o primeiro a superiorizar-se, no final dos 163,6 quilómetros que ligaram Lagos a Albufeira.

A tirada decidiu-se num veloz sprint, que entusiasmou o numeroso público presente em Albufeira. Tanto Kittel como Greipel reafirmaram na estrada o poderoso início de época que estão a fazer, mas foi Kittel a erguer os braços e a ficar com a primeira camisola amarela Cyclin’Portugal. Greipel teve de contentar-se com a segunda posição, deixando o terceiro posto para o belga Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), todos com o mesmo tempo.

As bonificações colocam Marcel Kittel com uma vantagem de 4 segundos sobre Greipel e com uma margem de 6 segundos face a Stuyven. De entre os candidatos ao triunfo na classificação final, o português Tiago Machado (Katusha) foi o melhor, cortando a meta na sétima posição.

Marcel Kittel juntou a camisola verde Turismo do Algarve, da liderança por pontos, à vestimenta amarela, de líder da geral. O polaco Kamil Gradek (Verva ActiveJet) subiu ao pódio para envergar a camisola azul Liberty Seguros de melhor trepador, recompensa pela fuga, que durou mais de 150 quilómetros, que encetou na companhia de Domingos Gonçalves (Caja Rural-Seguros RGA) e de Alexandr Kolobnev (Gazprom-RusVelo). Esta iniciativa sucumbiu à perseguição do pelotão, comandado pela Lotto Soudal e pela Etixx-QuickStep, sendo a fuga anulada nos últimos 10 quilómetros.

O colombiano Sebastián Henao (Sky) parte a etapa desta quinta-feira com a camisola branca Fundação do Desporto, de melhor jovem. Prevê-se que esta tirada seja a etapa rainha da competição. Os corredores irão enfrentar 198,6 quilómetros, com partida de Lagoa e chegada no alto da Fóia, Monchique.

A meta da segunda etapa coincide com uma contagem de montanha de primeira categoria, no ponto mais alto do Algarve, mas as dificuldades começam muito antes. O primeiro momento decisivo da viagem deverá ser o início da subida para a Picota, uma zona de estrada estreita e muito inclinada, onde quem não estivem bem colocado pode ficar definitivamente arredado da discussão dos primeiros postos.

Classificações/Results
1.ª Etapa/1st Stage: Lagos – Albufeira, 163,6 km
1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 3h52m35s (Média: 42,204 km/h)
2. André Greipel (Lotto Soudal), mt
3. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt
4. Wouter Wippert (Cannondale), mt
5. Victor Campanaerts (Lotto NL-Jumbo), mt
6. Salvatore Puccio (Sky), mt
7. Tiago Machado (Katusha), mt
8. Alex Dowsett (Movistar), mt
9. Roman Maikin (Gazprom-RusVelo), mt
10. Pawel Cieslik (Verva Activejet), mt

Geral/Overall
1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 3h52m35s
2. André Greipel (Lotto Soudal), a 4s
3. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), a 6s
4. Wouter Wippert (Cannondale), a 10s
5. Victor Campanaerts (Lotto NL-Jumbo), mt
6. Salvatore Puccio (Sky), mt
7. Tiago Machado (Katusha), mt
8. Alex Dowsett (Movistar), mt
9. Roman Maikin (Gazprom-RusVelo), mt
10. Pawel Cieslik (Verva Activejet), mt

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

O espanhol Luis León Sánchez (Astana) é o novo camisola amarela da Volta ao Algarve, graças ao triunfo, hoje, no alto da Fóia, em Monchique, onde terminou a segunda etapa, depois de percorridos 198,6 quilómetros desde Lagoa.

A etapa foi movimentada de princípio a final, com uma fuga de sete corredores que vigorou até à chegada das grandes dificuldades, nos últimos 35 quilómetros. As equipas dos candidatos mexeram com a corrida na subida de segunda categoria da Pomba e nas rampas da Fóia, mas só nos últimos mil metros se deram os ataques que decidiram a tirada.

Luis León Sánchez foi o mais forte, mas teve forte oposição do vencedor da Volta ao Algarve do ano passado, o galês Geraint Thomas (Sky), que gastou apenas mais 1 segundo. O esloveno Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo) bateu o basco Ion Izagirre (Movistar) ao sprint, conseguindo a terceira posição, a 3 segundos do vencedor.

Esta tirada, considerada a etapa rainha da prova, fez a primeira seleção, mas deixou tudo em aberto na luta pela camisola amarela Cyclin’Portugal, tal como era esperado pela organização. Luis León Sánchez assumiu a dianteira, estando Thomas a 5 segundos e Roglic a 9 segundos.

“Foi uma etapa muito rápida e muito dura. A Tinkoff impôs um ritmo forte para a fuga não ganhar mais de dois minutos. Começámos com menos dois corredores, por um virus, que nos afectou, mas procurámos estar em maioria no final. O Tiralongo fez um excelente trabalho para chegarmos na frente no alto. Sabíamos que vínhamos bem, estou contente por ganhar uma chegada de montanha, embora este final não fosse para puros escaladores mas sim para ciclistas potentes como eu ou o Thomas. Só penso em recuperar para amanhã, sei que não é um percurso mau para mim. Vou tentar não perder a vantagem para os meus adversários. É um crono bom no qual o vento tem influência. Quando te dão uma oportunidade como me deram na Astana há que dar o melhor. Estou muito agradecido”, afirmou Luis León Sánchez.

O corredor espanhol não terá missão fácil para defender o comando, já que entre os dez mais da geral há vários homens com capacidade para fazer a diferença, tanto no contrarrelógio desta sexta-feira como na última etapa, no domingo, com final no alto do Malhão, em Loulé. Até ao 16.º, Fabio Aru (Astana), a diferença para a camisola amarela é inferior a meio minuto, o que prenuncia uma reta final de competição extremamente emocionante.

Dois portugueses estão bem colocados para disputar o protagonismo com a armada forasteira. Tiago Machado (Katusha), que foi quinto na Fóia e ocupa a mesma posição na geral, a 15 segundos do comandante, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), sétimo na etapa e na geral, a 19 segundos de León Sánchez.

O líder da geral individual saiu de Monchique também em posse da camisola verde Turismo do Algarve, símbolo da liderança por pontos, e da camisola azul Liberty Seguros, que distingue o melhor trepador. O melhor jovem é o espanhol Hector Saez, ciclista da Caja Rural-Seguros RGA, equipa que encima a tabela coletiva.

A terceira etapa da Volta ao Algarve é o contrarrelógio individual de 18 quilómetros, que se disputa nesta sexta-feira, com partida e chegada em Sagres. O russo Viktor Manakov (Gazprom-RusVelo) é o primeiro homem a ir para a estrada, às 12h30. Luis León Sánchez parte às 15h28.

Etapa/Stage
1. Luis León Sánchez (Astana), 5h08m25s (Média: 38,636 km/h)
2. Geraint Thomas (Sky), a 1s
3. Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 3s
4. Ion Izagirre (Movistar), mt
5. Tiago Machado (Katusha), a 5s
6. Thibaut Pinot (FDJ), mt
7. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), a 9s
8. Hector Saez (Caja Rural-Seguros RGA), a 13s
9. Tiesj Benoot (Lotto Soudal), mt
10. Fabio Aru (Astana), a 15s

Geral/General
1. Luis León Sánchez (Astana), 9h00m50s
2. Geraint Thomas (Sky), a 5s
3. Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 9s
4. Ion Izagirre (Movistar), a 13s
5. Tiago Machado (Katusha), a 15s
6. Thibaut Pinot (FDJ), mt
7. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), a 19s
8. Hector Saez (Caja Rural-Seguros RGA), a 23s
9. Tiesj Benoot (Lotto Soudal), mt
10. Jarlison Pantano (IAM Cycling), a 25s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

Os dois melhores contrarrelogistas do mundo da última década, Fabian Cancellara (Trek-Segafredo) e Tony Martin (Etixx-QuickStep), destacaram-se, hoje, na terceira etapa da Volta ao Algarve, um exercício individual de 18 quilómetros, em redor de Sagres. O suíço ganhou a etapa e o alemão assumiu o comando da classificação geral. O anterior líder, Luis León Sánchez (Astana), caiu e não terminou a etapa.

Num percurso plano, os grandes especialistas deram cartas e proporcionaram uma tarde de emoções fortes. Fabian Cancellara foi o mais veloz, pedalando à média de 51,551 km/h, terminando o contrarrelógio em 20m57s. Tony Martin, que logrou o melhor registo na cronometragem intermédia, ao quilómetro 11,3, cedeu na segunda metade da prova, concluindo a etapa a 5 segundos do helvético. O britânico Geraint Thomas (Sky) manteve a regularidade ao longo de todo o percurso, sendo terceiro classificado, a 28 segundos de Cancellara.

“Estou satisfeito com esta vitória, a maior alegria é vencer. Claro que bater o Tony Martin, assim como todos os outros, é importante. O vento estava muito forte. Antes de sair para um ‘crono’ há que considerar todos os aspetos técnicos e como vamos ‘rolar’. Senti-me bem no aquecimento e fui atrás da vitória. Depois de tantos anos de ausência é bom regressar ao Algarve e voltar a casa com uma vitória. Este era o meu objetivo na Volta ao Algarve”, declarou Fabian Cancellara, após a consagração no pódio.

O espanhol Luis León Sánchez partiu com a camisola amarela Cyclin’Portugal, disposto a segurar a liderança. No ponto intermédio conseguiu o sexto tempo, mas, na zona de inversão de marcha a bicicleta derrapou, atirando o espanhol ao chão e impedindo a sua continuidade em prova.

Tony Martin, que chegou extenuado ao final do contrarrelógio, sentando-se no chão após cortar a meta, viu o esforço recompensado. Não venceu a etapa, mas envergou a camisola amarela e é candidato a conquistar a Volta ao Algarve pela terceira vez na carreira, depois dos triunfos de 2011 e de 2013. O britânico Geraint Thomas (Sky), vencedor da Volta ao Algarve do ano passado, é o adversário mais direto, apenas a 3 segundos. O terceiro classificado é o basco Ion Izagirre (Movistar), a 20 segundos.

“Vamos ver se a amarela é para manter, ainda falta duas etapas. Tendo esta camisola e vou tentar ficar com ela até ao fim. Conheço bem a última subida [Malhão, Loulé], já lá estivemos noutros e espero estar num dia bom. Vim para ganhar o contrarrelógio. Não estou satisfeito com o resultado mas sim com a minha prestação. Penso que o [Geraint] Thomas é favorito, pois é mais forte do que eu na montanha”, considera Tony Martin.

Nelson Oliveira foi o melhor luso na etapa, que terminou na quinta posição, a 37 segundos de Cancellara. Na geral continua a ser Tiago Machado (Katuhsa) o português em evidência, embora tenha baixado ao sétimo lugar, a 59 segundos do líder. Nelson Oliveira é 11.º, a 1m09s, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte) fecha o top 15, a 1m38s do primeiro.

A luta pela camisola amarela Cyclin’Portugal promete ser acesa até domingo, com as bonificações das metas volantes e das chegadas e ainda com a subida ao alto do Malhão a prometerem espectáculo.

Nas restantes classificações, nota para o excelente desempenho coletivo da Movistar, que hoje colocou quatro corredores nos sete primeiros, vencendo por equipas, um desempenho, todavia, insuficiente para impedir a liderança coletiva da Katusha. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) veste a camisola verde Turismo do Algarve, dos pontos, Geraint Thomas enverga a azul Liberty Seguros, da montanha, e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) é o dono da camisola branca Fundação do Desporto, que premeia o melhor jovem.

A quarta etapa corre-se neste sábado, ao longo de 194 quilómetros, entre S. Brás de Alportel e Tavira. Prevê-se uma etapa com chegada ao sprint, onde se poderá assistir à reedição do duelo entre velocistas que marcou a etapa inaugural, em Albufeira.

Classificações/Results
3.ª Etapa/3rd Stage: Sagres – Sagres, 18 km
1.º Fabian Cancellara (Trek-Segafrado), 20m57s (Média: 51,551 km/h)
2.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), a 5s
3.º Geraint Thomas (Sky), a 28s
4.º Ion Izagirre (Movistar), a 37s
5.º Nelson Oliveira (Movistar), mt
6.º Jonathan Castroviejo (Movistar), mt
7.º Alex Dowsett (Movistar), a 40s
8.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 51s
9.º Victor Campanaerts (Lotto NL-JUmbo), mt
10.º Ramunas Navardauskas (Cannondale), a 55s

Geral/Overall
1.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), 9h22m17s
2.º Geraint Thomas (Sky), a 3s
3.º Ion Izagirre (Movistar), a 20s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 46s
5.º Thibaut Pinot (FDJ), a 47s
6.º Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 52s
7.º Tiago Machado (Katusha), a 59s
8.º Ilnur Zakarin (Katusha), a 1m04s
9.º Jarlinson Pantano (IAM Cycling), a 1m05s
10.º Alberto Contador (Tinkoff), a 1m07s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

Milhares de pessoas assistiram hoje, em Tavira, à vitória do alemão Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) na quarta etapa da Volta ao Algarve, uma longa viagem de 194 quilómetros, que se iniciou em S. Brás de Alportel. Tony Martin (Etixx-QuickStep) continua no comando da classificação geral.

A quinta vitória de Marcel Kittel na época de 2016 foi conseguida da forma que o germânico mais gosta, ao sprint. Numa longa reta, ascendente, ladeada por milhares de adeptos, Marcel Kittel impôs-se com autoridade, relegando o holandês Wouter Wippert (Cannondale) para o segundo lugar e o belga Jens Debusschere (Lotto Soudal) para o terceiro posto. Vítima de queda, a cerca de 40 quilómetros do final, André Greipel (Lotto Soudal) não pôde discutir a etapa. O melhor português foi Samuel Caldeira (W52-FC Porto), nono classificado.

Marcel Kittel prolongou o domínio alemão em Tavira, já que as últimas três vitórias de etapa na cidade do Gilão também pertenceram a corredores germânicos: André Greipel, em 2011, Gerald Ciolek, em 2012, e Tony Martin, em 2013.

“Não tenho palavras para expressar o orgulho que sinto. As duas vitórias no Algarve foram muito boas. Hoje fizemos um excelente trabalho. Podemos estar super orgulhosos pela nossa prestação no Algarve. Vi o André [Greipel] cair, espero que esteja tudo bem”, afirmou Marcel Kittel.

Desta feita Tony Martin não venceu, mas nem por isso deixou de ter motivos para celebrar. Subiu ao pódio para envergar a camisola amarela Cyclin’Portugal que levará no corpo, neste domingo, para a quinta e última etapa da Volta ao Algarve. O galês Geraint Thomas (Sky), dono da camisola azul Liberty Seguros, de melhor trepador, é o segundo classificado, apenas a 3 segundos, e é o mais forte candidato a conquistar a geral individual.

“O final foi tranquilo. Cheguei relaxado, a nossa equipa conseguiu controlar tudo. Nos últimos 20 quilómetros, o pelotão estava bastante nervoso mas soubemos nos organizar e levar o Marcel [Kittel] à vitória. Amanhã sei que não será fácil. Tentarei manter-me com o [Geraint] Thomas e ver como me aguento. Tenho tido boas sensações mas só amanhã é que posso confirmar como realmente estou”, declarou o líder.

“Estou ansioso por amanhã. A equipa está forte, penso que vamos fazer um bom trabalho. É simpático da parte do [Tony] Martin considerar-me o favorito, ele que aqui já ganhou duas vezes. Não precisa de ser ganancioso e bem pode deixar-me ganhar amanhã. Espero ter boas pernas na subida final ao Malhão. Vou ver como me saio, mas diria que, em termos de confiança, numa escala de zero a dez, estou com dez”, avançou Geraint Thomas.

Outro aspirante de peso ao amarelo da glória é o basco Ion Izagirre (Movistar), terceiro classificado, a 20 segundos. Tiago Machado (Katusha), sétimo classificado, a 59 segundos da liderança, é o melhor português. Seguem-se Nelson Oliveira (Movistar), 11.º, a 1m09s, e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), 14.º, a 1m33s.

A Katusha comanda por equipas, Marcel Kittel enverga a camisola verde Turismo do Algarve, de líder por pontos, e o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal) parte a última ligação com a camisola branca Fundação do Desporto, símbolo de melhor jovem.

A 42.ª Volta ao Algarve termina neste domingo com uma jornada que se adivinha de apoteose. Os corredores vão percorrer 169 quilómetros, entre Almodôvar e o alto do Malhão, em Loulé. A meta coincide com uma contagem de montanha de segunda categoria. A tirada termina na segunda passagem pelo Malhão. Os derradeiros 50 quilómetros são de constante sobe e desce, prestando-se a ataques.

Domingo será também dia de Algarve Granfondo, prova aberta a amadores, que tem início e final em Loulé. Vão participar 700 ciclistas, que terminarão a tempo de se deslocarem para o Malhão, engrossando a multidão esperada na mítica subida algarvia. Os dados estão lançados para uma imensa festa de ciclismo.

Classificações/Results
4.ª Etapa/4th Stage: S. Brás de Alportel – Tavira, 194 km
1. Marcel Kittel (Etixx-QuickStep), 4h46m35s
2. Wouter Wippert (Cannondale), mt
3. Jens Debusschere (Lotto Soudal), mt
4. Jonas van Genechten (IAM Cycling), mt
5. José Joaquim Rojas (Movistar), mt
6. Andrea Pasqualon (Roth Team), mt
7. Phil Bauhaus (Bora-Argon 18), mt
8. Dylan Groenewegen (Lotto NL-JUmbo), mt
9. Samuel Caldeira (W52-FC Porto), mt
10. Jasper Stuyven (Trek-Segafredo), mt

Geral/General
1.º Tony Martin (Etixx-QuickStep), 14h08m57s
2.º Geraint Thomas (Sky), a 3s
3.º Ion Izagirre (Movistar), a 20s
4.º Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 41s
5.º Thibaut Pinot (FDJ), a 47s
6.º Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 52s
7.º Tiago Machado (Katusha), a 59s
8.º Ilnur Zakarin (Katusha), a 1m04s
9.º Jarlinson Pantano (IAM Cycling), a 1m05s
10.º Alberto Contador (Tinkoff), a 1m07s

 

Fonte: Volta ao Algarve

 

O alto do Malhão, em Loulé, encheu-se hoje com milhares de entusiastas de ciclismo que vitoriaram o espanhol Alberto Contador (Tinkoff), que conquistou a quinta e última etapa da Volta ao Algarve, e o britânico Geraint Thomas (Sky), que ganhou a geral.

Alberto Contador foi claramente o mais forte na tirada de 169 quilómetros, iniciada em Almodôvar. O corredor espanhol atacou nas duras rampas do Malhão e venceu destacado, com 20 segundos sobre Fabio Aru (Astana), Thibaut Pinot (FDJ) e Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), que cortaram a meta por esta ordem. O galês Geraint Thomas foi quinto classificado, a 28 segundos de Contador, um desempenho suficiente para conquistar a camisola amarela Cyclin’Portugal.

O alemão Tony Martin (Etixx-QuickStep), que pariu de amarelo no corpo, perdeu o contacto com o grupo dos favoritos na primeira das duas subidas ao Malhão, afundando-se na classificação geral. Depois da primeira passagem pela subida louletana, o pelotão principal seguiu a ritmo muito elevado, através de um percurso sinuoso, de sobe e desce, que lembrava as clássicas das Ardenas.

Este endurecimento foi essencial para que a escalada final provocasse mais diferenças do que é usual e para que Alberto Contador conseguisse o terceiro triunfo no Malhão, depois de já ali ter celebrado em 2010 e em 2014.

“Esta é uma corrida que me traz sorte e apesar de saber que se trata da primeira competição do ano sabia que me encontrava bem. No segundo dia faltou-me a energia, alimentei-me mal e perdi demasiado tempo. Estou contente por ter ganho e por ter chegado ao pódio. Agradeço aos meus companheiros por esta vitória”, disse Contador após celebrar a subida ao pódio.

Geraint Thomas manteve-se alheio à disputa da etapa, mas sagrou-se vencedor da Volta ao Algarve pelo segundo ano consecutivo. O homem da Sky encabeçou um pódio formado ainda por Ion Izagirre (Movistar), que gastou mais 19 segundos, e por Alberto Contador, cujo excelente desempenho nesta etapa o levou ao pódio.

“Foi um dia difícil. Com o vento forte foi ainda mais complicado. Quando o Contador atacou tentámos manter a calma e não nos precipitamos a ir atrás dele. Mantivemos o ritmo para vencer a geral. Tive a maior paragem de pré-epoca da minha carreira – foram cinco semanas sem a bicicleta – e não sabia se ia estar bem. Estava sob bastante pressão porque no ano passado vim para ajudar o Richie e este ano tinha os rapazes a trabalhar para mim. Foi bom poder ganhar para lhes agradecer”, afirmou Geraint Thomas.

Amaro Antunes confirmou hoje o excelente desempenho ao longo de toda a corrida, terminando na décima posição, a 1m27s do vencedor, conquistando o estatuto de melhor português. Tiago Machado (Katusha) foi 11.º, Nelson Oliveira (Movistar)13.º e Ricardo Vilela (Caja Rural-Seguros RGA) 15.º.

A russa Katusha venceu coletivamente a Volta ao Algarve. O alemão Marcel Kittel (Etixx-QuickStep) conquistou a camisola verde Turismo do Algarve, símbolo de vencedor da classificação por pontos. O Alexandr Kolobnev, contratado para dar experiência à Gazprom-RusVelo que vai alinhar no Giro de Itália, subiu ao pódio na primeira corrida pela formação russa para vestir a camisola azul Liberty Seguros de melhor trepador. O melhor jovem e dono da camisola branca Fundação do Desporto foi o belga Tiesj Benoot (Lotto Soudal).

Classificações/Results
5.ª Etapa/5th Stage: Almodôvar – Malhão, 169 km
1. Alberto Contador (Tinkoff), 4h24m47s (38,295 km/h)
2. Fabio Aru (Astana), a 20s
3. Thibaut Pinot (FDJ), mt
4. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), mt
5. Geraint Thomas (Sky), a 28s
6. Primoz Roglic (Lotto NL-JUmbo), mt
7. Rigoberto Urán (Cannondale), mt
8. Dries Devenyns (IAM Cycling), a 30s
9. Julián Arredondo (Trek-Segafredo), mt
10. Jarlinson Pantano (IAM Cycling), mt

Geral/General
1. Geraint Thomas (Sky), 18h34m15s
2. Ion Izagirre (Movistar), a 19s
3. Alberto Contador (Tinkoff), a 26s
4. Thibaut Pinot (FDJ), a 32s
5. Primoz Roglic (Lotto NL-Jumbo), a 49s
6. Tony Gallopin (Lotto Soudal), a 50s
7. Ilnur Zakarin (Katusha), a 1m03s
8. Jarlinson Pantano (IAM Cycling), a 1m04s
9. Fabio Aru (Astana), a 1m25s
10. Amaro Antunes (LA Alumínios-Antarte), a 1m27s

 


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