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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2017
2677: Onda de poluição dá origem a investigação

A Autoridade Marítima já abriu uma investigação para tentar apurar a origem do despejo dos resíduos que deram à costa numa extensão de 14 quilómetros nas ilhas-barreira da Ria Formosa, em Faro e Olhão.

 

No entanto, o apuramento de responsabilidades promete não ser fácil, uma vez que ao largo da costa algarvia passam, todos os dias, cerca de 100 navios das mais variadas nacionalidades.

 

"Através de um processo de acompanhamento e monitorização das cargas e de onde vinham e para onde iam, vamos tentar saber o que aconteceu, mas este é um processo complexo e reservado", admitiu ao CM o comandante da Zona Marítima do Sul e capitão do Porto de Faro, Nuno Cortes Lopes.

 

Uma grande mancha de espuma branca e amarelada foi detetada, a partir de 4 de janeiro, nas praias das ilhas da Armona, Culatra, Farol e Deserta.

 

Segundo uma análise feita pela Agência Portuguesa do Ambiente, o resíduo que deu à costa é óleo de palma, que não configura perigo para a saúde pública ou meio ambiente.

 

Porém, caso se apure a origem do despejo, propositado ou acidental, os infratores poderão vir a ser punidos.

 

Durante este domingo, mais de 150 pessoas - entre elas elementos da Autoridade Marítima, Marinha, Proteção Civil, câmaras de Faro e Olhão, grupos de escuteiros ou apenas voluntários - participaram numa grande operação de limpeza nas praias, que está agora praticamente terminada.

 

Fonte: CM


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Quinta-feira, 5 de Janeiro de 2017
2673: Material estranho dá à costa entre Faro e Olhão

Uma grande quantidade de material, composto por pequenas bolas disformes de cores amarela e branca, deu à costa em várias praias das ilhas-barreira da Ria Formosa, em Olhão e Faro.

 

A Polícia Marítima já esteve no local, bem como elementos do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e já foram recolhidas algumas amostras que foram enviadas para serem analisadas pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA).

 

"Tivemos conhecimento do que se passava hoje [ontem] de manhã e enviámos imediatamente uma patrulha da Polícia Marítima ao local para investigar", disse ao CM Nunes Ferreira, comandante da capitania de Olhão, revelando que o material deu à costa nas praias "entre a Culatra e o Farol, e ainda um pouco na ilha Deserta", numa extensão de "mais de seis quilómetros" de costa.

 

Além dos agentes da Polícia Marítima, estiveram nos areais elementos do ICNF, que recolheram várias amostras do material - que ainda não foi identificado - e enviaram-nas para serem analisadas pelos serviços da APA.

 

Pela textura, suspeita-se de que o material possa ser poliuretano, mas não se sabe qual a origem. O facto de o vento estar a soprar de sul terá sido fundamental para estas elevadas quantidades do material estranho ter dado à costa nos areais das ilhas-barreira.

 

"Para já não há locais não interditos porque não acreditamos que haja perigo para a saúde pública", afirma Nunes Ferreira, referindo que espera agora pelo resultado das análises.

 

Fonte: CM


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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016
2665: Ambientalistas satisfeitos com rescisão de prospeção petrolífera no Algarve

Os ambientalistas estão satisfeitos com a rescisão dos contratos para prospeção e exploração de petróleo no Algarve com a Portfuel e o consórcio Repsol-Partex e esperam uma posição semelhante para o outro caso, com a Galp e a ENI.

"É com grande satisfação que a Zero vê a decisão quer da Procuradoria-Geral da República quer da Entidade Nacional do Mercado de Combustíveis" sobre o contrato com a Portfuel, disse à Lusa o presidente daquela associação ambientalista, Francisco Ferreira.

"Congratulamo-nos com esta decisão do Governo se ela se vier a confirmar, esta rescisão, esta decisão, veio ao encontro daquilo que têm sido as nossas posições aos longo dos últimos anos", salientou à Lusa Nuno Sequeira, da direção da Quercus.

O governo confirmou ao Diário de Notícias que vai rescindir os contratos com a empresa Portfuel para pesquisa, desenvolvimento e produção de petróleo ‘onshore’ nas áreas designadas por Aljezur e Tavira.

O presidente da Associação Sistema Terrestre Sustentável, Zero, referiu que "sempre se alertou para o facto de que a Portfuel não tinha um conjunto de requisitos a que o Governo, numa primeira fase, não conseguiu demonstrar, mas a Procuradoria identifica falhas que são suficientes para rescindir o contrato sem indemnização".

Para Francisco Ferreira, era "patente e óbvio" o facto de se tratar de "uma empresa não qualificada".

"Parece que termina agora o pesadelo de virmos a ter exploração de petróleo muito provavelmente recorrendo a 'fracking' [técnica de extração agressiva para o ambiente] no Algarve, quer no barlavento, quer no sotavento", acrescentou.

Sobre o consórcio Repsol Partex, salienta Francisco Ferreira, "em que a ideia era a exploração de gás natural, não foi feito o furo, houve um incumprimento do plano de trabalhos e o governo consegue ir buscar um argumento para ativar a garantia bancária e também bloquear o futuro da exploração".

Na última concessão, à Eni Galp, o Governo "pode e deve ir mais longe", defendeu o presidente da Zero, e explica que houve o pedido de um título de utilização privado do espaço marítimo que esteve em consulta pública e que terá tido uma "resposta inequívoca de dezenas de milhares de pessoas, de autarcas, de associações de ambiente" contra.

"Parece-nos que o Governo está no caminho de tornar coerente aquilo que o primeiro-ministro afirmou na conferência sobre alterações climáticas em Marraquexe - queremos um país neutro em carbono em 2050 - e isso significa não avançar com um novo ciclo de exploração de combustíveis fósseis de petróleo e de gás natural", realçou Francisco Ferreira.

No mesmo sentido vai a Quercus, ao apontar que esta decisão do Governo "representa um importante passo no sentido de tornar Portugal um país mais sustentável e livre de explorações de hidrocarbonetos".

"Esperamos que esta decisão seja um primeiro passo para que outras concessões em vigor, nomeadamente as áreas do litoral alentejano venham a ter decisões semelhantes", disse ainda Nuno Sequeira que aguarda a tomada de posição oficial do Governo.

No encontro que esperam ter hoje com o primeiro-ministro, integrados na Plataforma Algarve Livre de Petróleo (PALP), os ambientalistas poderão ter a clarificação da situação.

A PALP vai entregar na Assembleia da República um postal gigante a António Costa, simbolizando a vontade de grande parte da população para que Portugal não avance com a exploração de hidrocarbonetos.

 

Fonte: Região Sul


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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016
2643: Albufeira terá túnel para desviar ribeira e evitar catástrofe em caso de cheias

Albufeira vai ter um túnel para desviar o caudal da ribeira que atravessa a cidade diretamente para o mar, obra que visa minimizar as consequências de grandes cheias, como as que aconteceram há um ano.

A empreitada, incluída no Plano Geral de Drenagem de Albufeira, hoje apresentado, está orçada em 15 milhões de euros e deverá avançar em 2017, prevendo-se que fique concluída no prazo de dois anos, disse aos jornalistas o presidente da Câmara de Albufeira (distrito de Faro), Carlos Silva e Sousa.

 

Segundo o autarca, a saída do túnel - que terá um diâmetro de cinco metros e uma extensão de 1,5 quilómetros - vai ficar acima do nível máximo das marés "e também acima daquilo que se prevê que seja a subida do mar devido às alterações climáticas, até ao final do século, que são cerca de 70 centímetros".

 

Considerada como prioritária, a construção do Túnel Parque Urbano - Oceano será a primeira fase de um plano de intervenções que ainda não está fechado e que, prevê, numa segunda fase, a realização de obras complementares, à superfície.

 

A inclinação do novo túnel permitirá que a água da chuva se desloque a uma velocidade de 100 metros cúbicos por segundo, canalizando-a diretamente para o oceano, sem perturbar a zona urbana, disse José Saldanha Matos, que desenvolveu o plano.

 

Segundo o professor catedrático do Instituto Superior Técnico, esta grande obra de construção de um túnel que desvie a ribeira de Albufeira e que liberte as zonas baixas da cidade é "prioritária", embora não resolva "todos os problema do concelho".

 

De acordo com o responsável, o plano deverá estender-se por 15 anos, incluindo intervenções de curto prazo disseminadas por todo território, para o período 2017-2020, e outras de longo prazo, para o período 2020-2030, num total estimado de investimento entre 30 a 40 milhões de euros.

 

O túnel atualmente existente para o mesmo fim, embora com menor capacidade, deverá também ser aproveitado no âmbito do plano da Câmara de Albufeira para evitar as consequências catastróficas de uma grande cheia.

 

A intempérie de 1 de novembro de 2015 afetou sobretudo a baixa de Albufeira, onde, em alguns casos, a água atingiu 1,80 metros de altura, causando danos na via pública e prejuízos de milhares de euros a comerciantes e empresários.

 

Segundo Carlos Silva e Sousa, a forma de financiamento "ainda não está totalmente definida", mas a autarquia tem o dinheiro "para iniciar a obra e concluí-la, se for necessário, só com finanças locais".

 

Contudo, o autarca assume que a Câmara vai tentar recorrer a fundos europeus ou do Estado "para sacrificar o menos possível" os cofres municipais.

 

A obra, projetada por uma equipa liderada por José Saldanha Matos, conta com o acompanhamento da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC).

 

Em outubro, o Ministério da Administração Interna (MAI) disponibilizou, através da sua Conta de Emergência, um montante de 135.000 euros para cobrir prejuízos resultantes das cheias que atingiram a cidade em novembro passado.

 

Em março, o ministro da Economia tinha estado em Albufeira para apresentar duas linhas de crédito, uma de 3,5 outra de 4 milhões de euros, para apoiar a revitalização dos setores do Comércio e Turismo do concelho.

 

Fonte: LUSA


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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2016
2642: ETAR de Faro-Olhão concluída em 2018 após investimento de 21ME

A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Faro-Olhão, que hoje teve a sua primeira pedra lançada pelo secretário de Estado do Ambiente, vai estar em funcionamento em 2018, após um investimento de 21 milhões de euros.

A ETAR vai servir os concelhos de Faro, Olhão e São Brás de Alportel,, e vai permitir uma maior capacidade de tratamento de resíduos e conferir maior qualidade às águas tratadas, posteriormente são libertadas para a ria Formosa.

O presidente da Águas do Algarve, Joaquim Peres, explicou que a nova ETAR vai funcionar com um sistema inovador que permite instalações de menor dimensão mas com alta capacidade de tratamento, a par de uma economia energética e de uma redução das emissões de carbono.

Este tratamento biológico, designado por Nereda, vai ser aplicado pela primeira vez num projeto de raiz em Portugal e foi apontado durante a cerimónia de hoje como um novo paradigma na construção de ETAR.

O investimento inclui ainda a construção do sistema elevatório de Olhão e Faro e é cofinanciado em 85% pelo Fundo de Coesão, no âmbito do Programa Operacional Temático Sustentabilidade e Eficiência no Isso de Recursos (POSEUR, de fundos comunitários).

A ETAR Faro-Olhão vai substituir a ETAR de Faro Nascente, que tinha um sistema de tratamento mais rudimentar e, segundo o secretário de Estado do Ambiente, Carlos Manuel Martins, “dependia muita da natureza”, dando pouca possibilidade de intervenção humana.

“Se houvesse uma situação mais conturbada, havia poucos mecanismos para responder rapidamente a essas circunstâncias”, observou Carlos Manuel Martins.

O novo sistema “é um processo muito industrializado em que, quer pela via física como pela química e mecânica, há uma capacidade de intervenção humana para em momento próprio corrigir alguma situação, nomeadamente uma situação típica no Algarve que é a sazonalidade [turística]”, acrescentou o responsável.

A nova ETAR vai permitir ainda instalar soluções para a produção de energia através de painéis solares e da produção de lamas, que vão permitir controlar o consumo energético.

Segundo Carlos Manuel Martins, seria desejável que a solução pudesse ser usada numa futura frota elétrica da Águas do Algarve.

Juntamente com a ETAR da Companheira, no concelho de Portimão, a ETAR de Faro-Olhão é uma das obras de maior envergadura para os próximos anos na área do tratamento de águas residuais no Algarve.

Juntas, totalizam um investimento superior a 30 milhões de euros.

 

Fonte: Região Sul


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