Estado do Tempo, Previsões, Alertas e Notícias sobre a Região Algarvia. E-mail: temponoalgarve@sapo.pt
Segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Dados da Estação meteorológica em Olhão (não oficial)

Dados referentes ao mês de Novembro de 2009


 


 


Dia Temperatura Máxima (ºC) Temperatura mínima (ºC) Precipitação (mm) Observações                               
1 28.1 18.1 0 Céu limpo
2  22.6  15.3  0 Céu pouco nublado 
3  23.8  12.3  0  Céu limpo
4  22.5  12.2  0  Céu nublado. Chuviscos
5  20.8  11.7  0  Céu pouco nublado
6  23.2  11.2  0  Céu com algumas nuvens
7  23.7  14.4  0  Céu limpo
8  21.5  12.2  0  Céu nublado
9  23.0  14.6  0  Céu limpo
10  22.8  14.7  0  Céu limpo
11  21.1  8.4  0  Céu limpo
12  20.4  11.4  0  Céu pouco nublado
13  18.7  9.1  0  Neblina
14  21.7  13.8  0  Céu nublado com abertas
15  22.0  16.4  0 Céu nublado com abertas 
16  23.6  16.9  0  Céu nublado
17  24.8  14.5  0  Céu nublado por nuvens altas
18  22.4  15.6  0  Céu nublado
19  19.3  11.0  0  Céu limpo
20  18.2  8.5  0  Céu pouco nublado
21  20.4  11.8  2 Céu nublado. Chuva fraca a partir do fim da tarde 
22  19.9  11.7  0  Céu limpo
23  20.5  11.0  0  Céu limpo
24  19.7  11.4  0  Céu pouco nublado
25  19.6  12.8  0  Céu nublado
26  19.0  11.5  5   Céu nublado. Aguaceiros durante a madrugada
27  19.3  9.2  0  Céu nublado
28  17.2  7.8  0  Céu limpo
29  17.4  9.3  2  Céu nublado. Aguaceiros fracos.
30  17.0  5.7  0  Céu pouco nublado

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publicado por Tempo no Algarve às 19:40
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813: Recordar as cheias fluviais em Albufeira de há 60 anos: 30 de Novembro 1949

Hoje praticamente esquecidas e ignoradas pela maioria dos albufeirenses, as cheias de há precisamente 60 anos foram uma triste realidade de má memória do tempo dos nossos avós, que ocuparam as primeiras páginas dos jornais locais e nacionais de então.


 


As décadas de 40 e 50 do século XX foram pródigas em inundações no Algarve, que adquiriram contornos violentos na então vila de Albufeira.



Cheias causadas por intensa pluviosidade, que engrossaram a ribeira de Albufeira e semearam o pânico, o luto e a destruição, provocando ainda elevados prejuízos económicos.



Nos últimos dias de Novembro de 1949, um temporal de grande violência assolou o Algarve e Albufeira não foi excepção. Preparada para receber a feira franca, a vila foi duramente atingida, conforme relatou o jornal «O Século» de 01/12/1949: «Em Albufeira, na noite passada (29/11) e todo o dia de hoje, também choveu torrencialmente. As águas da ribeira sobrepuseram-se aos dois diques e fizeram levantar alguns cascões da canalização das águas para o mar. A parte baixa da vila voltou a ser inundada pela cheia da ribeira, registando-se prejuízos materiais em diversas casas».



O Diário de Notícias (DN), da mesma data, acrescenta ainda: «Duramente experimentada pelas inundações de 25 de Outubro e 23 de Dezembro de 1948 esta vila está de novo inundada (…). A feira franca, marcada para os dias 29 e 30 do corrente, não chegou a realizar-se, pois a água destruiu algumas barracas e ameaça arrastar para o mar as pistas de automóveis eléctricos e as barracas de cavalinhos. Os feirantes que foram atingidos por elevados prejuízos encontram-se albergados em várias casas, postas à sua disposição. Continua a chover e a população está sobressaltada».



Na sua edição de 03/12/1949 informa ainda o DN que «em Albufeira apareceu abandonada uma embarcação e avistou-se no mar o cadáver dum homem que se supõe ser um dos tripulantes. Durante todo o dia de ontem [1/12], por quatro vezes toda a parte baixa da vila ficou coberta de água. Todos os pavimentos das ruas estão revoltos e estragados».



A cheia de 30 de Novembro de 1949 teve a particularidade de ser amplamente fotografada em diferentes locais da vila, por Fausto Napier, e talvez por isso, seja hoje facilmente evocada, em detrimento das inundações de 25 de Outubro e 22 de Dezembro de 1948 e de 15 de Janeiro de 1956, de efeitos e consequências mais nefastas, que aproveitaremos também para recordar.



«As águas das chuvas transbordaram um dique alagando ruas, largos e quintais, desmoronando prédios e enchendo de pânico a população de Albufeira», foi o título da notícia que o jornal «O Século» de 26/10/1948 dedicou às cheias de 25 de Outubro de 1948.



O mesmo jornal acrescentava: «Difícil é descrever os momentos aflitivos que se viveram aqui, quando a chuva, como se fora um verdadeiro dilúvio, fez com que as águas inundassem a parte baixa da vila, tudo ameaçando assustadoramente. Transbordou o dique e alagaram-se ruas, largos, quintas, e casas de comércio e de habitação. Alguns edifícios que ameaçavam ruína desmoronaram-se, outros ficaram com as paredes fendidas. Tudo se registou inesperadamente, apesar das chuvas torrenciais que caíram durante a noite fazerem prever inundações. O pânico foi terrível, pois a cheia atingiu dois metros, e como, muita gente corresse perigo, logo se solicitaram os serviços dos bombeiros de Faro, Loulé e Portimão. Igualmente se utilizaram barcos para socorrer pessoas em perigo e haveres de muita gente».



O semanário algarvio «Correio do Sul», sobre estas inundações, estimava os prejuízos em 2000 contos, sendo de 500 contos só no Grémio da Lavoura na perda de sementes, alfaias, trigo, cimento e adubos. O restante era repartido pelos comerciantes, Central Eléctrica (actual Galeria Samora Barros), e por proprietários dos edifícios que ruíram.



Não eram decorridos dois meses, a 23/12/1948 o DN faz notícia de primeira página: «Temporal no Algarve – Na Vila de Albufeira a água das chuvas atingiu cerca de 7 metros de altura».



«A parte baixa daquela vila ficou completamente bloqueada pelas águas. É tal a violência do temporal na costa que muitas embarcações têm sido arrastadas para o mar, e estão-se a partir na ressaca contra as rochas da praia. Estabelecimentos comerciais onde a água não tinha entrado em inundações anteriores tiveram agora prejuízos quase totais. Em muitos sítios a água atingiu os primeiros andares, cobrindo completamente as árvores. Da frota pesqueira há mais de 40 barcos destruídos».



A inundação principiou cerca das 8 horas da manhã do dia 22 e prolongou-se por cerca de 20 horas: «A pressão da torrente a certa altura rebentou o dique e destruiu em enorme extensão, a rampa que serve de varadouro aos barcos de pesca. Nalguns locais, como por exemplo no largo Duarte Pacheco, as águas atingiram o nível de sete metros! Na avenida da Ribeira a água escavou o solo numa profundidade de 4 a 5 metros, pondo a descoberto o antigo leito da ribeira, que àquela artéria deu o nome. E com a destruição da rampa do varadouro, as águas do mar invadiram a vila e juntaram a sua fúria às devastações da inundação. Paredes e alicerces de vários edifícios de construção mais ligeira, minados pelo ímpeto das águas, estão agora a desmoronar-se, ficando assim dezenas de famílias sem-abrigo. (…) Em suma Albufeira viveu horas de indescritível horror, de uma angústia de que é impossível dar, sequer uma pálida ideia» (DN de 24/12/1948).



Sete anos depois, e após uns dias mais chuvosos, as cheias em Albufeira foram de novo notícia nos jornais: «Temporal no país – Em Albufeira a água da cheia atingiu três metros de altura! Os prejuízos são grandes e uma mulher desaparece na enxurrada» (DN de 16/01/1956).



Ou seja, tudo se repetiu! «No largo Eng. Duarte Pacheco, transformado num pequeno lago, e onde a água subiu a três metros de altura (…). Alfarrobeiras centenárias foram arrancadas cerce e vieram ribeira abaixo em direcção ao enorme esgoto ali recentemente mandado construir para evitar a repetição das inundações de 1948, o qual apesar dos cálculos acabou por não ser suficientemente grande para comportar o volume das águas. (…) Os prejuízos sofridos pelas dezenas de estabelecimentos inundados e os verificados em inúmeras residências são de alguns milhares de contos, pois houve vários comerciantes com danos de centenas de contos só à sua parte».



Em termos de vidas humanas, morreu, arrastada pelas águas, uma senhora de 48 anos de idade. Outros habitantes foram salvos pelos bombeiros de todo o Algarve que ali acorreram após fortes apelos lançados pela Emissora Nacional, e por populares, pois houve pessoas que «tiveram de agarrar-se às árvores como aconteceu no jardim público e ali se conservaram, lutando para não serem arrastadas pela água e por ela submersas, despendendo toda a sua energia e esforço até que foram em seu auxílio». (DN 16/01/1956)



É verdade que ainda recentemente (2008) foram noticiadas inundações em Albufeira. Contudo, as últimas cheias de grande amplitude terão sido as de 1956.



Na realidade, a ribeira foi sendo canalizada em conduta ao longo dos últimos 100 anos, e simultaneamente, foram sendo construídas habitações e prédios nas suas “margens”.



Aliás, nos nossos dias mais um troço está a ser artificializado, desta feita junto ao actual Centro de Saúde.



Nas inundações aqui recordadas de há 60 anos, todos os troços então artificializados foram destruídos, dado o diâmetro insuficiente do canal construído, face ao enorme caudal de cheia da Ribeira de Albufeira.



Sendo as cheias um fenómeno cíclico e normal no nosso clima mediterrânico, e a função dos cursos de água tão-somente transportá-la, seja ela muita ou pouca, a ocorrência de novas cheias fluviais em Albufeira, como as que ocorreram há 60 anos constituem hoje uma verdadeira “bomba relógio”, iminente e de consequências imprevisíveis, seja de prejuízos materiais ou de perda de vidas humanas.



Quanto a responsáveis, somente o Homem o é: afinal ocupou uma área que não era sua, mas da Ribeira de Albufeira.





*Investigador de História local e regional, engenheiro de Ambiente


Aurélio Nuno Cabrita*


 


Cheias junto à antiga Central Eléctrica (hoje Galeria Samora Barros), em 30-11-1949


 


Fonte: Barlavento Online


 


Carta meteorológica do dia 30 de Novembro de 1949 onde encontra-se uma depressão  a oeste do Algarve que é denominada de gota fria e que causou bastante instabilidade no Algarve.                                                                                                                                        



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publicado por Tempo no Algarve às 15:14
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812: Previsão meteorológica para a semana de 30 de Novembro a 6 de Dezembro de 2009

Previsão meteorológica no Algarve para os próximos dias:


 


Dia 30 (2ªfeira) - Céu nublado tornando-se pouco nublado.  Vento moderado de noroeste. Pequena descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 14ºC - 18ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1.5 a 2 metros  Temperatura da água do mar: 19ºC.


 


Dia 1 (3ªfeira)  -  Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade para a tarde.. Vento fraco de noroeste. Pequena descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 5ºC - 9ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros. Temperatura da água do mar: 19ºC.


 


Dia 2 (4ªfeira)  - Céu nublado. Aguaceiros. Vento moderado de oeste. Pequena subida da temperatura mínima.


 


Máximas: 16ºC - 20ºC


mínimas: 10ºC - 14ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 2 metros.


 


Dia 3 (5ª feira)- Céu pouco nublado. Vento moderado de noroeste. Pequena descida da temperatura mínima.


 


Máximas: 16ºC - 19ºC 


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1.5 a 2 metros.


 


Dia 4 (6ª feira)  - Céu pouco nublado. Vento moderado  de noroeste. 


 


Máximas: 16ºC - 19ºC 


mínimas: 8ºC - 12ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Dia 5 (Sábado)  - Céu pouco nublado. Vento fraco a moderado de sueste.


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 9ºC - 13ºC


 


Estado do mar: Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Dia 6 (Domingo) - Céu pouco nublado aumentando de nebulosidade.  Vento moderado de sudoeste.  


 


Máximas: 15ºC - 19ºC


mínimas: 10ºC - 13ºC


 


Estado do mar:  Ondas de sudoeste com 1 a 1.5 metros.


 


Precipitação prevista para esta semana: entre 2 a 5 mm


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publicado por Tempo no Algarve às 08:00
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Domingo, 29 de Novembro de 2009
811: Contador e Armstrong em duelo no Algarve

O já histórico ciclista Lance Armstrong e a estrela em ascensão Alberto Contador são hipóteses para a próxima edição da Volta ao Algarve, que arranca em Fevereiro.


 




A 36ª edição da Volta ao Algarve pode ter como protagonistas o norte-americano sete vezes (!) vencedor da Volta à França Lance Armstrong e o espanhol Alberto Contador, campeão olímpico e actual detentor do ceptro da prova gaulesa.


 


Armstrong, de 38 anos, já tinha dado indicações em Setembro que, pelo menos a equipa Radio Shack (a mais recente equipa de elite Mundial criada pelo norte-americano e pelo director-desportivo Johan Bruyneel), iria participar, ficando ainda na dúvida a presença do norte-americano.


 


Agora surge a possibilidade de Alberto Contador, com 27 anos, voltar às estradas algarvias, depois de ter vencido a última edição da 'Algarvia'. No início do ano, o espanhol chegou ao Algarve com o ceptro de campeão olímpico e a vitória da Volta ao Algarve foi apenas um prenúncio de um ano em cheio, que teve como ponto mais alto a vitória da Volta à França, uma das provas mais prestigiadas em todo o Mundo.


 


“Ainda é cedo para falar da programação da época mas é provável que a possa começar no Algarve”, afirmou o ciclista da equipa Astana ao jornal italiano «La Gazzetta Dello Sport».


Contactado pelo Observatório do Algarve, Rogério Teixeira, presidente da Associação de Ciclismo do Algarve, prefere não avançar com certezas quanto à presença aos dois atletas.


 


“Não posso confirmar a vinda de qualquer dos atletas. As duas equipas já mostraram interesse em participar, mas ainda não está nada certo”, diz, mas confessa a vontade de Contador: “Fico contente por um grande campeão manifestar interesse em começar a sua época aqui [no Algarve]. Quando acabou a última Volta, Contador manifestou-me pessoalmente que tinha gostado das condições e gostaria de voltar”.


 


Fica assim em aberto as participações de dois dos mais cotados ciclistas. Será que vamos ter um 'choque' de gerações no Algarve? Só em Dezembro, quando for avançada a lista final, se saberá.








 








Fonte:Observatorio do Algarve


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publicado por Tempo no Algarve às 20:24
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Quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
810: Tribunal de Contas recusa visto prévio à concessão Algarve Litoral/EN125

O Tribunal de Contas (TC) recusou a atribuição de visto prévio ao contrato da concessão rodoviária Algarve Litoral, adjudicada ao consórcio liderado pela Edifer, disse hoje à Lusa fonte oficial da empresa.


 


A fonte oficial da Edifer disse à Lusa que foi informada da recusa do visto prévio pela Estradas de Portugal (EP).



A concessão Algarve Litoral é a quarta concessão rodoviária à qual o TC recusa a atribuição de visto prévio, depois das concessões Douro Interior, adjudicada ao consórcio liderado pela Mota-Engil, Auto-Estrada Transmontana, adjudicada ao consórcio encabeçado pela Soares da Costa, e Baixo Alentejo, adjudicada ao consórcio liderado pela Edifer.



A concessão Algarve Litoral encontra-se na "fase de finalização dos projectos e de arranque dos trabalhos no terreno", disse a fonte oficial da Edifer, referindo que "não são ainda relevantes nem as intervenções efectuadas nem os valores de investimento associados".



O arranque dos trabalhos nesta concessão, que representa um investimento de 399 milhões de euros e deverá criar 1.500 postos de trabalho, deverá acontecer "até ao final do ano", de acordo com a Edifer.



A concessão Algarve Litoral foi lançada em Março de 2008 e contratada em Abril de 2009 ao consórcio Rotas do Algarve Litoral, constituído pela Edifer, Iridium, Dragados, Tecnovia e Conduril.



Esta concessão inclui a construção, conservação e exploração de um conjunto de variantes das estradas nacionais (EN) 125, da EN2, EN395 e EN270.



O TC deverá ainda analisar os contratos das concessões rodoviárias Litoral Oeste e Baixo Tejo.

 


 


Fonte: Lusa


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publicado por Tempo no Algarve às 22:07
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